A Semana Mais Safada da Minha Vida: Casa de Praia com a Mãe e Filhas - PARTE 5

Da série A Casa De Praia
Um conto erótico de Gil
Categoria: Heterossexual
Contém 3760 palavras
Data: 21/01/2026 23:12:50

# Capítulo 5: Imitações Extremas

Todos caímos de volta nos assentos confortáveis e terapêuticos da hidromassagem, nos deleitando no nosso prazer. Fechei os olhos por um momento enquanto caía num estupor pós-orgasmo enquanto a água quente e os jatos massageadores tomavam conta.

"Ei! André!" Ouvi a voz da Samara, o rosto dela muito perto do meu de repente.

"Oi. Qual é?" Perguntei enquanto meus olhos se abriam.

"Você tava dormindo tipo uma hora. Não faço ideia de como não escorregou pra dentro da água."

"Ah, sério?" Surpreso, comecei a cair em mim e percebi que Samara estava na verdade seca e fora da hidromassagem completamente, vestindo só uma calcinha.

"É, a gente tava te checando a cada poucos minutos pra ter certeza que você não tava se afogando, mas não queríamos interromper seu descanso. É hora do jantar."

Não acreditava quanto tempo tinha ficado lá e percebi que ela não estava brincando quando olhei pra fora e vi o sol se pondo atrás das nuvens tempestuosas no horizonte. "Vai vestir alguma coisa, ou não, mas é hora de comer," ela acrescentou, começando a andar de volta pra casa.

Pulei pra fora, me sequei e fui pra dentro. Enquanto caminhava pelo corredor, dei uma espiada nas meninas circulando pela cozinha. Ainda todas de peito de fora. Quando voltei pro quarto avaliei as roupas que tinha disponíveis e imaginei que podia muito bem usar uma cueca boxer confortável e folgada com uns tacos de handebol nela que minha mãe tinha me dado no Natal.

As mulheres riram quando viram o look que escolhi ao me juntar a elas na mesa que já estava cheia dos ingredientes pra tacos faça-você-mesmo. "Bom, isso é estiloso," Cláudia provocou. "Feliz que decidiu se juntar a nós. Ouvi dizer que você teve uma tarde ocupada. Tirou uma boa soneca?"

"Com certeza. Totalmente recarregado. E você?"

"Sim, eu certamente tive um... descanso prazeroso," ela respondeu enquanto as meninas começavam a rir. Eu não tava por dentro da piada, mas podia fazer algumas suposições.

Passamos as tortilhas, carne moída e outros acompanhamentos, montando nossos próprios tacos. O assunto mudou pro que deveríamos fazer essa noite. Ideias incluíram repetir Rei da Cerveja, Verdade ou Desafio, Twister, assistir um filme. Eventualmente decidimos num jogo que eu costumava jogar com minha família: Imitações extremas.

Nessa versão de mímica, dividiríamos em dois times. Eu estaria nos dois times pra que os membros da família pudessem competir por direitos de se gabar. Todo mundo escreveria três palavras ou frases diferentes de "pista" em pedaços diferentes de papel que depois seriam colocados numa tigela. Cada pessoa teria 60 segundos pra tentar fazer os companheiros de equipe adivinharem o máximo de palavras-pista possível. Os turnos continuariam até que todas as quinze palavras-pista fossem usadas e os pontos seriam contados no final dessa rodada.

O que tornava "extremas" as imitações era que haveria três rodadas: Na primeira rodada, era similar a Lá Vem o Gato ou Tabu enquanto você tentava fazer seus companheiros adivinharem a palavra-pista sem realmente dizer a palavra. Na segunda rodada, você só podia usar uma palavra pra tentar fazer seus companheiros adivinharem a pista, mas podia repetir com entonação ou ênfase diferente. Então, na terceira rodada, era tipo mímica onde você não podia falar, mas com a dificuldade adicional de usar uma pessoa do outro time que serviria como manequim. Você fisicamente manipularia e usaria ela pra demonstrar sua pista enquanto atuava. O manequim também não podia se mover por conta própria ou falar.

Decidimos apimentar um pouco adicionando álcool na mistura - pra cada ponto que o outro time conseguisse no turno, o outro time tinha que beber. A outra coisa que tornaria as imitações "extremas" era que concordamos que seria imitações "safadas" com pistas mais picantes que o normal. Essas geralmente não faziam parte quando jogava com minha família.

Pedaços de papel foram distribuídos e todo mundo começou a trabalhar criando suas três pistas antes de colocar numa tigela. Foi decidido que Tainara e Samara estariam num time e Vitória e Cláudia no outro. Eu seria adivinhador permanente dos dois times durante as primeiras duas rodadas e depois serviria como manequim na última rodada.

Quando levantamos da mesa pra ir pra sala, tive minha primeira olhada nas partes de baixo que todo mundo tinha. Tipo eu, tinham (quase) todas optado por calcinha ao invés de shorts. Samara estava vestindo a calcinha verde que eu tinha visto nela mais cedo. Vitória tinha uma fio-dental branca muito sexy que desaparecia completamente na rachinha dela por trás. Cláudia usava uma calcinha de renda vermelha linda que acentuava a bunda tonificada e bronzeada dela. E Tainara não usava nada. Ela parecia ter decidido ficar nua indefinidamente, mostrando a buceta depilada pro mundo. Meu volume cresceu rapidamente dentro da minha cueca de handebol.

Tainara foi a primeira enquanto Cláudia cronometrava no celular. Ela pegou a primeira pista e começou: "Humm isso é algo que você coloca dentro de si mesma pra prazer."

"Vibrador!" Samara gritou.

"Não, é longo, às vezes em forma de pau."

"Consolo!" Eu gritei.

"Correto! Ok isso é o ato de fazer sexo. Mas... tipo sujo."

"Uhh, foder? Ou trepada?" Samara chutou.

"Isso! É isso!" Pegando a próxima pista, ela disse, "Então tipo... quando você coloca no seu rabo."

"Plug anal?" Eu disse.

"Não. Tipo um pau no traseiro."

"Sexo anal?"

"Tão perto!"

"Sexo no cu!" Samara gritou.

"Sim!"

"10 segundos!" Cláudia gritou.

Rapidamente, Tainara tentou dar uma última pista: "Pontinha dos seus peitos?"

\*Trim, trim trim\* o timer tocou e Tainara colocou a pista de volta na tigela.

"Ok, três pontos! Isso é muito bom!" Tainara alegremente relatou. "São três goles pros perdedores!" ela acrescentou enquanto Cláudia e Vitória davam três grandes goles dos drinks misturados. Tínhamos decidido puxar a garrafa de rum pra fazer uma jarra grande de Cuba Libre delicioso.

"E o André, quando ele bebe já que tá sempre no lado 'vencedor'?" Cláudia perguntou notando que eu não tinha me juntado a elas.

"E se ele beber metade toda vez? Assim ele consegue acompanhar o resto de nós," Vitória sugeriu.

"Funciona pra mim," concordei. Arredondei pra tomar dois goles generosos.

O próximo turno foi da Cláudia enquanto Vitória e eu adivinhamos quatro corretamente: Mamilos, chupar buceta, clitóris e boquete. Tomei meus dois goles.

Então Samara levantou e conseguiu quatro também: Pau, gozada, lap dance e penetração dupla - essa tinha sido difícil.

Vitória então começou com só quatro pistas restantes na tigela. Ela facilmente conseguiu as primeiras três: Bolas, cu e de quatro. Então chegou na última.

"Hum isso é o que o André deu pra Tainara mais cedo!" ela disse rapidamente.

Cláudia chutou, "Pau duro? Foda forte? Orgasmo?"

Mas eu sabia qual seria a resposta. "Gozada dentro," eu disse calmamente.

"ISSO!" Vitória gritou vitoriosa.

"Na hidromassagem?! Qualé, gente," Cláudia repreendeu, só meio séria.

"Ei, vamos só celebrar a vitória. Não dá pra fazer nada sobre isso agora," Vitória rebateu enquanto o rosto da Tainara ficava levemente vermelho. "E foi gostoso pra caralho. Vocês deviam ter visto."

"Ok fim da primeira rodada," Samara disse. "Tainara e eu temos sete. Mãe e Vick têm oito."

"Isso aí!" Vitória comemorou dando um high five na mãe.

"Vocês vão perder na próxima rodada!" Samara provocou em resposta.

A segunda rodada progrediu similarmente, mas com cada dador-de-pista só podendo oferecer uma palavra pra ajudar o companheiro e eu a lembrar a palavra-pista. Isso requeria tato cuidadoso do dador-de-pista e boa memória dos adivinhadores. A segunda rodada terminou com uma pontuação inversa à primeira rodada, o que deixou tudo empatado em 15 pontos pra cada time entrando na terceira rodada. Nesse ponto, todo mundo também estava uns quatro a cinco drinks fortes pra dentro e se sentindo bem lubrificado.

Agora, eu me tornaria o manequim mudo pra terceira rodada. Meu pau tinha ficado meio pau o tempo todo e considerando nossa lista de palavras-pista, tinha certeza que só ia ficar mais duro.

Samara foi a primeira. Ela silenciosamente puxou a primeira pista enquanto Cláudia iniciava o cronômetro. Samara agarrou meu braço e me sentou de volta no meu assento. Assim que acertei a cadeira, ela se virou e largou a bunda no meu colo, rebolando e dançando enquanto as bundas quicavam no meu pau.

"Lap dance!" Tainara gritou. Meio pau tinha rapidamente se tornado pau cheio enquanto meu pau armava uma barraca na cueca.

"Sim!" Samara gritou jubilosamente enquanto imediatamente pegava a próxima pista. Ela apressadamente se levantou antes de agarrar o próprio peito e apontar pra ponta.

"Mamilos!" Tainara gritou bem antes do timer tocar. Parecia que essa rodada ia um pouco mais devagar com os aspectos de mímica e manequim.

"Isso é permitido?" Vitória perguntou. "Ela nem usou o André."

"Sim, você pode me usar, mas não precisa." Respondi. "E pra deixar claro, eu prefiro ser usado," acrescentei com um sorriso.

Em seguida, Cláudia se levantou pra começar o turno e me puxou pra ficar de pé ao lado dela. "Vai!" Samara gritou. Cláudia pegou a pista e imediatamente se ajoelhou enquanto puxava minha cueca pra baixo. Meu pau agora estava orgulhosamente (e mais confortavelmente) projetando da minha virilha. Apressadamente, ela agarrou meu escroto e apontou pros meus testículos pra mostrá-los pra Vitória.

"Bolas!" Vitória gritou.

Minha cueca ainda em volta dos tornozelos no chão, Cláudia pegou a próxima pista e voltou pro lugar de joelhos na minha frente. Antes que eu soubesse o que tava acontecendo, meu pau estava na boca dela. E não só como performance pro jogo, ela tava realmente circulando a língua em volta da cabeça enquanto começava a balançar pra cima e pra baixo. Que delícia da porra.

"Boquete!" Vitória gritou.

Mas Cláudia não parou pra pegar a próxima pista, só continuou chupando. Meu pau na boca dela, ela olhou pra cima pra mim com os lindos olhos verdes dela. Continuou a circular meu pau com a língua enquanto o timer tocava. E ainda assim, ela não parou de chupar. Começou a massagear minhas bolas enquanto me levava o mais fundo na garganta que conseguia.

Pude sentir meu orgasmo subindo enquanto ela deslizava meu comprimento inteiro pra dentro e pra fora da boca. "Vou gozar!" Disse em pânico. Ainda olhando pra cima, ela puxou meu pau pra fora da boca e pairou sobre o peito nu dela. "Goza nos meus peitos, André," ela instruiu animada. Só levou duas bombadas da mão dela pra eu soltar minha carga por todo o peito magnífico dela enquanto meu orgasmo atravessava por mim. Saiu mais do meu caralho rígido do que eu já tinha visto antes, apesar de já ter gozado duas vezes no dia.

Olhando pra baixo, ela passou um dedo pelo peito esquerdo pra coletar um pouco da minha semente antes de colocar na boca. "Esse pau e esse leite são realmente deliciosos," ela disse enquanto sorriu pra mim e voltou pro assento dela usando minha porra orgulhosamente pelos peitos. Puta merda, que tesão.

"Caraca, arrasou mãe," Vitória disse baixinho, quase pra si mesma.

"Uh. Acho que são dois pontos pra vocês então," Samara disse com um pouco de choque na voz, nos lembrando que ainda estávamos jogando.

"Bom, acho que o velho André é o verdadeiro vencedor aqui!" Tainara comentou entusiasticamente enquanto se levantava pra fazer o turno dela.

"Eu sei disso há dois dias inteiros," respondi. "Poderia usar um refil do meu drink e provavelmente água. Alguém precisa vir comigo?" Perguntei enquanto ia pra cozinha. Minha cueca já estava esquecida há tempos.

\*\*\*\*\*\*\*

Tendo todos pegado refis da cozinha, voltamos pra sala pra terminar o jogo. Tainara e eu estávamos prontos pra começar, de pé no meio da sala ombro a ombro.

Quando Cláudia iniciou o cronômetro Tainara pegou a primeira pista. Ela olhou com alguma perplexidade. Nem olhou pra mim enquanto sentava de volta, abria as pernas e começava a tentar imitar algo em volta da buceta.

Samara parecia perplexa. "Uhh. Clitóris? Cu? Não tô entendendo." Tainara então correu de volta pra cozinha e voltou com um dos pepinos pequenos que tínhamos pego na feira mais cedo. Sentou de volta na mesma posição e deslizou direto pra dentro da vagina, que já parecia bem escorregadia. Então, puxou de volta pra fora e apontou pro pepino.

"Ah! Consolo!" Samara gritou.

"Ei! A gente ia usar isso pro almoço amanhã!" Cláudia protestou com uma risada.

"Isso!" respondeu Tainara enquanto ia pra próxima pista. Dessa vez ela me agarrou e me deitou no chão de costas. Então agachou e pairou a buceta sobre o meu pau, que começou a se mexer de novo. Enquanto meu pau começava a crescer de volta pro comprimento total Tainara imitou quicar nele.

"Foder?" Samara chutou. Devia ser isso porque Tainara mergulhou na tigela de novo pra tentar pegar mais um ponto antes do tempo acabar. Ela rapidamente leu, agarrou meu pênis agora ereto e apontou pra ele.

"Pau!" Samara gritou antes do timer tocar.

"Sim! Três de três!" Tainara orgulhosamente celebrou.

"Não acredito que você tá duro de novo," Cláudia comentou. "Ah as alegrias de ser jovem."

"Até caras jovens da nossa idade geralmente não conseguem colocar de volta pra cima tão rápido de novo," Vitória objetou. "Ele é realmente uma maravilha moderna." Quase parecia que um pouco de baba caiu dos lábios dela enquanto se levantava e também me puxava pra uma posição de pé, pronta pra começar o turno dela. Ela pegou a primeira pista e imediatamente apontou pro peito da mãe.

"Porra? Não, essa não era uma das pistas. Ah, gozada!" Cláudia disse confiante enquanto Vitória acenava e alcançava a próxima pista.

Ela então me agarrou e me forçou a ficar de joelhos enquanto tirava a fio-dental, expondo o triângulo de pelos pubianos. Então, ficou na minha frente de quatro e começou a balançar pra frente e pra trás até meu pau estar pressionado contra a buceta dela. Ela alcançou por baixo dos quadris e agarrou meu pau enquanto se guiava de volta nele.

"De quatro!" Cláudia gritou. Mas ao invés de fazer um movimento pra próxima pista, Vitória só gemeu e acelerou o ritmo quando o timer começou a tocar, finalmente levando meu comprimento completo dentro dela.

Considerando que eu não era mais só um manequim, imaginei que podia realmente começar a fazer algum esforço então agarrei os quadris dela e comecei a empurrar pra combinar com os movimentos dela. Porra, a buceta dela era incrível. Ela devia estar gostando também porque continuou gemendo de prazer. A cabeça dela abaixou pro chão enquanto a bunda permanecia no ar pra encontrar meus quadris. "Seu pau. É tão. Porra de grande," ela conseguiu soltar por respirações trabalhosas enquanto alcançava pra baixo pra se tocar. Em momentos, o corpo dela se contorcia em prazer enquanto o orgasmo a dominava. "Não. Para. Goza. Em. Mim," ela implorou enquanto eu continuava metendo por trás. Isso foi o suficiente pra me mandar além do limite enquanto sentia meu próprio orgasmo rasgando por mim. Meu pau entrou em erupção dentro da buceta receptiva da Vitória e onda após onda de prazer me atingiu.

Saí da Vitória e caí de volta numa posição sentada no chão com as costas contra meu assento. Senti como se eletricidade estivesse pulsando pelo meu corpo enquanto meu pau amolecendo continuava a se contrair. Vitória também colapsou no chão. A bunda ainda voltada pra mim, pude ver minha porra escorrendo da vagina dela e pingando no carpete embaixo.

Pelo canto do olho também vi Tainara furiosamente trabalhando aquele pepino pra dentro e pra fora da buceta enquanto gemia e gozava também. Cláudia e Samara ambas tinham as mãos nas calcinhas, se tocando, mas não pareciam tão empenhadas em alcançar o clímax por enquanto.

Começando a recuperar a compostura, Vitória sentou e voltou pro assento depois de colocar uma toalha de praia embaixo. "Acredito que são mais dois pontos pra gente," Vitória disse casualmente como se não tivesse acabado de foder o garoto vizinho na frente da família inteira.

"Meu Deus, André. Você acabou de gozar não faz mais de 20 minutos!!" Cláudia exclamou. "Quantas você tem aí dentro?" ela provocou.

"Parece que ele tem bastante pra todo mundo!" Tainara comentou euforicamente.

"Você consegue continuar?" Samara olhou pra baixo e me perguntou enquanto se levantava pra fazer o turno dela.

"Ah sim, tô mais que de boa," disse enquanto me juntava a ela. O orgasmo tinha finalmente diminuído e eu podia começar a pensar claramente de novo.

"Vai!" Cláudia comandou enquanto iniciava o cronômetro. Imediatamente depois da Samara pegar a pista, ela me curvou na cintura e abriu minhas bundas. Pelo que pude perceber, parecia que ela estava apontando pro meu...

"Cu!" Tainara gritou.

"Sim," Samara disse confiante enquanto pegava a próxima palavra. Pude ver a mente dela trabalhando pra descobrir como ia demonstrar isso. Então de repente ela me empurrou de joelhos e tirou a calcinha. Pela primeira vez, vi que minha amiga Samara tinha uma moita muito bem aparada que combinava muito bem com a buceta dela. Não tive muito tempo pra absorver isso porque ela ficou numa posição muito similar à que Vitória tinha estado momentos atrás.

"Uh, de quatro de novo?" Tainara se perguntou em voz alta. Samara balançou a cabeça rapidamente e alcançou pra trás pra abrir as bundas, igualzinho ela tinha feito comigo momentos antes. Enquanto abria, ela alinhou o cu com meu pau que estava magicamente voltando à vida, embora ainda não a todo vapor. Ela começou a quicar o buraco contra minha ponta, embora estivesse apertado demais pra entrar. Ou era o que eu pensava.

"Ahhhhh. Sexo anal!" Tainara gritou.

"Sim!" Samara celebrou enquanto alcançava outra pista. Ela parecia saber exatamente o que fazer enquanto me virava de costas e subsequentemente pegava o pepino de ao lado da Tainara. Ela pairou sobre mim, mas num ângulo mais inclinado do que seria normal pra cowgirl reversa. Ela deslizou o pepino na buceta úmida, depois puxou pra fora antes de usá-lo pra espalhar lubrificação em volta do ânus. Ela lentamente abaixou o cu no meu pau agora-duro-de-novo enquanto o pepino voltava pra buceta. Ela gemeu um pouco enquanto só a cabeça do meu pau deslizava mal mal pra dentro do cu dela.

"Penetração dupla!" Tainara gritou. Até eu não tinha entendido bem o que Samara tava tentando já que estava só aproveitando a experiência. Samara claramente queria ganhar porque ao invés de continuar no nosso caminho, ela se levantou pra alcançar a próxima pista. Mas bem quando ela ia ler, o timer tocou e ela colocou de volta na tigela. Foi só então que percebi completamente que meu pau tinha estado dentro do cu, mesmo que só um pouquinho, de uma das minhas melhores amigas. Coisa inacreditável.

Cláudia se levantou e me juntei a ela. Olhando pra baixo na tigela de pistas notei que só tinham algumas restantes. O jogo podia terminar bem aqui.

"Prepara. Vai. Já!" Samara anunciou.

Cláudia pegou a primeira pista e rapidamente leu antes de apontar pro meio das pernas vazando da Vitória.

"Clitóris? ... Ah não, uhm... Ah, gozada dentro!" Vitória disse.

"Sim!" Cláudia gritou enquanto pegava a próxima, focada a laser no jogo. Num piscar, ela tinha removido a calcinha de renda vermelha e sentado no chão, pernas abertas, e apontando pra si mesma. Cláudia mantinha os pelos numa trilha arrumada que ficava paralela às linhas dos abdominais descendo pros lábios delicados da vagina. Naquele momento me senti consumido por sonhos de cavalgar aquela trilha direto pra dentro da buceta quente dela.

Vitória pensou por só um segundo antes de gritar, "Clitóris!"

Então Cláudia puxou a última pista. Depois de ler, ela me guiou de costas no chão e manualmente abriu minha mandíbula e puxou minha língua. Então, se virou, de costas pros meus pés, e montou minha cabeça antes de abaixar aquela buceta linda direto na minha língua esperando. Meu Deus, que gostinho bom.

"Chupar buceta!" Vitória gritou enquanto Cláudia permanecia empoleirada em cima da minha boca, lentamente rebolando na minha língua.

"Hah! Vocês pegaram a última pista, mas a gente ainda ganhou!" Ouvi Tainara provocar a irmã. Embora o jogo tivesse acabado, Cláudia permaneceu na posição, os quadris acelerando enquanto usava minha boca pro prazer dela, o que eu estava mais que feliz em dar. Alcancei pra cima pra agarrar as bundas dela acima de mim e comecei a trabalhar no clitóris inchado dela com minha língua. Gemendo em prazer ela se inclinou pra frente e começou a acariciar meu pau. Igualzinho ela tinha circulado a língua em volta do meu pau mais cedo, então eu estava circulando o ponto de prazer dela com a minha própria.

O rosto dela pousou no meu abdômen inferior, não mais conseguindo se segurar enquanto o prazer a dominava. "AI MEUUUUU DEUSSSSS" ela gritou enquanto começava a empinar descontroladamente no meu rosto até as coxas apertarem em volta das minhas orelhas e ela ficar totalmente rígida em êxtase. Ela ofegou e gemeu com cada onda do orgasmo até lentamente desaparecer e ela rolar pro chão do meu lado.

De repente senti uma boca quente envolvendo meu pau ainda duro. Cláudia tinha caído pro meu lado, então não podia ser ela terminando o serviço. Olhei pra baixo pra ver a língua da Tainara deslizando pra cima e pra baixo no meu caralho. Atrás dela, pude ver Samara sentada no sofá usando o pepino consolo pra se dar prazer e ela parecia perto de gozar também. Tainara tirou a boca do meu pau e abaixou os lábios pros meus saco, chupando eles gentilmente enquanto continuava a acariciar meu comprimento com a mão. Sem aviso, outro orgasmo me atingiu. Entrei em erupção por todo meu estômago com jato após jato de porra. Tainara sorriu em satisfação antes de limpar meu pau com a língua.

"Esse troço nunca cansa?!?" Vitória provocou, encarando a poça de porra grudada no meu abdômen inferior.

Deitei minha cabeça de volta em relaxamento completo, trazendo minha consciência pro imenso prazer que tinha experimentado nas últimas horas assim como o gosto da buceta da Cláudia ainda na minha língua. Orei silenciosamente, "Meu Deus, não sei o que fiz pra merecer isso, mas agradeço de todo coração."

"Puta que pariu. Bom, tô exausta," Samara declarou, tendo se feito gozar enquanto Tainara tava cuidando de mim. "Hora de dormir," ela disse enquanto se levantava em pernas bambas.

Todo mundo concordou e lentamente se levantou, pegando qualquer roupa auxiliar que poderia ter saído durante a noite enquanto iam pros respectivos quartos. Considerando o estado da minha grudentice atual, decidi tomar um banho rápido antes de deslizar pra cama. Quando voltei pro quarto, Samara já estava apagada na própria cama, respirando profundamente. Acho que apaguei antes da cabeça tocar o travesseiro.

***

[CONTINUA]

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