Noite Selvagem no centro do rio

Um conto erótico de Cat
Categoria: Heterossexual
Contém 2608 palavras
Data: 20/01/2026 15:10:51

Eu sou a Cat. Não é um nome que eu escolhi, mas um que me caiu como uma luva. Sou uma mulher de 25 anos, com curvas que fazem os homens pararem no meio da rua, cabelos castanhos, longos que caem como uma cortina sedutora pelas minhas costas, e olhos mel que prometem pecado.

To fazendo um extra nas ferias do Trabalho como bartender em um bar chique no centro da cidade, onde vejo todo tipo de gente passar – homens ricos, empresários exaustos, caras comuns em busca de uma aventura. Eu dou o que eles querem, mas só se me excitarem de verdade. Hoje, foi diferente. Hoje, encontrei ele, e tudo virou uma noite de puro fogo.

Era uma sexta-feira agitada. O bar estava lotado, o ar pesado com o cheiro de álcool, suor e desejo reprimido. Eu estava atrás do balcão, servindo drinks com um sorriso provocante, meu decote generoso chamando atenção como um ímã. Usava um top preto justo que mal continha meus peitos fartos, os mamilos já endurecendo sob o tecido fino com o ar condicionado gelado, e uma saia curta que mostrava minhas pernas longas e tonificadas, terminando logo abaixo da bunda redonda que eu sabia que balançava a cada passo. Eu me sentia poderosa, no controle, como uma predadora pronta para atacar. Então, ele entrou. Alto, musculoso, com barba por fazer que dava um ar selvagem e olhos azuis penetrantes que me fuzilaram assim que me viram. Vestia uma camisa branca aberta no peito, revelando um tanquinho definido e um pouco de pelos que me fizeram imaginar como seria passar as unhas ali. Chamava-se Marco, e ele veio direto para o balcão, pedindo um uísque puro com gelo.

"Você é nova aqui?", ele perguntou, com um sorriso safado que me fez sentir um arrepio descer pela espinha, direto para o meio das minhas pernas.

"Não, eu sou a dona do lugar", menti, piscando e inclinando-me um pouco mais sobre o balcão, deixando meus peitos quase roçarem o vidro. Ele riu, um som rouco e sexy, e começamos a conversar. Ele era engenheiro, viajava muito, e estava na cidade por uma semana. Mas o que me interessou foi o jeito como ele me olhava, como se quisesse me devorar ali mesmo, arrancar minha roupa e me foder no balcão. Eu senti meu corpo reagir – meus mamilos endurecendo ainda mais, uma umidade quente começando a se formar entre minhas coxas, minha calcinha já ficando úmida. Eu queria ele. Queria sentir aquele corpo forte contra o meu, queria ser fodida até gritar, até meu corpo tremer de prazer.

Depois de algumas rodadas, ele se inclinou sobre o balcão e sussurrou: "Vamos sair daqui. Eu quero te levar para um lugar onde eu possa te provar de verdade." Meu coração acelerou, batendo forte no peito, e eu senti um calor subir pelo meu corpo, fazendo minha boceta pulsar de antecipação. Eu avisei minha colega que ia embora mais cedo e saí com ele. No estacionamento escuro, ele me encostou contra o carro, suas mãos grandes apertando minha cintura com força suficiente para deixar marcas, mas não o bastante para doer – ainda. "Você é uma gata selvagem, né?", ele murmurou, beijando meu pescoço, sua barba raspando minha pele sensível e me fazendo gemer baixinho.

"Então me mostre o que você tem", respondi, mordendo seu lábio inferior com força, sentindo o gosto de sangue misturado com o dele. Ele me beijou com fome, sua língua invadindo minha boca, explorando cada canto, dançando com a minha em um ritmo frenético. Suas mãos desceram para minha bunda, apertando com força, me fazendo arquear as costas e pressionar meu corpo contra o dele. Eu senti seu pau duro, grosso e quente, pressionando contra minha barriga através da calça, e gemi na sua boca, imaginando como seria senti-lo dentro de mim.

Ele abriu a porta do carro e me empurrou para dentro, sentando no banco de trás. "Aqui? Agora?", perguntei, excitada com a ideia de ser pega, de alguém nos ver fodendo como animais no estacionamento. "Por que não?", ele disse, subindo em cima de mim, seu peso me prendendo no banco. O carro era espaçoso, mas ainda assim apertado, o que tornava tudo mais intenso. Ele tirou minha saia com um puxão rápido, revelando minha calcinha preta rendada, já encharcada de desejo. "Porra, olha isso", ele gemeu, passando o dedo pela minha boceta molhada através do tecido, sentindo o calor e a umidade. Eu tremi, abrindo as pernas mais, implorando silenciosamente por mais.

Ele puxou a calcinha para o lado, expondo minha boceta depilada, rosada e brilhante de excitação, e enfiou dois dedos dentro de mim, devagar, sentindo como eu estava apertada e quente ao redor dele. "Você está pingando, Cat. Quer meu pau?", ele perguntou, sua voz rouca, enquanto seus dedos se moviam para dentro e para fora, curvando-se para tocar meu ponto G, me fazendo arquejar e gemer alto. "Sim, me fode", implorei, minha voz rouca de desejo, minhas mãos agarrando seus ombros, unhas cravando na pele.

Ele desceu a calça, liberando seu pau – grosso, veias saltadas pulsando, a cabeça inchada e brilhando com pré-gozo. Era enorme, pelo menos 20 centímetros, e eu queria tudo, queria senti-lo me esticando, me preenchendo completamente. Ele me posicionou de joelhos no banco, minha bunda para cima, exposta e vulnerável, e entrou em mim por trás. Devagar no começo, a cabeça grossa abrindo caminho, sentindo minhas paredes se esticarem ao redor dele, um prazer misturado com uma pontinha de dor que me fez gemer mais alto. "Ah, caralho, você é apertada", ele grunhiu, empurrando mais fundo, centímetro por centímetro, até estar enterrado até as bolas.

Eu gemi alto, sentindo cada veia, cada pulsação do seu pau dentro de mim, me preenchendo como nunca antes. Ele começou a se mover, primeiro lento, saboreando, depois mais rápido, suas bolas batendo contra meu clitóris inchado a cada estocada profunda. Eu me apoiei no encosto do banco, empurrando para trás, querendo mais, querendo senti-lo bater fundo, tocar lugares que me faziam ver estrelas. Suas mãos apertavam meus quadris, dedos cravando na carne macia, deixando marcas vermelhas que eu sabia que doeriam depois, mas que agora só aumentavam o prazer. "Mais forte", pedi, minha voz entrecortada, e ele obedeceu, fodendo-me com força, o som de pele batendo contra pele ecoando no carro, misturado com meus gemidos e seus grunhidos.

Eu senti o orgasmo se aproximando, um calor crescendo no meu ventre, minhas pernas tremendo. "Vou gozar", avisei, e ele acelerou, uma mão descendo para esfregar meu clitóris com o polegar, círculos rápidos e firmes que me levaram ao limite. Quando eu gozei, foi como uma explosão – ondas de prazer me inundando, minha boceta contraindo ao redor do pau dele, apertando-o como um vício, sucos escorrendo pelas minhas coxas. Ele gemeu, sentindo isso, o aperto intenso quase o fazendo gozar também, e continuou fodendo, prolongando meu prazer, estocando mais devagar agora, sentindo cada espasmo.

Mas ele não parou. "Agora é minha vez", disse, virando-me de costas, minhas pernas abertas no banco estreito. Ele me deitou ali, olhando nos meus olhos enquanto entrava novamente, deslizando fácil agora, lubrificado pelos meus sucos. "Você é linda gozando", ele murmurou, beijando meus peitos, chupando meus mamilos até ficarem duros como pedras, mordiscando levemente, me fazendo arquear e gemer. Eu passei minhas unhas pelas costas dele, arranhando levemente, sentindo seus músculos se contraírem sob minha pele.

Ele aumentou o ritmo, fodendo-me profundamente, seu pau batendo no meu ponto G a cada vez, um ângulo perfeito que me fazia ver estrelas. Eu sentia o suor escorrendo entre meus peitos, o ar no carro ficando pesado com o cheiro de sexo – suor, sêmen, minha excitação. "Goza dentro de mim", implorei, minhas unhas cravando mais fundo, e ele fez, com um rugido animal, enchendo-me com seu sêmen quente, jato após jato, me fazendo sentir cheia, possuída. Eu senti cada pulsação, meu corpo tremendo com outro orgasmo menor, minhas paredes contraindo ao redor dele, ordenhando-o até a última gota.

Nós ficamos assim por um momento, ofegantes, nossos corpos suados colados, seu pau ainda dentro de mim, pulsando fracamente. Mas isso foi só o começo. Ele me levou para o apartamento dele, um lugar moderno no alto de um prédio com vista para a cidade. Assim que entramos, ele me empurrou contra a parede da entrada, beijando-me com urgência, sua mão descendo para minha boceta ainda molhada, dedos brincando com meu clitóris sensível. "Quero te provar", disse, descendo de joelhos no chão frio. Ele tirou minha calcinha – a que ainda estava encharcada do nosso encontro no carro – e abriu minhas pernas, expondo-me completamente.

Sua língua tocou meu clitóris, lambendo devagar, círculos preguiçosos que me fizeram tremer. Eu gemi, segurando seus cabelos, guiando-o, sentindo a barba raspando minhas coxas internas. "Mais fundo", pedi, e ele enfiou a língua dentro da minha boceta, lambendo meu suco, misturado com o dele, um gosto salgado e doce que me fez gemer mais alto. Ele era bom nisso, alternando entre chupar meu clitóris com sucção forte e enfiar a língua profunda, seus dedos ajudando, esticando-me, dois dedos curvados tocando meu ponto G enquanto a língua trabalhava no clitóris.

Eu senti outro orgasmo se aproximando, minhas pernas tremendo, meu corpo inteiro vibrando. "Não para", implorei, minha voz ecoando no corredor, e ele não parou, chupando com mais força, adicionando um terceiro dedo, esticando-me mais, fodendo-me com os dedos enquanto a boca trabalhava. Quando eu gozei, foi intenso, meu corpo convulsionando, gritando seu nome, sucos jorrando na sua boca, minhas coxas apertando sua cabeça. Ele se levantou, beijando-me para que eu provasse meu próprio gosto, salgado e excitante, e me levou para o quarto.

Lá, ele me jogou na cama king-size, tirando minha roupa devagar, admirando meu corpo como se fosse uma obra de arte. "Você é perfeita", ele disse, seus olhos devorando meus peitos grandes, com mamilos rosados e duros, minha cintura fina, minha bunda redonda e minha boceta ainda brilhante. Eu me senti desejada, poderosa, minha pele arrepiada. Ele se despiu também, seu pau já duro novamente, ereto e pronto, e subiu em cima de mim. Desta vez, foi mais lento, mais intenso, um jogo de tortura.

Ele beijou meu pescoço, mordiscando, descendo para meus peitos. Chupou um mamilo, depois o outro, sugando forte, mordendo levemente, enquanto sua mão descia para minha boceta, esfregando meu clitóris inchado com movimentos circulares lentos. Eu arqueei as costas, gemendo, sentindo o prazer se acumular novamente, um fogo lento queimando dentro de mim. "Entra em mim", pedi, minha voz suplicante, e ele fez, deslizando devagar, sentindo cada centímetro, minhas paredes ainda sensíveis do orgasmo anterior.

Ele começou a se mover, um ritmo constante, profundo, suas mãos segurando minhas pernas abertas, polegares pressionando minhas coxas internas. Eu envolvi minhas pernas ao redor da cintura dele, puxando-o mais fundo, sentindo-o bater no fundo da minha boceta, um prazer quase doloroso. "Fode-me como se fosse a última vez", disse, e ele acelerou, fodendo-me com força, o som dos nossos corpos ecoando no quarto, suor escorrendo, lençóis grudando na pele.

Eu senti o suor escorrendo pelas minhas costas, o ar pesado com o cheiro de sexo. Ele virou-me de lado, entrando novamente, uma mão apertando meu peito, beliscando o mamilo, a outra esfregando meu clitóris. "Você gosta assim, né? Sujo, intenso", ele murmurou no meu ouvido, sua respiração quente. "Sim, me faz gozar de novo", respondi, e ele fez, seus dedos habilidosos me levando ao limite, círculos rápidos no clitóris enquanto o pau batia fundo. Quando gozei, foi mais forte, meu corpo inteiro tremendo, minha boceta apertando-o como um torno, ondas de prazer me fazendo gritar.

Ele não parou, virando-me de bruços, levantando minha bunda alta no ar. Entrou por trás, fodendo-me como um animal, suas mãos batendo na minha bunda, deixando marcas vermelhas que queimavam de prazer. Eu gemi, empurrando para trás, querendo mais, sentindo o pau bater em ângulos novos, tocando meu ponto G de novo. "Mais forte", pedi, e ele deu, estocando profundo, batendo nas minhas nádegas, o som ecoando. Eu senti a dor misturada com prazer, excitando-me ainda mais, minha boceta pingando, sucos escorrendo pelas coxas. Ele alcançou ao redor, esfregando meu clitóris, e eu gozei novamente, gritando, meu corpo colapsando na cama, tremendo incontrolavelmente.

Ele ainda não tinha terminado. Virou-me de costas novamente, abrindo minhas pernas bem largas, joelhos dobrados, e entrou, fodendo-me devagar agora, prolongando, sentindo cada contração. "Quero ver você gozar mais uma vez", disse, e eu fiz, com ele dentro de mim, sentindo seu pau pulsar, meu clitóris sendo esfregado por seus dedos. Finalmente, ele gozou, enchendo-me novamente, seu corpo tremendo sobre o meu, grunhindo meu nome.

Nós ficamos deitados, ofegantes, nossos corpos suados e satisfeitos. Ele me abraçou, beijando minha testa. "Você é incrível, Cat", disse. Eu sorri, sentindo-me viva, excitada mesmo depois de tudo. Mas sabia que isso não era o fim. Naquela noite, descobri que ele tinha brinquedos – algemas de couro macio, vibradores de tamanhos variados, plugs, tudo guardado em uma gaveta discreta. Ele me amarrou na cama, pulsos e tornozelos presos às colunas, vendando meus olhos com uma seda preta, me deixando no escuro, dependente dos sentidos.

Primeiro, ele usou um vibrador pequeno, um bullet, no meu clitóris, ligando e desligando em intervalos aleatórios, me deixando no limite sem gozar. Eu implorei, meu corpo se contorcendo nas amarras, minha boceta pingando, sucos escorrendo pelo lençol. "Por favor, me fode", pedi, minha voz rouca, e ele riu, um som baixo e malicioso, enfim entrando em mim com o vibrador maior, um rabbit que vibrava dentro e no clitóris, esticando-me, me preenchendo. Eu gozei imediatamente, gritando, ondas de prazer me inundando, meu corpo convulsionando, as amarras apertando minha pele.

Ele não parou, alternando entre o vibrador e seu pau, fodendo-me em posições diferentes mesmo amarrada – de quatro, com minha bunda para cima, ele entrando por trás enquanto o vibrador trabalhava no clitóris; cavalgando ele, minhas mãos presas mas meu corpo se movendo; de pé contra a parede, ele me carregando, minhas pernas ao redor da cintura dele, fodendo-me forte, batendo profundo. Em uma delas, ele me levantou, minhas pernas ao redor da cintura dele, e me fodeu contra a parede do quarto, batendo forte, meus peitos quicando, mamilos roçando no peito dele. Eu mordi seu ombro, sentindo o orgasmo se aproximar, um calor intenso crescendo. "Goza comigo", ele disse, e nós gozamos juntos, seu sêmen escorrendo pelas minhas coxas, misturado com meus sucos.

Depois, ele me desamarrou e me levou para o chuveiro. Lá, sob a água quente cascando, ele me lavou, mas logo virou em sexo novamente. Ele me encostou na parede fria do box, abrindo minhas pernas, e lambeu minha boceta de novo, a água escorrendo pelo meu corpo, misturando-se com meus sucos. Eu gemi, segurando seus cabelos, gozando na sua boca mais uma vez, meu corpo tremendo sob o jato. Então, ele entrou em mim, fodendo-me devagar, a água facilitando os movimentos, nossos corpos escorregadios colidindo.

Eu me senti livre, excitada, como se pudesse gozar para sempre. Ele me virou, fodendo por trás, suas mãos apertando meus peitos, beliscando meus mamilos, uma mão descendo para esfregar meu clitóris. "Você é minha agora", ele murmurou, e eu gemi, concordando, sentindo outro orgasmo se aproximar. Gozamos juntos novamente, o chuveiro testemunhando nossa paixão, água e sêmen escorrendo pelo ralo.

Quando terminamos, deitados na cama, eu me senti completa, meu corpo dolorido de prazer, minha boceta ainda pulsando. Mas sabia que amanhã seria outro dia, outra caçada. Eu sou a Cat, e eu sempre volto para mais.

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