Como perdi meu anel para meu padrasto - dia 4

Um conto erótico de Pequena Sonhadora
Categoria: Heterossexual
Contém 1778 palavras
Data: 22/01/2026 01:41:02

Bem…dando continuidade as minhas loucuras..

Após meu irmão sair do banho, o clima em casa parecia ter voltado ao normal, mas era apenas a calmaria antes da tempestade. Conversamos na sala, agindo como se aquele encontro proibido nunca tivesse acontecido. Mas por dentro, eu queimava. Eu me sentia uma adolescente obsessiva, enquanto meu padrasto agia como uma geleira, fingindo que eu nem existia.

Quinze dias se passaram sem um único toque. Tentei me satisfazer com meu namorado, mas foi patético. Pegar naquela salsicha murcha, fina e pálida, só me fazia desejar ainda mais o banquete que eu já tinha provado: aquele pau enorme, pulsante e viril. Eu estava ficando louca de desejo.

Até que, numa quarta-feira, recebi um pacote anônimo. Dentro, um arsenal de pecado: géis térmicos, acessórios de silicone e um bilhete que me fez vibrar: "SURPRESA. Guarde com carinho e prepare o corpo." Minha mente voou longe, imaginando todas as formas que ele me usaria. E isso fica para outro dia 🙈

Naquela semana, combinamos de viajar para um acampamento muito conhecido na região, com belos quartos e uma área gigantesca de lazer. Fomos em seis pessoas, divididos em dois chalés. Pensei comigo: "Xiii, com meu mano e minha cunhadinha pequena no quarto, não vou conseguir fazer nada", porém uma oportunidade surgiu como um presente.

Enquanto todos saíram para o passeio de trenzinho, eu e meu padrasto ficamos "doentes", cada qual em seu respectivo chalé. Assim que vi o resto da família sumir no horizonte, meu sangue ferveu. Atravessei o gramado em direção ao quarto dele. O medo era grande, mas o tesão era devastador.

Entrei em passos lentos. Tranquei a porta e ouvi o som do chuveiro. Eu estava apenas de biquíni preto, com os seios quase saltando para fora e um short rosa tão apertado que desenhava perfeitamente cada curva da minha bunda. Tirei o short ali mesmo, ficando apenas de calcinha fio-dental.

Abri a porta do banheiro. A visão era um monumento: ele estava pelado, de frente. Olhei direto para a sua ferramenta de prazer — mesmo em repouso, era uma peça intimidadora, pesada, o dobro do que eu estava acostumada. Bati no vidro do box. Ele terminou de lavar o cabelo e com um sorriso predador:

— Oi, princesa. Quer ajuda para lavar esse corpinho delicioso? 🍆

Ele me puxou para baixo da água quente e me prensou contra o azulejo. Nossas peles molhadas se chocaram em um beijo selvagem. Sem que ele precisasse dizer nada, minha natureza submissa assumiu. Eu me ajoelhei diante dele naquele cubículo úmido.

Segurei aquele mastro de carne com as duas mãos, sentindo-o despertar e pulsar contra minha palma. Abocanhei aquela cabeça de uma vez, sentindo o tamanho desmedido invadir minha garganta. Eu chupava com vontade, fazendo barulhos obscenos de sucção, deliciada com o gosto de homem de verdade.

Ele não me deixou terminar. Desligou o chuveiro, me secou grosseiramente e me carregou no colo como se eu não pesasse nada. Eu sentia o pau dele latejando contra a minha intimidade encharcada enquanto ele me levava para a cama de casal.

Ele me jogou nos lençóis e abriu minhas pernas com violência.

— Mete... por favor, me rasga... — eu implorava.

Ele afundou de uma vez. Senti cada nervo do meu corpo disparar enquanto aquele porrete preenchia todo o meu vazio. Ele me usava como uma boneca, me virando de lado, de costas, me fazendo sentir o peso e o comprimento de sua virilidade. Minha bucetinha chorava de lubrificação a cada estocada profunda.

— Fica de quatro agora, vadia... — ele ordenou.

Eu obedeci, empinando o rabo com orgulho. Mas ele tinha planos mais ambiciosos. Pegou o gel debaixo do travesseiro e começou a lambuzar a entrada do meu cuzinho virgem.

— Luiz, cuidado... eu nunca...

— Shhh... um rabo desses foi feito para ser meu.

Ele não teve piedade. O dedo que antes explorava foi substituído pela pressão esmagadora daquela cabeça colossal. Senti meu esfíncter protestar, esticando-se ao limite absoluto enquanto ele forçava a entrada. A dor inicial era aguda, um fogo que parecia me rasgar, mas conforme ele empurrava com autoridade, o incômodo foi sendo substituído por uma plenitude devastadora.

Quando ele finalmente venceu a resistência e afundou o mastro inteiro, soltei um grito abafado contra o travesseiro. Eu estava completamente preenchida, cada prega do meu anel virgem moldada à circunferência absurda daquele pau. Ele não me deu tempo para respirar; segurou minha cintura com as mãos pesadas e iniciou um ritmo de britadeira.

— Aguenta, Lalinha... relaxa que eu vou te abrir inteira... ele rosnava no meu ouvido.

A cada estocada, eu sentia o impacto seco do saco dele contra o meu bumbum, um som carnal que ecoava pelo quarto. O movimento era bruto, profundo, atingindo pontos que eu nem sabia que existiam. Eu rebolava desesperada, buscando mais daquela invasão profana, sentindo o gel lubrificante ferver entre nós. Minha bunda, já vermelha pelas palmadas, ardia e vibrava a cada vez que ele me possuía com mais fúria.

O telefone tocando foi o combustível que faltava para a devassidão total. Enquanto eu tentava manter a voz firme para o meu namorado, o meu padrasto transformou o ato em um espetáculo de humilhação e prazer. Ele não apenas continuou; ele acelerou, socando meu cu com uma maldade deliciosa, fazendo a cama ranger violentamente.

Eu sentia o pau dele latejar dentro de mim, ficando ainda mais rígido e calibroso. O suor dele pingava nas minhas costas, misturando-se ao meu. Eu estava no limite, sentindo meu corpo entrar em curto-circuito.

A tensão no quarto era tão espessa que eu mal conseguia oxigenar o cérebro. De um lado, a voz monótona e ingênua do meu namorado no celular; do outro, o impacto brutal e rítmico do meu padrasto me devastando por trás.

— Amor? Você ainda está aí? Tá um barulho estranho... parece que você está correndo — a voz no telefone soava como um eco distante.

Eu fechei os olhos com força, sentindo uma estocada tão profunda que minha visão turvou. O meu padrasto deu um sorriso sádico e, propositalmente, bateu com mais força, fazendo um estalo úmido e alto de carne com carne.

— É... é o... sinal, querido... — eu gemia, tentando morder o lábio para não soltar um grito de prazer absoluto. — O vento aqui... está forte... preciso desligar...

Assim que encerrei a chamada, joguei o celular na cama. Luiz deu a última sequência de socadas selvagens, me fazendo arquear as costas até o limite antes de gozar completamente dentro do meu anel castigado. Ele saiu de dentro com um estalo úmido, deixando meu buraquinho escancarado e pulsando. Eu estava em frangalhos, gozada, aberta e completamente dominada.

Ele se afastou devagar, e eu senti o vazio gelado tomando o lugar daquele calor insuportável.😣

Ele se sentou na beirada da cama, ofegante, exibindo aquela peça de artilharia que ainda estava latejante, toda suja com a mistura de lubrificante, suor e os vestígios da minha própria luxúria. Ele nem precisou falar; apenas deu dois tapinhas no meu rosto e apontou para o membro.

— Deixa limpinho, Lalinha. Não queremos que sua mãe sinta nenhum cheiro estranho quando eu chegar lá no centro, não é?

Eu, num estado de transe e total submissão, me arrastei pelo colchão até ficar de joelhos entre as pernas dele. Olhei para aquele pau gigante, que mesmo relaxando, ainda era uma visão de respeito. Sem hesitar, comecei a lambê-lo da base até o topo, sentindo o sabor forte e salgado do pecado.

Eu usei a língua para contornar cada veia saltada, limpando meticulosamente cada gota do esperma que ainda insistia em brotar da ponta. Envolvi os lábios naquela cabeça larga e comecei uma sucção lenta e rítmica. O barulho de chomp, chomp ecoava no silêncio do chalé. Eu queria provar tudo, queria tirar cada vestígio do que ele tinha feito comigo, guardando aquele sabor na minha memória.

Ele passava a mão pelos meus cabelos desarrumados, puxando levemente enquanto eu me esforçava para abocanhar o máximo que conseguia, sentindo a ferramenta raspar no fundo da minha garganta. Eu era a sua cadelinha particular, limpando o rastro da sua virilidade com uma devoção que eu nunca soube que possuía.

Quando terminei, o membro brilhava, limpo pela minha saliva

Olhei para o celular jogado no chão e senti uma onda de desprezo misturada com uma epifania cruel. O meu namorado, com sua voz mansa e sua existência medíocre, parecia agora uma figura de papelão. Eu pensava naquelas tentativas de sexo dele — o jeito desajeitado, a falta de fôlego, aquela salsicha pálida que mal me fazia cócegas. Ele me tratava como se eu fosse de porcelana, com uma delicadeza que agora eu percebia ser, na verdade, falta de virilidade.

E então tinha o Luiz. Meu padrasto. O homem que acabara de me usar como um pedaço de carne, que me abriu ao meio sem pedir licença e que me fez sentir, pela primeira vez, o que era ser verdadeiramente possuída.

“Como eu vou conseguir deitar ao lado daquele garoto hoje?”, eu me perguntava.

O pensamento de ser tocada pelas mãos macias e sem força do meu namorado me dava náuseas. Eu queria a pegada bruta. Queria o peso do Luiz, o cheiro de homem maduro, a autoridade de quem sabe que é o dono do meu prazer. Eu me sentia suja, sim, mas era uma sujeira que eu queria cultivar. A traição não era apenas um ato físico; era uma declaração de independência daquela vida morna que eu levava.

Eu sentia uma pontada de orgulho ao pensar que, enquanto eu falava com o "oficial", o "proibido" estava enterrado em mim, reivindicando cada centímetro do meu canal anal com a força de um trator. Eu me sentia poderosa por carregar aquele segredo, por ter o esperma do meu padrasto escorrendo dentro de mim enquanto eu mentia com uma facilidade assustadora.

Luiz não era apenas um amante; ele era o meu mestre. O jeito que ele me fez limpá-lo, como se eu fosse sua serva, não me humilhou — me elevou. Eu me sentia especial por ser a única capaz de aguentar aquela brutalidade, por ser a única que conhecia o lado animal daquele homem que, para o resto do mundo, era apenas o marido da minha mãe.

Eu sabia que, a partir daquele momento, o meu namorado era apenas um figurante. Um disfarce conveniente. O meu corpo agora pertencia a uma linhagem diferente. Eu era a menina do Luiz, a cadelinha que ele treinaria para aguentar cada vez mais.

Levantei-me devagar, sentindo o líquido dele escorrer pelas minhas pernas, e sorri para o espelho. A "Lalinha" boazinha tinha ficado naquele box de chuveiro. O que sobrou foi uma mulher faminta, viciada no perigo e completamente entregue ao homem que prometera me rasgar... e cumprira.

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