A saga do Jom | 17º Capitulo +18 (Uma noite quente de amor)

Um conto erótico de Sarawat
Categoria: Gay
Contém 3337 palavras
Data: 21/01/2026 11:58:53
Última revisão: 21/01/2026 12:15:11

Os olhos de Khun-Yai se arregalaram levemente de surpresa e depois se transformaram em prazer, assim como seus labios em um pequeno sorriso sem vergonha.

— Alguma vez eu recusei você? — ele diz, com os olhos brilhando.

Depois disso, Khun-Yai se troca e caminha até a casa grande para jantar como de costume enquanto eu concluo minhas tarefas triviais como meu dever. Quando o céu escurece, volto para o meu quarto para pegar minhas roupas e tomar banho.

Eu tomo banho meticulosamente, cada centímetro do meu corpo está completamente limpo. Preparo um novo lençol, fronha e cortinas no quarto de Khun-Yai, não sei se vamos usá-los, mas vou garantir que cheire bem.

À noite, Khun-Yai volta para a casinha mais rápido que o normal, depois de tomar banho, ele lê um livro em sua cadeira como sempre faz. A diferença hoje é que ele liga a música, a melodia que sai do gramofone é doce e comovente gamelão. Uma serenata, suponho.

O ar esta noite está agradavelmente fresca com a brisa leve e refrescante, então Khun-Yai me diz para deixar a janela aberta. Eu olho pela janela, para a lua cheia brilhando no céu azul escuro.

Tudo parece normal como nos outros dias, nossas conversas e comportamentos, mas ambos sabemos que tudo está diferente, quase derrubo tudo que pego de nervoso, sabendo que ele está me observando. Khun-Yai deve estar ciente de como estou nervoso porque ele continua sorrindo sem dizer uma palavra. Ha... Eu quero perguntar se essa página é difícil de ler desde que você ficou preso lá por cerca de meia hora.

Quando é hora de ir para a minha cama...Khun-Yai, diz:

— Está com sono?

— Você está indo para a cama agora?— Eu pergunto de volta.

— Sim.

Abro o cobertor e arrumo seu travesseiro antes de estender meu colchão ao lado de sua cama, Khun-Yai vai até o corredor para desligar a música e volta para se sentar na beira da cama e me observar arrumar meu travesseiro. Mas acredite em mim, nenhum de nós está com sono. Eu apago a luz central, deixando apenas o abajur aceso.

— Poh-Jom, venha e sente-se aqui.— Khun-Yai dá um tapinha no espaço ao lado dele.

Dou um passo para sentar ao lado dele como ele me disse, não mantendo distância como antes, mas proximo. Khun-Yai lança seus olhos doces em mim e pergunta:

— Você está feliz morando aqui?

— Sim! Todo mundo me trata bem, especialmente você!

Khun-Yai acena um pouco com a cabeça, meu coração bate forte quando ele penteou com os dedos o meu cabelo para trás, tirando da minha testa e brincando com ele. A sensação de seus dedos na minha bochecha é suave, mas formiga minha pele.

— Você está feliz o suficiente para ficar aqui para sempre?— Sua voz é melodiosamente ressonante.

Olho para ele, Khun-Yai está tão perto que posso sentir o leve cheiro de sabonete de seu corpo.

— Você quer que eu fique com você para sempre?

— Eu te amo, Poh-Jom. Claro, eu quero que a pessoa que eu amo esteja comigo.

— Quando você começou a me amar? — Embora nervoso, questiono curioso.

— Quando eu te conheci, eu sabia que você era minha pessoa, aquele que eu estava esperando.

Sorrio, lembrando-me do dia em que meu barco passou pelo pavilhão à beira-rio, Khun-Yai ficou surpreso quando me viu.

— Foi amor à primeira vista?

Khun-Yai pensa por um momento e responde:

— Não totalmente, eu senti que te amava há muito tempo. Eu sabia que te amava antes de te conhecer naquele dia.

...Que romântico. Nunca antes ouvi uma confissão de amor que derreteu tanto meu coração.

— Você não se sentiu como eu?

Khun-Yai desliza a mão do meu ombro até a minha mão. Ele o segura antes de levá-lo aos lábios, derramando seus beijos no meu pulso, na palma da mão, nos nós dos dedos e nas pontas dos dedos. Meu peito formiga quando ele se inclina para frente, seu rosto mais perto do meu. Seu nariz pontudo toca minha bochecha, acariciando-a. Seu hálito quente e seus lábios enviam eletricidade pela minha pele, tão excitante que me faz perder a força.

— Então? Você não sentiu minha falta, nem pela manhã? Não estava ansioso em ver o meu rosto, assim como eu estava ansioso em ver o seu?

Ele sussurra em minha bochecha, seus lábios se aproximando, mas nunca tocando os meus, como se estivesse tentando me deixar louco. Embora eu realmente queira beijá-lo, digo:

— Que boca doce você tem.

— Como você sabe? Você já experimentou?

Embora eu não vire a cabeça, sei que ele está sorrindo com seus olhos brilhantes. A palma da mão de Khun-Yai sobe pelo meu braço, o toque me tentando de propósito, demonstrando o quão brincalhão ele é. Sei que as pessoas nesta época devem ser reservadas nesses momentos, para que não o insultem por ser fácil. Agora que penso nisso, durante todo esse tempo, fui reservado o suficiente, e é por isso que eu digo.

— Estou prestes a experimentar.

Inclino minha cabeça e nossos lábios se tocam, eu abro meus lábios e os fecho sobre sua boca, provando-o pela primeira vez.

Khun-Yai parece surpreso por eu estar beijando-o assim, eu chupo suavemente seus labios, deixando minha língua tocar o interior de sua boca, antes de me afastar. Apesar do rubor, quero sorrir para ele, pois este é o resultado de sua provocação.

Nossos lábios estão molhados do beijo, e seus olhos brilham em ondulações como pequenas fogueiras.

— Parece que você também me desejou muito — disse Khun-Yai.

Quando se provoca um pequeno tigre, eles acabam devorando você; este é o caso de Khun-Yai que se inclina e me beija com os lábios entreabertos, sua língua macia e agradável adentra a minha boca com força, impulsionado pela força da natureza. Seu beijo é doce, mas voraz, indicando seu desejo de me devorar.

Seus lábios se alternam entre os meus lábios, para a minha bochecha e para o meu pescoço. Ele desabotoa os botões da minha camisa um a um e revela os meus ombros e os beija, me fazendo deixar escapar um gemido suave, uma sensação correndo pelo meu estômago. Seus lábios são quentes, ameaçando me queimar, e deixando marcas rosadas ao longo da pele sob meu pescoço e peito.

Khun-Yai abaixa as mãos até minha cintura e as levanta para acariciar minhas costas, movendo suas mãos grandes excitadas, me deixando estremecido, fazendo o desejo se espalhar por todo o meu corpo. Eu levanto minhas mãos para desabotoar a camisa de Khun-Yai, querendo tocá-lo sem nada, sentir sua pele e seu corpo.

O peito nu de Khun-Yai está na minha frente, tenso com músculos atraentes, eu coloco minhas mãos sobre ele e o toco como desejo, mas a minha ação é uma faca de dois gumes que estimula as emoções de nós dois. Suprimo meu desejo por um momento e sussurro.

— Primeiro vamos desligar a luz.

Levanto-me para desligar a lâmpada de cabeceira, tendo apenas a luz pálida do luar no céu que brilha através da janela. Khun-Yai senta na beira da cama e me observa. Seu peito está exposto, embora o luar seja fraco, ele incide sobre seu torso nu e a protuberância em sua virilha que empurra contra o tecido macio e fino, revelando claramente sua forma.

Minha respiração fica irregular. Khun-Yai parece sensualmente forte e imponente. Dou um passo em direção a ele, me perguntando se seu pai o abordou o assunto sobre o sexo para seu filho, não apenas ele, mas a alguem da família ou amigos que queriam que ele experimentasse o sexo quando chegasse à puberdade. Se fosse esse o caso, isso significaria que ele fez sexo com uma mulher, não com um homem, ou talvez... ninguém mesmo.

Está tudo bem... se ele não teve aulas sobre esse assunto, eu ensinarei a ele.

Eu paro na frente de Khun-Yai, ele pega minha mão e me puxa para sentar ao seu lado, nós trocamos nosso beijo ardente novamente. Khun-Yai acaricia minha coxa, me dando vontade de tocá-lo também.

Minha mão toca algo duro que cresce de forma excitante, eu paro o nosso beijo e olho para o rosto dele; Khun-Yai me encara com seus olhos vidrados e suplicantes, refletindo uma pergunta sobre por quê eu parei.

Em resposta, eu deslizo para baixo, puxo ele para a borda da cama e me ajoelho no chão entre suas pernas e beijo seu peito.

Khun-Yai parece satisfeito. Ele coloca as mãos em meus ombros e os acaricia enquanto eu o beijo mais e mais.

— Poh-Jom…?— Ele segura meu rosto e o levanta como se estivesse se perguntando o que estou prestes a fazer.

Eu inclino minha cabeça para beijar a palma da mão de Khun-Yai e falo com uma voz doce:

— Deixe-me experimentar você.

Khun-Yai não resiste quando beijo seu peito novamente, suas roupas são completamente removidas, revelando seu corpo completamente nu diante de mim: ele é perfeito em todas as partes, como uma estátua. Quando olho para baixo eu fico maravilhado, seu pênis cresceu assustadoramente grande, tendo a base grossa e afinando um pouco com a extensão até a ponta da cabeça brilhosa e lustrosa, o que me encanta são as veias pulsantes. Então essa estaca que entrará em mim depois, estou encantado.

Envolvo o seu pau com as duas mãos e sinto a batida das veias nas palmas das minhas mãos. Eu inclino minha cabeça e beijo a ponta do seu pau, e acima, Khun-Yai fica tenso, com um nó na garganta, surpreso.

Eu vou lambendo de baixo para cima, e movo-o com os lábios antes de colocá-lo na umidade quente da minha boca.

Seu gemido é cheio de prazer, seus dedos fortes pressionando a pele dos meus ombros, massageando-os com luxúria. Eu o chupo de bom grado, sentindo suas coxas tensas onde logo depois descansa as minhas mãos, deixando apenas a minha boca fazendo o serviço.

Eu corro minhas mãos sobre suas bolas grandes, quentes e macias enquanto meus lábios e boca absorvem o máximo do seu pau, se deliciando com o mel que cai da cavidade dele.

Ele deve estar tão animado com essa nova sensação desconhecida, que logo depois sinto jatos pegajosos invadindo a minha boca, pressiono os meus dedos em suas coxas, e engulo cada gota.

Então, eu me levanto e caminho até a mesa perto da janela totalmente nu, sinto olhos de luxúria atrás de mim, especialmente em minha bunda. Eu despejo água do jarro de vidro em minha boca e bebo para consumir totalmente seu líquido dentro de mim.

Khun-Yai deve estar surpreso o suficiente para receber este tratamento, pois não serei cruel e vou beijá-lo com seu gosto ainda em minha boca.

Depois de terminar, olho para a outra mesa ao lado do armário e caminho para pegar a pequena garrafa de vidro com azeite o qual eu aplicava sobre a pele Khun-Yai durante o inverno. E Hoje à noite, vou usá-lo na pele dele e na minha ao mesmo tempo.

Quando volto para a cama, Khun-Yai me puxa para um abraço desesperado.

— Poh-Jom... Meu Poh-Jom — ele murmura nervoso de emoção: acariciando-me, beijando-me por todo o rosto e pescoço.

Eu sorrio. Quem pensaria que este jovem digno em seu círculo social seria docemente pegajoso na cama? Dou-lhe um beijo na bochecha e digo:

— Você também é meu.

Ele sorri. Nós nos aconchegamos um no outro afetuosamente e após um breve momento, nossa proximidade leva a outra rodada de excitação. Khun-Yai me prende no colchão e acaricia meu peito com as mãos e a boca.

Eu pulo quando ele acidentalmente beija a ponta do meu mamilo.

— Ah... Khun-Yai... Esse lugar é…

Ele para.

— Eu machuquei você?

— N... Não — eu gaguejei, franzindo a testa. — Este lugar é sensível como...ah, o que eu fiz por você.

Ele entende imediatamente. Khun-Yai inclina o rosto para baixo novamente em direção ao bico do meu peito, desta vez focando em provocar o lugar que eu disse ser sensível.

Ele curva os lábios ao redor dele, sugando, mordendo e lambendo. A sensação dispara pelo meu corpo e desperta essa parte de mim.

— Oh…

Eu jogo minha cabeça para trás enquanto ele chupa mais forte. Minhas palmas pressionam contra seus ombros para manter o controle, mas meu peito vai contra a vontade e vai em direção a sua boca, deixando-o acariciá-lo com sua língua quente e lábios para o conteúdo do meu coração. A reação o excita tremendamente e está absolutamente fora do meu controle.

— Eu quero comer você, Poh-Jom. — Sua voz é rouca e mexe com minhas emoções em desordem.

Meu corpo queima com o bombeamento com luxúria. Se eu deixá-lo fazer isso por mais tempo, eu terei um orgasmo, então começo a implorar.

— Khun-Yai, p... pare. — Minha voz treme. — Por favor.

Meu apelo o detém. Eu toco seu rosto e digo.

— Por favor, deixe-me ir e espere um momento.

Khun-Yai obedece. Eu deslizo sob seu corpo e corro para o lado da cama para pegar a garrafa de azeite que eu deixei ao lado. Quando estou em cima de Khun-Yai, ele se move para me abraçar, mas coloco minha mão em seu peito para detê-lo.

— Só um segundo — eu digo a ele.

Khun-Yai dá um passo para trás e se encosta no travesseiro na cabeceira da cama. Sua grande mão repousa sobre seu pau, incapaz de cobrir, em vez disso começa a se tocar. Eu derramo o óleo em minha mão e o seu perfume flutua no ar. Eu abro minhas pernas diante de Khun-Yai e levo a minha outra mão para baixo, deslizando meus dedos em minha entrada apertada.

— Ah...— Um gemido escapou de meus lábios incontrolavelmente.

Atordoado, Khun-Yai me encara sem piscar como se estivesse pronto para me devorar, eu vejo sua língua nervosa lambendo seus lábios enquanto assiste os meus dois dedos entrando no meu cu. Ele então murmura em voz baixa e áspera.

— ...Poh-jom.

Apesar deste momento intensol, não sei o que fazer. Não pretendo seduzi-lo me tocando na frente dele assim, mas já faz muito tempo que não faço sexo e preciso relaxar nessa parte, caso contrário, eu não vou conseguir aguentar o tamanho do seu pau.

O escorregadio do óleo é uma grande ajuda para a minha preparação, ele dilata o meu cuzinho, provavelmente deixando pronto para assumir algo maior que os meus dedos.

Eu me aproximo de Khun-Yai. Ele olha para mim com expectativa. Eu envolvo seu penis nas minhas mãos e lubrifico com o azeite de cima para baixo, e começo a empurrá-lo para dentro de mim.

Khun-Yai geme em sua garganta, seu pau vai adentrando em mim aos poucos, tornando a minha respiração longa de emoção. Eu lentamente abaixo meus quadris, engolindo a cada centímetro de Khun-Yai em meu corpo.

Quando sua firmeza perfura o esfíncter e chega ao destino final, Khun-Yai e eu gememos. Meu corpo estremece de desejo intenso, e eu sei que Khun-Yai quer pressioná-lo desesperadamente mais para dentro, mas fazer amor deve ser bom para ambas as partes.

Quero sentir prazer, para que a dor não se sobreponha ao prazer.

— Acalme-se primeiro — digo a ele, minha voz trêmula e ilegível.

Eu coloco minhas mãos em seu peito e movo meus quadris lentamente.

Toda vez que levanto meu corpo e pressiono meus quadris para baixo, sua rigidez, causando dor, prazer e felicidade emergem como uma bomba. Minha entrada é estreita, mas flexível. Eventualmente, eu quase tiro toda a firmeza de Khun-Yai, enquanto ele começava a bombear com força. Eu coloco minha mão na parte inferior do meu abdômen, sentindo seu pau se movendo dentro mim.

— Ummmmm…

Minhas pálpebras se fecham de alegria. Eu movo meus quadris mais rápido e continuamente, fazendo a penetração tão profunda e longa quanto deveria ser. As Gotas de suor se formam ao longo da linha do meu cabelo, se prendendo em minha testa.

Minha respiração escapa com gemidos o tempo todo. Cada estocada envia uma onda de prazer a qual mal consigo acompanhar. E as minhas coxas tremem um pouco. Mas para Khun-Yai, deve esta um pouco lento, porque ele agarra os meus quadris, não me deixando parar no meio do caminho e bombeando com toda sua força.

— Ah…

Eu grito alto quando Khun-Yai empurra seus quadris para cima, atingindo o ponto fraco dentro de mim, tornando minha visão turva de prazer e quase venda a luz. Khun-Yai descobriu a área que faz todo o meu corpo tremer, pois ele abaixa os quadris e empurra para cima, atingindo o meu ponto G. Ele para um pouco, mas volta de forma constante no início, e ganhar velocidade.

Sopram rajadas de vento, trazendo ar da fragrância das flores que à noite exalam seus aromas, a cortina da janela tremula ao vento, e o luar banha nossos corpos conectados. O som da carne com carne se misturando com a umidade é som rítmico dos nossos corpos colidindo.

Khun-Yai muda de posição com o seu pau ainda dentro de mim. Ele me deita na cama e fica sobre mim, eu abro as minhas pernas e travo as coxas em seu quadril, fechando com os meus tornozelos atrás de suas costas. Khun-Yai envolve seus braços em volta das minhas costas e sussurra com voz rouca.

— Poh-Jom... por favor, deixe-me te amar mais forte.

— Sim... Khun-Yai. Me faça seu!

Com isso, eu grito de surpresa e aperto meus braços ao redor dele enquanto suas estocadas me fazem saltar sobre a cama, rangendo. Khun-Yai não consegue mais se conter e ataca implacavelmente.

— Ah…

Eu estremeço e gozo por todo o meu estômago e em seu peito. Já Khun-Yai continua a empurrar seu pau sem pausa. Eu mantenho minha voz apesar do extremo prazer porque quero que ele aproveite isso o máximo possível.

Suas grandes mãos apertam meus quadris enquanto ele empurra em um ritmo acelerado até que ele esteja lá. Ele a empurra até o fim, enchendo-me com o seu líquido quente.

Depois de fazer amor com vapor, Khun-Yai e eu deitamos um ao lado do outro na cama. Ele está deitado de lado, me abraçando, enquanto descansa um de seus braços no meu estômago acariciando o meu pescoço e ombro.

A carícia me faz rir e me afastar, pois sinto cócegas, enquanto ele se aconchegou mais perto de brincadeira, bolinando com os dedos na minha cintura.

— Poh-Jom... Meu Jomkwan, meu amor.— Ele morde meu ombro zombeteiramente. — Isso significa que estou me forçando em seu coração?

Eu rio e me viro para morder seu braço, mais forte e mais largo. E Khun-Yai finge gemer maliciosamente. Nós provocamos um ao outro, como todos os recém-casados apaixonados, antes de adormecermos exaustos nos braços um do outro.

Perto do amanhecer, sou acordado por suas mãos tocando o meu corpo. Depois que o tigre é ensinado a caçar sua presa uma vez, este bebê tigre se transformar em um jovem tigre em uma noite, vigoroso e ganancioso. Khun- Yai me acorda com beijos e suas mãos acariciando meu peito e a minha bunda, sendo carícias vorazes com vontade de me devorar, mesmo tendo me comido recentemente.

Desta vez, ele toma a iniciativa: agarrando a minha cintura e me posicionando de quatro na cama, inserindo o seu pau no meu cuzinho, eu gemo, pois a minha entrada está sensível. Eu agarro a cabeceira da cama com uma das mãos, pois a força de seus quadris e seu pau batendo de encontro com o meu cu a dentro, sacode a cama, me fazendo temer em quebrá-la.

As pernas da cama rangem horrivelmente por um longo tempo, antes de terminar por alguns minutos e iniciar o canto dos galos.

O resultado de uma noite de amor excessiva, combinado com a energia de um garoto de dezoito anos e o seu desejo sexual transbordante, me faz desfalecer.

Tempo depois, eu abro os olhos para a luz da manhã, estou cansado, com o corpo todo dolorido. Eu me levanto com muito esforço, porém antes de pisar no piso eu de mudar de ideia e me deito novamente. Eu pressiono minha bochecha queimando no travesseiro e fecho meus olhos.

Caramba, foi apenas uma noite fazendo amor... e o meu corpo ficou fraco e com febre.

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Foto de perfil genéricaSarawat Contos: 17Seguidores: 4Seguindo: 18Mensagem Olá, eu sou o Sarawat. Sou entusiasta do gênero romance e fascinado pelo universo asiático, especialmente pelas culturas tailandesa, chinesa e coreana, com as quais possuo um forte vínculo ancestral. Dedico-me a escrever histórias que unem personagens de personalidade forte a uma rica ambientação cultural.

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