Sofia, a trans 7

Um conto erótico de Sr Boi
Categoria: Trans
Contém 1037 palavras
Data: 23/01/2026 12:50:25
Assuntos: Trans

Capítulo 7: A brincadeira

Sofia me puxava pra um abismo de prazer que eu nunca imaginei. Aos 53 anos, grisalho, com um pau que ainda dava conta do recado, eu achava que conhecia o jogo da sedução, mas essa garota de 20 anos, com seios GG, bunda redonda e um pênis enorme, me fazia questionar tudo. Eu nunca tinha ficado com uma trans na vida e agora estava completamente louco de tesão por ela. Depois do trio intenso com Clara, com gozo escorrendo na cara dela, Sofia me chamou pra outra brincadeira no apartamento dela. “Tenho uma surpresa pra você,” disse, a voz provocante e cheia de malícia no telefone. “Um amigo, Pedro, vai estar lá. Ele já me conhece bem.” Meu pau endureceu na hora, mas uma pontada forte de ciúme apertou o peito. “Tô lá,” respondi, curioso e pronto pra ver até onde ela me levaria dessa vez.

Cheguei no apartamento dela à noite, um lugar com sofá de veludo verde na sala e uma luz fraca, quase íntima, de abajur. Sofia abriu a porta usando um vestido vermelho colado, sem calcinha, o pênis marcando o tecido com força, os seios quase pulando pra fora, me beijou com aquele tesão de sempre e pediu pra eu esperar só um minutinho. Pedro chegou dois minutos depois, uns 30 anos, corpo musculoso, tatuado, com uma cerveja na mão e o pau de uns 20 cm já duro dentro da calça. Ele sorriu, cumprimentando Sofia com um beijo na bochecha que durou muito mais do que eu gostaria. “Lucas, esse é o Pedro,” ela disse, os olhos azuis brilhando de excitação. “Vamos brincar de verdade hoje?”

Sofia tirou o vestido num só movimento, o pênis de 23 cm pulando livre, duro e brilhante, os seios balançando pesados. Eu e Pedro despimos rápido, nossos paus prontos pra guerra. “De joelhos, sua puta,” mandei, e ela caiu no chão, o veludo macio sob os joelhos. Chupou meu pau primeiro, a boca quente engolindo tudo, a garganta apertando forte, baba escorrendo pelo queixo. Passou pro pau de Pedro, a cabeça dele brilhando na boca, enquanto masturbava o meu com vontade. O som molhado dos lábios era alto, o cheiro de sexo já dominando o ar. Puxei o cabelo dela com força, o couro cabeludo ardendo, e cuspi na cara, o cuspe quente pingando na bochecha. “Chupa direito, sua vadia,” grunhi, dando um tapa forte na cara, a pele ficando vermelha na hora. Ela gemeu alto, adorando, e pediu: “Mais, por favor.” Outro tapa, mais bruto ainda, e ela alternava os paus com fome, a baba escorrendo e manchando os seios.

Puxei ela pelos cabelos, jogando-a de quatro no sofá. “Quero te foder agora,” disse, abaixando a boca no cu dela, chupando, lambendo, enfiando a língua fundo até ficar bem babado e pronto pra levar rola. Entrei com força, meu pau esticando o cu, e ela gritou, os seios balançando loucamente a cada estocada. Pedro subiu no sofá, socando o pau na garganta dela, o som abafado pelos gemidos. Fodia ela com tudo, a bunda tremendo, e dei um tapa forte, a palma estalando alto, a pele ardendo. “Toma, sua vadia,” grunhi, e outro tapa, mais firme. Ela gemia sem parar, chupando Pedro, o pau dela duro balançando e pingando pré-gozo.

“Quero mais, muito mais,” ela pediu, rouca, e Pedro riu com tesão. Saí de dentro dela, enquanto ele se deitou no sofá, o pau apontado pro teto, e ela montou, o cu engolindo o pênis dele inteiro. Me posicionei atrás, cuspindo no cu já cheio, e entrei de uma vez, nossos dois paus espremendo ela ao mesmo tempo. Sofia chorou de prazer, lágrimas escorrendo, o rosto vermelho enquanto gemia alto, quase gritando. “Porra, sua puta,” disse, socando com força, enquanto Pedro puxava o cabelo, o pescoço arqueado. Agarrei o pescoço dela, apertando levemente até o ar faltar um pouco, e ela sorriu, adorando ser violada daquele jeito. “Fode, Lucas, me fode,” gritava, o pênis pulsando, o cu apertando nós dois. Tapas na cara, na bunda, o som ecoando pela sala, a pele toda marcada. Acabamos sem dó nenhuma, nossos paus apertados no rabo dela.

Tirei minha rola do rabo dela. Pedro agora com aquele cuzão gostoso de Sofia todo pra ele acelerou e bombava num ritmo frenético, eu senti uma mistura louca de tesão por ver ela levando vara sem parar no cu arrombado, mas por outro lado também sentia ciúmes por ver ela dominada pelo tesão em outro macho. De repente ela se levantou e se posicionou de um jeito que só tinha visto nos filmes mais pesados: de cabeça pra baixo apoiada no sofá, a bunda pro alto, o cu arrombado, as pernas bem abertas, o pau duro apontado direto pro próprio rosto. Penetrei ela novamente. Socava o cu primeiro, brutal, meu pau batendo fundo, enquanto Pedro cuspiu na cara, o cuspe misturando-se com lágrimas. “Toma,” ele grunhiu, e também entrou, o pênis esticando ainda mais. Alternávamos sem parar, cada estocada mais forte que a anterior, tapas na bunda deixando vergões roxos, puxões de cabelo arrancando gemidos desesperados. O pênis dela explodiu, jatos grossos e brancos acertando o rosto — a boca, o nariz, pingando no cabelo. Ela gemia, tremendo inteira, adorando ser usada daquele jeito, o gozo quente escorrendo pela testa.

“Na cara,” disse, e a colocamos de joelhos. Masturbei meu pau, a cabeça brilhando, e gozei, jatos quentes acertando a bochecha, a boca, o sêmen grosso pingando nos seios. Pedro gozou logo depois, cobrindo o queixo, o gozo misturando-se com o meu. O rosto dela brilhava, lágrimas, cuspe e gozo, e ela lambeu os lábios, o gosto salgado na língua.

Caímos no sofá, suados, o cheiro de sexo e gozo dominando o ar. Sofia riu, o rosto ainda molhado, a bunda ardendo, o pescoço marcado. “Vocês são muito bons,” provocou, me beijando com o gozo na boca. Pedro ficou, e passamos a noite inteira transando — ela chupando, fodendo, gozando de novo e de novo, a sala virando um campo de batalha de prazer. Mas o jeito que Pedro a olhava, como se já conhecesse cada curva do corpo dela, me deixou com um ciúme que não explicava. Sofia era minha… ou eu estava começando a achar que era.

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