No dia seguinte, o pó ainda zumbia no meu sangue como um motor V8. A conferência foi um borrão – eu mal prestava atenção nas planilhas, só pensava no pau do Marcelo me arrombando de novo. Ele piscava pra mim durante as pausas, mandando mensagens: "Traz sua buceta pro meu quarto às 22h. Levei mais carga." Meu corpo tremia de ansiedade, a calcinha grudada o dia todo.
Chegamos exaustos na primeira noite, depois de um dia inteiro de reuniões. Bati na porta dele pra dividir um vinho que comprei no duty free do aeroporto. Ele abriu só de calção, o peito largo à mostra, com um sorriso safado. "Entra, Lu. Trouxe algo melhor que vinho pra gente relaxar."
Ele tirou um pacotinho de dentro da mala – cocaína pura, branquinha como neve. "É da boa, importada. Quer experimentar? Vai te deixar voando." Meu coração acelerou. Eu nunca tinha usado, mas o estresse do trabalho e a tensão acumulada entre a gente me fizeram dizer sim. Sentamos na cama king size do quarto dele, com vista pra cidade piscando lá embaixo. Ele montou duas linhas perfeitas numa espelho de mão, usando um cartão de crédito pra alinhar o pó fininho.
"Primeiro você, vadia gulosa", ele provocou, estendendo um canudo de palha. Aspirei devagar, sentindo o pó queimar as narinas e descer como fogo pro cérebro. Em segundos, veio a onda: euforia pura, coração batendo forte, tesão explodindo entre as pernas. "Porra, Marcelo, isso é foda! Me sinto uma puta invencível." Ele aspirou a dele, os olhos dilatados, pupilas enormes. "Agora sim, Lu. Vamos foder essa noite toda."
Ele me puxou pelo cabelo, me jogando de joelhos no carpete macio. Meu vestido preto subiu pelas coxas, revelando a calcinha encharcada. "Chupa meu pau, sua cachorra. Engole até a garganta." Desabotoei a calça dele rápido, o pau grosso e veiudo saltando pra fora, já duro como pedra, latejando com veias salientes. Lambeí a cabeça babando, sentindo o gosto salgado do pré-gozo, e enfiei na boca. Ele agarrou minha nuca e fodeu minha cara com força, empurrando até o talo. "Isso, garganta profunda, engole tudo, sua puta cocaína! Sente o pó te deixando louca pra engolir porra?"
Cuspi no pau dele, gemendo com a boca cheia, enquanto lágrimas escorriam dos olhos pela profundidade. Ele deu um tapa forte na minha bochecha: "Toma tapa, vadia! Abre essa boca." Cuspiu na minha cara, o cuspe quente escorrendo pelo queixo, misturando com minha saliva. O pó amplificava tudo – cada estocada na garganta era um choque elétrico de prazer, meu clitóris inchado pulsando sem nem ser tocado.
Uma batida na porta interrompeu. Marcelo, pau ainda duro, gritou "Entra!". Era Ana e Pedro, o casal que conhecemos no bar do lobby mais cedo. Depois da conferência, descemos pra um drinque; Ana, morena peituda de 30 anos com shortinho colado e top decotado, sentou do nosso lado, rindo alto e roçando a perna na minha. Pedro, magro tatuado e dominante, comprou uma rodada e flertou: "Parecem prontos pra bagunça pesada. Ouvimos boatos de gemidos no andar de cima." Compartilhamos uma linha discreta de pó no banheiro, o rush nos unindo; Ana me beijou de leve, sussurrando "quero provar vocês". "Subam pro 1502", Marcelo convidou. Agora ali, eles traziam mais coca.
Montamos linhas extras – aspiramos juntos, narinas ardendo, euforia coletiva nos deixando selvagens. Começou com oral: eu e Ana de joelhos, alternando paus. Chupei Pedro com garganta profunda, babando no pau curvo dele, enquanto Ana engolia Marcelo. "Sugam como putas profissionais!", Pedro grunhiu, dando tapas leves nas nossas caras.
Pedro me posicionou de quatro na cama, empinando minha bunda alta. "Abre essa buceta pra mim, vadia!", ele rosnou, cuspindo no buraco e enfiando o pau curvo fundo na minha xoxota encharcada, socando ritmado enquanto eu mamava o pau grosso do Marcelo, garganta profunda babando rios. "Chupa enquanto toma rola, Lu! Engole minha pica inteira!", Marcelo mandava, segurando minha cabeça. Ao lado, Ana acariciava o peito dele, beliscando mamilos, e se masturbava furiosamente, dedos enfiados na própria buceta: "Olha eles fodendo, amor... me deixa louca pra mais pó e porra!"
Ana tomou controle: "Deita de costas, Marcelo, seu puto! Quero cavalgar essa pica grossa." Ele obedeceu, pau reto pro teto. Ela montou cowgirl, quicando violento, tetas balançando, gemendo "Sente minha xoxota te apertando? Fode pra cima!". Depois subiu pro rosto dele, empinando a buceta molhada: "Chupa meu clitóris, lambe tudo, caralho!" Marcelo devorava, língua fundo no cu e xoxota.
Eu subi em Marcelo pra cavalgar o pau, rebolando fundo no cowgirl reverso, bunda batendo nas coxas dele. Pedro veio atrás, cuspindo no meu cu e enfiando – DP perfeita, paus me esticando ao limite, roçando um no outro. "Duas picas te rasgando, puta! Grita pro hotel todo!", Pedro gritava, tapas na bunda. Ana ofereceu a buceta: "Chupa enquanto toma DP, Lu!" Lambi ela gulosa, misturando sabores.
Eu deitei de costas, pernas em V. Ana por cima de quatro num meio nove invertido – bucetas se lambendo mutuamente, línguas no clitóris. Pedro comeu minha buceta com estocadas brutas: "Toma pau na xoxota enquanto lambe a puta!". Marcelo alternava em Ana: pau no cu dela, depois buceta, socando fundo. Nós alternávamos: chupando bucetas uma da outra, sugando paus babados – "Lambe minha porra dela, sua lesbica coca!", Ana gemia.
Ao final, explosão: Pedro gozou na boca da Ana, jatos quentes enchendo; Marcelo na minha, porra transbordando. Terminamos nos beijando famintas, misturando as porras grossas nas línguas, engolindo devagar, saboreando o gosto salgado compartilhado. "Porra de rainhas", rimos, pó ainda pulsando.