Ia ser só uma punheta...

Um conto erótico de Bruno
Categoria: Homossexual
Contém 646 palavras
Data: 20/01/2026 19:00:41

(Baseado em um fato real)

Final de tarde de sexta-feira e todo o tesão acumulado. Sentei à frente do computador só de cueca preta e entrei no bate-papo UOL como fazia quando eu era adolescente. Hoje com 43 anos, resolvi dar uma chance já que não curto entrar em aplicativo de pegação.

Meu apelido: "Discreto HxH".

A tela foi rolando e apareceu o "Só uma punheta". Cliquei e começamos um diálogo. A proposta era ficar de frente a TV assistindo uns pornôs hétero e ficar batendo uma punheta. Depois de gerar certa confiança em um diálogo através da webcam, peguei meu carro e fui até a casa do cara que havia feito a proposta.

Lá, eu sentei em um lado do sofá e ele no outro.

- Tira a roupa, cara. Pode deixar aí no canto.

- Show de bola.

E assim o fiz. Ambos já estávamos de pau duro e a tensão foi tomando conta do espaço.

- Curte que tipo de vídeo?

- MILF, incesto...

- Curto incesto também cara.

Assim foi. Ficamos vendo uns vídeos e batendo nossas punhetas. De vez em quando eu percebia um olhar ligeiro dele. Pra mim? Pro meu cacete? A dúvida pairava no ar.

Os vídeos iam rolando e teve um momento que:

- Bora tomar uma cervejas?

- De boas.

Foi só tomar a cerveja que o papo passou a rolar de maneira mais descontraída.

- Preciso ir ao banheiro.

Me levantei e percebi que quando passei por ele, seu olhar me acompanhou. Quando eu voltei:

-Agora sou eu.

E assim se deu umas três vezes.

Mais cerveja. Já meio tontos...

- Cara, senta aqui mais perto.

Ele se aproximou e nossas pernas ficaram encostadas uma na outra.

- Vou ao banheiro, cara.

Trinta segundos depois ele apareceu lá.

- Vai mijar também?

- Vou, cara. Bebi muito.

- Apoia aqui, cara. Ou então você vai cair.

Quando o jato de mijo começou a jorrar eu taquei a mão e fiquei como se lavando ela com aquele jato de mijo prata e forte.

- Show de bola, cara.

A tensão dentro do banheiro era imensa. Eu estava gostando daquilo, mas dali em diante eu tinha uma escolha: ficar de boas e terminar na punheta ou avançar o sinal e me deliciar daquele corpo grande e daquela piroca grossa e pesada e nunca mais vê-lo pois sei que o tesão dele era somente aquilo: bater uma bronha vendo vídeos, se alimentar da tensão sexual e pronto. Já que se dizia hétero.

Não resisti. Encostei ele na parede, me ajoelhei e mamei ele vigorosamente.

Depois de um tempo me levantei e ainda fiquei com o braço dele passando pelo meu pescoço e ombro:

- Teu peito tá bem durinho.

- Pois mama, cara.

Ele mamou meu peito com força. O tesão cresceu em mim vendo aquele cara enorme fazendo aquele movimento repleto de desejo.

Nos beijamos profundamente.

- Me chupa de novo.

E assim o fiz.

Fomos pro box e ligamos o chuveiro. Eu me virei.

- Faz um filho em mim antes de eu ir embora.

- Certo, meu amor.

A resposta dele quase me fez explodir de tanto tesão. Ali eu era a mulher dele. A mulher dos filmes que ele assistia...

Senti o membro dele me penetrando sem camisinha. A coisa mais gostosa do mundo. Depois disso um jato de porra. Dois na verdade, pois gozamos juntos.

Tomamos banho em silêncio. Eu me vesti e voltei pra casa. Eu sabia que tinha ido longe demais e que nunca mais o veria pra assistir filmes pornôs héteros pois eu não fazia mais parte do fetiche dele. Fetiche que tinha que começar assim: cada um na sua até as coisas se desenrolarem, ou não...

Só sei que era impossível estar ali naquela situação e não ceder pra ele.

Hoje me resta as punhetas que eu bato lembrando desse dia. Inclusive bati uma antes de escrever esse conto. História que eu já deveria ter escrito há muito tempo.

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Comentários

Foto de perfil de Jota_

Que delícia cara!! Faz tempo isso? Tesão demais. E que bom q vc voltou aqui!

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Cara, de boas? Isso foi no início de dezembro. Foi uma experiência boa demais.

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