[…]
"Ela foi tão boa quanto eu?" Ela perguntou.
Ele não respondeu. A mãe esticou a mão e puxou a toalha. Lentamente deslizei meus lábios de volta pela cabeça dele. Ele grunhiu e tremeu. Não disse nada. Só ficou olhando e deitado com a boca aberta. Atordoado, enojado ou um pouco dos dois. Do meu ponto de vista, não sou a maior fã de porra. Costumava cuspir com meu marido. Não tive opção aqui. O tamanho da cabeça dele significava que tirar rápido não era uma opção. Engoli e desci o mais rápido que pude.
Tínhamos discutido possíveis resultados. Se ele parecesse de boa com aquilo, então eu ficaria e veria no que daria. Não parecia ser o caso. Deslizei de volta pra fora da cama, nua à vista dele. Virei e fiquei em pé por alguns segundos. Será que ele tava conferindo minha bunda? Saí devagar, fechando a porta ao sair. Eles teriam muito o que conversar. Eu muito a considerar.
De volta na minha cama, uma sensação estranha, não culpa, incerteza e preocupação. Devia ter sido isso que o pai sentiu quando agarrou meus peitos. Eu era cúmplice do plano da mãe. Tínhamos ido longe demais, cruzado uma linha? Presumia que sim. Nenhum som vindo do quarto deles. Presumivelmente não era um bom sinal. Conversando baixinho? Raiva silenciosa? Impossível saber. Definitivamente tinha feito algo errado, mas não inteiramente por vontade própria. Dormi. Pelo menos de vez em quando, por quanto tempo, não saberia dizer. Em algum momento, a porta abriu, através de olhos semicerrados, a mãe silhueta na entrada. A porta fechou e ela entrou ao meu lado. Enfiou o braço por baixo do meu pescoço e me puxou pra perto. Isso era quase tão estranho quanto o que tinha feito mais cedo. Nós duas peladas, corpos se tocando.
"Tá tudo bem?" Ela perguntou.
"Mais ou menos."
"Não se preocupa. Você mandou bem. O pau dele é incrível, não é?"
"Essa é uma forma de descrever. Minha mandíbula tá doendo."
Ela me abraçou forte, beijou minha bochecha e voltou pro quarto dela. Dormi de novo.
Domingos de manhã são sempre tranquilos. Sem pressa pra fazer nada ou ir a lugar nenhum. A mãe faria o café da manhã e a gente ficaria sentada tomando chá ou café. Hoje, ovos mexidos na torrada, seguido de café. Era como se os eventos da noite anterior nunca tivessem acontecido. Decisão tomada, tomei a iniciativa, virando pro pai:
"Só posso pedir desculpas pelo que aconteceu ontem à noite."
"Não foi culpa sua. Sei que foi ideia da Pam. Um golpe bem executado. Eu nunca teria sabido."
A mãe, nada arrependida, sorriu.
"Desembucha, Pam. Qual é o objetivo final aqui?"
"Isso depende da Penha. Deixar as coisas como eram ou como estão."
"Não é só eu. Nós três estamos nisso até o pescoço. Na nossa idade, devíamos saber das coisas."
"Você já sabe minha opinião." A mãe disse.
O pai e eu queríamos tempo pra pensar. Levamos uma segunda xícara de café pro jardim e ficamos conversando. Sempre tive um ótimo relacionamento conversando com a mãe. Ultimamente, isso tinha se tornado mais explícito. Sempre me dei bem com o pai. Ele sempre olhou por mim e me ajudou quando precisei. Nunca conversei sobre nada pessoal com ele. Isso teria que mudar.
"Não sei bem por onde começar. Você provavelmente sabe, não fiquei com ninguém desde o divórcio. Isso tem sido frustrante. O que com você me tocando e o que eu vi com você e a mãe, me levou a fazer algo que não devia. Não posso dizer que nada disso foi empolgante, porque foi."
A mãe, como planejado, tinha ficado do lado de fora da porta. Ela entrou sorrateiramente, se inclinou e beijou ele. Eu adoraria ter visto a expressão no rosto dele.
"Ela foi tão boa quanto eu?" Ela perguntou.
Ele não respondeu. A mãe esticou a mão e puxou a toalha. Lentamente deslizei meus lábios de volta pela cabeça dele. Ele grunhiu e tremeu. Não disse nada. Só ficou olhando e deitado com a boca aberta. Atordoado, enojado ou um pouco dos dois. Do meu ponto de vista, não sou a maior fã de porra. Costumava cuspir com meu marido. Não tive opção aqui. O tamanho da cabeça dele significava que tirar rápido não era uma opção. Engoli e desci o mais rápido que pude.
Tínhamos discutido possíveis resultados. Se ele parecesse de boa com aquilo, então eu ficaria e veria no que daria. Não parecia ser o caso. Deslizei de volta pra fora da cama, nua à vista dele. Virei e fiquei em pé por alguns segundos. Será que ele tava conferindo minha bunda? Saí devagar, fechando a porta ao sair. Eles teriam muito o que conversar. Eu muito a considerar.
De volta na minha cama, uma sensação estranha, não culpa, incerteza e preocupação. Devia ter sido isso que o pai sentiu quando agarrou meus peitos. Eu era cúmplice do plano da mãe. Tínhamos ido longe demais, cruzado uma linha? Presumia que sim. Nenhum som vindo do quarto deles. Presumivelmente não era um bom sinal. Conversando baixinho? Raiva silenciosa? Impossível saber. Definitivamente tinha feito algo errado, mas não inteiramente por vontade própria. Dormi. Pelo menos de vez em quando, por quanto tempo, não saberia dizer. Em algum momento, a porta abriu, através de olhos semicerrados, a mãe silhueta na entrada. A porta fechou e ela entrou ao meu lado. Enfiou o braço por baixo do meu pescoço e me puxou pra perto. Isso era quase tão estranho quanto o que tinha feito mais cedo. Nós duas peladas, corpos se tocando.
"Tá tudo bem?" Ela perguntou.
"Mais ou menos."
"Não se preocupa. Você mandou bem. O pau dele é incrível, não é?"
"Essa é uma forma de descrever. Minha mandíbula tá doendo."
Ela me abraçou forte, beijou minha bochecha e voltou pro quarto dela. Dormi de novo.
Domingos de manhã são sempre tranquilos. Sem pressa pra fazer nada ou ir a lugar nenhum. A mãe faria o café da manhã e a gente ficaria sentada tomando chá ou café. Hoje, ovos mexidos na torrada, seguido de café. Era como se os eventos da noite anterior nunca tivessem acontecido. Decisão tomada, tomei a iniciativa, virando pro pai:
"Só posso pedir desculpas pelo que aconteceu ontem à noite."
"Não foi culpa sua. Sei que foi ideia da Pam. Um golpe bem executado. Eu nunca teria sabido."
A mãe, nada arrependida, sorriu.
"Desembucha, Pam. Qual é o objetivo final aqui?"
"Isso depende da Penha. Deixar as coisas como eram ou como estão."
"Não é só eu. Nós três estamos nisso até o pescoço. Na nossa idade, devíamos saber das coisas."
"Você já sabe minha opinião." A mãe disse.
O pai e eu queríamos tempo pra pensar. Levamos uma segunda xícara de café pro jardim e ficamos conversando. Sempre tive um ótimo relacionamento conversando com a mãe. Ultimamente, isso tinha se tornado mais explícito. Sempre me dei bem com o pai. Ele sempre olhou por mim e me ajudou quando precisei. Nunca conversei sobre nada pessoal com ele. Isso teria que mudar.
"Não sei bem por onde começar. Você provavelmente sabe, não fiquei com ninguém desde o divórcio. Isso tem sido frustrante. O que com você me tocando e o que eu vi com você e a mãe, me levou a fazer algo que não devia. Não posso dizer que nada disso foi empolgante, porque foi."
"A Pam parece achar isso divertido e tá se divertindo com isso, mas ela sabia o que tava rolando desde o começo. Eu cometi um erro de julgamento no início e só descobri sobre você assistindo e o boquete depois do fato. O jeito que você entrou e como você parecia, era igualzinho a Pam, depois que ela lava o cabelo. Ainda pareceu errado, sabendo que tinha gozado na sua boca."
"Conversei isso com a mãe. Sabia que você ia. Não é como se isso não tivesse acontecido antes comigo. Você provavelmente não queria saber disso. Não imagino que muitos pais queiram pensar nas filhas fazendo sexo. Tô de boa com isso."
Isso era o que já tinha acontecido resolvido. Precisávamos decidir o que o futuro guardava pra nós dois. A mãe parecia mais do que feliz em continuar, mas onde isso levaria? Ela tava feliz em estar na cama comigo. Será que ela queria que aquilo fosse mais longe? Não tinha certeza de como me sentiria sobre isso. Nunca fui contra experimentar coisas novas. Ficar com uma mulher não era algo que tinha passado pelo meu radar. Fui trazida de volta ao presente.
"O que você quer fazer? A Pam sempre foi quem ditou as regras, nesse aspecto. Eu, não, nós temos a chance de decidir por nós mesmos."
"Não posso dizer que não tô curiosa pra ver o que acontece se a gente continuar. Tenho uma ressalva."
"Posso adivinhar. A Pam foi igual quando a gente se conheceu. Acho que foi assim que ela começou a controlar as coisas, indo no ritmo dela. Você decide até onde quer levar as coisas."
Dei risada. Será que ele quis dizer isso do jeito que saiu? Não tinha certeza se conseguiria aguentar o tamanho dele. Sem declarar nada explicitamente, tínhamos feito uma decisão tentativa. Se era a certa, quem sabe. Pra quase todo mundo, certamente seria a errada. A mãe parecia encantada com o resultado. O pai e eu estávamos bem mais nervosos sobre se isso causaria problemas.
Se desse errado, seria estranho nas poucas semanas antes de eu conseguir me mudar. Naquela noite todos tomamos banho e nos secamos. Sem necessidade de privacidade, baseado em eventos anteriores. Mesmo quando o pau do pai estava mole, era massivo pendurado entre as pernas dele. Pensando bem, isso explicava por que ele nunca usava calças apertadas. Pareceu meio estranho, nós três de pé pelados no quarto deles. Como você até começa algo assim? A mãe tinha decidido isso. Fui orientada a deitar na cama.
Minhas zonas erógenas e gostos eram os mesmos que os dela? Éramos tão parecidas de tantas formas, pelo menos fisicamente, parecia provável. As mãos dela acariciaram meu rosto, pescoço e peito. Na outra ponta da cama, o pai parecia estar determinado a usar a boca, como eu tinha feito pra satisfazê-lo. Ele estava chupando meus dedões, um de cada vez. Uma sensação estranha e nada desagradável. Ninguém nunca tinha feito isso comigo antes. Os lábios dele trabalharam muito devagar subindo pelas minhas pernas. Simultaneamente, a mãe tinha descido pros meus peitos. Não grandes, mas eu gostava deles. Mesmo na minha idade, pouca ou nenhuma flacidez e meus mamilos ficam ótimos, se é que posso dizer. Será que ela já tinha feito isso com mais alguém, ou tava fazendo o que achava excitante? Ter duas pessoas tentando me satisfazer era uma sensação incrível. Isso se você ignorar o fato de que são meus pais.
Minhas coxas internas estavam sendo acariciadas. Não, roçadas com lábios. Por instinto, levantei os joelhos e deixei caírem pros lados. Ele devia ter agora uma vista das minhas partes mais íntimas. Qual era a intenção dele? Se fosse como eu suspeitava, seria capaz de aguentar? As mãos dele deslizaram por baixo das minhas nádegas. Será que ia sondar minha bunda, como tinha feito com a da mãe? Ele tava evitando por enquanto. A língua dele tava no meu períneo. Sempre gostei de pressão aqui. A mão da mãe tava descendo pela minha barriga, enquanto ela continuava a lamber e chupar meus mamilos. A língua na minha boceta tava subindo entre os lábios, ocasionalmente mergulhando dentro. Sem nenhuma pressa pra me levar ao clímax. Menos pressa ainda do que qualquer um que tinha me chupado antes. A mão da mãe tinha chegado ao que sobrava dos meus pelos pubianos. Nenhuma tentativa de tocar meu clitóris. Só massageando a leve elevação do meu púbis. Eu podia dizer que, quando chegasse, esse orgasmo ia ser dos grandes. Segundos depois, uma língua roçou em cima e sobre meu clitóris, só uma vez:
"Caraaaalho!"
Esfregui minha virilha contra o rosto do pai. Os lábios da mãe encontraram os meus. Podia sentir meu rosto corado de sangue. Tinha tentado baixar minhas pernas, com o pai entre elas, não conseguia. As mãos dele ainda segurando minha bunda, os braços restringiam meu movimento. Ainda tava tentando lidar com as sensações que acabara de ter, quando minha visão mudou do teto pra bunda da mãe. Será que ela tava esperando que eu satisfizesse a boceta dela? Ela estava molhada. Excitada por me ver gozar? Não conseguia ver nada além das nádegas dela. Minhas pernas estavam sendo puxadas. Será que ela as tinha? Parecia que sim, levantadas bem alto. Estava esperando o assalto do pau enorme do pai. Não veio. Os lábios e língua dele continuaram a massagear meu clitóris. Não estava me concentrando na mãe. Será que ela se importaria? Tinha minha língua dentro da boceta dela. Tentei empurrar pra cima. Sentindo o que eu tava tentando fazer, ela se inclinou pra frente pra trazer o clitóris dela pra minha língua. Ela tava fazendo o trabalho aqui.
As sensações que estava tendo eram intensas. O oral que estava recebendo do meu pai era surreal. A mãe deve amar receber isso regularmente. Só uma vez já foi fantástico. Outro orgasmo estava crescendo, antes de bater, o roçar do clitóris da mãe contra minha língua trouxe o dela.
"Aaaah. Penha, issoooo."
Os líquidos dela estavam cobrindo minha língua e ela continuava roçando. Estava perdida. O pai chupou meu clitóris entre os lábios, grunhi dentro da boceta encharcada da minha mãe. Queria mover minhas pernas, ainda estavam presas firme. De repente, um jorro de fluido:
"AHHHHH, PORRAAAA. O quê?" Da mãe, enquanto gozava de novo.
Ela se moveu pra frente instantaneamente, pra aliviar a pressão no clitóris. Minha língua ainda pra fora, correu ao longo dos lábios da boceta dela e do ânus dela com seu movimento rápido. Ela soltou minhas pernas. O alívio dessa leve liberação durou pouco. Senti elas contra os braços do pai. Lá vem. Eu estava certa. Senti algo contra minha boceta. No meu estado atual, devia estar tão molhada quanto já estive. Tinha provado o pré-gozo copioso dele. Esperava que fosse o suficiente. O controle dele era incrível. Devagar e gentil. Imagino que com aquele tamanho ele se acostumou. Mesmo assim:
"Ai merda, ai merda, ai merda. Aaaai."
Enquanto a grossura total dele me esticava amplamente. Dedos no meu monte púbico. Da mãe? Achei que sim. Puxando pra cima e pra fora na pele em volta do meu clitóris. Fração por fração, retirando e empurrando, uma fisgada. Por segurar e chupar ele, sabia que a parte mais gorda do pau dele era em torno da metade. Acho que eu tava lá. Minhas respirações eram curtas e rápidas. Com o movimento da mãe, minha única vista eram as nádegas dela e subindo pelas costas. Estendi uma mão pro abdômen dele, fundo o suficiente. Pegando minha orientação, ele começou a me foder, devagar e deliberadamente. A sensação de um pau tão grande e quente dentro de mim era difícil de descrever. A velocidade dele aumentou, mas ele teve cuidado pra não ir fundo demais. Certamente não tinha experimentado nada assim. Então:
"AAAAAAHHH!"
Provavelmente o orgasmo mais insanamente intenso de toda minha vida. Sacudi e tremi. Nenhum contato direto com meu clitóris, só o capuz do clitóris puxado pra trás. Será que ele tava mais fundo? Com minha agitação, ele tinha menos controle. O aperto dos meus músculos demais pra ele segurar. Ele soltou bem alto:
"AAARRR!"
Com a intensidade que eu tinha visto eles fodendo, não era à toa que a mãe gozava sem ter o clitóris esfregado. Aquela foi a primeira vez pra mim. Tinha que ser a última, pelo menos por enquanto. Não acho que conseguiria aguentar mais. A mãe saiu de cima de mim, me permitindo mais movimento. Agora conseguia ver meu corpo. O pai ajoelhado entre minhas pernas com uma careta no rosto. Ele começou a tirar o pau pra fora. Imaginei que estava começando a amolecer. Ainda parecia enorme. Estava livre.
"Ai."
Coloquei a mão lá embaixo. Meu Deus. Minha boceta parecia uma caverna. Senti o gozo dele escorrendo nos meus dedos. Fiquei deitada inerte. A mãe se aconchegou ao meu lado. Sem vozes, só o som das nossas respirações. Vários minutos se passaram e o pai deitou do outro lado de mim. Estendi uma mão e passei pela cabeça agora mole dele.
"Porra!"
Ainda sensível. Mesmo assim, ele beijou minha testa. Dormi. Será que eles também dormiram? Imagino que sim. Acordei, o que devem ter sido horas depois. Estava totalmente escuro. Ainda estava entre eles. Estava começando a sentir frio. Deslizei pra baixo da cama. Olhando pra trás, eles pareciam pacíficos. Voltei pro meu quarto e deslizei pra baixo do edredom. Como você aceita o que tinha acontecido? Fisicamente foi inacreditável. No entanto, ainda eram meus pais. Estava cansada demais pra contemplar. Mais sono. Adormeci.
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