A Secretária Capítulo 3 - Novos Problemas e Novos Prazeres

Da série A Secretária
Um conto erótico de Raquel
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 3452 palavras
Data: 21/01/2026 02:12:59
Última revisão: 21/01/2026 03:11:13

Estava na casa dos meus pais com o meu namorado, como eu falei separamos o fim de semana de carnaval para isso, no sábado ele conheceu meus pais, no domingo conheceria os pais dele, eu lembro que no final do sábado, estávamos na poltrona do meu pai, a sala sempre teve dois sofás, um de três lugares e uma poltrona.

Papai sempre fez questão de sua poltrona, mas não nesse dia, nesse dia ele deixou meu namorado nela enquanto fazia outras coisas, mas quando ele chega na sala para se despedir, eu estou no colo do meu namorado dormindo, naquele estado de sono que ainda se escuta, mas de olhos fechados sonolenta, abraçada com ele.

“Cuida bem dela, Alessandro, esse aí é meu maior tesouro.”, “Não se preocupa senhor Alberto, ela é o amor da minha vida, vou tratar como uma princesa sempre.”... Eu guardo essas palavras com um extremo carinho, porque ele estava falando sério e sendo sincero com o meu pai, comigo dormindo, não precisava se exibir para mim…

Acordei com ele no dia seguinte, me sentindo super bem, super livre, super feliz, tudo tinha dado certo, 50% completo, faltava agora só a mãe dele, o pai pelo que eu entendi não mora no Brasil, me vesti princesinha, um shortinho jeans comportado, com meia calça uma blusinha comportada, amarrada nas costas, toda soltinha na frente e com as costas nuas.

Botinha de cano curto pronta para dançar e para ir na moto com ele mesmo no solzão que fazia, tomamos café e nos despedimos dos meus pais, eu subi na moto e fui com ele conhecer a mãe dele, se para conhecer meus pais ele veio parar na periferia da ZN, ele já deixou claro, que íamos para a ZO.

Fiquei espantada, quando pegamos a estrada e passamos um pedágio, mais espantada ainda quando ele saiu da estrada e parou na porta de um condomínio, no meio do nada, todo arborizado e mais espantada ainda, quando percebi que era um condomínio de chácaras e mansões, sentindo um crescente frio na espinha, após ter dado meu rg, nome e telefone só para poder entrar.

Quando ele parou na frente da casa da mãe, era uma mansão, óbvio, com uma garagem enorme, jardim, um caminho que leva para uma piscina, uma casa de vidro de dois andares, com um quarto de água furtada, eu estremeço percebendo no que me envolvi, Alam é quem vem nos receber.

“E aí maninho a mãe quer falar com você, oi Raquel tudo bem.”, faço que sim, Alê nos deixa a sós e ficamos conversando ele percebe meu medo e sorri, “Relaxa Raquel.”, “Como?”, tremendo de leve, “Sendo você mesma, você é incrível e muito bem sucedida, não deixa isso aqui te intimidar.”, faço que sim com a cabeça.

Quando entramos para conhecer finalmente a Dna Laura, eu já estava recomposta, foi bom, porque a mulher é um muro de tijolos, postura impecável, praticamente não sorri, tinha percebido isso um pouco nos filhos, principalmente no Alê, definitivamente tiraram da mãe a postura que não dá para ler.

Depois de apresentadas, conversamos um pouco, aí ele me mostrou a casa, a sala de billiard, o quarto dele enorme na água furtada, com direito a local de estudo e até alguns aparelhos pessoais de exercício, embora, ele falou que prefere a academia que têm dentro do condomínio, assim como a piscina, a da casa é para visita, a do condomínio, que se usa normalmente.

Eu estava me sentindo uma sereia fora do aquário, mas me sentia protegida do lado dele. Descemos para almoçar na sala de jantar, as janelas davam para uma parte reservada de mata, que era parte interna do condomínio, mas de uso exclusivo para vista e pick nick dos moradores, do outro lado estava o muro com guaritas guardando o pedacinho do paraíso.

Comemos educadamente, eu fiquei em dúvida, em casa, eu tiraria meus pratos, espero para ver como os meninos fazem, percebo que as empregadas fazem isso, me sinto um pouco mal, sem saber como agir, em um determinado momento estou na sala de Billiard olhando a piscina pensando em tudo o que estou sentindo.

“Olá Raquel, o que achou da vista?”, sorrio olhando para a Dna Laura, “Uma bela vista senhora.”, ela sorri, olhando para fora comigo, “Ok ruivinha, quanto você quer para sumir da vida do meu filho e deixar ele em paz?”, “O quê?”, eu realmente não tinha entendido principalmente a forma súbita como isso tomou.

“Conheço seu tipinho turbinada e siliconada garota, tudo o que quer é dinheiro para ter seu momento de fama, no TikTok, Youtube, OnlyFans, ou seja lá onde vocês usam hoje em dia.”, “Não precisa destruir o futuro dele eu te dou dinheiro.”, eu olho para ela, demoro um pouco para voltar do impacto das palavras.

“Senhora eu amo o Alê, não troco ele por dinheiro.”, ela da uma risada de escárnio, “Ama mesmo, se amasse deixava ele ter um futuro melhor, ele te falou que vai ficar noivo.”, eu sinto uma dor profunda no peito, “Pelo visto não né… Ela é uma mulher indicada para ele, você não, melhor se afastar do que se machucar.”.

“Eu não estou a venda…”, eu falo, apesar de não ser mais sobre o Alessandro só sobre mim, estou confusa e magoada com esse papo de noiva… “Tah bom ruivinha, mas já esmaguei outras esnobes, depois não diga que eu não avisei.” e simples assim se retira sorrindo, como se não tivesse falado nada de mais…

Eu saio chorando, correndo para fora, correndo para o bosque, não deveria, mas precisava pensar, me sentei encostada em uma árvore, as lágrimas escorrem sem parar, escorrem sem reservas, eu estou assustada, muito assustada e com medo… Quando sinto uma mão no meu ombro, eu olho e me decepciono de novo.

Não era o Alê, era o Alam, mesmo assim ele se senta do meu lado e me oferece água, uma garrafinha de água… Após beber, ele me convence a contar tudo o que houve, diz que o Alessandro ficou preocupado, mas ele convenceu o Alê a vir ele, caso eu estivesse chateada com a mãe deles.

“A Laura é louca Raquel, não leva o que ela falou a sério.”, “Mas e o noivado.”, eu pergunto, “Meu irmão não gosta dessa garota, minha mãe é que cisma com esse casamento que só faria ele infeliz.”, ele respira fundo, “Raquel, só você já fez meu irmão sorrir desse jeito, com você ele é feliz, eu particularmente te acho muita areia para ele, mas gosto de ver ele feliz e você se tornou uma amiga querida.”.

Dei risada da bobagem que ele falou, ele me abraçou e deitou minha cabeça no ombro dele, “Liga para eles não cunhadinha, você é incrível e eu estou louco para ver meus sobrinhos orientais de cabelo vermelho parecendo anime….”, dou um soco no peito dele e me afasto já sorrindo.

“Agora assim, um sorriso… Relaxa, você gosta do Alê e ele gosta de você e do que depender dele é você que ele quer e não a Camila, do que depender de mim, vocês dois têm um aliado.”, eu faço que sim com a cabeça já mais animada, depois disso ele me ajudou a levantar, esperou eu me recompor e me levou de volta para a casa, porque eu não sabia onde estava…

O resto do domingo comecei a tratar a mãe deles, com educação mas mantendo distância, não dando mais confiança para ela dizer o que quisesse, respostas delicadas e evasivas, não queria que ela soubesse nada de mim do que já não soubesse e como ela foi educada de não perguntar antes, agora é que seria segredoDepois de conhecermos nossos pais estávamos livres para curtir o carnaval e curtimos, curtimos muito… Dançamos na segunda a noite e passeamos no parque Terça a noite, depois disso Quarta foi só para se recuperar da ressaca, saímos na quinta, compras, brincamos de explorar os fetiches um do outro, estávamos prontos para mais um passo.

Na noite de sexta, saímos todos, tive tempo de desabafar com a minha melhor amiga, “Caramba Raquel sinto muito, eu sabia que a mãe dele era meio… Enfim, mas não imaginava.”, “Pois é, nem sei o que fazer.”, “Já falou com ele.”, faço que não com a cabeça, “Não sei como falar algo assim da mãe de alguém.”

Claro que ela me compreendeu mais ou menos, a questão é que… Alessandro é apegado a mãe, essa é uma guerra que eu não posso vencer, se eu fizer ele escolher, ou eu ou a mãe, o que posso fazer é continuar sendo namorada dele e deixar ele decidir, se ela pode ou não nos separar, mas ao menos falar com Paloma me fez bem.

Claro que a opinião dela gira em torno de um ponto. “Pelo sim pelo não, ele deveria te falar dessa tal mulher que a mãe dele quer que eles noivem.”. E isso ela tinha a mais completa razão, eu teria que abordar o tema com ele, teria que ser uma conversa séria, mas não para hoje, nem amanhã, talvez domingo.

Ter o ponto de vista de outra mulher me fez bem, mesmo que eu tenha o Alam como meu aliado, eu não posso falar para ele todas as minhas inseguranças, ele é um homem, ele não iria entender. E é até injusto que eu cobre dele, sei lá, ele pode me ouvir como amigo, claro, ele pode entender como ser humano óbvio, mas é diferente ser uma garota nessa situação.

Assim como eu mesma acho graça e não entendo de forma alguma o big deal do primeiro encontro com o sogro… Sério que vocês se preocupam mesmo com isso? Alam por outro lado estava mais próximo que nunca da gente, conversamos um pouco, ele me deu uma força, disse que o irmão dele me ama de mais e que ficaria de olho nas ações da mãe dele em casa.

Era algum alívio, ao menos o que poderia me oferecer por agoraMas o sábado era só nosso… Já vinhamos conversando sobre uma brincadeira específica, ensaiamos ela, em conversas, em jogos entre nós, com joguinhos de imaginação, mas estávamos dispostos a tentar, porque não, ele quer, eu quero, então vamos colocar fogo na cama.

Eu estava usando uma saia super soltinha e dançante ao redor das minhas coxas de meias com cinta liga e sapato de salto com sola altinha e confortável, na parte de cima uma blusinha de alcinha fininha, sem decote, mas semi transparente com forro, soltinha no corpo, mas aberta nas costas dos ombros até o fim, amarradinha nas costas, os cabelos soltos para dar volume e chamar atenção para minhas costas e para o meu bumbum.

Ao chegarmos no local é um bar mas… Kinky, adulto, todo mundo aqui compartilha fetiches, o ambiente é vermelho com luz baixa, eu chamo bastante atenção, bastante mesmo, eu já falei como é meu corpo certo, a pele branca, as sardinhas, os olhos claros, com a pintinha de baixo do esquerdo para chamar atenção, os gêmeos grandes e chamativos.

Eu sou um fetiche ambulante, dentro de um ambiente de fetiches, é claro, que eu estou chamando atenção, muita atenção… Alê me leva para um andar inferior, um bar com música ambiente, shows, streap tease, pole, lá ele me solta, me deixa dançar, ele sabe que eu vou chamar atenção, ele me observa a distância sorrindo.

Estou dançando e chamando atenção, a saia soltinha girando ao redor das minhas pernas, meu quadril indo de um lado para o outro, as vezes, coloco as mãos por trás dos ombros e levanto meus cabelos exibindo as costas nuas, a nuca perfeitinha… Um fetiche pronto para a maioria dos que estão aqui.

Não me entenda mal, é uma casa muito bem conceituada, Alessandro me falou que não entra no andar de baixo sem convite, o preço do drink é proibitivo para a maioria das pessoas e há muitas câmeras logo, eu estou segura, verdadeiramente segura, confio completamente no Alê e sei o meu papel na nossa brincadeira.

Não demora até o primeiro chegar em mim… Conversamos é claro, dançamos é óbvio, mas não deixei ele encostar, “Para encostar em mim precisa pedir para o meu dono.”, aí veio o próximo, “Não estou sozinha estou com o meu dono e só pedindo para ele pode dançar encostado, ou talvez um beijo.”, Alê estava negando todos, mas eu sabia qual era o combinado.

Aquilo estava excitante, eu estava provocando, principalmente o próprio Alê, causando ciúmes, me exibindo para outros homens, fazendo irem pedir permissão para ele, para encostar na ‘sua propriedade’, era esse parte do combinado e é claro, eu sabia que mais cedo ou mais tarde a conta iria chegar e pela cara dos homens, alguns também sabiam.

Tenho a impressão que alguns até falaram com o Alê antes de chegar em mim, só para me ver obedecer. No final eu perdi a conta em 5… Mas sei que foram mais, acho que não decorei o número exato de propósito, ou só esqueci quando chegou a hora, algo que só tornou tudo o que veio depois ainda mais excitante.

Alê se aproxima de mim e me segura pelos cabelos perto da nuca, me fazendo olhar para ele, estremeço, arrepiada, a boca entreaberta, de batom vermelho, olhos nos olhos, “Chega minha putinha, você já provocou demais.”, “Já… Posso continuar se quiser.”, ele percebe que estou provocando de propósito para ele me punir mais, então só me beija ao invés de responder.

Ele me leva para uma das salas secretas, eu entro com ele, me levando com a mão nos meus cabelos e ali estão alguns casais, se pegando, de leve, esse bar não permite sexo explícito, mas permite o que vai acontecer comigo, assim como algumas pessoas andando de coleira, ou com chicote pelo bar.

Consigo reconhecer um ou outro rosto, dois ou três, dos que pediram para me beijar, eles também estão aqui pelo show, Alê prende dois pezinhos pequenos de pressão nos gêmeos, com uma correntinha ligando o prendedor ao pezinho, eu solto um gemido manhoso de dor e prazer na hora o que faz ele sorrir antes de me debruçar sobre uma mesa no centro da sala.

Os pés no chão, as mãos na mesa, a saia levinha levanta um pouco expondo meu bumbum, lisinho e branquinho com sardas, toda arrepiada, de fio dental preto e cinta liga que desce pelo lado do quadril… Eu tinha escolhido preto para caso eu me molhasse inteira, não ficasse marcado na calcinha e nesse momento eu agradecia minha escolha, porque minha menininha estava encharcada…

Eu estava arrepiada, excitada, tremendo, mas estava tensa, ele começa a alisar minha bunda, me fazendo relaxar, eu relaxo, a respiração já acelerada de expectativa, quando sou lembrada que o couro não têm pena, a cinta traçou um caminho pelo meu bumbum ardendo e queimando a pele me arrancando um grito com a surpresa.

“Essa é por ser uma safada que gosta de provocar.”, eu me contorço inteira, meus joelhos falharam e eu levanto um pé do chão sentindo arder bastante ao mesmo tempo, os pezinhos balançam, puxando meus mamilos, ele espera eu parar de me contorcer de dor e prazer, “E essa é por estar gostando…”, um novo grito, “Quantos foram?”, ele pergunta com voz autoritária.

“Eu não sei, seis.”, eu percebo pelo canto da vista tentando ver ele, percebo o quão excitado estão os espectadores, ao ver uma jovem mulher com um corpo como o meu, apanhando de cinto no bumbum com pezinhos pendurados em seus seios enormes, ao vivo, toda branquinha com o bumbum ficando com listras vermelhas a cada golpe. Mas eu também estou excitada e pela voz e postura dele, percebo que o Alê também.

“Essa é por não lembrar.”, uma mais forte, que me arranca um grito e lágrimas, “Agora conta para saber.”, no 4 eu já sentia tudo ardendo, no 7 eu estava arranhando a mesa, até os nós dos dedos ficarem brancos, no 9 eu já tinha saído do corpo a dor e o tesão me transportando para outro mundo, mas ainda contando, a cada cintada, carinho, nas costas e no bumbum para relaxar antes da próxima.

E aí tudo para, “NOVE…” foi esse o último número que gritei, sentindo tudo ardendo, ele alisa devagar e me levanta, eu estou completamente molinha, nos braços dele, o rosto molhado de lágrimas, a maquiagem toda escorrida e borrada, os lábios tremendo ele me dá um beijo, forte e dominante, eu estremeço sentindo os mamilos doendo bastante.

Ainda me segurando pelos cabelos ele fala olhando nos meus olhos o fogo no olhar dele ainda é do tipo que me desmancha, que me faz sentir as pernas bambas e um tesão imenso, “Um deles recebeu permissão. Não vou falar quem, também não vou falar se vou te punir, caso beije, ou se vou te punir caso não beije, a escolha é sua. E os pezinhos, são meus, vai ficar com eles pelo resto da noite.”

Eu estava tremendo ainda, toda sensível, sorri para ele e fiz que sim com a cabeça, alisando de leve meu bumbum por cima da saia que ardia bastante, sentindo o incômodo dos pezinhos que me faziam morder o lábio, ele me levou para a pista, os olhares das pessoas que começavam a se dispersar, era de um prazer intenso pelo que assistiram, por me ver suportando o castigo.

Mas ainda não tinha acabado isso era só o começo, eu não fazia ideia do que ele ia fazer comigo se eu errasse a escolha, isso era assustador e profundamente excitante, eu queria, ser punida, ao mesmo tempo queria acertar, a expectativa, fazendo minha barriga gelar e minha calcinha cada vez mais molhada.

Após alguns que eu delicadamente neguei, veio um cara até mim depois de um tempo, um homem bem mais velho, exalando experiência, me chamou para um drink enquanto eu dançava, eu reconheci ele, ele me disse que o Alê tinha deixado, eu olhei para o Alê e ele fez um sinal com o drink então fui, para o balcão.

“Será que agora eu mereço um beijo… “, eu fico indecisa, bate o medinho da decisão errada, “Está com medo de ser mais punida.”, eu olho para ele e dou risada, uma risada sem jeito com as bochechas vermelhas, “Você é definitivamente linda.”, “Eu não sei qual curso de ação eu vou tomar para não ser punida.”, ele sorri um sorriso safado olhando para mim e sussurra no meu ouvido, “E eu não posso te falar qual.”...

Eu dou risada, ainda mais vermelha, sabendo que esse homem sabia do meu destino mais do que eu, sim ou não, uma decisão leva há carinho o restante da noite, a outra leva há uma nova sessão de punição, eu sinto meu corpo todo estremecer, a dor nos seios e o meu bumbum pegando fogo como um lembrete do que vai acontecer.

Continuamos conversando por mais um tempo, ele é dono de uma adega, gosta de vinhos. Trocamos contato, na verdade ele e o Alê trocaram, mas decidi por não beijar, ele sorriu, olhando para mim, “Você é uma delicinha de submissa, muito obediente, acho que seu namorado é um homem de sorte.”, “Obrigada.”, sorrio e ele sorri de volta, me fez um suave carinho nos cabelos e depois de conversarmos mais um pouco me liberou.

Voltei para o Alê que estava em um sofá no bar, com um drink na frente dele, ele segurou meu pulso e me puxou para o colo, me dando um copo de bebida. “Não quis?”, faço que não com a cabeça, “Me pareceu esquisito.”, eledeu risada e me deu um beijo… “Acertei?”, eu pergunto ansiosa, “Em casa eu te digo.”...

Ele me torturou por mais algumas horas, com mais drinks, petiscos, quis me ver dançar, quis dançar comigo, os pezinhos balançando, me fazendo fazer caras de dor e prazer enquanto me movia, antes de me levar para casa e em casa nos amamos intensamente e eu descobri que havia acertado a minha escolha, fui tratada como uma princesa, com massagem carinho, docinhos e muito sexo carinhoso.

No dia seguinte meu bumbum já estava quase sem marcas, ele sabe bater, sem deixar marcas, sem machucar, só ardido, assim como os mamilos doíam, mas sem estarem machucados a punição perfeita para sua namoradinha submissa.

=== === === … … … FIM … … … === === ===

É isso galera chega de enrolação, coisas grandes começam a acontecer com a vida da nossa protagonista, agora ela têm pessoas querendo impedir seu romance, as coisas começam a se complicar mais e mais nos próximos capítulos, espero que tenham gostado, espero.

Se gostaram, por favor, façam uma autora feliz, votem e deixem seus comentários.

Muito muito obrigada a todos os meus leitores.

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Foto de perfil de GizGizContos: 56Seguidores: 233Seguindo: 39Mensagem Eu sou uma escritora, não escrevo profissionalmente ainda, mas me vejo como uma, já fui incentivada a publicar, mas ainda não escrevi nada que eu ache que mereça isso.

Comentários

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Fiquei chocado com a cena no bar e na submissão dela ao Alê. Não era algo que eu esperava, ainda mais pelo jeitinho tímida, fofinho e carinhoso dela de ser.

Senti um pouco a vibe de 50 tons de cinza, mas só um pouquinho...

Prevejo que essa relação dela com o Alê vai ser bastante conflituosa e nisso vai aparecer o Alam para confortá-la. Os irmãos vão acabar brigando por isso.

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"eu particularmente te acho muita areia para ele"

Essa frase do Alam diz muita coisa, né? Vamos ver se o interesse dele nela é nobre e respeitoso ou se há algo mais sombrio por trás dos panos.

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