Meu primo Rodrigo, Meu Homem, Meu Vicio!!

Um conto erótico de C0nt0s.Divers0s
Categoria: Gay
Contém 576 palavras
Data: 22/01/2026 16:35:10

Aquela tarde não foi um evento isolado. Foi o gatilho. O que aconteceu naquele quarto abafado, com o ventilador girando preguiçoso no teto, quebrou uma represa dentro de mim que eu nem sabia que existia, eu me sentia como se tivesse nascido naquele momento.

Nós criamos um código silencioso. "Vou lá no Rodrigo jogar FIFA" virou minha frase mais dita em casa. Meus pais achavam ótimo que os primos estivessem tão unidos. Mal sabiam eles que o videogame nem chegava a ser ligado na tomada.

O quarto do Rodrigo virou meu santuário e meu laboratório. Ele sabia exatamente como me desarmar. Ele trancava a porta com uma volta extra na chave, e aquele som era o sinal para eu deixar o mundo lá fora.

Rodrigo assumiu o controle da minha descoberta. Ele não tinha pressa. Ele parecia ter um prazer sádico e carinhoso em me ver perder a compostura. O "vício" não era só o ato em si, mas a forma como ele me fazia adorar o meu próprio corpo, algo que eu sempre desprezei.

— Tira essa roupa larga, Igor — ele dizia, já sem camisa, o suor brilhando no peito. — Eu quero ver você.

O que ele fazia comigo era uma mistura de aula e adoração. Ele passava horas explorando minha sensibilidade. Ele descobriu que a minha pele branca ficava marcada fácil, e ele gostava de deixar o rastro dele ali, apertando minha cintura com força enquanto eu estava deitado, ofegante, sob o comando dele.

O foco dele era, invariavelmente, a minha bunda. Aquilo que eu tentava esconder com bermudas largas, ele tratava como um troféu. Ele me fazia ficar de quatro na cama, mas não começava nada de imediato. Ele passava óleo — algo que ele começou a deixar no criado-mudo — e massageava com força, desfazendo a tensão, me acostumando com o toque invasivo e possessivo dele, me chupava por um bom tempo, colocava um, dois, dedos em mim, me fazendo acostumar e gemer mordendo a fronha.

— Você tem que parar de ter vergonha disso — ele sussurrava, dando tapas estalados que ardiam e me faziam gemer alto no travesseiro. — Isso aqui é a melhor parte de você. É macio, é quente... e é meu.

Ele me ensinou a gostar da sensação de preenchimento, de ser tomado. Ele controlava o ritmo de tudo. Às vezes, ele me deixava à beira do limite, me segurando pelos quadris, me impedindo de me mexer, só para me ver implorar. Ele gostava de me ver vulnerável, sem os óculos, com os olhos revirados, totalmente entregue à força dele.

E tinha o espelho. Um dia, ele me puxou para a frente do espelho do guarda-roupa. Ele ficou atrás de mim, o corpo dele moreno e forte contrastando com o meu, pálido e menor.

— Olha, Igor — ele mandou, segurando meu queixo. — Olha a cara que você faz quando eu meto fundo em você.

Ver a cena... ver a mão dele descendo pelo meu peito, ver como eu me arqueava instintivamente para trás buscando o contato do corpo dele... aquilo cimentou o vício. Eu não era mais o garoto tímido do interior quando estava naquele quarto. Eu era o parceiro do Rodrigo. Eu era desejado.

Mas fora dali... fora dali o jogo era perigoso. O interior é pequeno. As paredes têm ouvidos. E o jeito que ele me olhava no almoço de domingo, com um sorriso de canto que só eu entendia, fazia meu estômago gelar de medo e de desejo ao mesmo tempo.

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