2 – Namorando minha filha – Aceitar novo Encontro é estar ciente que deve ceder mais

Um conto erótico de Pai Educador
Categoria: Heterossexual
Contém 5444 palavras
Data: 22/01/2026 09:06:04

Parágrafos finais do Capitulo 1

Os olhos da minha filha voltaram ao meu olhar e todo o seu corpo tremeu. Enquanto seus lábios carnudos se contraíam e sabia que ela não mentiria para mim.

– Diga, cobrei apreciando o olhar nebuloso que apareceu em seu rosto enquanto eu passava meus polegares por seus seios.

– Porque eu quero. Porque eu... é bom fazer alguém gozar, admitiu.

– Você gosta, não é?

Ela concordou novamente, seus olhos nunca deixando os meus. Inclinei-me para frente pressionando meus lábios contra os dela e minha filha suspirou de surpresa, suas mãos estendendo-se para acariciar meu cabelo.

Quando me afastei, ela olhou para mim com os olhos úmidos. O meu pau tremeu enquanto eu apertava novamente os seus seios.

– Obrigada pelo encontro. Por cuidar de mim.

– Foi um prazer filha, respondi sinceramente. E agora...?

*****

Continuação:

Ela engoliu em seco e levou um momento para continuar.

– Agora, eu quero te fazer gozar, ela disse.

Sorri, inclinando-me e beijando minha filha profundamente novamente. Eu senti como se nunca pudesse me cansar de enfiar minha língua em sua boca, sentindo sua resistência desaparecer enquanto eu o fazia. Seus braços me envolveram e ela me puxou para mais perto gemendo em minha boca enquanto eu movia minhas mãos de seus seios.

– Você definitivamente quer fazer isso, perguntei me afastando e olhando minha filha nos olhos.

Ela confirmou.

– Sim.

– Quero ter certeza de que você tem certeza, afinal, este é um encontro educacional. É importante que você não faça nada que não queira.

A boca da minha filha estremeceu por um momento, mas uma expressão de determinação tomou conta de seu rosto enquanto ela olhava para mim.

– Tenho certeza, ela disse suavemente com confiança. Eu quero fazer isso.

– Fazer o que, provoquei.

Milena não conseguiu evitar que um sorriso aparecesse em seu rosto. Esta era uma rotina familiar.

– Quero retribuir o favor, disse com um suspiro.

– Que favor, perguntei com meu rosto sendo a imagem da inocência.

Minha filha me lançou um olhar fulminante e levou a mão ao meu rosto.

– Eu quero, ela disse lentamente. Tocar em você. Como você me tocou.

– E como eu toquei em você?

Ela franziu os lábios, seu rosto era uma mistura de diversão e frustração.

– Lá em baixo.

Em resposta, apenas olhei esperando a resposta que eu queria. Milena revirou os olhos antes de continuar.

– Na minha buceta, disse ela hesitando apenas por um momento. Você tocou minha bucetinha e agora eu quero tocar...

Houve uma breve pausa enquanto minha filha respirava.

– Eu quero tocar seu pau, ela disse com firmeza.

– Só tocar? Ou...

– Eu quero te masturbar. Quero te masturbar até você gozar.

Não pude deixar de rir do tom orgulhoso em sua voz. Ela estava tão determinada a não me deixar ganhar. Minha filha sempre foi competitiva. Seja como a líder do jogo de queimada ou no primeiro encontro com o pai, ela faria o que fosse preciso.

– Você não precisa fazer isso se não quiser também. Podemos apenas sentar aqui juntos, conversar. Ou eu poderia levar você para dentro.

– Não. Não papai. Por favor. Deixe-me tocar em você. Eu preciso tocar em você. Eu preciso te masturbar.

– Precisa ou quer?

– Ambos. Quero fazer você gozar. Eu preciso fazer você gozar.

Ela estava respirando pesadamente com os olhos arregalados e desesperados enquanto olhava para mim. A excitação da minha filha era óbvia e não pude resistir a provocar um pouco mais.

– Qual é a palavra mágica, perguntei com meus dedos roçando seus mamilos novamente.

– Por favor, implorou com sua voz rouca de desejo. Por favor, papai. Por favor, posso tocar seu pau?

– Bem... tudo bem. Mas só porque você pediu tão bem.

Minha filha me deu um tapa no ombro de brincadeira. Em resposta, belisquei seus mamilos e seu rosto ficou vidrado de prazer.

– Vá em frente, disse sorrindo com a excitação da minha filha. Me toque. Quero dizer, se você realmente quiser.

Milena olhou para minha virilha e depois para cima, com os olhos brilhando de excitação.

– Eu quero, disse sinceramente. Eu realmente quero.

Finalmente acreditei nela e dei um último aceno de permissão. Minha filha lentamente quase com reverência alcançou entre minhas pernas. Sua mão roçou a frente da minha calça e ela engasgou ao sentir meu pau.

– Ahhhh.

Ela agarrou-o levemente através das minhas calças acariciando-o suavemente e vi seus olhos se arregalarem de surpresa. Não sou um homem ingênuo. Sabia que sendo uma jovem tão atraente e confiante minha filha deveria ter tido alguma experiência com o sexo oposto. Essa era uma preocupação de sua mãe, daí seu apoio a nosso encontro para que nossa filha não fosse enganada por aproveitadores.

Mas como eu disse, há uma enorme diferença entre um menino e um homem.

– É grande, ela murmurou olhando para minhas calças como se estivesse em transe.

Suas mãos tremiam enquanto ela me apertava suavemente através do pano.

– Você gosta disso?

– É bom, admitiu timidamente. Eu gosto disso.

Eu sorri. Que homem não gosta de um elogio de uma mulher bonita?

Milena já tinha visto meu pau antes, é claro. Mas não há anos, e nunca duro. Afinal, as situações eram muito diferentes.

Minha filha respirou fundo. Ela tirou a outra mão da minha coxa onde ela estava apoiada e deslizou-a no cós da minha calça.

– Você quer que a tire, perguntou nervosamente.

– Não, respondi, sorrindo. Ainda não.

Minhas mãos ainda estavam nos seios da minha filha acariciando suavemente, aproveitando a sensação de seus mamilos endurecendo enquanto ela brincava com meu pau através das minhas calças. Senti sua luta e me abaixei para desafivelar meu cinto, dando à minha filha acesso irrestrito ao objeto de seu desejo.

Eu podia sentir o hálito quente de Milena quando ela se inclinou para frente movendo a outra mão para a porta do carro em busca de apoio. Sem o impedimento do meu cinto removido ela foi capaz de entrar por baixo de minhas calças e seus dedos logo envolveram a base do meu pau quando ela começou a me masturbar lentamente.

Gemi baixinho recostando-me no banco para lhe dar melhor acesso. Minha filha respirava pesadamente, os olhos fixos na protuberância da minha calça.

– Você é um tesão, minha filha sussurrou com sua voz profunda de desejo.

– Linguagem, disse severamente. Ela tinha jurado antes, mas deixei passar porque meus dedos estavam profundamente dentro dela prestes a faze-la gozar, mas ela não tinha mais essa desculpa.

– Mas é verdade, Milena respondeu sem remorso.

Seus quadris balançavam para frente e para trás com excitação, outro hábito que ela compartilhou com sua mãe.

– Ainda assim, isso não é desculpa para falar desse jeito.

Minha filha não respondeu, em vez disso continuou a me acariciar por baixo das calças enquanto me olhava com fome. Eu pude ver seus olhos vidrados e me perguntei se ela estava perto de gozar apenas tocando o pau de seu pai.

– Você também é um tesão, cedi usando a mesma palavra com que impliquei.

– Obrigada, papai, ela disse me lançando um sorriso antes de voltar seu olhar para minha ereção.

Milena continuou a me masturbar, seus dedos esfregando minha parte inferior sensível e depois estendendo a mão para passar pelos cabelos ralos na base do meu pau.

Observei enquanto ela olhava para mim com sua expressão intensa. Senti seu aperto aumentar e ela engoliu em seco.

– Eu quero fazer você gozar, ela disse com firmeza.

Balancei a cabeça concordando e minha filha gemeu alto enquanto me apertava com mais força.

– Oh Deus, ela murmurou. Por favor. Diga-me o que você gosta.

– Você está indo muito bem filha, disse ofegante.

Eu também não estava mentindo. Ela não tinha a experiência da mãe, mas o entusiasmo óbvio e a visão dos seios enormes balançando mais do que compensavam.

– Eu gosto do que você está fazendo. Continue fazendo o mesmo.

– Eu quero ver você. Por favor papai, deixe-me ver seu pau.

Levei apenas um momento para abaixar minha calça e minha boxer com ela. Eles estavam amontoados aos meus pés bem ao lado do pedal do acelerador. Eu estava tão nu da cintura para baixo quanto minha filha estava de topless.

Milena engasgou ao ver minha ereção. Sem minhas calças no caminho ela conseguiu colocar as duas mãos sobre ele acariciando-me suavemente enquanto se inclinava para frente. Seus olhos estavam arregalados de excitação e ela respirava mais pesadamente do que quando eu a fiz gozar.

– Não posso acreditar que isso esteve tão perto em toda a minha vida, disse ela movendo as mãos mais rápido, quase freneticamente. Não posso acreditar que durante dezoito anos isso esteve ao meu alcance. Esse pau grande e lindo ficou escondido de mim por tanto tempo.

Milena me lançou um sorriso.

– Mãe sortuda, ela acrescentou e eu soltei uma gargalhada.

– E agora é meu. Agora estou aqui, ela ofegou. Agora é meu.

Seus dedos tremiam enquanto ela me acariciava e seus olhos se fixaram em minha ereção. Ela estava tão animada, tão ansiosa para tocar meu pau. Gemi suavemente, apreciando a sensação das suas pequenas mãos movendo-se rapidamente para cima e para baixo no meu eixo.

– Mmmmmmm, suspirou fechando os olhos enquanto se inclinava ainda mais perto do meu pau.

Seus seios balançavam sedutoramente roçando a parte interna das minhas coxas. Os seios da minha filha saltavam a cada movimento de sua mão e seu rosto estava vermelho, seus olhos focados no meu pau enquanto ela me masturbava

Pude sentir o hálito quente de Milena em meu pau, e sabia que estava perto de gozar.

– Você quer parar, a provoquei incapaz de me conter. Eu sinto que você retribuiu o favor. Podemos parar agora, se você quiser.

– Nããão, minha filha gemeu com outro som familiar.

Às vezes parecia que seu período rebelde de adolescência havia começado quando ela tinha menina e não dava sinais de parar.

– Por favor, papai. Eu quero que você goze. Quero fazer meu papai gozar. Por favor.

Meus olhos reviraram e eu gemi alto. A voz de Milena estava rouca de excitação enquanto ela continuava a me acariciar, os olhos colados na minha ereção e as palmas das mãos firmes contra o meu pau.

– Oh Deus, ela gritou de repente com seus dedos se sacudindo com mais força.

Ela devia ter mais familiaridade com o sexo oposto do que eu imaginava, porque reconheceu imediatamente os sinais do meu orgasmo. Meus quadris começaram a empurrar esporadicamente quando me aproximei do clímax e então meu corpo ficou rígido.

– É isso, essa é minha boa garota.

Gemi de prazer enquanto minha filha observava meu pau se contorcer com seus olhos vidrados de desejo. Os seus dedos continuaram a masturbar-me furiosamente e eu não aguentava mais.

– Goze para mim, papai, por favor, goze, ela implorou

– Ohhhhhh querida, gemi enquanto meu pau pulsava enviando grossos jatos de sêmen pelo rosto e peito exposto da minha filha.

Gemi alto observando enquanto meu creme respingava em suas bochechas, no queixo, na ponta do nariz e por tudo nos seios. Ela ainda estava me bombeando, suas mãos tremendo violentamente, mas continuou ordenhando até a última gota da minha semente.

– Boa menina. Você é minha princesinha...

Acho que nunca tinha ejaculado tanto na minha vida. Mesmo a imensa quantidade de fluidos que Milena produziu antes não foi tão abundante. A visão disso na pele da minha filha me fez sorrir e estendi a mão para acariciar sua bochecha coberta de esperma.

– Obrigada, papai, ela sussurrou olhando para mim com uma mistura de luxúria e adoração.

Ela estava respirando com dificuldade, seus mamilos eretos novamente enquanto roçavam minha coxa. Ela olhou para mim com seus olhos úmidos de excitação.

– Eu te amo, ela disse.

– Eu também te amo querida, respondi inclinando-me para beijar minha filha.

Pequenas gotas da minha carga caiu em sua boca, mas eu não me importei. Nossas línguas se encontraram e se misturaram fogosamente.

Quando me afastei, Milena sorriu feliz para mim.

– Uau, não posso acreditar que isso acabou de acontecer.

– Bom encontro, perguntei.

Minha filha concordou efusivamente com seus seios expostos sacudindo em seu peito

– Foi como um filme, suspirou feliz.

Então uma expressão atrevida apareceu em seu rosto.

– Bem, um certo tipo de filme.

Eu não pude deixar de rir.

– Deixe-me pegar algo para você limpar eu disse.

– Não há necessidade, Milena respondeu com sua voz baixa e rouca.

Pela primeira vez naquela noite, minha filha me surpreendeu. Observei enquanto ela pegava meu esperma da bochecha e do queixo e colocava-o na boca, antes de engoli-lo com fome.

Sentei-me com um sorriso agradavelmente atordoado no rosto, observando enquanto minha linda filha adolescente nua e manchada de esperma movia os seios até a boca, lambendo-se onde alcançava para limpar minha semente.

Os últimos jorros escorreram pela lateral do meu pau e ela me chocou novamente usando a língua para lamber meu pau provando o que restava em mim.

– Tudo pronto, ela terminou triunfantemente dando um sorriso orgulhoso.

Fiz tudo o que pude fazer para não aplaudir.

Levei a mão ao lado do banco do motorista, onde guardávamos lenços umedecidos desde que Milena era pequena. Usei-os para limpar as poucas partes do corpo perfeito da minha filha que suas mãos e língua não conseguiam alcançar. Quantas vezes usei esses lenços para limpar minha filha?

Nenhuma das outras bagunças que limpei tinham sido tão divertidas de fazer quanto aquela.

Quando terminei, puxei as calças para cima e observei com tristeza enquanto os seios enormes da minha filha eram guardados. Logo a maquiagem borrada de minha filha e o cheiro de nossos fluidos enchendo o carro foram os únicos indícios de que algo desagradável havia acontecido.

Saí do carro e abri a porta do passageiro oferecendo gentilmente minha mão para minha filha.

– Papai, fui um bom encontro? Tipo, você se divertiu?

Eu sorri para minha linda e sexy filha adolescente.

– Sim, querida, eu me diverti muito, respondi honestamente puxando-a para cima e olhando profundamente em seus olhos. Você sabe como fazer um encontro parecer realmente especial.

Ela sorriu e seus olhos ficaram vidrados quando ela se inclinou para dar um beijo suave e doce em meus lábios.

– Estou feliz que você tenha gostado, ela murmurou com uma mão descendo para descansar na minha virilha.

– Eu adorei.

Meu pau se contraia enquanto seus dedos roçavam a frente da minha calça.

– Como seu pai, estou incrivelmente orgulhoso da minha linda garotinha. E como seu encontro...

Eu fiz uma pausa. Meu pau começou a endurecer nas minhas calças e a mão de Milena estava em volta dele acariciando-o através das calças do lado de fora da minha casa onde qualquer um pudesse ver.

– Hum?

– Como seu par, interrompi descendo para beijar minha filha profundamente.

Sua boca se abriu de boa vontade, sua língua encontrando a minha. Eu podia sentir todo o seu corpo pulsando de necessidade quando estendi a mão e segurei seus seios enormes, acariciando-os suavemente enquanto a beijava na calçada ao lado do nosso jardim.

– Estou muito animado para o nosso segundo encontro, terminei me afastando.

Os olhos de Milena se arregalaram quando ela percebeu o que eu estava dizendo e suas mãos apertaram minha ereção. Ela soltou um longo suspiro de prazer quando soltei seus seios grandes e firmes.

– Eu também, ela gemeu baixinho com seu hálito quente contra minha boca. Oh, Deus, papai. Mal posso esperar.

Marcamos nosso segundo encontro para a sexta-feira seguinte, uma semana depois do primeiro.

No fim de semana minha filha corava sempre que eu entrava na sala lançando olhares que nenhuma mulher deveria compartilhar com o pai. Quando minha esposa perguntou o que tínhamos feito no encontro, Milena ficou vermelha e começou a gaguejar.

– Jantar e depois passear um pouco, respondi honestamente evitando contato visual com as mulheres da minha vida. Não é mesmo, querida?

– Sim, papai, ela disse com uma risadinha.

– Bem, isso parece adorável. Tenho certeza que você vai se divertir no próximo fim de semana, minhas esposa falou para nossa filha

– Tenho certeza que sim, Milena respondeu sorrindo.

Na segunda-feira, porém, seu comportamento havia mudado. Seus olhares lascivos foram substituídos por confusão e poucos dias depois, raiva e medo.

No dia do segundo encontro, até a ouvi discutindo com a mãe sobre isso.

– Eu acho que não quero ir, disse ela.

Eu estava no quarto ao lado, mas conhecia bem minha filha e apostaria um bom dinheiro que seus olhos estavam baixos e o rosto pálido.

– Você precisa, disse minha esposa com firmeza.

Provavelmente era indetectável para Milena, mas pude ouvir um toque de confusão em sua voz. Minha esposa fazia tudo, tudo mesmo para me agradar e sabia que eu ficaria feliz de sair de novo com nossa filha.

– Seu pai está tão animado com isso. Além disso, me pareceu que você se divertiu muito na semana passada.

– Sim, Milena admitiu relutantemente. Mas...

Ela parou e eu escapei antes que qualquer uma das mulheres da minha vida pudesse me pegar escutando.

Não sei como minha esposa conseguiu, talvez porque seja realmente uma mulher notável, mas às oito horas fui informado que minha filha estava pronta para o nosso encontro. Saí de casa, dei a volta no quarteirão com meu carro e bati alegremente na porta.

Minha esposa abriu, com um sorriso suave no rosto.

– Olá, lindo, disse ela avaliando o homem que estava prestes a sair com sua filha.

A maioria dos garotos com quem minha filha saía provavelmente teria se ressentido com o comentário dela ou ficado envergonhado, mas pisquei de volta.

– Olá para você, eu disse sedutoramente olhando ao redor da sala.

Meu tom estava exagerado, sim, mas foram comentários semelhantes à mãe da minha esposa quando começamos a namorar.

Eu avisei Milena que não iríamos a nenhum lugar tão chique quanto na semana anterior, então, em vez de terno estava vestindo jeans e camiseta. Ainda fiz um esforço para ter uma boa aparência, é claro, com meu cabelo penteado com gel e não me barbeava há alguns dias porque minha esposa me garante que fico melhor com um pouco de barba por fazer e eu esperava que minha filha concordasse.

Minha filha, apesar de suas objeções anteriores também deu o seu melhor. Meus olhos brilharam de orgulho quando ela desceu as escadas vestindo shorts pretos e uma camiseta branca justa que se ajustava perfeitamente às suas curvas.

Na semana anterior ela parecia sofisticada, ainda jovem, mas ninguém seria culpado se a confundisse com uma mulher de vinte e poucos anos. Desta vez ela parecia firmemente uma adolescente, embora extremamente bem desenvolvida. Como ela era, é claro.

Meus olhos percorreram o corpo de Milena enquanto ela caminhava. Seus seios tinham aquele leve balançar que só seios muito firmes tem a cada passo e sua bunda balançava de um lado para o outro enquanto ela atravessava a sala. Ela tinha o tipo de figura que qualquer homem de sangue vermelho adoraria – Redonda e cheia e pernas longas que pareciam intermináveis.

Soltei um suspiro de prazer ao vê-la. Ela não pareceu notar com seu olhar estava fixo à frente, a cabeça erguida e a expressão impassível.

– Divirtam-se, disse minha esposa, com felicidade na voz. Ela achou adorável a ideia de um encontro noturno entre pai e filha desde o momento em que sugeri. Eu sabia que ela planejava passar a noite sozinha assistindo filmes e aproveitando nossa ausência. Por ser um esposa muito prestativa realizando todas minhas necessidades sem nunca reclamar, ela precisava de um tempo só para si de vez em quando.

– Nós iremos, eu disse com confiança olhando para minha filha.

Uma centelha de medo apareceu nos olhos de Milena.

Era uma noite agradável, quente e clara. As estrelas brilhavam intensamente e não havia muitos carros. Dirigimos devagar e minha filha sentou-se no banco do passageiro o mais longe que pôde de mim. Quase parecia que ela estava tentando se esconder no canto.

Não chamei atenção para isso. Eu não queria ser rude.

Milena foi a primeira a quebrar o silêncio.

– Onde estamos indo, perguntou em seu tom nervoso.

– Tive uma ideia. Ocorreu-me que o encontro da semana passada....

Não consegui esconder o prazer em minha voz ao ouvir as palavras.

– ... não iria realmente prepará-la para encontros com garotos da sua idade. Esse foi um encontro mais maduro. Um encontro mais adulto, suponho.

Eu ri. Minha filha não fez o mesmo.

– Desta vez, pensei em lhe dar algo mais típico das garotas da sua idade.

– O que é, perguntou rudemente

Seu tom era afiado. Franzi a testa não gostando de ser tratado dessa forma, especialmente pela minha própria filha, mas não disse nada. Ficou claro que Milena estava estressada, mas estava confiante de que ao final do encontro ela estaria mais relaxada.

– Jantar e filme, eu disse, forçando um sorriso.

Meu anúncio não obteve reação e portanto, nenhuma palavra foi dita durante o resto da viagem e o único som foram meus dedos batendo alegres no volante.

Quando chegamos lá abri a porta para Milena e estendi a mão. Ela congelou, olhando para aquilo como se fosse uma cobra prestes a atacar.

– Eu não vou machucar você, disse gentilmente.

Ela balançou a cabeça violentamente e recuou. Seu rosto estava vermelho, seus olhos arregalados.

Suspirei e estendi a mão para ela novamente.

– Está tudo bem, Mile.

Quando ela finalmente olhou para meu rosto não desviou o olhar. Ficamos ali por longos segundos, meus olhos olhando gentilmente para minha filha, até que finalmente falei.

– Vamos, querida. Vamos nos divertir muito esta noite.

Milena balançou a cabeça novamente mal conseguindo desviar o olhar do meu, mas ela me permitiu pegar sua mão e levá-la para o restaurante.

O lugar estava lotado como seria de esperar para uma noite de sexta-feira. Suponho que tenha trapaceado um pouco porque este não era realmente um local para onde um dos namorados adolescentes da minha filha a levaria. Mas era uma lanchonete, então achei que era perto o suficiente. Acontece que era uma lanchonete bastante sofisticada. Na verdade, eu tinha levado minha esposa aqui no nosso vigésimo aniversário apenas alguns anos antes.

Tinha feito uma reserva e a recepcionista sorriu enquanto nos levava até a mesa em um dos cantos traseiros. Ao contrário do nosso encontro anterior ela imediatamente percebeu nosso verdadeiro relacionamento. Gosto de pensar que pareço mais jovem do que sou, mas minha filha era tão claramente uma adolescente que a garçonete parecia estar prestes a abrir um cardápio infantil.

Deslizei para a mesa em frente a Milena e gesticulei para a garçonete pedir uma cerveja. Novamente, não é algo que um pretendente adolescente normalmente pediria, mas eu queria me divertir.

Eu queria que nós dois nos divertíssemos.

Quando a garçonete retornou pedi hambúrgueres para nós dois, um refrigerante para minha filha e um dos famosos aperitivos alcoólicos do lugar.

No início, Milena mal tocou na refeição e comeu bem devagar. De vez em quando ela me olhava nervosamente e sempre que ela fazia isso apenas olhava para ela com calma. Durante a primeira metade da refeição nenhum de nós disse uma palavra, apenas mastigamos silenciosamente nossos hambúrgueres que estavam deliciosos e nos olhávamos nos olhos.

Depois de um silencio particularmente longo, minha filha murmurou algo.

– Eu...

A encarei

– Se você não quer conversar, não precisamos conversar, disse estendendo minha mão sobre a mesa e pegando suavemente a dela. Ela encontrou meu olhar mais uma vez e sua expressão era de confusão e alívio.

– Me desculpe, disse esvaziando os pulmões de uma vez. Eu só... depois da última vez... eu...

Fiquei em silêncio, olhando pacientemente nos olhos de minha filha, dando-lhe espaço para terminar seu pensamento.

Em vez disso, ela parou e se forçou a desviar o olhar. Pude sentir sua mão tremendo e deslizei o aperitivo para ela. Eu só tinha tomado um gole e estava tão bom quanto eu me lembrava, principalmente grudando na minha cerveja.

Ela olhou para ele com desconfiança.

– Vá em frente. Você já tem 18 anos. Sua mãe não gosta que beba com amigas, mas comigo não tem problema.

Milena me lançou um olhar de suspeita, mas suavizou enquanto mantive contato visual. Ficamos ali sentados por vários minutos olhando um para o outro em silêncio do outro lado da mesa antes que ela soltasse um longo suspiro e movesse a boca para a borda da taça do aperitivo.

Pela primeira vez naquela noite, Milena sorriu de volta. Foi como um raio de sol fugaz em um céu nebuloso.

Quando ela terminou o aperitivo o comportamento da minha filha havia mudado. A criatura arisca com quem entrei no restaurante se foi e ela voltou a ser minha garotinha, saindo com seu amoroso pai.

– É bom, não é, perguntei, enquanto ela engolia a última mordida em seu hambúrguer.

Ela sorriu para mim novamente enchendo meu coração de amor.

– Tão bom, concordou fervorosamente. Não sei se algum dia poderei desfrutar do McDonalds novamente.

– Bem, são poucos os McDonalds que servem bebidas alcoólicas, disse levantando minha terceira cerveja da noite.

O cinema ficava perto, então eu sabia que quando o filme terminasse estaria perfeitamente seguro para dirigir.

– Que pena, Milena riu e não pude deixar de rir junto.

Pedi outra cerveja e não conversamos sobre nada em particular durante o resto da refeição. Cheguei até a colocar metade da garrafa na taça do aperitivo vazio dela que torceu a cara no primeiro gole, mas notei que já estava vazio na hora que tivemos que sair para o cinema.

Quando nosso garçom trouxe a conta, senti que finalmente consegui relaxar. Minha filha estava se divertindo no nosso encontro e era isso que importava.

– Eu cuido disso, ela disse rapidamente, mas fui rápido demais para ela aceitando a conta antes que ela tivesse chance.

Na verdade, foi uma batalha perdida porque o garçom presumiu corretamente que eu estava pagando e colocou-a na minha frente.

– Eu insisto, eu disse olhando nos olhos dela.

Ela corou abrindo a boca para protestar, depois fechando-a novamente enquanto meu olhar se fixava no dela.

– Podemos pelo menos dividir, ela pediu.

Eu poderia dizer que ela precisou de muito esforço para pronunciar as palavras.

– Eu insisto, repeti.

Depois de mais um minuto observando minha filha lutar silenciosamente, seus ombros relaxaram.

– Boa garota, eu disse inclinando-me para pentear o cabelo dela atrás da orelha.

Seu rubor se aprofundou.

Puxando minha carteira paguei a conta em dinheiro. Milena observou a pequena pilha de dinheiro com a expressão de uma presa avaliando cautelosamente um predador.

Tive que soltar a mão da minha filha enquanto comíamos, mas quando saímos do restaurante estendi a mão e peguei seus dedos mais uma vez. Ela olhou para mim nervosamente como havia feito no início do encontro.

Apesar dos meus melhores esforços, um lampejo de aborrecimento passou pelo meu rosto por sua ingratidão e minha filha estremeceu. Suspirei.

– Relaxe, eu disse suavemente. Não vou morder.

Nunca me considerei um homem duro ou punitivo, então na minha opinião a reação de Milena foi completamente injustificada. Eu nunca gritei com ela ou a puni injustamente. Do que ela tinha tanto medo?

Paramos sob um poste de luz lá fora. A rua estava movimentada, mas as pessoas se movimentavam ao nosso redor enquanto ficamos parados por vários minutos olhando nos olhos uns dos outros.

– Você está sendo uma péssima acompanhante, eu disse.

Meu tom era provocador, mas havia uma verdade em minhas palavras que Milena reconheceu imediatamente.

– Desculpe, disse ela com um soluço na voz.

– Está tudo bem. É por isso que estamos fazendo isso. Você acha que alguém quer namorar uma mulher que olha para ele como se ele fosse um assassino psicopata com um machado na mão? Veja o que estou vestindo. Você vê algum lugar onde eu possa esconder um machado?

– Não, minha filha gaguejou com um sorriso aguado aparecendo em seu rosto.

– Respire fundo e tente aproveitar o encontro. Você só é jovem uma vez. Tudo acabará antes que você perceba.

Milena aceitou e olhei para ela com amor enquanto ela respirava longa e profundamente. Seu sorriso nervoso desapareceu, substituído por um verdadeiro.

– Pronto. Não é melhor?

– Obrigada, papai, disse ela alto o suficiente para que eu pudesse ouvir o calor em sua voz.

Eu sorri.

– Você é bem vinda querida. Agora vamos, vamos assistir ao filme.

Milena aceitou e caminhamos juntos até o cinema, de mãos dadas o tempo todo.

Estava passando uma comédia romântica, algo que eu sabia que minha filha iria adorar.

– Devo avisar você que fiz reservas de ingresso, eu disse com a tensão deixando meus ombros um pouco tesos quando Milena se virou para mim sem nem mesmo um pingo de medo em sua expressão. A maioria dos garotos da sua idade não reserva com antecedência. Não se acostume com isso.

– Eu sei, respondeu sem animação por constatar que era verdade.

Coloquei um braço em volta de seu ombro e ela se inclinou contra mim agradecida, com a cabeça apoiada em meu peito.

Comprei pipoca para ela mais uma vez avisando-a de que isso talvez não fosse algo que se esperasse de outros encontros e ela mastigou alegremente enquanto os créditos passavam. Milena ficou um pouco tensa quando coloquei minha mão em sua coxa nua, mas quando ela permaneceu lá durante as cenas de abertura minha filha relaxou novamente.

O filme foi surpreendentemente bom. Estava preocupado que fosse fraco ou estúpido, mas a história era realmente comovente. Eu me peguei rindo alto mais de uma vez e Milena riu junto também embora fosse difícil dizer quanto de nossa diversão poderia ser atribuído ao álcool que bebemos antes de entrar no cinema.

Quando as luzes se acenderam, Milena se virou para mim com os olhos arregalados e parei um momento para apreciar o quão linda ela era. Seu rosto brilhava de alegria, seus lábios carnudos entreabertos em um sorriso, suas bochechas coradas à luz da placa de saída do cinema. Meus olhos desceram para seu peito, sua camiseta abraçava seus seios com força e os dois pontos aparecendo me disseram que ela mais uma vez não estava usando sutiã embora eu suspeitasse que o ar condicionado do cinema fosse mais responsável pela dureza de seus mamilos do que qualquer coisa que eu tinha feito.

Um lampejo de nervosismo apareceu em seu rosto quando olhou para mim, mas apertei sua coxa confortavelmente e ela relaxou voltando a ser a doce jovem que eu conhecia e amava.

– Isso foi incrível, Milena disse em um tom caloroso e seu sorriso contagiante. Você acha que eles farão uma sequência?

– Você quer que eles se apaixonem de novo, perguntei incisivamente e ela riu.

– Por que não?

– Por que não, de fato, repeti agradavelmente movendo minha mão da coxa de minha filha para a mão dela.

Encaixou-se na minha tão bem como desde o dia em que ela nasceu.

Não pela primeira vez naquela noite Milena olhou para mim como se estivesse tentando resolver um quebra-cabeça. Eu apenas encontrei o olhar dela com frieza e continuamos nos encarando enquanto os outros se aglomeravam ao nosso redor em fila para sair.

Com um pequeno suspiro ela pareceu desistir do que quer que a estivesse incomodando e em resposta ao meu olhar curioso, sorriu e se inclinou para beijar minha bochecha. Eu ri baixinho e a abracei sentindo seus mamilos duros contra meu peito, então a levei para fora do cinema vazio.

Nós dois saímos para a noite fria e voltamos para o carro, de mãos dadas.

– Obrigada por isso, ela disse espontaneamente.

Eu me virei para olhar para ela.

– Pôr o que?

– Por esta noite. Não sei por que eu estava tão... por que eu estava tão...

Por um momento minha filha lutou silenciosamente para encontrar as palavras antes de se soltar novamente e permitir que seu corpo relaxasse. Seus olhos se ergueram e encontraram os meus e ao ver minha filha linda, inteligente e segura de si, senti meu coração se encher de amor.

– Esta noite é para você, eu disse olhando em seus olhos e apertando seus dedos. Você é a melhor coisa que já aconteceu comigo, querida. Esta noite é tudo para você.

Ela olhou para mim com adoração enquanto eu abria os braços para abraçá-la.

– Bem, funcionou. Eu me diverti muito, ela disse suavemente segurando em minha camisa.

– Eu também, querida, respondi, abraçando-a com força e enterrando meu nariz na maciez de seu cabelo.

– Eu te amo, papai.

– Não estou surpreso, eu disse com uma risada suave. Sou muito adorável.

– Não, quero dizer...

Ela se afastou e seu rosto se enrugou de preocupação, mas enquanto eu me levantava e olhava para ela calmo e sem piscar, o olhar desapareceu e foi substituído por um sorriso.

– O que, perguntei gentilmente.

– Eu te amo, repetiu baixinho como se tentasse entender as palavras. Eu acabei de...

Ela parou novamente, corando em confusão.

– Eu também te amo, querida, eu disse, e ela aceitou.

Aparentemente era isso que ela precisava ouvir, pois uma expressão serena apareceu em seu rosto.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Autor Casa dos Contos a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários