Ser uma velha safada pode, em alguma medida, ter um efeito de atração em todos os que estão à sua volta. Talvez a libido tenha esse poder de atrair, de incitar. E quando menos espera, você está com toda a sua família envolvida num jogo de sedução que pode ser muito excitante.
Não levou mais que alguns minutos até que chegamos ao prédio de letreiro em neon, não muito longe dali. E na recepção, pelo jeito como me olhava, a menina que nos entregou a chave do nosso quarto parecia já me reconhecer, dessa vez com mais alguns convidados.
"É uma comemoração em família!", eu ainda quis lhe dizer.
Quando subimos e entramos no quarto, a expectativa deu lugar ao silêncio. Diante da cama king size, parecíamos os quatro diante de um último passo que nos custava dar. Da última vez foi tão fácil, e agora parecíamos esperar que alguém desse o passo decisivo.
Mas acho que, como diz o ditado da árvore, a fruta não cai longe do pé. Eu olhava a minha filha desabotoando a sua blusa, e o meu neto não perdeu tempo e já foi ajudando ela. E era bom descobrir que eu não era mais apenas uma velha safada; éramos duas agora.
"É bom conhecer melhor meus filhos", eu sorria.
Enquanto meu filho me despia, eu me entregava à sensação das suas mãos pelo meu corpo. E me excitava ver que a mesma intimidade que eu tinha com o Pedro minha filha parecia ter com o meu neto.
Lá estava ela, com uma mão no quadril dele e a outra acariciando sua bunda por trás. Ela suspirava ofegante, se deixando tocar. E quando ele finalmente conseguiu soltar o seu sutiã, suas mãos envolveram os peitos dela e ele a virou de frente e começou a chupá-los. Enquanto o filho mamava, ela tentava soltar o seu cinto e tirar a sua calça jeans.
Eu tirei meu vestido e deixei meu filho cuidar do resto. E enquanto me despia, o Pedro me agarrava e me beijava, com seu pau duro roçando entre as minhas pernas.
Ele me virou de costas e me abraçava por trás, beijando o meu pescoço. Passando os polegares na minha calcinha, ele a deslizou pelos meus quadris, descendo pelas minhas pernas, beijando meu corpo. E quando ele tirou a minha calcinha eu senti um arrepio pelo corpo todo.
Ele me olhava com desejo enquanto me fazia deitar na cama, ao lado da sua irmã. E como o sobrinho ao lado, ele também quis provar os meus mamilos, que estavam bem eretos. Ele então foi descendo com a sua língua pelo meu corpo, me fazendo gemer.
Eu senti a sua língua separar meus lábios vaginais e deslizar sobre o meu clitóris enquanto ele lambia e começava a me chupar, como se fizesse um boquete num piruzinho, acariciando o meu corpo todo. Meu filho sabia usar muito bem a sua língua.
Olhei pra minha filha, me certificando de que ela estava confortável com o que estava acontecendo. Mas acho que no momento ela não tinha tempo pra muito mais além de suspirar ofegante e gemer, enquanto o filho metia a cara no meio das suas pernas, metendo a língua na sua buceta e chupando com tesão.
Quando voltei os olhos pro meu filho, ele já tinha se ajeitado entre as minhas pernas, com seu pau duro apontando. Inclinando o corpo sobre o meu, ele me penetrou, ao mesmo tempo em que apertava os meus seios pra me chupar. Ele estava vibrando enquanto me fodia, ao mesmo tempo em que devorava os meus mamilos.
Seu pau saiu de mim, pra em seguida ser introduzido de novo. E enquanto ele metia, eu o agarrava, fazendo ele me penetrar ainda mais fundo.
Ele continuou me fodendo com força, e a sensação era incrível. Tive dois orgasmos seguidos. Eu tentava me conter, não sabendo como a minha filha iria reagir vendo seu irmão me foder. Mas agora ela mesma já tinha o filho em cima dela, com as pernas trançadas em volta dele enquanto era penetrada.
E então, lado a lado, nós nos entregávamos à luxúria de partilhar o mesmo prazer, sendo fodidas pelos nossos filhos, eu pelo meu e ela pelo dela. Eu me admirava de como ela gemia, extravasando todo o seu tesão, que ficava represado enquanto em seu quarto, no meio da noite, ela se entregava ao prazer incestuoso com o filho.
Enquanto isso, o Pedro não parava de meter em mim, fazendo o quarto se encher do som dos nossos gemidos. Quando o vi estremecer, torci pra que ele não gozasse ainda. Queria que durasse pelo menos mais meia hora.
Ele então se levantou, me agarrou pela cintura e me disse pra sentar em cima dele. E de tão duro o seu pau, no instante em que eu sentei nele, me deixando penetrar, subindo e descendo, eu comecei a quicar. Recostando o corpo no seu peito, eu dizia pra ele não parar, que continuasse a me foder daquele jeito.
E ainda ofegante, ele agarrou meus seios. Havia algo no jeito como ele os segurava que me deixava louca. Minhas costas estavam retas enquanto eu subia e descia no seu colo. Àquela altura o seu pau estava completamente dentro de mim.
Até que ele começou a dar fortes estocadas, me fodendo por baixo. Isso provocava em mim uma série de pequenos orgasmos, à medida em que ele metia mais rápido. O pau dele então saltou pra fora quando pulei muito alto. Eu o agarrei e o enfiei de novo e ele continuou me fodendo.
E enquanto apertava os meus peitos, ele gemia na minha nuca, acelerando o movimento. Então ele puxou de lado a minha cabeça, querendo me beijar, no instante exato em que começava a gozar dentro de mim, me enchendo de porra.
No final, tanto eu quanto ele já não tínhamos mais forças. Deitei no seu peito pra recuperar o fôlego, e lhe disse que tinha gostado. E enquanto eu beijava o seu mamilo, ele me acariciava, como um bom filho, depois de foder a sua mãe.
E por falar em mãe e filho, minha filha e o seu pareciam não se cansar daquilo. Depois de anos sem saber o que era um pau, ela não queria sair de cima do garoto, forçando a buceta no seu pau dentro dela o máximo que podia.
Não sei se minha filha se prevenia de alguma forma, e pela idade talvez ainda pudesse correr o risco de uma gravidez indesejada. Mas ela não se incomodou nem um pouco quando o filho começou a gozar dentro dela.
Ainda gemendo ofegante, ela o agarrava com força, cravando as unhas nas suas costas. E, numa última estocada dentro dela, o filho despejava nela sua última gota de esperma. Até que os dois se deitaram, se beijando ao nosso lado.
"Nossa, mana, você acabou com o garoto, hein!", meu filho provocava sua irmã.
"É o meu pequeno hominho!", ela acariciava o seu peito ofegante. "Daqui a pouco ele continua, não é, amor?"
"Só me dá um minuto, mãe!"
"Nunca imaginei que você fosse assim na cama!"
"Pensei que me conhecesse melhor, maninho!"
"Bem, esse é um belo jeito de nos conhecermos melhor", ele disse brincando. "Que tal a gente continuar se conhecendo melhor na banheira de hidromassagem?", e todos rimos.
Nos levantamos e fomos pro banheiro e o meu filho me ajudou a entrar na banheira. Sentado na borda, com seu pau pendendo, eu o segurei o coloquei na boca. Eu acariciava suas bolas, lambendo e movendo minha cabeça para cima e para baixo, enquanto ele movia os quadris e gemia.
Sentada à minha frente, a Karen masturbava o meu neto, puxando ele mais pra perto pra poder chupá-lo. E o barulho que fazia, deixando-o escapar da sua boca, era como o som molhado de chupetinha.
Enquanto eu fazia sexo oral no Pedro, por um instante não resisti a acariciar a minha filha. E, sob a água morna, eu tocava o seu clitóris, fazendo ela gemer baixinho.
Passado esse pequeno contato inesperado entre nós, ela me sorriu com aquele olhar safado. E, pra minha surpresa, em seguida eu senti aquele toque sob a água. Ela passou a mão por entre as minhas pernas e começou a me dedilhar debaixo d'água.
Acho que uma mulher sabe melhor como tocar uma outra, mas nunca imaginei um dia fazer amor com a minha filha. Nossa, ela sabia exatamente onde tocar! Senti uma onda de calor me invadir e tive que soltar o pau do seu irmão da minha boca.
Recobrando o fôlego, assim que meu orgasmo passou, ela tirou os dedos e acho que ela tinha mesmo puxado a safada da sua mãe. E acho que agora eu queria explorar um pouco mais meu lado de velha safada lésbica.
Agarrando ela pelos quadris, eu puxei ela pra mim, fazendo com que se sentasse no meu colo. E com as nossas bucetas roçando uma na outra, aquilo me excitava de um jeito novo e intenso.
O movimento que ela fazia, esfregando a virilha em mim, só aumentava a minha excitação. E quando meu dedo escorregou pela sua bunda, foi roçando na entradinha do seu cu, até que ela se deixou penetrar.
Enquanto fodia minha filha por trás com o dedo, eu não me continha e chupava os seus mamilos durinhos. Seus peitos não eram tão grandes quanto os meus, mas apesar da idade, ainda estavam bem firmes. E era uma delícia deslizar a língua em volta e abocanhar seus mamilos, fazendo ela gemer.
Me perguntava por que nunca tinha me deixado sentir aquilo há mais tempo. Talvez ter tido minha primeira experiência com outra mulher tenha facilitado as coisas. E o tesão daquele nosso contato mais íntimo parecia ter nela o mesmo efeito, soltando todas as suas inibições iniciais.
Ao mesmo tempo em que se permitia um prazer novo com sua mãe, a Karen começava a querer descobrir o mesmo com o irmão. Ela o masturbava enquanto chupava o filho. Até que de repente se dividia entre os dois, dando atenção a um e depois ao outro.
De pé ao lado da banheira, os dois pareciam dois garotos disputando o mesmo doce. E meu neto devia estar meio enciumado, vendo o tio foder sua mãe, metendo na sua boca e fazendo ela engolir todo o seu pau.
Mas surpresa mesmo ela ficou quando o Pedro começou a gozar na sua boca. Ele continuava a meter, enquanto ela tinha porra escorrendo pelo canto da boca, lambendo com a ponta da língua o que podia, e suspirando ofegante.
Enquanto diminuía o ritmo sobre o meu colo, já meio sem forças, ela olhou pra mim e disse:
"Melhor a gente se secar e voltar pra cama."
Minha mente estava a mil. "O que estávamos fazendo?", pensei. Um encontro casual com meu filho, depois com meu neto, e agora sua mãe? E aqui estávamos nós quatro num motel, transando uns com os outros. Só faltava a família toda acabar numa orgia incestuosa.
Dito isso, eu e a Karen nos levantamos e fomos ajudadas pelos dois a sair da banheira. O Pedro passou as toalhas e ele e meu neto começaram a nos secar, cada um com a sua ereção.
Meu neto ajudava a mãe a se secar enquanto ela acariciava o seu pau, comentando sobre a sua repentina timidez, vendo ela beber a porra do tio. Talvez o garoto precisasse se acostumar a dividir a mãe a partir de agora.
O Pedro foi na frente, comigo atrás, a Karen segurando a minha mão, e o meu neto ao lado dela, com seu pau balançando a cada passo. Meu filho subiu na cama, encostando-se na cabeceira acolchoada, e me deu a mão.
A Karen deitou-se ao meu lado, com o Lucas ao lado dela, beijando e pegando nos seus peitos. E pelo jeito como olhava pro lado, mostrando ainda alguma ereção, o Pedro parece ter se empolgado com a irmã chupando o seu pau no banheiro.
Nunca considerei o fato dos meus filhos um dia virarem amantes. Na verdade, nem sei se houve alguma coisa na juventude, quando seus corpos explodiam de tesão, com a libido à flor da pele. Será que os dois tiveram alguma experiência entre eles e eu nunca soube? Acho que isso logo ficaria bem claro aquela noite.
"Que tal a gente trocar dessa vez?", ele perguntou, se virando pra irmã. "Se o Lucas não se importar!"
"Tá flertando com a sua irmã caçula, Pedro, é isso?", ela brincou com ele.
"Adoraria provar a sua buceta. Você é muito gostosa, sabia?", ele sorriu.
"Tudo bem, filho?", ela se virou pro Lucas. "Não fica com ciúmes do seu tio?"
"Por mim tudo bem!"
Acho que minha filha só não considerou o fato de que agora o meu neto era todo meu. E eu queria muito ter o seu pau dentro de mim.
A Karen se levantou e sentou no colo do irmão, mostrando uma naturalidade que me surpreendeu. Olhando ele direto nos olhos, ela segurou o seu pau e foi guiando entre as suas pernas.
"Você está bem, gostosa!", ele disse.
"O seu pau também é gostoso!", ela sussurrou de volta.
Enquanto cavalgava o seu pau, ela acariciava o seu peito cabeludo. Até que se recostou contra ele, apoiada nos seus ombros. E, por um instante, os dois parece que se esqueceram de que eram irmãos, e começaram a se beijar.
E, diante daquela cena, eu me enchi de tesão pra subir em cima do Lucas. Ele tinha uma bela ereção, enciumado que estava da mãe sendo fodida ao lado. E a Karen por um instante nos lançou aquele olhar, vendo o filho ir guiando seu pau na buceta peluda da sua avó. Talvez isso ela não tivesse imaginado.
Sem notar o olhar da mãe, meu neto segurava a minha bunda, deixando que eu me ajeitasse sobre ele. Com uma das mãos, ele envolveu a base do seu pau e com a outra separou meus lábios, me penetrando como só ele fazia.
"Isso, amor! Tá gosto!", eu balançava para frente e para trás.
Ele então começou a se mover dentro de mim, e enquanto fazia isso, eu me abaixei lentamente até que nossos quadris se encontrassem. Ele estava mais fundo em mim do que qualquer pessoa ou qualquer um dos meus brinquedos jamais havia estado.
Comecei a cavalgar mais rápido, absorvendo todo o comprimento da sua ereção, que pulsava dentro de mim.
Olhando pro lado, eu vi a Karen cavalgando seu irmão com os olhos fechados, enquanto ele mordia seus mamilos suavemente. E era tão lindo ver meus filhos se amando que aquilo me excitou.
"Enfia o dedo no meu cu!", ela disse.
E quando ele o fez, ela soltou um forte gemido, aumentando o ritmo sobre o seu pau. Aquilo me lembrou o que fizemos na banheira. E, pelo jeito, acho que ela gostou.
Meu neto empurrou os quadris até meus lábios roçarem nos seus pentelhos. E ele me penetrou ainda mais fundo. Eu balançava no seu colo, me ajustando ao seu ritmo, e podia senti-lo profundamente dentro de mim.
"Me fode! Me fode com força!", eu gemia em cima dele.
Com toda a sua energia, meu neto deslizava o pau para cima e para baixo nos meus lábios úmidos, empurrando e tirando em fortes estocadas dentro de mim.
Karen estava agora deitada ao nosso lado, com as pernas abertas, sendo fodida pelo irmão numa incrível trepada incestuosa. E enquanto ela gozava, talvez inspirada pelo que via, eu chegava ao meu clímax, penetrada pelo seu filho.
Eu forçava os quadris para baixo, recebendo-o completamente, enquanto ele apertava as minhas coxas com firmeza. Até eu explodir num belo orgasmo. E quase que nós duas gozamos ao mesmo tempo.
Seu corpo enrijeceu e seu sêmen quente inundou minha vagina. Eu podia sentir cada jato poderoso, nossos fluidos escorrendo de mim, descendo pela fenda da minha bunda.
Então ele diminuiu o ritmo, mas continuou a me foder. Me virei pra olhar a Karen. Sua boca estava aberta, numa respiração ofegante, com a cabeça jogada para trás. O rosto do seu irmão estava contraído, na expressão que ele tinha enquanto ejaculava dentro dela.
Ela então se virou pra mim, sorrindo, deixando o Pedro repousar sobre ela, com seu pau ainda metido na sua buceta. Enquanto isso, meu neto me acariciava, deitada ao seu lado. A Karen o puxou para si e o beijou profundamente.
Não sei o que seria da nossa família dali pra frente, ou quais as implicações de uma nova relação que começávamos a descobrir. Mas eu estava feliz com aquela intimidade mais profunda que tínhamos agora. Se algo mudaria, só o tempo iria dizer.
Depois de um banho, voltamos pra cama e meus filhos pareciam diferentes de quando chegamos ali. Podia notar no sorriso da Karen, no jeito como se tocavam. E, dessa nova intimidade, uma ideia me surgiu.
"Já experimentou dois ao mesmo tempo?", eu lhe sorria.
Ela então se ajeitou sobre a ereção do filho, se deixando penetrar. E antes que ele começasse a meter nela, o Pedro se ajeitou por trás, enfiando dessa vez no cu da irmã. E quando olhou para trás, e se viu pela primeira vez com dois paus dentro dela, minha filha soltou um profundo suspiro, até que os dois começassem a meter ao mesmo tempo.
Eu acariciava os seios dela, com uma ponta de ciúmes, enquanto os dois homens da família fodiam ela, um pela frente e o outro por trás.
Não sei há quanto tempo ela não transava, mas não há como não gozar com uma dupla penetração. E ela não se continha, gemendo entre os dois. De joelhos na cama, o Pedro lambia e chupava o seu pescoço, segurando ela pela cintura e metendo sem dó.
Minha filha gemia sem parar, montada em cima do meu neto. Mas era o irmão fodendo ela por trás quem ditava o ritmo, numa intensa penetração que duvido ela já tenha experimentado.
Depois eles inverteram, e agora deitada de costas sobre o filho, ela foi sentando no seu pau. E com o cu totalmente preenchido, foi a vez do irmão deitar sobre ela, metendo na sua buceta.
Não sei como seria a relação dos dois dali em diante, mas enquanto se beijavam, meus filhos pareciam mais íntimos. E quando os dois gozaram dentro dela, quase que ao mesmo tempo, ela desabou sobre o filho, ofegante.
Depois, quando voltamos pro banheiro, dessa vez pra tomar uma ducha, o Lucas ainda quis meter uma última vez na mãe. E enquanto fodia ela com o dedo, o irmão brincava com os peitos dela. Ao mesmo tempo, engatado por trás, o filho a penetrava, chupando o seu pescoço. Nossa, nunca vi meu neto tão excitado e de pau duro o tempo todo!
Quando nos deixou na porta de casa, o Pedro me abraçou e se despediu da irmã com um demorado beijo, que selava uma nova relação entre os dois e entre todos nós.
O que ficou daquela noite foi mais do que um novo capítulo das minhas aventuras sexuais, foi um passo no escuro, num terreno completamente novo. E eu estava ansiosa por explorar mais, até onde ia dar aquele novo mundo.