Ruivinha capitulo 18

Um conto erótico de henrique casado
Categoria: Heterossexual
Contém 591 palavras
Data: 20/01/2026 16:16:24

Aline não deu tempo para conversas. Ela se sentou na borda da cama king-size, a seda do robe agora apenas um detalhe no chão. Ela puxou os dois para perto.

— Fernando, você não queria ver de perto? — ela sussurrou, puxando o jovem estagiário pela nuca. — E você, Caio... mostre para ele como se trata uma mulher.

O que se seguiu foi uma sinfonia de luxúria coordenada. Caio, com sua experiência bruta, dominou o território primeiro. Ele a colocou deitada transversalmente na cama e começou um oral feroz, profundo, enquanto Fernando, ainda atordoado pela visão, era guiado pelas mãos de Aline para a sua boca.

Aline estava no centro de um furacão. Ela sentia a barba rala de Caio contra suas coxas e o vigor ansioso de Fernando em sua boca. Os gemidos dela, transmitidos ao vivo para o ouvido de Henrique, eram carregados de uma satisfação quase divina. Ela era o altar onde aqueles dois homens — o mestre e o aprendiz — se sacrificavam.

O clima atingiu o ponto de ebulição. Caio, percebendo que Fernando estava prestes a explodir de ansiedade, tomou as rédeas.

— Fica de quatro, Aline. Agora — ele ordenou, a voz saindo como um rosnado.

Aline obedeceu prontamente, assumindo a posição que Henrique tanto adorava imaginar. Caio posicionou-se atrás, firme, bruto, preenchendo-a com a força que usava no ringue. Ao mesmo tempo, ele puxou Fernando pelo braço, indicando a frente.

O jovem, trêmulo mas excitado pelo poder da situação, posicionou-se. Sob o comando silencioso de Caio e o incentivo dos gemidos de Aline, eles a possuíram simultaneamente. Foi uma colisão de ritmos: a cadência pesada e experiente de Caio contra a urgência descontrolada de Fernando. Aline sentia-se esticada, preenchida, como se cada centímetro de seu corpo pertencesse àquele momento.

No carro, Henrique apertava o volante com tanta força que os nós dos dedos estavam brancos. O som da carne batendo, os gritos de Aline chamando pelos nomes deles, a confusão de prazer que saía dos fones... era a consagração de tudo o que haviam construído em Curitiba.

Quando o limite foi atingido, a ordem de "não gozar dentro" ainda ecoava na mente de Caio, e Fernando estava jovem demais para resistir por muito tempo.

— Agora! — Aline gritou, sentindo o ápice chegar.

Os dois se retiraram ao mesmo tempo. Foi uma chuva coordenada. Caio, com sua potência veterana, e Fernando, com a abundância da juventude, descarregaram tudo sobre ela. Aline ficou ali, deitada entre os lençóis de cetim, completamente lambuzada. O sêmen cobria suas costas, seus seios e escorria pelo seu rosto, misturando-se ao suor do esforço.

Ela era um quadro vivo de depravação e vitória. Caio e Fernando se olharam, exaustos, agora unidos por um segredo que os tornava escravos daquela mulher.

Aline esticou o braço, pegou a bolsa e, discretamente, desligou a chamada. Ela olhou para os dois e sorriu, um sorriso de quem sabia que, embora eles tivessem usado o corpo dela, era ela quem agora possuía as almas deles.

Vinte minutos depois, Aline entrou no carro. Ela não se limpou no motel. Queria que Henrique visse. Queria que ele sentisse o cheiro.

Henrique não disse uma palavra. Ele apenas a puxou para um beijo longo, sentindo o gosto salgado no canto da boca dela. Ele ligou o carro e dirigiu em silêncio até em casa, onde o verdadeiro ato final aconteceria. No chuveiro, ele a lavaria detalhadamente, ouvindo cada palavra, cada detalhe técnico da DP, cada reação do estagiário e cada rosnado do lutador, transformando a sujeira alheia no ouro que alimentava o amor inabalável dos dois.

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