Dando para o Amigo do meu filho no motel, e sendo limpada pelo meu marido em casa

Um conto erótico de Morena Casada
Categoria: Heterossexual
Contém 1809 palavras
Data: 21/01/2026 06:30:12

A semana começou arrastada para o mundo, mas elétrica para mim.

A mensagem do Ian no sábado à noite — "A obra é grande, mas eu tenho a ferramenta certa" — ficou martelando na minha cabeça. Era brega? Era. Mas vindo de um garoto de 24 anos, amigo do meu filho, branco, cheiroso e com aquele corpo desenhado a cinzel, soou como poesia suja.

Ricardo, minha Boneca, estava em êxtase. Ele acordava me perguntando: "E aí, patroa? O novinho mandou mensagem? O amigo do Pedrinho vai comer a minha mulher?"

A ansiedade dele me excitava. Ele já tinha aceitado seu lugar no tapete, e agora queria ver a "mãe de família" ser profanada pela juventude que frequentava a nossa casa.

Eu cozinhei o Ian por dois dias. Dei gelo na segunda. Respondi com emojis misteriosos na terça. Eu queria que ele ficasse ansioso. Queria que ele pensasse na "Dona Luana" durante o trabalho, enquanto olhava para a cara do meu filho na obra.

Na quarta-feira, ataquei.

Mandei uma mensagem às 10 da manhã: "Vou estar perto do escritório de vocês na hora do almoço. Resolvendo coisas do banco. Aceita almoçar com uma velha senhora? Prometo não falar de construção."

A resposta veio em trinta segundos: "Velha senhora? A mulher mais gata da festa? Eu cancelo qualquer reunião. Onde e que horas?"

Marquei num restaurante italiano discreto, longe da rota do Pedro e do escritório deles. Eu não sou amadora.

Eu me vesti para o abate. Nada de látex ou vulgaridade explícita dessa vez. Eu fui de "Milf Rica". Uma saia lápis bege de cintura alta que desenhava minha bunda e quadris largos, uma blusa de seda branca levemente transparente (só dava para ver a sombra do sutiã de renda se olhasse muito de perto) e, claro, meus saltos favoritos. Por baixo da saia... nada. Acesso livre.

Cheguei primeiro. Pedi um vinho branco.

Ian chegou cinco minutos depois. Ele estava de roupa de trabalho. Calça jeans, bota de segurança (limpa) e uma camisa social azul claro com as mangas dobradas até o cotovelo, mostrando os antebraços venosos e peludos na medida certa. Ele tinha aquele ar de "homem que resolve problemas".

Ele se sentou. O cheiro dele invadiu a mesa. Não era o cheiro almiscarado e pesado do Paulo ou do Cadu. Era um cheiro cítrico, amadeirado, misturado com a energia vital de quem tem 20 e poucos anos e testosterona sobrando.

"Dona Luana..." ele começou, sorrindo, os olhos varrendo meu decote.

"Só Luana, Ian. Por favor. Senão eu me sinto a avó do Pedro."

Ele riu. "Impossível. O Pedro não tem metade da sua... presença."

O almoço foi um jogo de esgrima. Falamos amenidades por dez minutos. Mas a tensão sexual era uma terceira pessoa na mesa. Ele comia me olhando na boca. Eu bebia vinho olhando para as mãos dele. Mãos fortes, quadradas, limpas, mas com calos de academia.

"Então," eu disse, pousando a taça. "Você disse que tinha a ferramenta certa."

Ele engasgou com a água. Tossiu, rindo, vermelho.

"Eu sou direto, né?"

"Eu gosto de homens diretos, Ian. O meu marido... o Ricardo... ele é muito passivo. Muito... devagar. Eu gosto de quem tem atitude."

Ele se inclinou na mesa. A voz baixou.

"Luana... o Pedro é meu amigo. Meu brother. Isso aqui... é loucura."

"É," eu concordei, abrindo as pernas debaixo da mesa e roçando meu pé descalço (tirei o scarpin discretamente) na canela dele, subindo pela calça jeans. "É loucura. É perigoso. É errado."

Eu senti o músculo da perna dele travar. O meu pé subiu até o joelho.

"Mas eu não vim aqui pra falar do Pedro," eu sussurrei. "Eu vim aqui pra saber se o engenheiro aguenta a pressão. Ou se é só garganta."

Ian me olhou. O menino sumiu. O homem apareceu.

"Pede a conta," ele disse. "Tem um motel a duas quadras daqui. Vamos ver quem não aguenta a pressão."

...

O quarto do motel era limpo, moderno, frio. Ar condicionado no máximo.

Assim que a porta fechou, Ian me atacou.

Não foi a brutalidade do Cadu. Foi a fome. A fome de um garoto que passou a adolescência sonhando com mulheres como eu e agora tinha uma na frente dele.

Ele me prensou na porta. O beijo dele era molhado, rápido, língua explorando tudo. Ele beijava meu pescoço, mordia meu queixo. As mãos dele passeavam pelo meu corpo com urgência, apertando minha bunda, amassando meus peitos.

"Caralho... você é muito cheirosa... você é muito gostosa..." ele murmurava contra a minha pele.

Ele tirou a camisa, abrindo os botões rápido.

O corpo dele se revelou. Branquinho. Liso. Peito depilado ou naturalmente liso, abdômen trincado, aqueles gominhos que o Ricardo nunca teve e o Cadu não ligava pra ter. Era um corpo de estátua grega. Duro. Compacto.

Eu tirei a blusa. O sutiã de renda preta. Os peitos pularam para fora.

"Nossa..." ele gemeu, pegando nos meus seios, pesando nas mãos. "Que peito... o Pedro não tem ideia..."

"Não fala o nome dele," eu disse, fingindo repreensão, mas adorando o tabu.

"Falo sim. Imagina se ele visse o amigo dele agora... chupando a mãe dele."

Ele desceu. Ele se ajoelhou na minha frente. Ele levantou a minha saia lápis.

E viu que eu estava sem calcinha.

"Puta que pariu... já veio pronta."

Ele enterrou a cara na minha buceta.

A língua dele era rápida. Nervosa. Ele lambia com a energia de um beija-flor. Ele não tinha a técnica milenar da Gisele, mas tinha entusiasmo. Ele chupava, enfiava o dedo, abria os lábios. Ele me comia como se fosse a última refeição da vida dele.

Eu gemi, segurando a cabeça dele. O cabelo macio entre meus dedos.

"Isso, garoto... Ne chupa chupa ... chupa..."

Ele se levantou, ofegante, com a cara molhada do meu suco.

"Vem pra cama."

Ele tirou a calça e a cueca num movimento só.

E lá estava. A "ferramenta".

Não era o monstro do Paulo. Não era a jiboia do Kaio. Era um pau de tamanho normal para grande, uns 18 centímetros. Branquinho, rosado, reto. Mas estava tão duro, tão teso, que parecia feito de mármore. A cabeça era vermelha, brilhante. As bolas eram apertadas, cheias.

Era o pau da juventude. O pau que fode três, quatro vezes sem amolecer.

Ele me jogou na cama.

"De quatro, Luana. Eu quero ver essa bunda de mãe de família."

Eu fiquei de quatro.

Ele não esperou. Ele não cuspiu. O pré-gozo dele e a minha lubrificação eram suficientes.

Ele entrou de uma vez.

"AAAH!"

Ele era rápido. Ele começou num ritmo frenético. PLAFT-PLAFT-PLAFT-PLAFT.

Não eram estocadas fundas e lentas. Eram estocadas rápidas, secas, de coelho, mas com força. Ele batia o osso na minha bunda. Ele me sacudia inteira na cama.

"Gostosa! Velha gostosa!" ele gemia, batendo na minha bunda. A mão dele ardia na minha pele. "Aguenta! Aguenta o novinho!"

"Me fode, Ian! Me fode, garoto!"

Ele tinha fôlego. Meu Deus, como tinha. Ele ficou ali, martelando, por minutos sem perder o ritmo. Eu estava suando, o cabelo grudado na testa. Ele me virava, me colocava de lado, me colocava de perna pro ar. Ele tinha agilidade. Ele me dobrava como se eu fosse de borracha.

Ele me colocou sentada na beira da cama. Ele ficou em pé na minha frente.

"Chupa. Enquanto eu te como com o olho."

Eu chupei. Aquele pau jovem, com gosto de sabonete e tesão. Ele segurava minha cabeça e fodia minha boca.

"Isso... imagina o Pedro entrando aqui agora. Vendo a mãe dele de joelhos pro melhor amigo. O que você ia falar pra ele, Luana?"

"Eu ia falar... pra ele esperar a vez dele..." eu disse, tirando o pau da boca, provocando.

Aquilo enlouqueceu o moleque.

Ele me jogou de costas na cama. Ele subiu em cima. Ele travou minhas pernas.

"Vou gozar! Vou gozar dentro! Eu não vou tirar!"

"Enche! Me dá o leite novinho! Me engravida, porra!"

Ele meteu fundo. Travou. E o corpo dele todo tremeu.

Ele gozou. E eu senti. Não era aquele volume de hidrante do Paulo. Eram jatos rápidos, finos, mas quentes. Muitos. Ele bombeava sêmen dentro de mim com a força de um coração jovem.

Ele desabou em cima de mim. O peito dele subindo e descendo rápido, o coração batendo contra o meu peito como um tambor.

Ficamos ali abraçados por um tempo. O suor dele misturado com o meu.

"Caramba..." ele sussurrou, rindo contra o meu pescoço. "Eu preciso... de um Gatorade."

Eu ri. Passei a mão no cabelo dele.

"Você passou no teste, engenheiro. A fundação é sólida."

...

Voltei para casa às seis da tarde.

Eu não tomei banho no motel. Eu me limpei superficialmente com papel, mas deixei o cheiro dele. Deixei o resto de porra dentro de mim.

Entrei em casa. Ricardo estava na sala, mexendo no celular, a perna tremendo de ansiedade.

Ele me viu. Viu meu cabelo um pouco mais armado. Viu a maquiagem levemente borrada. Viu o meu sorriso relaxado.

Ele largou o celular. Veio até mim como um cão farejador.

"Oi, amor," ele disse, me abraçando.

Ele afundou o nariz no meu pescoço. Ele sentiu.

"Cheiro diferente..." ele sussurrou, a voz falhando. "Cheiro de... perfume doce. Cheiro de... jovem?"

Eu me afastei um pouco e olhei nos olhos dele.

"Cheiro do amigo do seu filho, Ricardo. Cheiro do Ian."

Os olhos da Boneca reviraram. Ele teve que se segurar na mesa para não cair.

"Você... você deu pra ele? Pro menino?"

"Dei. A tarde toda. Num motel aqui perto."

Eu caminhei até o sofá e me joguei, abrindo as pernas, levantando a saia um pouco.

"Ele é branquinho, Ricardo. Liso. Duro. Ele tem um ritmo... ele me fodeu rápido, com força. Ele me chamou de 'velha gostosa'. Ele falou que ia contar pro Pedro que a mãe dele chupa bem."

Ricardo caiu de joelhos na minha frente. Ele estava arfando. A mão dele foi para a calça, apertando o pau mole que tentava acordar.

"Meu Deus... o amigo do Pedrinho... comendo a minha esposa..." ele gemia. "Ele... ele gozou dentro?"

"Gozou. Tá tudo aqui. Leite novinho. Leite de 24 anos. Quer ver?"

"Quero! Pelo amor de Deus, patroa, me mostra!"

Eu levantei a saia. Afastei a calcinha imaginária (que eu não usava). Minha buceta estava inchada, vermelha, brilhante.

"Tá vendo isso escorrendo, boneca?" apontei para um fiozinho transparente e branco que descia pela minha coxa. "Isso é o futuro da engenharia."

Ricardo não aguentou. Ele enfiou a cara no meio das minhas pernas. Ele lambeu o gozo do Ian. Ele limpou a minha coxa com a língua, gemendo, chorando, agradecendo por ser o corno mais feliz do mundo, bebendo o leite do amigo do filho direto da fonte.

E eu... eu fechei os olhos, sentindo a língua do meu marido e lembrando da pegada do garoto. A coleção estava aumentando. E a Boneca... a Boneca nunca esteve tão bem alimentada.

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