Novos Negócios em Expansão - A Primeira Criação - Parte 4 (prelúdio)

Um conto erótico de SissieHipnose
Categoria: Trans
Contém 1538 palavras
Data: 22/01/2026 13:15:57

João está se preparando para começar em seu novo emprego. Novas surpresas o aguardam. A sua evolução continua...

(Essa é uma história de ficção erótica. Todos os personagens e situações dessa história são fictícios e todos personagens tem mais de dezoito anos de idade. Não existem doenças sexualmente transmissíveis de qualquer tipo no universo dessa história.)

sissiehipnose@gmail.com

Sentindo uma ansiedade moderada acabei acordando mais cedo que o habitual, mas não deixei de seguir a minha rotina, tomando cuidado para não acordar Adriana ainda.

Começo o meu dia tomando um banho e depois arrumando o meu cabelo. Hoje não posso deixar de estranhar um pouco a sua nova aparência diante do espelho.

Depois passo os meus cremes corporais. Paro por um momento apreciando o brilho nas minhas unhas, acho que a minha mão nunca esteve tão bem cuidada.

Tento lembrar a última vez que eu precisei fazer a barba. Eu sempre tive barba bem rala, mas precisava fazer uma vez por semana pelo menos.

Vestindo uma das minhas roupas novas casuais, segui preparar a refeição matinal. Em breve o celular de Adriana a despertaria, mas eu estou adiantado.

Eu procuro fazer certas variações matinais dentro das preferências da minha companheira. O café preto e forte sempre é uma regra. Hoje decidi preparar panquecas que seriam degustadas com mel ou geléia.

Eu cheguei a olhar um pouco para um pedaço generoso de bacon na geladeira. Eu preparo eventualmente para Adriana, mas não lembro a última vez que pude apreciar um. É importante eu manter a forma e ele é muito gorduroso.

Arrumei a mesa, já verificando que estava quase no horário de Adriana aparecer. Ela não demorou.

Bonita e elegante como sempre ela me deu um bom dia e acomodou-se na mesa. Logo depois sorriu e perguntou:

— Pronto para o seu primeiro dia de trabalho?

Um pouco nervoso respondi:

— Estou sim. Mas… eu ainda queria que houvesse um outro jeito. Me desagrada ficar parte do tempo longe das minhas obrigações aqui.

Bebendo um gole de seu café ela falou:

— Não se preocupe com isso, é por uma boa causa. Tenho certeza que em breve teremos uma solução melhor. Fique tranquilo.

As palavras confiantes da minha companheira tiveram um efeito relaxante em mim.

Ela me convidou para sentar junto dela. Hoje não haveria tempo para eu fazer a minha refeição depois, ela me deixaria no trabalho antes de seguir para o dela.

Terminamos o café da manhã. Parecendo não estar com pressa Adriana decidiu escolher uma roupa para eu vestir.

Ela selecionou um shorts branco com estampa florida, mais longo do que a maioria que eu costumo usar e depois uma blusa preta regata diferente que eu nunca tinha usado, que tem um decote maior do que estou acostumado.

Eu arrumei o meu cabelo já acreditando que estava pronto, mas ela me interrompeu e falou:

—- Hoje faremos algo novo.

Eu fiquei muito surpreso quando ela aplicou um batom rosa claro nos meus lábios. Eu queria protestar, um homem não usa isso, mas isso a chatearia. Depois ela passou algum tipo de creme na minha face que deixou ela um pouco mais escura e de cor uniforme. Por último algo que deixou os meus olhos mais destacados e com contorno preto.

No final fomos para o carro com Adriana comentando o quanto eu havia ficado perfeito. Eu ainda estava com dúvidas se deveria reclamar e tirar tudo isso.

***

O casarão no bairro chique e tradicional é muito bonito e com belos jardins. Fomos autorizados a entrar por um portão grande com interfone e Adriana estacionou o carro em frente a casa.

Fomos recebidos por uma mulher que deve ter algo entre quarenta e cinquenta anos. Ela tem um cabelo preto preso e usa o que me parece um uniforme preto. Ela foi formal em nos receber e se identificou como a Governanta Suzane. Ainda na porta Adriana me beijou no rosto e falou:

— Deixo você em boas mãos.

Ela parou após dois passos e me olhou por um momento. Eu pude ver alguma hesitação de sua parte, como se ela estivesse em dúvida sobre ir embora. Depois o seu olhar desviou e ela continuou em direção ao carro, com passos mais apressados. A mulher desviou a minha atenção falando:

— Entre, Sr. João, venha comigo.

A sala do lugar é ricamente decorada, parecendo ser do personagem rico de algum filme ou novela. Duas grandes escadarias levam para o andar superior, mas segui ela pela andar inferior.

Passamos por uma grande e equipada cozinha e depois entramos no que me pareceu um dormitório de serviço, devido a sua cama de solteiro e guarda-roupas. Abrindo uma das portas ela falou:

— Aqui ficam os seus uniformes, pode se trocar, eu volto em dez minutos, … talvez quinze.

Eu fiquei sozinho e imóvel por um momento, olhando o que a governanta chamou de uniformes. Peguei o cabide de um deles e o coloquei sobre a cama. Eles me parecem copiados de algum filme erótico. Existe um panfleto mostrando como ficará numa mulher. Isso me incomoda um pouco, mas me lembro que estou aqui devido a minha dívida.

Eu tirei as minhas roupas e as dobrei sobre a cama. Acomodei sobre ela a minha carteira e o meu celular.

Retirei do cabide a peça principal formada de uma saia e uma parte superior pretas e com detalhes em branco. Levei um tempo entendendo como colocar ela.

A peça tem uma espécie de um corpete interno, ficando bastante justa na cintura. A saia é um pouco estranha com seus babados brancos, não me parece adequada para serviços de limpeza e segura demais os meus movimentos.

Eu nunca usei uma saia, isso não é algo para um homem. Com a respiração dificultada pela roupa justa eu penso em abandonar tudo isso e ir embora, mas não posso.

Seguindo a foto da modelo, tento arrumar uma espécie de tiara sobre a minha cabeça. Consigo após algumas tentativas com ela prendendo no meu cabelo. Eu prendo meu cabelo da melhor forma que consigo nela, imitando a foto.

A peça mais abaixo é uma gargantilha de pescoço feita de couro e tecido. Eu coloco ela e tenho alguma dificuldade apenas para prendê-la.

Hesitante eu pego a meia-calça preta em minhas mãos. Eu nunca tinha pensado em usar algo assim. Elas parecem resistentes e sentando sobre a cama eu coloco o primeiro pé e depois o outro.

A meia-calça é muito lisa, chega até as minhas coxas, e termina com uma parte plástica que adere a minha pele. A sua altura fica abaixo da saia exibe parte das minhas coxas.

A minha cueca aparece na parte de baixo da saia. Olho para a foto e isso me incomoda. O meu olhar fica um pouco parado na calcinha que faz parte do uniforme. Eu nunca usei uma calcinha feminina.

Sentindo que é melhor fazer de tudo para agradar, eu retiro a minha cueca e visto a calcinha. Ela é macia e confortável , como se fosse feita para as minhas medidas.

Pego na parte de baixo do guarda-roupa um calçado preto e brilhante. O seu salto é ligeiramente maior do que estou acostumado. Ele fica adequado para o tamanho dos meus pés.

Eu dei alguns passos para me acostumar, imaginando fazer atividades com essa roupa. Ela é completamente inadequada, ainda mais eu sendo um homem.

Ouço a batida leve na porta e depois Suzane entra no quarto, como se tivesse adivinhado que eu já estava pronto. Eu pude perceber o seu olhar de admiração que durou apenas um instante, antes dela falar:

— Muito bem, existe um último detalhe. Preciso que você ajoelhe sobre a cama, fique de quatro e não se mexa.

Eu fiz o que ela pediu, ficando numa posição que eu chamaria de cachorrinho, pensando no que isso significa.

A governanta mexeu no guarda-roupa um pouco, pegando algo. Depois veio para a parte de trás e abaixando a minha calcinha falou:

— Abra mais as pernas, por favor.

Eu não esperava o seu ato e assustei por um momento. Fiquei preocupado dela ficar irritada,mas ela nada manifestou. Me contive quando senti o líquido frio sendo espalhado na minha bunda.

Os seus dedos me massagearam um pouco por dentro com cuidado. Ela está sendo mais delicada que Adriana. Eu segurei de soltar um gemido, pois nessas situações a dor inicial se transforma rapidamente em prazer.

O objeto mais duro foi empurrado dentro de mim. Ele me alargou por um segundo e depois me preencheu.

Suzane me indicou para fechar as pernas e levantou a minha calcinha. Com um tapa leve na minha bunda me pediu para levantar.

Eu podia sentir a agradável pressão interna, que aumentou e fez algum atrito quando eu me mexi. A sensação é agradável e prazerosa. O objeto duro está preso dentro de mim. A governanta falou:

— Venha comigo, vou te mostrar a casa e quais serão as suas atividades.

O objeto em minha bunda amplifica as suas sensações em cada passo que eu dou.

***

Continua…

Obs do autor: não descrevi o objeto como um plug anal, pois o personagem não sabe o que é um. Eu imagino o personagem com pouca ou nenhuma experiência sexual fora da sua união estável. Seu conhecimento sobre objetos sexuais é bastante limitado.

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Foto de perfil de SissieHipnoseSissieHipnoseContos: 95Seguidores: 101Seguindo: 3Mensagem Trabalho com tecnologia da informação e sou escritor amador nas horas vagas. Adoro contos envolvendo tecnologias diversas, feminização (principalmente forçada), mulheres dominantes, lavagem cerebral, controle mental e ficção científica. Obrigado a todos que acompanham e comentam meus contos. Se quiser conversar ou trocar ideias o meu e-mail se encontra na maioria dos meus contos.

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