DUAS ALMAS FODIDAS GOZANDO EM UMA NOITE DE DEGRADAÇÂO ABSOLUTA NO CONSULTÓRIO CLANDESTINO DE UM DENTISTA ALCÓOLATRA

Um conto erótico de Rico Belmontã
Categoria: Heterossexual
Contém 2602 palavras
Data: 22/01/2026 13:41:54

A noite em Salvador tava uma merda úmida, daquelas que grudavam na cabeça do pau como porra seca. A bailarina, uma vadia ossuda de 31 anos chamada Lívia, tava num bar fedorento nos Barris, um buraco chamado "Cebola Podre" onde os bêbados se afogavam em catuaba barata e remédios para hemorróidas e DST’s. Ela estava desempregada fazia meses, depois que a banda de axé com quem se apresentava tinha acabado. Agora seus ossos salientes pareciam mais um esqueleto vivo, marcado por cicatrizes nos pulsos de quando tentava se cortar pra esquecer o pai que a fodeu na infância inteira, o merda que a deixava com a buceta ardendo e a alma vazia. Hoje, ela tava lá pra acabar com a dor de dente que latejava como um pau inchado dentro da boca.

Tudo começou quando um filho da puta gordo, com bafo de alho e Derby, encostou a mão na bunda dela enquanto ela pedia mais uma dose. "Ei, magrela, quer que eu te encha de leite?", ele grunhiu, rindo com os dentes podres. Lívia, já alta de pinga e ódio, virou e cravou o salto do sapato no saco dele, sentindo as bolas moles esmagarem como uvas podres. Ele urrou, agarrou o cabelo dela e a jogou contra a mesa, garrafas voando, cacos de vidro cortando sua calça jeans rasgada na coxa. Ela revidou mordendo o braço dele até sentir o gosto salgado de sangue, enquanto os outros bêbados riam e apostavam em quem ganharia a peleja. Um soco no rosto dela fez o dente molar rachar, a dor explodindo como um cu sendo arregaçado pelo caralho do Kid Bengala, mas ela pegou uma garrafa quebrada e enfiou na barriga dele, não fundo o bastante pra matar, só pra sangrar e fazer ele cair gemendo como um viado empalado por um bastão de beisebol. A polícia nem veio – nesse bar, brigas eram preliminares para a verdadeira diversão. Lívia saiu cambaleando, boca inchada, a dor de dente virando agonia, e lembrou do dentista clandestino que atendia no sobrado caindo aos pedaços ali perto, o único que ainda pegava pacientes àquela hora sem perguntar porra nenhuma.

O dentista, um escroto chamado Dr. Mauro, 58 anos de pura decadência, barba desgrenhada e grisalha como pelos pubianos de uma septuagenária, dedos tremendo de abstinência alcoólica porque a garrafa de cachaça tinha acabado horas atrás. Seu passado era uma fossa de merda: formado nos anos 80, começou bem, consultório chique no Centro, mas aí veio o vício. Primeiro, roubava anestésicos pra se drogar, depois fodia as pacientes dopadas – uma delas, uma menina de 19, acordou com a buceta cheia de porra dele e processou o filho da puta. Cassado pela ordem, perdeu tudo: mulher, filhos, licença. Virou alcoólatra de rua, atendendo clandestino nos Barris, extraindo dentes com ferramentas velhas e bebendo o sangue dos pacientes misturado com uísque pra matar a sede. Noites inteiras se masturbando com fotos antigas de bocas abertas, imaginando o pau enfiado nas cavidade, gozando no espelho sujo enquanto chorava pela vida que ele mesmo fodeu. Hoje, ele tava no consultório escuro – luz cortada há meses, só uma lanterna velha e um lampião iluminando o caos de instrumentos enferrujados e cartazes desbotados de "sorriso perfeito" que zombavam da sua cara.

Lívia bateu na porta, gemendo de dor. Mauro abriu, olhos vidrados, pau já meia-bomba na calça de brim manchada de porra velha. "Entra, vadia, abre essa boca pra mim", ele resmungou, arrastando ela pra cadeira reclinável com o assento todo fodido, que rangeu como tíbias se partindo. Ela sentou, pernas abertas por instinto, a calça jeans rasgada na briga expondo a buceta depilada e suada, de onde subiu um cheiro de mijo. Ele pegou uma espátula suja, enfiou na boca dela, forçando a língua pra fora, babando como um cachorro doente. Em vez de tratar o dente quebrado, ele enfiou dois dedos grossos na garganta dela, sentindo as amígdalas inchadas pulsarem como um clitóris excitado. "Engasga, sua puta, engole meus dedos como se fosse meu pau", ele grunhiu, enquanto ela babava e tossia, olhos lacrimejando de um prazer doentio – aquela dor na garganta misturada com a dor de dente, virando um tesão torto que fez sua buceta melar.

A putaria explodiu sem anestesia, crua como uma foda de beco. Mauro puxou o pau pra fora da calça, veias inchadas, cabeça vermelha como um abscesso, e enfiou na boca aberta dela, fodendo a garganta enquanto ligava o motorzinho de broca sem a broca, vibrando contra o clitóris dela por cima da jeans. O zumbido ecoava no consultório, vibrando nos ossos dela, fazendo a buceta pulsar como um coração ansioso. "Geme pra mim, sua magrela ossuda, sinta esse motorzinho fudendo seu grelo", ele rosnava, enquanto ela mordia o pau dele de propósito, dentes afiados cravando na carne, sangue escorrendo pela boca como menstruação oral. O gosto metálico misturado com a polução dele a fazia gozar internamente, um prazer psicopata que doía mais que curava. Ele revidou, pegando a broca fina – sem girar, graças a Deus – e enfiou no cu dela por cima da roupa, rasgando o jeans e a pele fina do ânus, sangue pingando no assento da cadeira. "Toma no cu, sua arrombada, abre esse buraco pra mim", ele gritava, enquanto ela urrava de dor e excitação, o cu ardendo como fogo, mas o clitóris piscando como um vagalume pedindo mais.

A insanidade escalou pro nível de arte bizarra, excitante como um quadro de Bosch pintado com fluidos corporais – sêmen ressecado, sangue coagulado, merda liquefeita e mijo azedo, tudo misturado numa paleta de depravação humana. Mauro, com os olhos injetados de uma loucura que cheirava a anos de punhetas solitárias em banheiros públicos, pegou o sugador de saliva, aquela mangueira velha e encardida, coberta de crostas de saliva seca e Deus sabe o quê de pacientes passados, e enfiou na buceta dela sem piedade, forçando o tubo grosso pra dentro das dobras meladas e inchadas, rasgando levemente as bordas da carne sensível como se estivesse cavando um túnel. Ligou o motor com um clique rouco, e o aparelho começou a sugar tudo pra fora com um gorgolejo nojento – muco viscoso e pegajoso como cola derretida, sangue menstrual residual de dois dias atrás, grosso e escuro como vinho avinagrado, misturado com resquícios de corrimento. O som de sucção era obsceno, como um boquete invertido de um demônio faminto, puxando os líquidos dela pra uma bacia de inox imunda, cheia de manchas marrons e amarelas de usos anteriores, transbordando no chão como uma poça de pecado líquido.

"Vou sugar tudo, sua fonte de merda, me dá teu suco podre, tua gosma de puta barata", ele murmurava, voz rouca e trêmula, olhos brilhando de loucura enquanto assistia o tubo pulsar e inchar com o conteúdo aspirado, o cheiro subindo como um gás tóxico de esgoto erótico. Ele ergueu a bacia cheia até a boca, bebeu o conteúdo como se fosse uísque 12 anos, engolindo o coquetel de muco de buceta, sangue e corrimento com um gemido gutural, o gosto azedo e metálico explodindo na língua dele, queimando a garganta como ácido, fazendo o pau pulsar mais duro, veias saltando como cordas tensas, um jato ralo de gala pingando no chão como lágrimas pervertidas. O sabor nojento o enlouquecia mais, uma mistura de sal, ferrugem e doença que o fazia imaginar bocas de pacientes antigas, cheias de cáries e pus, e isso só endurecia mais sua rola, transformando nojo em tesão doentio.

Lívia, convulsionando na cadeira como uma possuída em êxtase satânico, gozou em espasmos violentos que faziam seu corpo inteiro tremer como se estivesse sendo eletrocutada por dentro, mijando um jato quente de urina que encharcou a mangueira e o chão, espirrando nas pernas dele e misturando com o fedor de um consultório dentário do inferno – água sanitária, dente podre e agora esse mijo fresco, amarelo e quente como chá de puteiro, com notas de uma gonorréia persistente. "Me fode até eu perder o rumo de casa, seu dentista fudido, enche meu cu com essa broca de carne, me rasga até eu virar um buraco só", ela gritava, insultos desconexos ecoando pelas paredes mofadas enquanto ele fodia o cu rasgado com o cabo da broca, girando manualmente pra raspar as paredes internas, dor virando êxtase doentio, sangue e fezes mínimas lubrificando a pica, o cabo grosso e frio invadindo o rabo dela como uma serpente mecânica, esticando o ânus até o limite, fazendo-a sentir como se estivesse sendo empalada por uma perna de mesa.

Mas não parou aí – a degradação precisava de mais camadas, como uma cebola podre sendo descascada com os dentes. Mauro, babando o coquetel que acabara de beber, cuspiu tudo de volta na buceta dela, uma golfada viscosa que escorreu pelo tubo ainda enfiado, misturando seu cuspe com o suco imundo dela num ciclo infinito de nojeira reciclada. Ele pegou um arame fino, aquelas ferramentas improvisadas pra raspar dente, e enfiou na uretra dela, forçando o metal fino pra dentro do canal apertado, dilatando o buraco do mijo enquanto vibrava o motorzinho contra o clitóris inchado, o prazer doentio explodindo em ondas de dor que a faziam arquear as costas, gritando "mais fundo, seu porco alcoólatra, me faz mijar sangue, porra!". O arame raspava as paredes internas, puxando gotas de urina residual e sangue fresco, e ele lambia o metal sujo depois, gemendo como um animal faminto, o pau dele agora enfiado na boca dela de novo, fodendo a garganta enquanto ela engasgava e vomitava bile misturada com porra, o vômito escorrendo pelos peitos ossudos e caindo na cadeira como lubrificante extra.

A bizarrice atingiu o pico quando ele ligou o raio-x antigo, uma máquina barulhenta e radioativa que zumbia como um enxame de abelhas do diabo, posicionando a placa fria contra a buceta dela e disparando raios enquanto fodia o cu com a broca, imaginando os ossos pélvicos dela iluminados por dentro, uma radiografia erótica de penetração extrema. "Olha pra isso, sua dançarina quebrada, teu esqueleto sendo fodido por metal e carne", ele rosnava, enfiando agora o pau no buraco do cu, uma penetração brutal que esticava as paredes do reto castigado pela broca, a dor lancinante se misturando com êxtase alucinante, fazendo-a gozar de novo num jorro de mijo e squirt que encharcava tudo, o corpo dela convulsionando como se estivesse em transe epiléptico de prazer. Ele revidava enfiando a cureta no próprio pau, raspando a uretra dele mesmo pra misturar sangue com sêmen, gozando dentro do cu dela num clímax de êxtase extremo, jatos grossos e quentes pulsando no canal apertado que se contraía alucinadamente, com a porra transbordando e escorrendo pelas pregas, enquanto ela mordia a língua até sangrar, o gosto metálico selando o pacto de degradação.

Corpos colapsando em poças de fluidos misturados – mijo, sangue, porra, vômito, muco e traços de fezes –, o ar pesado com o fedor de sexo nojento e metal enferrujado, eles gemiam em uníssono, um êxtase que transcendia o humano, virando uma sinfonia de bizarrice onde dor de dente era orgasmo e nojo era amor doentio.

No fim, desabaram no chão do consultório escuro como dois trapos encharcados de fluidos, corpos colados pelo suor frio, pelo mijo que ainda escorria devagar das coxas dela, pela porra que coagulava em fios grossos entre as pernas dele e o piso rachado. A lanterna velha, pendurada por um fio desencapado na parede, piscava fraca como um coração moribundo, iluminando em flashes intermitentes o caos: a cadeira reclinável inclinada pra trás como uma maca de necrotério, a bacia de inox transbordando com o caldo podre que eles tinham bebido e regurgitado, o sugador de saliva largado no chão ainda pingando um muco rosado que parecia molho rosé, a broca ensanguentada rolando devagar até parar contra o rodapé.

Mauro tateou o armário com a mão trêmula, dedos grudentos deixando marcas vermelhas e brancas na porta torta de compensado, e achou a garrafa de Pitu quase cheia, escondida atrás de um frasco de formol vazio que cheirava a morte antiga. Ele abriu com os dentes – o mesmo dente podre que usava pra morder lábios de pacientes –, cuspiu a tampa no chão e ofereceu primeiro pra ela, segurando o gargalo sujo contra os lábios rachados de Lívia. Ela bebeu três goles longos e gulosos, a cachaça queimando a garganta ferida, misturando com o gosto residual de sangue, bile e esperma que ainda grudava na língua. Quando devolveu, ele virou a garrafa de uma vez, engolindo como se quisesse afogar o que restava de si mesmo, o líquido escorrendo pelo queixo barbado, pingando nos peitos ossudos dela que subiam e desciam em respirações curtas e entrecortadas.

Os dois ficaram ali, encostados na base da cadeira, pernas entrelaçadas numa bagunça de carne machucada, olhando pro cartaz desbotado de “sorriso perfeito” na parede oposta. A propaganda mostrava dentes brancos alinhados, gengivas rosadas, um sorriso de comercial de pasta de dente que zombava deles agora: bocas inchadas, gengivas sangrando, dentes amarelados e quebrados, lábios cortados por mordidas mútuas, cheiro de ferro e podridão subindo do ar como um vapor de esgoto no verão. O cartaz parecia vivo, rindo deles com aqueles dentes falsos, enquanto as bocas reais dos dois fediam a porra azeda, a urina concentrada e a merda mínima que tinha vazado durante as penetrações brutais.

Lágrimas começaram a rolar sem aviso, silenciosas no começo, depois em soluços abafados que faziam os peitos dela tremerem contra o braço dele. Ninguém as enxugava – pra quê? As lágrimas se misturavam com o suor, com o sangue seco nas bochechas, com o resto de vômito que secava no queixo. Mauro chorava por tudo que já tinha perdido: a placa de dentista outrora brilhante, a família que o abandonou, as pacientes que ele dopava e sodomizava enquanto elas dormiam, o respeito que evaporou junto com a licença. Lívia chorava pelos palcos que nunca mais voltariam, pelos ossos que doíam das surras que levava do namorado, pelo pai que a deflorou na infância, pelas brigas de bar que eram só ecos de uma raiva que nunca acabava. Mas as lágrimas não eram de arrependimento – eram de um vazio que gozava na própria degradação, um prazer torto de saber que, pelo menos ali, naquele chão imundo, eles eram exatamente o que a vida tinha feito deles: dois buracos abertos, sangrando, fedendo, vazios e ainda assim vivos o suficiente pra sentir tudo aquilo.

O silêncio caiu pesado, mais pesado que qualquer dor de dente, mais pesado que o passado escroto dele ou as cicatrizes dela. Só se ouvia o gotejar lento da mangueira no chão, o zumbido distante do frigobar velho num canto (que ainda funcionava por algum milagre), e a respiração rouca dos dois, como se estivessem fumando uma maconha imaginária depois da foda mais suja das suas vidas. Mauro passou o braço em volta dos ombros magros dela, não com carinho, mas com uma posse exausta, como quem segura um trapo que ainda serve pra limpar merda do chão. Ela encostou a cabeça no peito dele, sentindo o coração dele bater irregular, fraco, alcoolizado, e murmurou quase inaudível:

“Deixa eu dormir aqui... só hoje.”

Ele não respondeu. Só a apertou mais forte, os dedos cravando na pele magra das costas dela, deixando marcas novas que amanhã seriam hematomas roxos. A garrafa rolou vazia entre eles, se partindo em cacos no chão, e a lanterna piscou uma última vez antes de apagar de vez por falta de bateria, mergulhando tudo na mais absoluta escuridão.

Naquela treva, sem luz, sem palavras, sem mais nada pra fingir, eles ficaram ali: duas almas fodidas pela vida, gozando quietinho na própria ruína, o vazio os abraçando como um amante que nunca vai embora.

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