Já estava ficando tarde de novo e precisávamos parar pra descansar, a Letícia estava muito cansada, o dia foi produtivo até demais e nem sentar ela estava conseguindo, então avistamos a placa de um posto a frente e em alguns minutos chegamos. Entramos no estacionamento e dormimos dentro do carro mesmo, não era hotel, só posto para caminhoneiros.
Estacionei entre dois caminhões, a Letícia estava chapada, até roncava, percebi que o motorista do caminhão da nossa direita olhava pra baixo, dentro do nosso carro, a Letícia estava ainda com o shortinho preto, só não estava socado, estava com o botão aberto e os peitos soltos aparecendo pela camiseta, creio que ela estava assada, depois de tudo o que passou a tarde na van, mas o motorista do caminhão não tinha nem ideia, ficou só de olho naquelas coxas até que desceu do caminhão e me chamou, saí pra conversar enquanto a Letícia dormia pesado. Ele me cumprimentou, senti um cheiro de cachaça, meio alegre, disse que notou que paramos, não me conhecia e como eu era novo ali quis me dar umas dicas, conversamos sobre as paradas que teríamos pela frente até que veio uma mulher linda, mestiça, cabelo preto, umas sardinhas no rosto, peitos medios, saia azul e branca, tipo mulher de torcida, mais ou menos uns 50 anos, chamava Andréa, esposa do caminhoneiro, um bucetāo, ele apresentou ela pra mim, falou pra ela sobre nossa viagem e com uma garrafa térmica que pegou num compartimento do caminhão, me serviu café e ficamos conversando, Andréa bebia uma lata de cerveja e o motorista tomava Corote. Andréa estava sentada de frente pra mim num banquinho e consegui notar sua calcinha toda vez que ela cruzava as pernas, senti que ela fazia de propósito porque sorria quando via eu olhando e o corno conversando comigo e meio que apagando, cochilava e acordava no meio da conversa, até que apagou, pedi permissão pra Andréa para levá-lo pra dormir no caminhão, ela mostrou uma rede que tinha perto do compartimento do café e com a ajuda dela, o levamos pra deitar lá. A Andrëa abaixou na minha frente pra dar um beijo em seu marido e aproveitando o momento, dei uma encoxada naquela bunda, subi um pouco a saia, desci minha bermuda junto com a cueca coloquei sua calcinha de lado, tudo isso devagarinho, a Andréa nem resistiu, deixou rolar até que coloquei meu pau por trás naquela buceta quente e comecei estocar minha rola devagar, ela apoiou na perna do caminhoneiro que dormia profundamente e arrebitou mais aquela bunda, segurei na sua cintura e comecei bombar bem gostoso, ela gemia baixinho e rebolava gostoso, coloquei meu dedo no cuzinho dela e foi entrando sozinho, essa coroa deve ter o cuzinho arrombado pensei comigo, só podia, pra entrar fácil assim no rabo, aí coloquei dois dedos e entrou tudo, coloquei o terceiro e sem brincadeira, estavam os três lá dentro, continuei comendo aquela buceta e com os dedos parados no cuzinho só esperando o momento certo, foi aí que parei de fuder aquela buceta, levei ela até a frente do meu carro, pedi pra ela apoiar no capô que eu ia colocar no cu, nem precisei falar, ela já segurou no mata-cachorro da Ecosport, levantou uma perna e colocou no para-choque, afastou um pouco a outra perna, me olhou por cima do ombro e falou bem mansinho "Arromba mais esse cu que vive com sede de rola, aquele caminhoneiro só sabe encher a cara e dormir" coloquei a cabeça devagar, fui pressionando e ela mesmo empurrou forçando aquela bunda em minha direção, com a mão direita segurei no cabelo dela e com a outra apertando um peitinho, meu pau entrou rasgando e ela deu um gemido forte, continuou pedindo pra comer com força "Coloca tudo, mete com força, quero sentir esse leite quentinho dentro de mim, fode gostoso" continuei bombando muito, aquele vai e vem gostoso , ela rebolando e eu empurrando, pedi pra ela abrir mais aquela bunda e empurrando tudo, socava até o talo, tirava, colocava de novo, parei de meter, pedi pra ele mamar um pouco, precisava dar uma lubrificada e ela se ajoelhou na minha frente, pegou minha rola com uma mão e a outra colocou o cabelo pra trás, veio chupando a cabeça e desceu até o fim, aquela boca engolia meu pau inteiro até engasgar, que vagabunda, estava adorando aquela chupeta, ela passava a língua e eu via muita saliva escorrendo no meu cacete, parece que ela não chupava uma rola há anos, bateu no rosto e pediu pra eu voltar a fuder sua bunda "Deixei seu pau bem babadinho, quero leitinho" que delícia de mulher, não demorei muito naquele rabo gostoso até que gozei litros de porra, puxei ela pelos cabelos e forcei meu quadril naquela raba e empurrava até não gozar mais, que vagabunda, achava a Letícia cachorra mas a a Andréa era muito mais puta que ela, que cara de sorte eu sou, comi a mulher do cara que me deu café, me limpei direito e fui dormir, a Letícia nem viu nada, continuou dormindo, precisei descansar pra continuar a viagem.
Ainda tem muito chão pela frente... continua