Obriguei meu passivo submisso a dar o cu para um negrão

Um conto erótico de Amanda FG
Categoria: Heterossexual
Contém 1211 palavras
Data: 22/01/2026 15:55:05

Nessa noite estava vadia como sempre, louca para tentar algo novo e excitante, logo anunciei para meu putinho submisso: hoje vamos para a rua, vou enrabar esse seu cuzinho em público... e talvez consiga alguma pica para mim também, saudades de sentar na rola de um macho de verdade! Falei isso batente de leve na cara do meu viadinho manso. Saímos, eu de vestido preto, curtinho, já sem calcinha, e minha cadela (o puto) de calça e camisa social, parecia até homem... mas já estava com o plug socado no cu. Fomos ate uma pracinha deserta, bem afastada, já havia marcado o encontro com o comedor, chegando lá conversamos um pouco, pois sempre gosto de humilhar minha cadelinha, não perderia essa oportunidade... disse: esse é meu namorado, pretendia comer o cu dele na sua frente, antes de dar pra você, mas mudei de ideia... agora, se quiser me comer vai ter que comer o rabo dele primeiro. O comedor não gostou, falou que não era viado nem nado do tipo, ficou muito irritado mesmo, o desgraçado. Meu putinho ficou desconfortável, mas sabia que não tinha o que fazer, como vocês sabem ele faz o que mando, gostando ou não.

O comedor fez que ia embora, eu simplesmente levantei o vestido e mostrei minha buceta branquinha, raspada e já babando um pouco, ele voltou rapidinho, ele disse: por esse priquito eu não me importo de rasgar o cu do corno. E ia rasgar mesmo, o comedor era alto e forte, um belo macho negro, eu conseguia ver sua rola dura por baixo da bermuda, a única sorte do meu putinho é que eu o faço de cadela quase todas as noites, então o rabo dele aguenta mais pica do que a maioria das bucetas. Mandei: baixa a calça, cadela! O corno obedeceu, com carinha de choro. Agora vira o rabo, empina pra sua dona... abri o rabinho da minha vadia, tirei o plug bem devagar e meti três dedos, sem aviso prévio, o cu da puta contraiu abocanhando minha mão e ele gritou no meio da praça escura, o comedor achou graça. Eu disse: calada, vadia! Caladinha, ou na próxima você vem na coleira, putinha! Bati no rosto dele de mão aberta. Abre a boca agora, língua pra fora: cuspi fundo na garganta do meu corninho e perguntei enquanto puxava seu cabelo: quem é minha vadia suja? Ele respondeu arfando: eu! Eu sou sua vadiazinha suja, amor! Bati mais forte e disse: repete, mais alto... “EU SOU SUA VADIAZINHA IMUNDA, MINHA DONA!”. Fiquei satisfeita, coloquei o plug que estava em seu rabinho de cadela dentro de sua boca e enquanto ele chupava o metal com gosto de cu, narrei o que iria acontecer: esse rapaz bonzinho quer muito meter a vara na bucetinha da sua dona, mas antes eu quero ver ele arregaçando essa sua cuceta funda (eu falava e mexia os dedos dentro do cu do viadinho manso)... o comedor sorria alisando o pênis, já parecia estar gostando da ideia. Tirei a mão do rabo dele e mandei o negro come-lo: vem, janta o cuzinho do meu corno, hoje ele é sua fêmea também! O comedor meteu a rola na cuceta da minha puta, o único lubrificante foi a cuspida que dei no buraco da vadia, já enquanto o caralho entrava e o putinho gritava feito uma moça.

O cacete do macho parecia um braço, a cabeça da rola tira o tamanho de uma trufa, e ele metia sem dó. Meu submisso aguentou bem por um tempinho, mas logo perdeu as forças, ele gritava de verdade, pedia pra parar, eu segurava sua mão e alisava seus cabelos, as vezes dava um beijinho em sua testa suada quanto o negrão segurava sua cintura e metia feito um cavalo vadio. Em certo ponto meu namoradinho não aguentou e implorou: amor, por favor, eu nã- AI AI- AGUEN- AI MEU CU!... o coitado começou a chorar. O azar dele é que aquilo me excitava, cada estocada pocando o cu do um menininho enquanto ele chorava no meio da praça, fazia minha buceta pingar. Eu segurava sua mão e falava: aguenta, amor... só mais um pouquinho! Falava olhando para o comedor, que sorria de volta. Ele disse: nunca tinha comido cu de corno antes, até que é gostoso. Me animei ainda mais e mandei minha cadela piscar o cu, ele disse que não conseguia mais, estava muito dolorido. Eu abri o cuzinho da vadia um pouco mais e disse: eu trouxe a cintaralha, lembra? Se você não piscar essa cuceta suja, eu e ele vamos meter juntos nesse seu rabo de puta imunda, entendeu? Ele fez que sim, mas repeti: entendeu, vadia? E ele imediatamente piscou o cuzinho, senti a pressão esforçada em meus dois dedos que estavam dentro também. Eu quase gritava: pisca mais, puta! Pisca essa cuceta suja! E o viadinho piscava, piscava e chorava enquanto o negrão metia. Passei a mão na buceta e estava cheia de mel, dei para o corno lamber e ele se deliciou. O comedor falou que ia gozar, rapidamente mandei (sorrindo): esporra no cu dele, minha bichinha vai ter a experiencia completa! O macho cravou a rola fundo no cu dele e gozou feito um cavalo. Meu putinho se esperneou todo tentando fugir do abraço quente, mas não pode fazer nada, levou porra quente do macho e teve que aguentar, eu quase gozei junto... nesse momento, do outro lado da praça chegou, fazendo barulho, uma viatura da polícia, o comedor não quis pagar para ver e correu feito louco. Lutou tanto e no final foi embora sem tocar minha buceta, coitado... pelo menos comeu o cuzinho do meu puto. No fim a viatura foi embora sem nos importunar, mas o macho já estava longe. Perguntei para a vadia: gostou, cadela? O negrão te arregaçou toda, hein? Estuprou sua cucetona... Baixa a calça e bota o cuzinho pra cuspir a porra do macho, anda. Ele fez isso. Sequer fez força, era tanta porra e aquele cu foi tão esfolado que a gala escorreu feito água branca. Aparei a cachoeira de porra com as mãos em concha, minha puta me olhou surpresa enquanto eu falava: agora abre a boca, vadiazinha... ele fez que não com a cabeça, mas só precisei cuspir na carinha da cadela para ele lembrar quem manda: cuspi, pois não podia usar as mãos para bater. Ajoelha, cadela imunda! Ajoelha e abre bem a boquinha. Ele obedeceu, quase sorrindo. Virei as mãos cheias de porra na boca dele, bati em seu rosto com a mão ainda melada de gala, cuspi lá dentro também e disse em seu ouvido: engole tudo, meu bem. E ele engoliu sorrindo, fazendo da sua dona uma mulher feliz.

Boa tarde, gente! Passei um mês sem postar, não tenho tempo de escrever muito pois sou professora, já chego em casa esgotada e o tempo livre é dedicado a comer o meu putinho haha

Dito isto, não postarei com frequência. Mas, os que tiverem interesse em contribuir financeiramente e em troca receber meus relatos (sempre verdadeiros, que se conste) e trocar uma ideia, pois gosto muito da interação aqui, e das ideias que vocês me dão 🤭 aqui está o meu e-mail: amdfglover@gmail.com

Financiem minhas aventuras, e eu garanto relatos intensos, amores.

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