Ninguem nasce corno ou hotwife ... - As loucas fantasias do EX - Narrado por Lucia

Um conto erótico de dona do corno da Lu
Categoria: Heterossexual
Contém 3481 palavras
Data: 21/01/2026 13:28:05

Hoje sou eu que narro, Lucia.. uma mulher liberta ! Dona de si !

Sem pudor,

Eu e o corno, iremos responder todas as mensagens, explicando de como esta vida liberal melhorou nosso relacionamento a mais de 20 anos !

Somos um tipico casal de uma cidade tipica do interior, que tem fome de sexo !

Meu nome é Lúcia, e eu sou arquiteta e hotwife que vive para o prazer sem limites. Aos 53 anos, meu corpo ainda chama a atenção: morena mignon (antigo apelido) , 1,54 m de altura, 62 kg de curvas que enlouquecem qualquer homem — bunda empinada que faz cabeças virarem, peitos siliconados firmes e volumosos que transbordam qualquer decote, cintura fina marcando o corpo como uma ampulheta, coxas grossas que roçam uma na outra a cada passo, criando uma fricção que me lembra do fogo constante dentro de mim tudo isto graças a horas de academia, genética e produtos.

Dizem que pareço a Sheila Carvalho nos tempos de ouro: rosto, tom de pele, pelinhos descoloridos, olhos castanhos que capturam olhares, sorriso malicioso que promete noites de êxtase. Minha sensualidade é natural — com qualquer roupa, mesmo um vestido solto ou short jeans apertado, eu chamo atenção seja de homens ou mulheres, faço suspiros escaparem, desejos se inflamarem.

Fui cobiçada a vida toda na cidade, mas poucos tiveram a chance de me possuir. Eu era uma ninfomaníaca no quarto, me soltando completamente, fazendo de tudo para gozar e fazer o outro perder o controle (depois de um tempo de terapia, percebi minha carência em ser aceita!), mas fora da cama, tinha medo de me expor, de ser rotulada como a “safada fácil”. Acreditava que por ser tão intensa no sexo, os homens iriam casar comigo e nunca me largar! Mas sempre tive o contrario... Foi isso que vi em Luiz: o marido ideal, mesmo sem dote para me satisfazer e gozando rápido demais. Ele me deu segurança, amor estável, uma vida confortável — mas nao se pode ter tudo na vida, ele é lindo por dentro e por fora, mas seus dotes nao modestos (13.5cm duro) Eu amo Luiz como marido: ele me mima, protege, cuida de mim... investe em mim... é quase um devoto meu ... Ja chegamos a conclusão (eu e ele) que ele é meu marido, mas nao meu homem. Assim somos nós ! sou a hotwife livre e ele o corno submisso.

Depois de tanto autoconhecimento. cheguei a conclusão que ser mulher pra mim é ser livre no desejo, abraçar a ninfomania sem culpa — sexo é o ar que respiro, o tesão que me mantém viva. Como esposa, sou dedicada no amor, mas insaciável na cama: fiz muita coisa e ainda quero como qualquer mulher reprimida fazer mais :

- DP me deixando preenchida por dois paus grossos ao mesmo tempo, um na buceta outro no cu, esticando até o limite, gozando em ondas infinitas de prazer doloroso.

- Anal é vício puro — o estiramento inicial, a dor virando êxtase, pau grosso rasgando fundo, bolas batendo na bunda.

- Grupal me leva ao delírio: vários homens me usando, paus em todos os buracos, esperma escorrendo por corpo inteiro, eu no centro chupando um enquanto outro me fode.

- E o gosto de esperma? Adoro — quente, salgado, viscoso, engolindo tudo, sentindo na língua, no rosto, na bunda, lambendo cada gota como prêmio.

Fora disto sou uma mulher qualquer, arquiteta, casada e mãe que cuida dos filhos com amor incondicional, mas mantenho minha vida sexual separada, discreta — o tesão não para, é parte de mim, me faz vibrar.

Bem vou dar minhas percepções sobre Gustavo, ele é o o típico comedor, alfa que domina completamente: mandão, ciumento, possessivo — me trata como propriedade, marca território com mordidas e tapas. Grosso no sexo: xinga sem piedade, bruto como animal. Magro, moreno, peludo — peito com pelos escuros arranhando minha pele, pau de quase 19 cm (medi no namoro, rindo enquanto endurecia na minha mão), grosso, veiudo, saco pesado que bate na bunda a cada estocada. Gosta de brincar com dedos em todos meus buracos — enfiando na buceta, cu, boca ao mesmo tempo, me ensinou muita coisa na cama: surra de pica na cara, tapas leves no rosto pra excitar, mordidas nas costas, sexo forte quase selvagem para deixar marcas mesmo, Sempre muito criativo e cheio de fantasias!. Hoje casado, com filhoes, trabalha com vendas de carros, figurinha da sociedade de Sertãozinho. mas é frustrado porque a esposa perdeu o pique — reclama que ela engordou, sexo virou rotina chata, não quer mais nada além do básico.

Meu marido se encaixa perfeitamente, é o oposto ! Me orgulho de tê-lo tornado submisso devagar, quase um escravo sexual. Provoco o tempo todo: mostro fotos de homens com quem eu gostaria de transar, dizendo “Olha esse, deve ter pau grosso... Amor o do Gustavo é muito lindo, grosso empinado um delicia ”.

Em casa, uso shortinho minúsculo, quando vou sair para ir a centro, tomo banho, e peço para ele passar creme em mim, (seja em qualquer horário, ele tem que parar o que esta fazendo e vir), deito na cama de bruços e/ou fico de 4. É lindo ver os olhos de desejos dele ! Depois ele me coloca sandalhas ou sapatos de salto alto (sempre), e me maquio so de salto alto com ele deste jeito olhando no espelho. Ele diz que assim, só de salto alto a imaginação deve vai a mil!

Bem vmas vamos aos fatos, aqui vai minha versão sobre a primeira transa com Gustavo no ibis.

E daquelas que acho que nunca vou esquecer, pois foi um reencontro !

Até o último momento, eu acreditava que não era verdade, que era so uma fantasia minha e do corno ! e o medo de me expor após anos casada.

Mas quando ele entrou no quarto 405, meu coração disparou, ele veio diretamente ja colocando as mãos na minha pepeka (depois ele me disse que ate ele teve duvidas que era verdade do Luiz).

Senti os dedos grossos enfiando (é muito diferente qdo é um marido, não sei explicar, marido é gentil, ja um macho nao ta nem ai), ele foi socando os dedos, abrindo, conferindo minha excitação, então eu entendi que não tinha volta.

A química explodiu e eu me perdi ! Eu fui direto beijando ele loucamente, tentando segurar a mao dele que ja estava me arregaçando.

Consegui me levantar, fiquei de joelhos e abaixando as calcas dele, tirando aquele pau que eu sempre sonhei...

Este pau esteve em meu sonhos por muito anos...

Já sentindo o cheiro da virilha dele, coloquei a cabeça na boca e comecei a chupar (esta é uma das coisas que faco de melhor segundo os homens que passaram por minha vida, aprendia a gostar e ver uma homem gemendo assim me da poder!)

Com as duas bolas na boca e punhetando ele, ele soltou :

— Sua safada... estava com saudade do meu pau, né? diz pra mim ! se nao eu vou embora !

— Sim, Gustavo... eu preciso de voce ! me fode por favor eu imploro, me rasga com esse pau gostoso — eu me levantei e segurando o pau dele, deitei na cama com asa pernas abertas direcionando ele.

Ele sorriu, e paa judiar esfregava o pau em minha pepeka, sem introduzir ... e quando eu menos esperava ele socou forte, entrou tudo de uma vez, senti as bolas batendo na bunda, doeu, me segurei para nao gritar... mas ele abafou com um delicioso beijo de língua... (Juro que gozei neste momento pensando em meu marido, Me senti no lugar dele, quando o tesao é muito nao tem como segurar ! rsrs)

Mas Gustavo sempre foi criativo com fantasias — ele não queria só foder no quarto. Puxou meu cabelo com força, me levantou da cama e me arrastou para a porta.

— De quatro, safada... vamos fazer como antigamente, vamos correr perigo... quero te comer nas escadas do hotel, anda levanta !

— Quero que voce va gatinhando no corredor ate as escadas ! e fosa-se que as camerdas de video pegar vc ! disse em voz alta e ameaçadora.

Meu coração disparou — as escadas do ibis ficavam logo ali, qualquer hóspede podia aparecer, funcionário passar, câmera flagrar. Ele abriu a porta do quarto só o suficiente, me fez rastejar de quatro pelo carpete até o corredor vazio. O risco de ser vista por alguém, de câmeras, de funcionários... meu corpo inteiro tremia de medo e tesão. Quando chegamos na escada, ele parou, com o pau balançando sem me deixar pegar comas as maos, apenas com a boca... ordenou :

— Chupa, vadia. Aqui mesmo, onde qualquer um pode ver. Mostra que você é minha puta de novo — disse ele, puxando minha cabeça.

Eu abri a boca, sentindo o cheiro forte de homem, e engoli tudo. Ele socava devagar, depois fundo, me fazendo engasgar, baba escorrendo, lágrimas nos olhos. Bolas batendo no meu queixo, os pentelhos arranhando meu rosto!

— Isso, engole meu pau inteiro, puta safada... Vou falar para todo mundo que vc é uma puta safada que transa comigo nas escada a pedido do corno do seu marido ! — sussurrou ele, apertando meu pescoço levemente.

Eu gemia com o pau na boca, excitada com o risco, me dedilhando só de imaginar. Ele judiou de mim, socando mais fundo, me fazendo tossir, baba escorrendo pelo queixo, mas não gozou ainda.

— Ainda não, vadia... quero mais — disse ele, puxando meu cabelo e me levantando em pé.

Ele me encostou na parede fria da escada, pernas abertas, e introduziu o pau grosso na minha buceta de uma vez e começou a foder rápido, tirava tudo e colocava tudo !, me fazendo gritar baixo. O desconforto das escadas — degraus duros, corrimão frio, espaço apertado — tornava tudo mais intenso, mais sujo. Ele metia forte, bolas batendo na minha bunda, mão no meu pescoço, mas logo parou, rindo.

— Não esta bom aqui safada... vamos pro quarto que eu quero te foder direito — disse ele, puxando meu cabelo com força, me arrastando de volta pelo corredor, até o quarto.

Ele fechou a porta, me jogou na cama, rasgou a cinta-liga branca, meteu na buceta sem dó, depois virou eu de quatro:

— De bruços, vadia... vou te foder como puta casada — disse, metendo selvagem, mordendo minhas costas, deixando marcas roxas, mão no pescoço sufocando levemente.

— Quem é teu macho, vadia? Diz!

— Você, Gustavo... meu macho... me fode forte... — eu gemia, gozando de novo.

Ele dava tapas na minha bunda dizendo :

— Tava com saudade, né? Quem é teu dono?

— Você... meu dono... me fode... — eu gritava, gozando mais uma vez.

Ele me virou e me colocou para cavalgar:

— Quica no meu pau, safada... — ordenou.

Eu quicava, sentindo o saco bater, ele chupando meus peitos siliconados, mordendo mamilos. Eu gozei duas vezes, tremendo, eme arrepiando toda ate ele percebendo dizer:

— Goza, vadia... vou comer teu cu oje como eu fazia antigamente.

Não demorou, gozou fundo na buceta, leite quente enchendo.

Me deitei no seu peito, ouvindo seu coração acelerado. Ficamos em silencio acho que por uns 5 minutos !

Que loucura ele disse ! Voce nao existe !

Ele ligou em uma farmácia e pediu para entregar KY no quarto 405

Eu fui pegando o pau dele ainda mole, e tentando pulheta-lo ! fiquei assim... levei minha cabeca ate a virilha dele e de costas para ele comecei a chupar o seu pau mole, sentindo o resto de esperma...

Minha estratégia: fazer ele gozar no oral pra persuadir a não querer anal.

Mas quase que deu tudo errado, comigo deitava ele mandou eu ficar de 4 e começou a brincar com meu anus ! pediu para eu chupar seus dedos e socou sem do o primeiro dedo, depois o segundo.. doia ! Ele tentava lembrar qdo fui a ultima vez que dei o rabo... nao conseguia. Ele me colocou para cavalgar, e chupava meu seios e socava dois dedos em meu rabo ... doia, ardia, e eu amava !

Pedi para ele ficar de pé na cama e de joelhos, chupei o pau inteiro, língua nas veias, saco na boca, bolas pesadas sugadas. Ele colocava tudo na boca, batia pau na cara:

— Chupa, vadia... bate na tua cara de safada... engole tudo, casada que eu como — xingava.

Mas antes de gozar, ele parou, segurou minha cabeça, pau pulsando na minha boca, olhos fixos nos meus.

— Para aí, safada... disse ele, voz rouca. — Primeiro eu quero saber... qual é a desse casamento de fachada? O Luiz é gay? Porque se não é, por que ele te entrega pra mim assim? Me diz, casada safada... por que você pediu pra ele me procurar? (acho que ele tambem tinha um estrategia para nao gozar, ele queria meu rabo)

Eu tirei o pau da boca por um segundo, baba escorrendo pelo queixo, olhando pra ele de baixo pra cima.

— Não, Gustavo... o Luiz não é gay. Ele é hétero, casou com uma mulher safada que gosta de rola !...Ele não me satisfaz. Pau pequeno, goza rápido... não me preenche, não me faz gozar como você (eu aumentando o ego dele) .

Eu batendo com a pica dele no rosto disse : eu o amo com marido — amo o jeito que ele cuida de mim, me mima, me protege, aceita tudo. Mas o sexo... o sexo voce me conhece eu preciso de rola de verdade. Preciso de pau grosso, de homem que me foda. Foi por isso que eu pedi pra ele te procurar. Eu precisava disso... precisava de você.

Gustavo riu baixo, mão ainda no meu cabelo, pau pulsando perto da minha boca.

— Então é isso... você ama o corno, mas precisa de macho. Ele é o provedor, eu sou o fodedor. Perfeito. Agora engole tudo.

Ele socou fundo na minha garganta, gozando forte, jatos quentes enchendo minha boca, mandando engolir:

— Engole tudo, safada... não perde uma gota !NADA SE PERDEU, POSSO GARATIR, AMO O GOSTO DE PORRA !Acho que conversamos sobre mais algumas coisas, relembrando as fodas do passado !

Na sequência eu sentei na poltrona do quarto e coloquei um perna em cada braco, ele entendeu ...

Dedos na pepeka e rola na boca... novamente duro ... e agora comigo escancarada disse :

— Abre tudo, vadia... vou socar forte agora — ordenou.

Socava com força, tapas na cara:

— Voce gostava assim nao é... então agora vou acabar com você ... ?

Me apertando a garganta e sentando o pau !

- Assim que vc gosta safada ! diz !

Sexo muito bruto, eu gritando, gozando em ondas.

Tocou a campainha do quarto. Gustavo ainda não tinha terminado com as fantasias. Ele parou, mandou eu eu ficasse com estava arreganhada na poltrona, entendeu o que estava acontecendo e disse :

— Levanta vai abrir, safada...

eu nua e não sei porque coloquei rapidamente os saltos.

— Mostra pro garoto o que uma casada safada faz — disse ele, voz baixa e excitada.

Meu coração acelerou de novo — risco de ser vista por um estranho, um funcionário do hotel. Abri a porta devagar, só nua, cheias de marcas e de salto alto, peitos expostos, buceta inchada, mordidas no pescoço. O entregador, um rapaz jovem, arregalou os olhos, gaguejou ao entregar uma sacolinha.

— O-obrigado, senhora... — murmurou, olhos fixos nos meus peitos.

Gustavo se levantou da cama, nu, pau balançando, veio até a porta e tomou de mim a sacola. Ecom a outra, agarrou meu cabelo com força, me virou de costas e me pressionou contra a porta, mostrando minha bunda toda marcada de tapas e mordidas. Ele abriu minhas nádegas com os dedos, expondo meu cu ainda dilatado, vermelho, brilhando de lubrificante e gozo.

— Pode olhar, garoto... ela é safada mesmo. Quer ver mais? Acho que você nunca viu uma casada assim, né? O marido dela tá pagando pra eu comer ela, acredita? Dá uma olhada pra esta mulher... olha que delicia que ela é... você não acredita do que ela é capaz! — disse ele, voz alta o suficiente pro entregador ouvir cada palavra, enquanto abria mais minhas nádegas, mostrando tudo.

— Eu sou o macho desta casada, garoto! Fale pra ele ouvir, vadia... quem é teu macho? — gritou Gustavo, dando um tapa forte na minha bunda, fazendo a carne tremer.

Eu, voz tremendo de vergonha e tesão, respondi alto o suficiente:

— Você, Gustavo... você é meu macho...

O entregador ficou paralisado, rosto vermelho, olhos arregalados, quase derrubando a bandeja. Gustavo riu alto, me soltou, fechou a porta na cara do rapaz. Eu fiquei encostada na porta, pernas tremendo, buceta pingando de novo. Gustavo olhou no relogio e me puxou pra cama:

— Boa, vadia... agora deita aqui que eu ainda vou te foder até você implorar.

Ele me deitou na cama, corpo suado, marcado, ofegante. Gustavo ficou de pé ao lado, admirando meu corpo como se fosse uma obra de arte que ele mesmo havia criado. Seus olhos escuros percorriam cada curva — dos peitos siliconados ainda vermelhos das mordidas, passando pela barriga levemente suada, até a buceta inchada, vermelha, vazando gozo dele misturado com o meu, e as coxas grossas marcadas de tapas.

— Olha só pra você... que mulher... — murmurou ele, voz rouca, quase reverente. — Esses peitos... perfeitos, firmes... esses mamilos duros ainda... — passou os dedos devagar em um mamilo, me fazendo estremecer. — Essa cintura fina... essa bunda empinada que eu marquei toda... e essa buceta... inchada, vermelha, cheia do meu leite... você é uma obra-prima, Lúcia. Uma puta perfeita.

Ele se sentou na beira da cama, mão deslizando pela minha coxa grossa, subindo até a virilha, dedos brincando na entrada ainda sensível.

— Agora me diz, safada... qual é a desse casamento de fachada? — perguntou ele, ainda de pau duro ! olhos fixos nos meus, tom curioso mas dominante. — O Luiz é gay? Porque se não é, por que ele te entrega pra mim assim? Me diz, safada... por que você pediu pra ele me procurar?

Eu suspirei, corpo relaxando na cama, voz baixa mas firme:

— Não, Gustavo... o Luiz não é gay. Ele é hétero, pode confiar ... ele é gente boa ! A gente gosta curti esta fantasia dele ser corno eu eu safada ! fica tranquilo !

Gustavo riu baixo, mão ainda no meu cabelo, pau pulsando perto da minha boca.

— Então é isso... você ama o corno, mas precisa de macho. Ele é o provedor, eu sou o fodedor. Perfeito. Agora volte para a poltrona que quero te foder !

Ele socou fundo, rapido... tirava tudo e colocava tudo, as bolas batendo em meu cu, e ele apertando minha garganta me xingando ! Prestes a gozar ele se levantou e me puxando pela cabeca, socando em minha boca, gozou, agora menos, jatos quentes enchendo minha boca, mandando engolir:

— Engole meu esperma, safada... toda gota.

Gustavo se deitou ao meu lado, me puxando pro peito peludo dele, barba arranhando minha testa de leve enquanto respirava fundo, o cheiro de sexo e suor ainda impregnado na pele.

O quarto estava silencioso, só o som da nossa respiração pesada e o ar-condicionado zumbindo baixo. Ele ficou um tempo olhando pro teto, mão deslizando devagar pelas minhas costas marcadas, dedos traçando as marcas roxas que ele mesmo tinha deixado.

De repente, ele virou o rosto pra mim, olhos escuros brilhando com uma mistura de saciedade e algo mais cru, mais animal.

— Sabe, Lúcia... — começou ele, voz baixa, rouca, quase um ronronar. — Eu nunca tive um sexo como o nosso. Nunca. Nem com minha mulher, nem com nenhuma outra. Você é... puta merda, você é uma atriz pornô que todo homem sonha em ter. Não é exagero. Você goza gritando, implora, engole tudo sem reclamar, abre o cu como se fosse feito pra isso. E faz tudo com um sorriso safado no rosto. É foda.

Eu sorri de lado, ainda ofegante, sentindo o gozo dele escorrer devagar pela minha coxa.

— Você também não é ruim, Gustavo... — provoquei, voz mole de prazer.

Ele riu baixo, mas o riso morreu rápido. A mão subiu pro meu rosto, polegar roçando meu lábio inferior, abrindo minha boca de leve.

— Quando a gente namorava... eu tinha sentimentos por você. Te queria pra mim, só pra mim. Por isso eu não aceitava certas coisas. Tinha medo de te perder, de te machucar, de parecer um animal. Mas agora... agora eu vejo você diferente.

Não tem mais sentimento. Só tesão. Puro tesão. E eu quero fazer com você tudo aquilo que eu negava antes. Tudo. Quero te foder em lugares públicos, te deixar marcada na frente de outros, te fazer chupar pau na frente de quem quiser ver, te rasgar o cu até você não aguentar mais, te encher de porra e te mandar pra casa pro corno lamber. Quero te usar como puta de verdade, sem dó, sem culpa. E você vai deixar, né? Porque você precisa disso tanto quanto eu.

Eu senti um arrepio subir pela espinha, buceta apertando de novo só de ouvir. Ele apertou meu queixo, me obrigando a olhar direto nos olhos dele.

— Diz que sim, safada. Diz que você quer que eu faça tudo isso com você.

Eu lambi o polegar dele devagar, voz rouca, quase um sussurro:

— Sim, Gustavo... eu quero. Quero tudo. Me usa como quiser. Sem limite.

Ele sorriu, aquele sorriso possessivo, predador.

— Boa menina. Então descansa agora... porque da deu minha hora, vou avisar o corno !

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És simplesmente maravilhosa demais, o tipo de gata que adoro. Leia as minhas aventuras. Vais adorar.

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