Luciana e Marcelo eram colegas inseparáveis há sete anos na consultoria em Maringá, mas nunca um pingo de química sexual – ela via nele só o cara dos relatórios, ele nela a gerente durona. Aos 35, Luciana tinha corpo de deusa: seios DD pesados com auréolas rosadas largas, bunda redonda e carnuda, e uma buceta perfeita – lábios maiores grossos e protuberantes, internos rosados e franzidos, clitóris grande como uma ervilha inchada, sempre depilada exceto um triângulo fino de pelos pubianos negros. Aos 38, Marcelo era o oposto: alto, ombros largos, pauzão de 20 cm ereto, circuncidado com glande bulbosa roxa e veiões salientes que pulsavam como cordas, bolas pesadas e peludas cheias de porra acumulada.
A viagem a trabalho para uma conferência em São Paulo os uniu por erro da agência: um quarto duplo no hotel de luxo no centro, cama king size, minibar e vista noturna. Após jantarem sozinhos, exaustos de reuniões, Marcelo sacou a bolsinha de dentro da mala. "Lu, anos trabalhando juntos e você nunca provou isso? Levei cocaína pura. Curiosidade mata, né?". Ela, olhos brilhando de segredo desejo reprimido, assentiu. "Vai nessa, Marcelo. Mas se me foder a cabeça, te mato".
No banheiro espelhado, ele preparou duas carreiras brancas e perfeitas. Luciana aspirou a primeira com o canudo enrolado, o fogo subindo pelas narinas, coração disparando em êxtase químico. "Porra, que rush! Me sinto uma deusa safada". A segunda carreira veio, e o quarto virou um caldeirão de tesão. Seus olhares se cruzaram famintos. Marcelo a prensou na parede, mão enorme puxando o cabelo castanho comprido com força bruta, expondo o pescoço. Enfiou a língua na boca dela, chupando como viciado, dentes roçando. "Sua puta do caralho, Lu. Anos fantasiando foder essa buceta suculenta que você balança no escritório sem saber".
Ela agarrou o pau dele por cima da calça social, sentindo a grossura latejante, glande úmida de pré-gozo manchando o tecido. "Me mostra esse monstro, seu puto. Nunca cogitei teu pauzão, mas agora quero ele me rasgando". Ele rasgou a blusa branca dela, peitos saltando livres, mamilos eretos e duros como balas. Chupou um vorazmente, mordendo a auréola sensível, enquanto dedos invadiam a saia lápis, roçando a calcinha encharcada. A buceta dela exalava cheiro almiscarado de tesão, lábios inchados se abrindo ao toque, mel viscoso escorrendo pelas coxas. "Tá pingando, vadia. Goza pros meus dedos".
Posição 1: De pé contra a parede. Ele enfiou dois dedos na buceta apertada, sentindo as paredes quentes e rugosas contraírem, clitóris latejando sob o polegar. Ela gozou explosivo, esguichando no braço dele: "Fode, Marcelo, me faz tua puta!".
Ele a jogou na cama de bruços, arrancando tudo. Abriu as nádegas empinadas, expondo a buceta reluzente – lábios maiores carnudos e vermelhos, internos babados abrindo como pétalas, cu rosado piscando. Cuspiu na rola inchada, masturbando devagar as veias pulsantes.
Posição 2: Oral de quatro. Cara enfiada nas coxas dela, lambeu a xoxota inteira, língua furando o cu apertado e sugando o clitóris inchado com vácuo, bebendo o mel salgado-doce. "Que gosto de puta molhada, Lu. Vou te comer viva". Ela rebolava, puxando próprio cabelo: "Lambe meu cu, seu porco! Enfia a língua fundo".
Posição 3: Cowgirl selvagem. Virou-a, ela montou o pauzão, guiando a glande bulbosa na entrada. Desceu lenta, gemendo rouco enquanto os lábios vaginais se esticavam ao limite ao redor da grossura, veias roçando o ponto G interno, bolas batendo no cu. "Caralho, teu pau tá me preenchendo toda, grosso pra porra!". Cavalgou louca, peitos balançando, unhas arranhando o peito dele.
Posição 4: Reverse cowgirl com tapas. Ele a girou, puxando cabelo pra trás como rédea. Batia na bunda até roxos: "Rebola nessa pica, sua cachorra do RH! Teu cu quer meter também". Ela gozou gritando, buceta contraindo em espasmos, suco escorrendo pelas bolas peludas dele.
Posição 5: Missionário brutal. Pernas dela nos ombros, ele meteu fundo, glande roçando o colo do útero a cada estocada violenta. Tapas na cara alternados – pá! esquerda, pá! direita –, bochechas ardendo vermelhas. "Toma, vadia! Grita que eu te fodo melhor que qualquer pauzinho. Anos te olhando no elevador, agora te arrombo". Putaria voava: "Me enche, Marcelo! Bate mais forte na minha cara de puta!".
Posição 6: 69 insano no chão. Rolou pro tapete, ela por cima engolindo o pauzão até a garganta, baba escorrendo, chupando bolas salgadas e lambendo o períneo. Ele devorava a buceta, dedos no cu, sugando clitóris protuberante. "Engole tudo, sua gulosa! Vou gozar na tua goela".
Posição 7: De lado colados, finalização oral. De lado na cama, ele por trás metendo vaginal com fúria, pau resvalando no cu antes de voltar, corpos suados grudados. "Vou te foder pro resto da vida, Lu. Tua buceta é minha agora". Sentindo o pico, puxou cabelo violento, deu tapa final na cara: "Boca aberta, porca!". Sacou o pauzão latejante, glande roxa explodindo jatos quentes e grossos de porra na língua dela, enchendo a boca até transbordar no queixo e peitos. Ela engoliu gulosa, chupando as gotas finais: "Porra quente delícia, Marcelo. Quero te sugar seco todo dia".
Coca baixando, riram exaustos, corpos marcados. A viagem virou vício eterno.