Olá meu nome é Pedro, atualmente estou com 39 anos e vou relatar os fatos mais picantes que tive com minha esposa Júlia, que hoje está com 36 anos.
Já contei alguns contos aqui de alguns momentos de sexo louco que tivemos durante nossos 17 anos de relacionamento. Mas desta vez vou contar várias histórias desde o começo até os dias atuais.
Quando começamos a namorar, ela tinha seus 19 anos, pele branca, cabelo castanho escuro, olhos verdes, 1,67 de altura, um corpo muito bonito, ela era a legítima "cheinha gostosa" se é que vocês me entendem, um corpo gostoso e proporcional a sua altura. Mas o que mais me atraiu de primeira nela era sua cara de safada e suas roupas provocantes ( vestidos e saias curtas e sempre com decote). Ela era uma garota muito experiente apesar da idade, passou por três namoros longos dos 15 aos 19 anos e uma boa parte desse tempo solteira.
Já eu com 22 anos, moreno, cabelo castanho escuro, 1,77 de altura, em forma e modéstia parte um homen atraente. Até então já tinha namorado bastante e tinha acabado de sair de um relacionamento de dois anos meio conturbado, e estava aproveitando a vida de solteiro também.
Eu já conhecia Júlia, por ela ser amiga de uma prima minha, mas nós não conversávamos. Só nos encontramos nas festas e baladas mesmo, e foi aí que pude perceber que ela se divertia muito, dançava e ficava com vários caras, afinal de contas ela era solteira, e eu apesar de também me divertir muito eu era mais reservado.
Começamos a conversar em uma dessas festas, o clima esquentou e ficamos por noite, passou-se uma semana e ficamos dinovo e dinovo, a química foi maravilhosa, mas só rolava beijos e muitos amassos, fiquei louco por que eu queria transar e ela na esquiva. Conversei com ela sobre isso e ela disse que estava consada de brincadeiras, e namoros que não levavam a nada e que estava gostando de mim e queria me conhecer melhor e tal, e como eu também estava gostando dela pedi pra namorar sério na mesma hora e ela aceitou.
Então namoramos durante um mês sem sexo, já estava com dor nas bolas de tanta ereção, e ela também queria mas não sedia. Mas em uma noite fomos eu uma festa na casa de um amigo meu de faculdade, lá só tinha wisk e energético pra bebê e enchemos a cara. Já percebi que ele estava bem solta e me provocando. Foi a primeira vez que vi ela com um famoso vestido verde tomara que caia muito curto e justo, é esse vestido vai ser citado em outros contos futuros.
A festa acabou perto da meia noite, e como de costume fomos namorar dentro do meu carro na frente da casa dela. Começamos os amassos e eu estava decidido que a nossa primeira vez seria ali mesmo. Comecei beijando ela e deci até o pescoço, abaixei o tomara que caia dela e os peitos pularam pra fora, e ela me olhou com aqueles olhos verdes me chamando para chupar. Depois tirei o pau pra fora e ela começou uma punheta acelerada, coloquei a mão na coxa dela e fui subindo, ela começou a abrir as pernas como se estivesse me autorizando. Aí eu vi uma cena que nunca vou esquecer, quando encostei meu dedo na calcinha dela, percebi que estava ensopada e levantei o vestido e vi um fio dental amarelo muito pequeno que mal cobria sua buceta, a masturbei com tanta vontade que meus dedos penetravam nela mesmo por cima da calcinha enquanto ela batia uma pra min, mas ela se recompôs e disse que não ia transar naquele lugar. Então ligue o carro rapidamente e fiu em direção ao motel, mas no meio do caminho ela pediu pra eu ir para uma estrada de chão no interior da cidade, a safada já conhecia o lugar onde os jovens transavam. O lugar era muito escuro e só mato a sua volta e a única luz era o som do carro, mas era suficiente para eu ver aquele corpo nu pela primeira vez e viciar nele. Pulamos para o banco de trás e ela já pulou encima de mim e tirou a calcinha para o lado e falou fode que não aguento mais, quando entrou sem camisinha mesmo ela quase gozou de tanta vontade que estava, ela cavalgou por pouco tempo e já gozou gritando muito alto e de um jeito que nunca tinha visto outra mulher gemer.
Depois de se recompor nós beijamos e começamos novamente, tirou a calcinha e desceu ate meu pau e começou um belo boquete, com os joelhos no banco da frete e os cotovelos no banco de trás ela ficava com a bunda toda empinada para o vidro dianteiro do carro e chupando como se fosse a última pica do mundo. Aí aconteceu uma coisa inesperada e exitante, um carro veio de encontro ao nosso e quando chegou perto acendeu os faróis altos deixando a buceta e o cuzinho de Júlia expostos, quando olhei para baixo ela continuava mamando como se estivesse gostando em se exibir, olhou no meus olhos sem parar de chupar e começou a rebolar, piscar o cuzinho e colocou uma das mãos por baixo e se masturbou, meus amigos que cena maravilhosa, eu ainda não tinha feito sexo exibicionista até o momento. Lembrando que naquela época nós não se preocupavanos em seremos gravados por celulares, porque os aparelhos com câmera eram muito ruins na época e poucas pessoas tinham.
Voltando a história, quem estava naquele carro ficou parado cerca de uns 30 segundos apreciando aquela bunda linda e seguiu viagem. Depois disso a puxei para o banco de trás e coloquei ela de quatro e meti sem dó, era minha vez de descontar minha vontade e como tinha tomado bebida destilada demorei muito pra gozar, e assim fiz uma moralzinha na primeira foda com Júlia, metendo até ela gozar dinovo e desmaiar no banco traseiro.
E eu estava ali ainda sem gozar, então ela se recompôs ficou de quanto e soquei novamente enquanto ela falava sacanagens, mas quando ela colocou a mão por baixo para massagear minhas bola enquanto eu metia, não aguentei por muito tempo, tirei o pau pra fora já quase gozando, deixando as costa dela toda melada de porra. Então ficamos exaustos sentados no banco por uns minutos, nós vestimos e fomos pra casa sorrindo muito lembrando do que tinha acontecido.
Essa só foi a primeira de muitas aventuras com a minha putinha que estava apaixonado. Em breve contarei mais contos.