Relacionamentos longos, se não forem bem administrados, podem se tornar monótonos, rotineiros demais. Porém, caso contrário, te fazem conhecer um outro alguém de maneira íntima ao extremo. Se entender num olhar, saber os atalhos do corpo, os gostos.
Cheguei nesse ponto, de certa maneira, com a Maria. Ela era um furacão de mulher, tudo que um homem quer. Bonita, inteligente, gostosa pra caralho e safada na cama (e as vezes fora dela também).
Moro numa região com vários municípios pequenos, que criam a situação estranha de, num feriado, um para e os outros não. No aniversário da cidade onde trabalho, minha cidade estava normal. Eu, de folga, queria curtir o dia com minha mulher.
Logo pela manhã, percebi que o dia ia ser daqueles. Ao acordar, ela veio pra perto de mim, roçou um pouco a bunda, mas parou assim que sentiu minha ereção. Como disse antes, com o tempo se conhece quem está ao seu lado. E eu tinha certeza que, aquela noite, ela tinha sonhado alguma putaria e acordou a fim de trepar.
Apesar da leve frustração de não amanhecer com uma transa gostosa, fiquei tranquilo, segui o dia sabendo que, logo menos, ia ter ela pra mim.
Já no fim da manhã, ela me perguntou se eu não gostaria de almoçar fora, num restaurante novo e, depois, levar ela até o shopping para comprar roupas novas. Eu, que amo a companhia dela, disse que seria uma ótima ideia. E fomos nos arrumar para sair.
Eu fui banhar primeiro, ela entrou quando estava quase terminando. Entrou no chuveiro me beijando apaixonadamente, passou a mão na minha pica, que já estava dura, mas quando eu a agarrei, disse que daria o que quero só depois, caso eu me comportasse.
Antes de me vestir, cheguei a me punhetar um pouco, mas logo parei e fiquei a aguardando para sairmos.
Almoçamos, depois fomos em direção ao shopping. No trajeto entre casa-restaurante e, depois, entre o restaurante e o shopping, ela ia esfregando, sentindo minha ereção sob as roupas. Não parava de conversar um segundo, mas me provocava e seduzia sem parar.
Nossa primeira parada foi numa loja conhecida dela. As vendedoras se aproximaram de uma vez (acho que fomos os primeiros a aparecer aquele turno), mas ela disse que já teria minha ajuda, e que direcionaria a comissão para a primeira que se prontificou. Separei algumas peças, ela outras, quando chegamos ao provador, ela abriu, colocou tudo dentro e ficou me encarando.
- Vem me ajudar, gatinho?
- Se eu ver sem, não vou querer ver com.
Ela deu uma risadinha, enquanto eu conferia se não tinha ninguém por perto, depois de atestar a ausência de movimento e ver as vendedoras todas num canto fofocando, eu entrei. Ela tirou a roupa e começou as provas. Foram 5 vestidos no total. Ao final, me perguntou qual o melhor. Eu sugeri um vestido longo, com botões na parte da frente toda, leve. Ele era lindo, marcava suas curvas, deixava seu corpo ainda mais perfeito. Maria o vestiu novamente e depois abriu os botões de cima, até exibir os peitos.
- Não se segura tá? Vou engolir tudinho, prometo!
Maria se ajoelhou e, num movimento rápido, abriu o zíper e colocou meu pau pra fora. Começou a me mamar sem cerimônia alguma. Eu, preocupado que percebessem ela ajoelhada na cabine, logo me esqueci de tudo. Sentia sua garganta contrair sobre a cabeca do meu pau, enquanto ela enfiava inteiro na boca, em seguida tirava e chupava a glande. Uma das mãos ela apoiava na minha perna, a outra massageava minhas bolas, que estavam melada da saliva que escorria. Estava me controlando para não gemer alto, segurava firme seu cabelo, mas Maria controlava todos os movimentos livremente.
- Gatinha, vou gozar.
Ela posicionou bem a cabeça a entrada da boca, e soltou as bolas para me punhetar. Gozei muito na boquinha dela, que não desperdiçou uma gota sequer.
Enquanto me recuperava, ela tirou o vestido e deixou separado. Sem entender nada, entreguei a roupa que estava usando ao chegar.
- Não, gatinho, quero usar esse agora. Paga ele pra mim?
Eu sorri e peguei ao vestido. Como negar algo depois de uma mamada deliciosa? Ainda mais se pedido por aquela safada linda. Fui ao caixa e expliquei à moça, que liberou o alarme e recebeu o pagamento.
Levei o vestido de volta, junto com uma sacola para as roupas que estava antes. Ela apenas pegou e não me deixou entrar, mas nem pensei muito nisso, estava em êxtase ainda.
- Vamos? Queria passar em mais uma loja.
Quando saiu, ela estava ainda mais linda do que na prova. O vestido era perfeito, valorizava muito o corpo de Maria, que andava, as vezes, na minha frente, exibindo o razão maravilhoso para mim
Na loja seguinte, ela também dispensou as vendedoras, que pareciam ainda mais desesperadas pelo dia parado. Me disse que agora queria uma saia curtinha, para usar quando a gente saisse para namorar, ou a noite.
Escolhi uma peça específica, me chamou atenção de imediato e imaginei que ficaria perfeita nela, apesar de ser bem curta. Enquanto Maria pegou mais peças que na loja anterior, inclusive coisas que ela nem precisava. Eu não entendi nada, mas as vezes era coisa de mulher né.
Assim como na anterior, ela pediu ajuda para se trocar, eu avaliei os arredores dos provadores e entrei.
- Vou provar a que você escolheu pra mim primeiro tá?
Foi aí que eu entendi tudo. Ela levantou o vestido até mostrar a calcinha. Aliás, a ausência de calcinha. A cachorra tinha tirado na loja anterior, quando pediu o vestido novo. Meu pau, que até ali estava relaxado por conta da mamada de uns minutos antes, se ligou na hora.
Eu a empurrei na parede, fazendo-a se apoiar e soltar o vestido. Agarrado em sua cintura, a beijei e encostei meu pau no seu corpo, que reagiu mexendo de leve durante um tempo.
- Já entendi o que minha namoradinha quer.
Nesse momento eu a virei de costas e levantei novamente seu vestido. Posicionei meu pau atrás da buceta, que estava ensopada, e meti de uma vez só. Ela deu um gemidinho, então eu tirei o pau completamente.
- O que houve? - Ela olhou para trás com certo desespero.
Me abaixei, peguei a calcinha que ela estava antes, esfreguei um pouco na cabeca do pau, então enrolei e enfiei na boca dela.
- Minha putinha é barulhenta, não pode gemer alto aqui.
Voltei a enfiar meu pau de uma vez. Maria fazia força contra meu corpo, que controlava os movimentos para não fazer tanto barulho. Metia uma parte devagar, depois terminava de enfiar quando ele estava no final. Ela ainda fazia barulhos, mas estavam mais abafados pela calcinha na boca.
- Gosta de adrenalina, cadela? Acordou planejando isso não foi?
Ela acenava que sim, me olhava por cima dos ombros, com um olhar delicioso de tesão e desespero.
- Vou encher sua bucetinha de porra, tá?
Ela acenou mais uma vez e um pouco depois, eu gozei. Firmei meu pau até o fundo, segurei ela pela bunda e despejei meu semem. Parecia impossível, mas Maria me dava uma gozada melhor a cada rodada de sexo entre nós. Depois de retirar minha rola dela, ela abaixou a mão, deixou escorrer um pouco da porra e trouxe até a boca. Enquanto chupava os dedos sentindo meu gosto, ela me olhava e sorria. Parecia ainda mais faminta, me provocando com aquele rosto de tarada.
- Quero essa agora. - Apontou para a saia que eu escolhi e não disse mais nada.
Peguei a saia e, como antes, fui pagar no caixa. Pedi outra sacola, que retirasse o alarme. Em seguida levei para Maria.
Ela colocou a saia nova e a blusa que vestia na hora que saiu de casa. A barriguinha estava à mostra e, na parte de baixo, a saia deixava polpa da bunda quase aparecendo.
No caminho até o estacionamento, pedi um milk-shake que ela havia pedido assim que chegamos. No carro, ela me olhava e falava menos que na ida. Parecia feliz, mas eu sentia que estava faltando algo.
Dessa vez, eu ia esfregando sua bucetinha, completamente exposta já que aquele dia ela parecia com certa aversão a calcinha. Ela gemia levinho, chupava o canudo do milk-shake quase como se fosse meu pau.
- E se eu chupasse seu pau com a boca geladinha? - Ela disse isso entre gemidos baixinhos.
Eu parei de tocá-la e usei a mão para abrir meu zíper. Pus meu pau pra fora e me arrumei no banco.
- Aqui, putinha. Chupa meu pau para eu ver como é.
A sensação de fato era exótica. Com o tempo, a boca e o pau pareciam chegar à mesma temperatura, mas no começo, assim que ela encostava era delicioso o geladinho. A mão que antes a acariciava quando sentada, agora procurava a buceta e o cuzinho por cima da bunda, enquanto ela ainda mamava.
Fui andando meio sem rumo, atrás de uma rua sem movimento. Era um dia de semana qualquer onde estávamos. O que era ruim, já que tinha muita gente na rua. Mas bom, porque as ruas residenciais ficavam mais vazias. Assim que achei um lugar mais ou menos quieto, encostei o carro. O vidro era escuro para que ninguém enxergasse de longe. Mas, de perto, talvez não fosse o suficiente de dia. Àquela altura, já não me importava mais com isso, só queria comer meu amor novamente.
Afastei meu banco para trás, inclinei um pouco e a puxei para o meu colo. Ela se encaixou perfeitamente, conhecia bem a dinâmica dos nossos corpos. Começou rebolando no meu pau completamente dentro, depois, a subir e descer. Ela desfrutava daquilo, sem pressa. Beijava minha boca, olhava nos meus olhos e gemia. Eu a segurava pela bunda e pelos quadris.
Ergui sua blusa e comecei a mamar os peitos, ela acelerou a sentada e gemia ainda mais alto.
- Vamos, minha cadelinha, senta gostoso. Mata a vontade de pica que você está.
Comecei a dar tapas na bunda, cada vez mais fortes. Sua respiração pesou, os gemidos tinham intervalos maiores e eram cada vez mais altos.
- Quica gostoso no meu pau. Goza pra mim, putinha.
Maria gritou de prazer nesse momento, gozou no meu pau, impalada nele e apenas roçando o clitóris de leve. Respirava lentamente e me olhava, com o mesmo olhar de alegria de antes.
Eu levantei um pouco sua bunda, de maneira que me permitisse me movimentar um pouco.
- Vou te encher de leite agora, safada.
Ela apenas se apoiou melhor e manteve a bunda empinada. Eu comecei a meter de baixo pra cima. Curtinho, mas com toda a força. Dei poucas estocadas e gozei pela terceira vez aquela tarde. Sentia a buceta dela contrair no meu pau, que pulsava enquanto soltava o final do jato.
- Quero seu cu mais tarde.
Ela olhou com cara de surpresa. Mas estava entregue demais para negar aquilo. Apenas concordou e saiu de cima de mim. Pedi que ela não se mexesse. Ficasse com os peitos pra fora e a saia erguida, mostrando a buceta.
- Quero exibir minha putinha hoje. Você me pertence. É minha boneca de sexo.
Ela mordeu os labios enquanto eu falava, depois me deu um beijo delicioso. Saímos dali e fomos pra casa aproveitar o resto do dia. E acreditem: foi ainda melhor que antes!...