Acho que está na hora de contar como essa história real acabou e encerrar esse ciclo.
tive alguns retornos sobre essa série de relatos de uma história real, e gostaria de agradecer a todos, aos que não leram as partes anteriores, eu sugiro que façam a leitura para entender o desfecho. Mais uma vez, obrigado
Adriele e eu estávamos cada vez mais próximos, meses decorreram desde o inicio do nosso envolvimento, e certamente que muitas coisas mudaram. Eu havia deixado a vida desregrada um pouco de lado para poder estar mais presente na vida e nas necessidades da Adriele, ele por me acompanhar acabou por se tornar uma pessoa mais sociável em vários círculos, nossas piadas um com o outro sempre rudes a acidas permaneciam, mas um certo carinho acentuado brotava entre nós.
No trabalho as pessoas sabiam que nós tínhamos algo não anunciado, muitos cobravam a gente sobre uma posição que deveríamos tomar, mas nós estávamos confortáveis com a situação que vivenciávamos.
Toda sexta-feira ela ia para o happy hour com o pessoal do trabalho, e sempre me ligava para ir buscá-la. Como colocado anteriormente, as garotas me olhavam feio, mas por vezes os caras chagavam até e me dar um copo para beber com eles, coisa que eu fazia e logo depois ia embora. Antônio chegou até mesmo a comentar
- Cara, você tem a Adriele na coleira mesmo, né?
- Quê? - Eu respondi até meio indignado
- A gente fala que leva ela embora, mas ela nunca aceita uma carona nossa, é sempre você que ela quer!
- Se é vontade própria não é coleira, presta atenção como você fala dela!
- Calma, não quis ofender suaolhar feio e intimidados fez ele mudar as palavras - Sua amiga! como você mesmo diz...
- Porra Tonho, ta bêbado mesmo, né? - Interveio Carlos - Cara deixa disso, a Adriele confia em você que são amigos de infância, por quê ela confiaria em algum de nós mais do que em você?
- Isso não é problema meu! - Respondi seco, apesar de Carlos ser um cara legal e bom, aquela conversa tinha estragado meu humor.
Chamei Adriele e fomos embora. No carro ela perguntou o que aconteceu e eu contei toda a conversa para ela.
- O Antônio quando bebe fica ridículo! o Carlos não...
- O Carlos é gente boa, nem beber direito ele bebe
- Acredita que ele bebe um copo de água pra cada copo de cerveja pra não ficar bêbado?
- Está certo ele!
No caminho ela me perguntou se tínhamos que ir para a casa dela, eu perguntei onde ela gostaria de ir e ela disse com simplicidade que gostaria de ir para a minha casa, e lá podíamos cozinhar algo juntos. já em casa começamos a preparar uma lasanha e jantamos, quando terminamos já era tarde e eu pedi pra ela dormir lá, Ela com um sorriso passou os braços em volta do meu pescoço
- Mas é por isso mesmo que sugeri da gente vir pra cá! Pra ficar tarde e eu ficar aqui com você e a gente passar o fim de semana inteiro juntos!
- A é? mas quem disse que eu quero ficar o fim de semana inteiro com você? - Uma pergunta irônica com sorriso torto na boca
- Quero sentar o cu na sua boca e beber seu leite... tem certeza que não quer? - Ela falava com um sorriso malicioso lindo nos lábios
- Adriele, você é irresistível!
- Você me ensinou isso... e acho que aprendi bem! Hoje mesmo falaram isso lá no bar
- E você gostou, né cadela?
Quando perguntei isso ela se virou de costas e balançando a bunda fingiu um latido "Au-au", nos entregamos na boca um do outro, tirando as roupas e deixando elas espalhadas pela casa fazendo uma trilha de roupas despidas até o meu quarto, onde a Adriele apenas de calcinha rebolava no meu duro encoberto apenas pela cueca box, e com um empurrão delicado ela ficou de quatro na cama com aquela bunda grande, redonda e maravilhosa empinada para o deleite do melhor amante que ela teve em toda a vida, e com um movimento a calcinha dela foi tirada ao mesmo tempo que eu me colocava ajoelhado atras dela que ria e dizia
-Não sei se algum dia vou me acostumar em transar suada com você
Mas assim que ela disse isso ela sentiu minhas mão separando a bunda dela e minha língua passando em todo o vão da bunda suada dela com a ponta da língua adentrando o cuzinho delicioso dela, todo lambuzadinho do suor de um dia todo de trabalho, e se seguiu ao gemido
- Mas eu não ligo, porquê você me foda gostoso...
Enquanto ela gemia e dizia isso eu passava além da língua, o rosto todo naquele rabo cheiroso e saboroso, minha língua passeava sentindo a textura de cada prega daquele cuzinho perfeito e enquanto isso a buceta dela chegava a escorrer enquanto ela colocava a cara no colchão se soltando aos poucos se desfazendo com o cu na minha boca. Depois de caprichar lambendo a bunda dela desci ligeiro minha língua para a buceta daquela mulher que era a melhor cúmplice sexual que eu havia encontrado, assim que minha língua escorregou para a buceta dela, ela deslizou inteira para dentro da buceta da Adriele que gemeu alto enquanto com a língua dentro dela eu sugava cada gota de excitação de dentro dela, apenas para saborear aquele mel salgado e espesso que escorria pela minha língua para dentro da minha boca, e com ela de quatro passei a penetrar-lhe um dedo no cuzinho enquanto prendia o grelo dela entre minha boca e chupava ele fazendo ela começar a tremer e gemer rápido e descompassado, conforme os gemidos dela aumentava de intensidade eu sabia que meu dedo deveria entrar e sair mais rápido e mais fundo, e assim eu fiz até o corpo daquela fêmea se contorcer inteiro com um gemido agudo que passeava entre o prazer e a dor de um choque elétrico que percorria seu corpo até ela cair pra frente mole e sentindo cada junta do corpo relaxar
- Eu amo... o jeito que você me chupa!
- Então se recupera, safada...
- Me leva pro banho?
Eu fui até o banheiro e abri o chuveiro deixando a água agradável e voltei ao quarto e peguei Adriele no colo, que surpresa protestou
- Calma amor, não precisa ser no colo!
- Precisa sim gata, você merece muito mais - Me abraçando e se encostando em mim ela disse
- Vou apaixonar assim
No banheiro me sentei no chão, e coloquei ela sentada nas minhas pernas e com cuidado banhei todo o corpo dela com a água caindo por sobre nós, meu pau duro contra o corpo dela aumentava cada vez mais o nosso tesão. e logo após de ensaboar meu pau ela se virou e desceu sentando com a buceta agasalhando meu pau e nossos corpos se encontrando e esfregando embaixo d'água e com a mão na bunda dela eu ajudava a faze-la subir e descer, a água espalhava pelo banheiro enquanto nossos gemidos se misturavam, nosso beijo cheio de desejo se misturava com a água que caia até que ela me olha no fundo dos olhos e me pede
- Me leva pra cama e me fode forte!
Fechei o chuveiro e saímos do banheiro indo para o quarto molhados mesmo, nos beijando ardentemente enquanto ela rebolava roçando a bucetinha na cabeça da minha rola, até que não resisti e delicadamente a empurrei na cama, subi me ajoelhando entre as pernas dela e colocando as pernas dela apoiadas nos meus ombros, deixando ela completamente aberta e exposta para mim. Pincelei o pau na buceta molhada dela, e com um único movimento, forte e intenso empurrei meu pau inteiro para dentro dela, fazendo que batesse no fundo do útero dela que respondeu com um grito de dor e tesão, e logo em seguida iniciei um vai e vem forte e rápido onde a cada estocada era uma pancada que a cama dava na parede seguido dos gemidos dela que logo dizia entre os gemidos
- Não para! me fode, come sua puta, isso amor, me da sua rola, mais, mais, mais....
A cama parecia que iria desmontar, metendo nela num ritmo alucinado comecei a sentir a cabeça da minha rola arder, e então os gemidos dela se tornaram um único grito forte e alto, a buceta dela contraia massageando meu pau e escorrendo os líquidos daquele gozo tão intenso dela, e quando ela se recuperou do grito ainda orgasmando me pediu
- Me da porra fundo na buceta!
E então eu desisti de segurar e deixei a porra jorrar dentro dela, tanta porra que no segundo jato já era possível ouvir o som magico do meu pau bombando na buceta dela vertendo esperma, escorrendo pelas minhas bolas, molhando o cu dela e minha cama com nossos líquidos
Caí ao lado dela na cama, onde ela mesmo exausta se arrastou sobre mim até colocar a boca no meu pau meia bomba e começar a limpar os resquícios do gozo dela e da minha porra que estavam no meu pau e nas minhas bolas, quando termino ela se deitou sobre mim
- Vou querer mais... depois que me recuperar! - Caímos na risada e eu respondi
- Vou te foder esse fim-de-semana como nunca te fodi ainda!
- Nossa... você já me fodeu tanto que acho isso impossível! - Caímos na risada e acabamos por adormecer assim, rindo da situação e do prometido, mesmo sem sabermos que era a ultima vez que transaríamos...
Eu ainda entre o sono e o despertar, senti meu pau acolhido, sendo massageado e envolvido por algo quente e molhado. quando abri os olhos tive a visão que todo homem podia desejar.
Adriele estava de quatro com a bunda virada ao lado do meu rosto com aquele perfume de buceta pós sexo exalando do esperma da noite anterior que escorria de dentro dela, e ela devotada a mamar carinhosamente minha rola que estava meia bomba e tão logo vi essa cena endureceu na boca dela. Ela tirou meu pau todo babado da boca e ainda batendo uma punheta lenta para mim me olhou e disse
- Acho que hoje eu que devia te acordar com sexo oral, né?
- Pode fazer isso quando quiser... - Dando uma risada safada ela voltou a chupar meu pau enquanto eu comecei a brincar com os dedos nela, penetrando na buceta toda melada e tirando enquanto ela gemia com o meu pau na boca, pouco depois com o dedo do meio melado escorreguei ele entre as preguinhas lindas daquele cu maravilhoso perdendo o dedo inteiro dentro do cu dela que gemeu e deu uma rebolada, e assim continuei curtindo aquela mamada, tirando e enfiando o dedo no cu dela, até que enfiei um dedo na buceta e ela estava com um dedo atolado em cada buraquinho e gemeu alto e eu fiz ela passar a perna por cima de mim e iniciamos um 69, onde eu lambia o clitóris dela com os buraquinhos do cu e da buceta ocupados pelos meus dedo e a boca dela sugando minha rola, chupei ela assim até ela se tremer e soltar o peso do corpo sobre mim, mas em momento algum ela tirou meu pau da boca.
Quando ela tirou meu pau de dentro da boca foi se levantando e fazendo que meus dedos saíssem de dentro dela, e levando o corpo até meu pau ela se ajeitou, segurou meu pau com uma mão e com a outra abriu a bunda e foi sentando com o cu no meu pau. E assim que o meu pau entrou inteiro no cu dela ela se sentou e começou a rebolar lentamente, sem pressa, gemendo manhosa até apoiar as mãos nos meu joelhos e iniciar um sobe e desce com o cu maravilhoso de assistir ali deitado, vendo ela se mexer para satisfazer o tesão de ambos.
Ela meteu gostoso até eu não resistir e dizer para ela
- Melhor parar senão vou gozar agora mesmo!
- Goza, goza que o que eu vou fazer hoje nunca fizeram com você, aposto!
Sem saber o que responder apenas gemi e gozei dentro do cu dela que sentou com o meu pau todo atolado dentro dela e piscou o cu sorrindo.
Assim que relaxei ela me diz
- Relaxa, eu sei o que estou fazendo...
E tirou o meu pau de dentro do seu cu se levantando e se afastando em direção ao meu corpo e deixou que o cu dela expelisse minha porra por sobre o meu corpo. Foi uma visão de tirar o folego ver meu esperma saindo de dentro do cu dela e cair sobre mim quente, logo em seguida ela saiu de cima de mim e passou a lamber minha porra que estava sobre mim, e logo vei me beijar com a boca cheia do meu gozo que a segundos atras estava dentro do cu dela. Deve ter sido o beijo mais obsceno que dei até hoje. logo depois ela sorrindo me disse
- Só você pra aceitar uma loucura dessas...
- Eu aceito tudo de você!
- Relaxa... eu fiz a higiene antes de você acordar....
- Eu pareço preocupado?
- Pervertido!
- A ideia foi sua... Pervertida! - Ela apenas piscou para mim com um sorriso lindo me chamando para levantar da cama e me conduzindo para o chuveiro.
Nos banhamos e saímos para tomar um café-da-manhã na rua, passeamos num sábado ensolarado, que no fim de tarde acabou por nos levar a um festival de churrasco e cerveja artesanal em uma cidade próxima da gente.
Divertidamente quem tocou por ultimo naquele dia foi a banda "Velhas Virgens", ela nunca havia escutado uma musica deles e se divertiu muito desacreditando com as letras das musicas da banda com musicas como "Siririca Baby", "B-U-C-E-T-A", " Esse seu buraquinho" e o clássico "Abre essas pernas". Quando voltávamos para o estacionamento o show já havia mexido com a nossa libido, nós que já havíamos nos esfregado, encochado e provocado durante todo o show, ao chegar no carro no estacionamento ela me empurra fazendo eu me encostar no carro e me beija, abrindo minha calça e depois de olhar para os lados e ver que não havia ninguém próximo a nós ela agacha entre minhas pernas e começa a chupar meu pau, eu apenas dou um gemido e seguro a cabeça dela enquanto eu olho em volta.
Ela me chupou por alguns minutos até que vi algumas pessoas se aproximando e falei para ela levantar e entramos no carro saindo rápido dali, mas dentro do carro o clima era de puro tesão, eu dirigia com a minha mão entre as pernas dela enquanto ela rebolava aproveitando meus dedos ali para se estimular. Eu mudei o rota deixando de e seguir para casa indo sentido uma das rodovias a beira da cidade, naquela hora a rodovia estava quase vazia, com apenas alguns carros em alta velocidade e caminhões, Eu parei o carro ali no acostamento e falei pra ela
- Você me chupou muito gostoso, agora é minha vez de te chupar
E sai do carro, ela tira a calça que estava usando e abre a porta do passageiro que dava para o lado onde havia apenas um grande descampado, eu me ajoelho no chão e meto a boca na buceta dela, lambendo e beijando os lábios e lentamente colocando a língua aos poucos dentro da buceta dela, que ia aumentando os gemidos e começando a rebolar na minha boca, eu teria chupado a buceta dela a noite toda, mas não podíamos nos arriscar ali por muito tempo, então logo eu me levantei e abaixei as calças até o joelho e por cima dela encaixei fazendo ela abafar os gemidos com os meus beijos, logo ela tirou a camisa e o sutiã e me empurrou carinhosamente e saiu de dentro do carro, do lado de fora com os seios livres ela se apoiou no carro, empinou a bunda e falou
-Agora sim, me come aqui, na beira do rodovia!
Como não se nega um pedido de uma dama, ainda mais uma dama safada daqueles eu segurei abrindo a sua bunda e deslizei meu pau para dentro dela.
Eu comia ela num ritmo gostoso, moderado, mas não lento, ela se contorcia e ergueu uma perna até ela ficar com essa perna apoiada sobre o capo, e eu segurei a vontade de gozar até ela mandar
- Goza logo dentro de mim
- Não vai gozar?
-Acho que nem tenho mais o que gozar - Ela disse e riu entre os gemidos
Caminhões passaram por nós buzinando, não sei se vendo alguma coisa ou como advertência de estar com o carro parado no acostamento. Mas, obedecendo a ordem dela deixei meu pau jorrar esperma dentro dela uma vez mais, a cabeça do meu pau já estava ardendo e ela toda safada disse que meu carro iria cheirar sexo, pois abaixou rapidamente a perna e entrou no carro, eu rapidamente dei a volta, entrei no carro e saímos dali, ela com cara de safada mexeu no banco do carro e se abaixou no chão do lado do passageiro e começou a lamber o banco, eu acendi a luz e entendi o que a safada tinha dito, ela deixou minha porra escorrer de dentro dela no banco e estava ali lambendo e logo depois me beijou enquanto eu dirigia, para fazer um retorno e irmos para casa.
- Meu pau ta doendo, já! - Ela deu risada
- Que bom, porquê acho que eu também não aguento
- Aguenta que eu seiCaímos na risada e ela maliciosa fala
- Só se agora for só no cu... a buceta ta ardendo...
- Amanhã a gente resolve isso
- Se você aguentar você vai adorar né? safado! adora meu cu!
- Eu adoro você por completo!
- Que lindo... safado!
Demos risada e seguimos para a minha casa, onde chegamos e deitamos, pegando no sono rápido com os dois pelados.
No dia seguinte acordei cedo devido a claridade do quarto e me levantei, preparei um café da manhã mas não levei na cama para ela, me sentei no sofá e fiquei lendo um livro pelado até ela acordar
- Você ta lendo pelado?
- SIm... você enxerga melhor com roupa? - Recebi um dedo do meio em resposta e logo após um beijo.
Quando ela voltou do banheiro deu uma risadinha com misto de safadeza e dorzinha
- É acho que hoje vou pedir folga...
- Tá doendo?
- Ardendo um pouquinho, nada de insuportável...
- Então ainda aguenta levar mais
- Cala a boca idiota! - e me bateu no braço com ambos rindo, nos vestimos e tomamos café.
Passamos o dia em paz, sem saídas, sem sexo, apenas vendo filme e comendo bobagens.
De noite ela disse
- Tenho que ir embora... Por que você não pega sua roupa de amanhã e dorme em casa hoje?
- Pode ser... mas amanhã te deixo em casa e venho pra minha!
- Que bom, você é muito chato!
- Só te aguento por causa dessa bunda gostosa!
- Cala a boca, você nem aguenta mais nada.... - Caímos na risada e respondi
- Você também não...
- Não mesmo... foi muito bom
E assim fomos para a casa dela, onde ela fez uma comida rápida para jantarmos.
Quando o sono veio nos deitamos e abracei ela. Mas aquela bunda maravilhosa encaixada no meu pau me tirou o sono, ou melhor acordou meu pau que estava com uma leve ardência, mas não passou despercebido por ela, que começou a fazer pequenos e quase imperceptíveis movimentos com o quadril, mexendo a bunda no meu pau. os movimentos se intensificavam aos poucos, tanto os dela, quanto os meus que comecei a fazer um vai e vem esfregando o pau naquele rabo perfeito. Logo tive que falar
- Adriele, se você não tá aguentando para, porquê se meu pau subir mesmo ardendo eu vou te comer... - Ela olha pra trás e me diz
- Me põe pra dormir! Mas põe no meu cu! na frente não aguento...
Aquela puta safada sabia apertar meu gatilho e assim eu deslizei para debaixo da coberta, lambendo aquele cu, enfiando a cara no meio daquela bunda, me fartando de tudo aquilo que um homem podia desejar. Ela com a bunda toda jogada para trás segurada ela aberta e dizia
- Caralho, não te resisto... Você é muito gostoso
- Gotosa é você! Amo te chupar!
- Você me ama!
- Amo também...
E assim eu devorava aquela bunda, ficando com o seu cheiro no meu rosto, até que me levantei e encostei a cabeça do pau naquele cu lambuzado de saliva. Quando comecei a empurrar senti a cabeça do pau arder e dei uma pequena gemida, mas ela me ajudou jogando a bunda contra meu corpo e me devorando com aquele cu já tão habituado a me receber.
- Ai... isso, me fode! que delicia
- Adriele, to viciado em você
- É reciproco!
- Meu pau ta até ardendo
- Que se foda, só vai tirar depois que gozar em mim
- Safada
- Você me acostumou... que se for dormir com você tem que ser fodida, na frente ou atrás....
- Vagabunda, então leva rola
E assim meti o pau com força enquanto sentia o ardor chegando até as bolas e acelerando o gozo, gemi alto e gozei dentro do cu dela, o gemido foi quase um grito, mas enfim estava relaxando dentro dela com o pau amolecendo e caindo na cama, enquanto ela vinha me abraçar e beijar até cairmos no sono.
No dia seguinte fomos trabalhar e na recepção da empresa esperando dar a hora de entrada houve uma cena inusitada.
Sem aviso nenhum,o Carlos, que era o amigo que era gente boa, se ajoelha no chão e tira uma caixinha com um par de alianças e diz
- Adriele, você quer namorar comigo?
Eu fingi indiferença, dando uma olhada para a cena, rindo e voltando para o meu celular. Porém o silencio que reinava era acompanhado por olhares na minha direção, inclusive o da Adriele, que começou a gaguejar para dizer um abafado "Não sei..." me levantei e fiz sinal para todos deixarem eles a sós e não sei a conversa em detalhes, mas todos me olhavam e eu na maior naturalidade do mundo agia como se não fosse nada o que estava acontecendo e iniciamos nossos trabalhos.
Pouco depois a porta da sala se abre e a Adriele pede licença e me chama com um gesto para fora da sala, lá fora ela me pega pela mão e me puxa para o banheiro feminino e lá dentro afoita ela diz
- Você viu aquilo?
- Sim, vi!
- E agora?
- Agora o quê? - Ela me olhou com incredulidade e soltou
- O que eu faço?
- O Carlos é um cara fenomenal...
- Cala a boca! eu amo você! - Houve um silêncio entre nós - Me diz, o que eu faço?
- Adriele...
- Digo não? - Mais um silencio - Por nós?
- Não! - Respondi meio a contra gosto mais ainda assim abrupto
- Você me ama...
- Sim, mas a gente junto seria um erro... - Mais um silêncio - Eu te amo, mas não posso te fazer feliz... Com o Carlos você terá uma vida inteira de felicidades... ele é bom, honesto, trabalhador, de uma índole irreparável...
- Mas você também
- Não, eu não tenho escrúpulos... não me pinte de bonzinho, eu não estou disposto a mudar o que tenho de errado, eu acordo e durmo com meus demônios sem ter medo deles, abraçando-os e vivendo em harmonia... - Os olhos dela começaram a marear e eu disse - Não quero te fazer chorar, nunca, e olha o que estou fazendo? Não sou o homem certo pra você...
- Então você está falando que chegamos ao fim para eu correr atras do meu futuro?
- Sim!
- E o seu é uma sombra que nem você sabe como será?
- Sim!
- Te odeio... - dessa vez ela falou baixo, e eu coloquei a mão no rosto dela me segurando para não chorar sequei as lágrimas dela, e sorrindo eu disse
- Você já sofreu demais, eu te libertei do sofrimento... agora é hora de você ser feliz! - E dei um beijo nela e saí do banheiro, indo para o banheiro masculino lamber minhas feridas a sós e em silêncio.
Naquele dia de noite levei as coisas da Adriele que estavam em casa e peguei o que era meu e estava na casa dela, nem ao menos entrei na casa dela, mas ao nos despedir durante um abraço ela disse "Vou te amar para sempre".
No dia seguinte ela foi trabalhar de carro com o Carlos e chegou usando a aliança de namoro. Pouco tempo depois ela saiu da empresa e por vezes o Carlos mandava um abraço dela para mim, e depois disso nos vimos apenas uma vez ao acaso, mas nossa história estava acabada.
Como eu disse, esse era um romance erótico, sem final feliz, apenas a realidade que pode acontecer com qualquer um, desculpem se essa parte final ficou muito longa, mas já estava na hora de encerrar esse relato real.
PS: Em uma noite andando sozinho uma moto encosta na guia da calçada poucos passos a minha frente, e eu me afasto e quando o piloto tira o capacete os cabelos esvoaçam e vejo a Adriele.
- Ta devendo? -Diz ela com um sorriso apenas zombeteiro naqueles lábios carnudos cor de rosa
- Quem sabe, né? tem sempre uma mancha no passado...
Rimos e conversamos brevemente, ela pergunta o por quê de eu estar a pé e longe de casa e eu digo que o carro estava no conserto, ela me olha por um tempo e diz
- Te ofereceria carona pra te levar em casa... mas não acho certo colocar ninguém na minha garupa... - Ela disse com um certo pesar e logo completou em tom cômico - Sou muito bunduda! - E demos risada, ainda sorrindo eu digo
- Não aceitaria...
- Que bom... e que pena... você ter que andar tudo isso no escuro...
- Na noite eu estou em casa
- É, eu sei... Bom então eu vou indo...
- Adriele! - Ela parou de por o capacete
- To muito orgulhoso de você
- Por que?
- Pela atitude que você acabou de ter em respeito ao Carlos
- Vou respeitar e amar ele a minha vida toda - Ela respirou antes de terminar a frase - E vou amar você também, mas isso vai ser em segredo
- Vou guardar seu segredo, Adeus!
E assim ela saiu com a moto e nunca mais nossos caminhos se cruzaram, Não fui ao casamento deles, mesmo tendo recebido convite.
Minha vida mudou, saí da cidade e nunca mais tive noticias.