Como iniciei no mundo dos cornos — Parte 2
Olá a todos do site.
Peço desculpas pela demora para postar a segunda parte desse conto. Final de ano é sempre uma loucura, né? Espero que todos tenham tido dias bons. Agora, vamos continuar exatamente de onde paramos.
Luiza e Jonas ficaram no quarto por pelo menos quatro horas.
Para mim, pareceram dias inteiros.
Fiquei sentado no sofá da sala, completamente impotente, ouvindo tudo: gemidos, tapas, risadas, frases de submissão que Luiza jamais tinha dito para mim. Cada som atravessava meu corpo como um choque.
Era um turbilhão de emoções.
Vergonha. Ciúme. Excitação. Adoração.
Já passava das dez da noite quando os dois finalmente saíram do quarto.
Luiza vinha nua, o cabelo completamente bagunçado. O corpo marcado por tapas e mordidas. Os olhos marejados — talvez ainda sentindo o efeito de uma garganta profunda recente. Havia marcas de sêmen seco em seus seios.
Jonas estava só de cueca, agarrado à cintura dela, como se aquilo fosse a coisa mais natural do mundo.
Quando vi os dois assim, tive minha primeira ereção desde que cheguei em casa. Meu pau endureceu de um jeito dolorido, latejando.
E isso não passou despercebido.
— Amor… — Luiza provocou — depois de tantas horas ouvindo a gente, você ainda tá duro assim? É tudo por causa da galhada nova na sua cabeça?
Jonas riu.
— E aí, mano, tudo certo? Se quiser, posso comer ela na sua frente. Pelo menos você vê como sua mulher é uma vadia.
Sem esperar resposta, os dois começaram a se beijar.
As línguas se misturavam, os corpos colados.
Eu tirei a calça e comecei a me masturbar ali mesmo, na frente deles.
Era como se eu fosse invisível.
Eles continuaram se pegando como se eu não estivesse no mesmo ambiente.
Depois de alguns minutos, Jonas colocou Luiza de joelhos, ali mesmo no meio da sala. O mesmo lugar onde assistíamos séries, ríamos, comíamos pipoca. Agora, virava cenário de um filme pornô.
Eu sou um homem mediano. Tenho 13 cm.
Jonas, não.
O pau dele era grotesco. Grosso como uma lata de cerveja. Um negócio absurdo. Ver os olhos de Luiza hipnotizados só pela visão daquele pau me fez sentir pequeno. Insignificante.
Ele a puxou pelos cabelos e a jogou no sofá, bem ao meu lado. Luiza ficou de quatro.
Sem camisinha, ele começou a enfiar aquele pau monstruoso nela.
— Fala pro seu marido que as camisinhas do quarto de vocês eram pequenas demais — disse Jonas, sem nem olhar pra mim. — Tivemos que foder no pelo desde o começo.
A posição dele era de total domínio.
Eu tinha certeza de que, naquele momento, eu não era nada.
— Amor… — Luiza gemia, segurando minha mão — minha buceta tá tão cheia do gozo dele que eu tô quase perdendo a cabeça… acho que posso ficar viciada nesse pau.
Ela me encarou nos olhos, enquanto era penetrada sem piedade.
— Obrigada por me trazer um homem tão gostoso… posso dar pra ele outras vezes, por favor?
A frase saiu junto com um esguicho violento. O sofá e o tapete ficaram encharcados.
Depois disso, ela perdeu as forças. Desabou sobre mim.
Jonas continuava fodendo.
A cada estocada, o corpo dela reagia com espasmos. Orgasmos que eu nunca imaginei que Luiza fosse capaz de ter.
Mesmo quase desacordada, Jonas não parou.
Os gemidos viraram sussurros.
O corpo tremia sem controle.
Depois de alguns minutos, ele aumentou o ritmo. Começou a urrar.
Luiza apertou minhas mãos com força, como se dependesse disso para continuar ali.
— Vou gozar — Jonas disse, sorrindo. — Fala onde você quer que eu goze nela, corno.
Ele não diminuiu o ritmo nem por um segundo.
— Na garganta — respondi quase num sussurro. — Quero ver a cara que ela faz enquanto engole tudo.
O sorriso dele se abriu ainda mais.
Com um movimento rápido, ele a levantou como se não pesasse nada. Sentou Luiza no sofá, com a cabeça apoiada no meu ombro.
Então começou a foder a garganta dela.
A cabeça de Luiza batia nas almofadas. A saliva escorria, encharcando meu ombro.
Ela chupava com vontade, acordada, entregue.
— Tô gozando… bebe tudo, puta — Jonas rosnava. — Bebe meu gozo na frente do teu homem.
— Amor… você tá linda — eu disse.
E não era mentira.
Nunca — nem no dia em que pedi ela em namoro — Luiza tinha estado tão bonita. O rosto marcado pelo sexo, as lágrimas, o movimento da garganta engolindo aquelas cargas de porra… tudo aquilo me fez me apaixonar ainda mais.
Segurei a mão dela até o fim.
Mesmo depois, quando ela só brincava com aquele pau na boca, eu continuava ali, admirando.
Jonas finalmente tirou o pau da boca dela. Mesmo meio mole, ainda era maior que o meu duro.
Ele se sentou numa poltrona.
Luiza me olhou.
Eu a puxei para um beijo longo, profundo, sem me importar com o que tinha acontecido segundos antes. Naquele momento, era meu dever cuidar dela.
— Você tava linda — repeti. — Não foi da boca pra fora.
Ela sorriu. Um sorriso puro, que não combinava em nada com o estado do corpo.
— Eu amei você ali… me dando suporte. Te amo.
Depois do beijo, ela segurou meu pau, ainda duro.
— Então… quer dizer que eu tenho passes livres a partir de hoje?
— Você sabe a resposta.
Ela riu.
— Sei sim. Pode ficar tranquilo… essa cabeça ainda vai criar muita galha.
Jonas começou a se vestir. Luiza foi até ele e se despediu com beijos longos, carinhosos.
Era curioso: comigo, ela era doce e companheira.
Com ele, virava uma ninfomaníaca insaciável.
Conversamos os três por um tempo. Coisas práticas. Regras. Combinações.
Ficou decidido que não haveria limite de encontros. Eu só precisava ser avisado para poder buscar ou levar, se necessário. Também não nos importaríamos se amigos vissem os dois juntos.
Essa decisão renderia muitas histórias.
Por volta da uma da manhã, Jonas se levantou.
— Espero não ter passado de nenhum limite — disse, com um sorriso torto. — Se passei, que pena. Semana que vem vou sair com a Luiza e uns amigos. Todo mundo vai saber que eu como sua mulher.
Ele beijou Luiza na porta, com risco de alguém ver.
— Até mais, gatinha. Quando quiser, avisa. Seu corno pode te levar lá em casa.
Quando a porta fechou, minha ereção voltou com força.
— Amor… — pedi — pode me ajudar com isso?
Ela sorriu.
— Quer a mão… ou prefere que eu fale muita sacanagem no seu ouvido?
Depois disso, gozei pelo menos duas vezes só ouvindo tudo o que Luiza pretendia fazer com seus passes livres.
Essa foi apenas a primeira de muitas experiências que meu namoro — hoje casamento — me proporcionou.
Escrevo tudo isso com o aval da Luiza.
Feedbacks são bem-vindos: mais explícito, menos explícito, cortes ou ajustes.
Vamos continuar contando nossas aventuras.
Boa punheta a todos.
Abraços,
Sanny e Luiza.