Sexo em família (parte 1)

Um conto erótico de Deborah
Categoria: Heterossexual
Contém 2438 palavras
Data: 20/01/2026 13:56:43
Última revisão: 20/01/2026 17:15:20

Olá amores, tudo bem com vocês?

A gordelícia casadinha aqui volta para contar uma das aventuras mais quentes que rolou comigo e meu esposo Thiago. Agradeço primeiramente o carinho com o qual sou tratada aqui na Casa dos Contos e também no chat do privacy.

Essa história rolou há pouco mais de um ano e foi tão gostosa que eu precisava dividir com vocês.

Meu marido, como vocês já sabem, é 15 anos mais velho que eu, que tenho 27. A família dele é grande, são muitos tios, tias, primos, enfim. Um deles é o Carlinhos, primo de segundo grau, filho de um outro primo dele, o Marcos. Carlinhos tem 18 anos, na época recém completados. Um menino doce, muito tímido. Bonito, muito tranquilo e que mesmo tão jovem, já demonstra muita determinação em buscar o que quer da vida. Simplesmente admirável. Carlinhos mora com os pais em Nova Iguaçu, cidade da Baixada Fluminense, e entrou no quartel do exército, que fica na Avenida Brasil. Longe, muito longe de sua casa. Então Marcos e sua esposa marcaram de ir lá em casa para conversar conosco e pediram se meu marido e eu poderiam hospedar Carlinhos durante a semana, nos dias que ele não estivesse de serviço. Não pela questão financeira, porque o menino receberia dinheiro para as passagens, mais pela qualidade de vida mesmo, de não ter que se locomover em uma distância tão grande e pudesse ao menos descansar um pouco mais. Meu esposo não viu problema nenhum nisso, e eu que já os conhecia, sabia que o menino não me daria nenhum trabalho, então topei também. Carlinhos é 9 anos mais novo que eu, que tenho 27. Mas talvez até por conta da timidez, nossos papos não fluíam tanto até então. Com ele hospedado lá em casa talvez isso mudasse. Enfim, arrumamos o quarto de hóspedes para ele, e ele trouxe algumas coisas, de jeito que ficasse a cara dele aquele cantinho. Os dias foram passando, e Carlinhos se mostrava extremamente prestativo. Sempre me oferecia ajuda, lavava louça, estendia roupa no varal, trazia comida, um verdadeiro gentlemam. Um amor, um menino sem vícios, e que interagia super bem com a gente. Eu no começo, estava mais assim, né? De andar a vontade, pois apesar de ser nosso hóspede, não sei se cairia bem o Carlinhos me ver de shortinho, top, camisola, pra lá e pra cá. Por isso eu evitava certos tipos de roupas. Mais curtas. Mas mesmo em toda sua timidez, era impressionante como, com o tempo, fomos acostumando a ter ele em casa. Certas vezes ele já nem ia para a casa dos pais no final de semana, e saía com a gente. Até começou a beber um pouco. Senti que dia após dia ele se sentia mais enturmado, e isso era muito bom. Até que certa vez, meu esposo havia saído de manhã cedo para resolver algumas coisas na empresa. Era sábado e Carlinhos estaria de folga. Nesse dia eu acordei cedo. Vestindo um baby Doll, cuja blusa era até meio larguinha, e o short curtinho. Preparei o café da manhã para o Thi e voltei para cama, onde fiquei mexendo no celular. Daí resolvi fazer um agrado para o Carlinhos. Não custava nada, né? Afinal ele ralava muito no quartel e com certeza tudo que ele não tinha lá era um carinho, um agrado. Então voltei à cozinha e comecei a preparar um café da manhã para ele. Botei tudo que ele gosta. Misto quente, achocolatado geladinho, frutas. Botei em uma bandeja e fui até o quarto. Chegando lá, Carlinhos já havia acordado. Estava deitado, recostado na cabeceira, mexendo no notebook. Usava também um short, apenas. Ao me ver ele ficou envergonhado, mas pedi pra ele relaxar, que eu estava ali pra levar o café da manhã dele. Ao me aproximar dele, me abaixei para pôr a bandeja no criado mudo, e de frente pra ele, foi que me dei conta que eu estava de baby Doll e na posição na qual eu me encontrava, dava uma visão privilegiada dos meus peitões. Assim que voltei meus olhos para ele, percebi na hora o volume debaixo do short... O menino ficou de pau duro ao ver meus seios! Percebi que ele ficou super constrangido, ficou vermelho na hora. Tratei de tentar tranquilizá-lo:

_ relaxa Carlinhos, isso é super normal tá?

_ desculpa, Deborah, aliás perdão.

_ perdão porque, menino?

_ por isso, né? - disse ele indicando o pau duro

_ menino... Rs vc é novo, é normal ficar assim, ainda mais de manhã. Não precisa se preocupar não, tá? Acontece

Vi que ele relaxou um pouco porém travava uma luta pra não olhar de novo, então tratei de sair do quarto para evitar mais constrangimento. Porém bem no meu íntimo, fiquei com vontade de dar uma olhadinha no pau dele... Mas guardei pra mim, e quando o Thi chegou, fui falar com ele e contar o que aconteceu.

_ mas vc sentiu maldade nele? - perguntou o Thi

_ não amor. Ele teve uma ereção, mas é normal isso acontecer né?

_ normal é, mas né... Ele viu os seios da tia kkkk o moleque não aguentou

_ tia porra nenhuma, eu hein. Mas ele ficou sim, animado. Kkkk

_ amor, e se...

_ e se nada, Thiago. Vamos parar com essas idéias loucas, ele é seu primo.

_ só falta um parente mesmo, amor...

_ oxi, vamos parar com esse assunto

E saí do quarto. Porém não vou negar que a partir daquele momento vi o Carlinhos com outros olhos. Como disse meu marido, "e se..."?

O dia transcorreu tranquilamente, o Carlinhos nesse dia foi para casa dele e dos pais, e eu e Thi saímos, fomos para um show. Bebemos bastante, curtimos uma boa música e mesmo sem o Carlinhos ali, no alto da bebida, falamos sobre ele. E percebi que meu marido estava a todo custo querendo me empurrar a ir além...

_ mas amor, ele é seu primo.

_ que que tem, amor? Pense no quanto seremos bons anfitriões. Além de hospedagem vamos oferecer a bucetinha da dona da casa pra ele. Tratamento VIP!

_ kkkk vc não presta, puta que pariu

_ mas e aí, topa?

_ ai, não sei, não sei. Tenho que ver

_ ver o que?

_ Ah sei lá, né? Ver uma forma de rolar sem que ele perceba que planejamos isso.

_ isso é fácil, vc vai saber o que fazer

_ e vc quer assistir?

_ querer eu quero, mas aí sei lá né? Vai ficar estranho

_ isso é verdade

_ então. Vamos fazer o seguinte... Deixa rolar algo, vc sabe jogar seu charme... E vai me contando como foi. Tipo uma introdução...

Sei que durante o restante da noite fiquei pensando nisso e me excitava a idéia. Afinal o Carlinhos convivia quase que diariamente com a gente. Um primo, bem mais novo, com idade de ser filho do meu marido. Esse negócio de parentesco, tudo isso era novo pra mim... Enfim, os dias foram passando, quase todo dia o Carlinhos conosco e muitas vezes, por conta do trabalho, meu marido não estava em casa. Eu, em casa, voltei a usar roupas leves e sentia os olhares do Carlinhos, que ainda que de forma tímida, olhava, e como olhava... Até que um dia Carlinhos havia chegado antes de mim. Estava chovendo muito e eu peguei um Uber para ir pra casa, e meu marido havia ficado na empresa para se reunir com alguns fornecedores. Saltei do Uber mas por ter que percorrer o quintal, cheguei toda molhada, não teve como escapar. Carlinhos estava mexendo no celular e assim que me viu, correu para pegar uma toalha e veio me ajudar a me secar. Ele envolveu a toalha em mim, de forma que me abraçava, se preocupando para que eu não pegasse um resfriado. Nesse abraço percebi mais uma vez que Carlinhos estava de pau duro, chegou a roçar em mim... Senti o pau daquele menino como se fosse pedra e confesso que agora não era só meu corpo que estava molhado, mas minha bucetinha também... Ao perceber que teve mais uma ereção, ele se afastou e eu falei:

_ não Carlinhos, não me solta. Vem, me abraça, estou com frio...

_ mas, mas... Melhor não, Deborah

_ para com isso, menino, me abraça, estou pedindo

E ele veio, me envolveu com os braços e a toalha...senti ele vermelho de vergonha...

_ vamos acabar com esse constrangimento? Vc é homem, jovem. É normal ficar duro...

_ mas eu não poderia, vc sabe...

_ é sinal que vc está na flor da idade, seus hormônios estão a mil, vc só está extravasando... Aliás, desculpe a pergunta, vc transa?

_ que pergunta é essa, Deborah?

_ uma pergunta normal, ué. Vc tem uma namoradinha?

Tímido, ele respondeu:

_ Ah, eu fico com uma menina aí...

_ qual a idade dela?

_ 18, ela é lá de Nova Iguaçu também

_ tá, mas vocês transam?

... (Silêncio)

_ já vi que não... Vem cá no quarto, me ajuda a escolher uma roupa pra trocar

_ no... No seu quarto?

_ é Carlinhos, vem logo

Entramos e me pus a escolher, de costas pra ele. Pelo espelho vi que ele lutava pra não ficar olhando pra mim. De repente me viro e pergunto:

_ essa está boa?

Era uma camisolinha preta, com rendinha na altura dos seios, preta. Curta, que deixava minhas coxas quase toda a mostra.

Ele só fez com a cabeça que sim.

_ pronto, então vou me trocar antes que eu fique doente

E em um movimento rápido fui tirando a roupa, até ficar totalmente peladinha na frente dele. Ele arregalou os olhos e antes de botar a roupa, me aproximei dele, peguei sua mão e botei em meu seio

_ Olha Carlinhos, minha pele está gelada por causa do frio.

Meus seios nesse momento estavam com os biquinhos durinhos... Percebi o pau dele, muito, muito duro. Botei meu dedo em sua boca, em sinal de "faz silêncio" e me abaixei... Abaixei também seu short e veio à minha cara aquele pau duro, enorme... Era mais lindo do que eu havia imaginado. Segurei, e comecei a fazer movimento na pele, para a frente, pra trás... Uma punhetinha devagar, pra sentir tesão mesmo... A essa hora, Carlinhos já estava revirando os olhos, já não pensava em pudor...

_ não conta pro seu primo, tá?

_ pode deixar - disse ele, tímido.

Dei um beijinho, voltei... Depois fui abrindo a boca devagar, e deixando aquele pauzão entrar... Devagar, até que toda a extensão do pau duro dele estivesse na minha boca, onde segui punhetando... Carlinhos gemia, gostoso... Me segurava pelos cabelos, e metia o pau dentro da minha boca, e eu ali, passando a língua, deixando ele louco...

Quando vi que ele estava quase gozando, ordenei:

_ vem cá, vem... Chupa a bucetinha da prima... E me deitei, ainda peladinha, na cama. Abri bem as pernas e ele veio... Meio tímido, desajeitado, fui orientando ele da forma que eu curtia, ensinando... Mesmo sem jeito, minha bucetinha soltava mel, eu estava amando a chupada daquele menino... Puxava a cabeça dele pra esfregar a língua com mais volúpia no meu grelinho... Eu doidaaaaa, sendo chupada, e louca pra sentir aquele menino dentro de mim... Carlinhos pode não ter experiência, mas se empenhava... Com cuidado, mas com vigor, ele lambia, chupava, beijava minha bucetinha me arrancando suspiros, gemidos e uma gozadinha que dei na língua dele... Eu precisava chegar ao orgasmo, soltar o melzinho pra ele sentir, degustar... Aquele jeito de coisa proibida estava me excitando muito, quando o telefone tocou. Era o Thi. Peguei o celular e antes de atender, me pus de quatro, na nossa cama. Virei para o Carlinhos, e pedi com voz sussurrante:

- me come

E atendi o telefone. Enquanto isso, Carlinhos introduziu a língua bem no fundinho da minha grutinha e ficou brincando lá dentro, me arrancando mais gemidos, que eu tinha que tapar o telefone pro meu corno não ouvir... Eu não conseguia nem prestar atenção no que o Thi estava falando, de tanto tesão que eu sentia, quando finalmente Carlinhos apontou a cabeçorra daquele pau gostoso na entradinha da minha vagina e foi botando... Tapei de novo o telefone e soltei um

_ aaaaaaaaah!!! Que gostosooooo

Eu com o fone no ouvido e o priminho do meu marido me enrabando, aliviando a vontade de comer a mulher do primo, de forma deliciosa, instintiva... Puta que pariu, gozei gostoso no pau daquele menino, e dispensei o marido, desliguei o celular e implorei:

_ meteee, mete forte Carlinhos, tem pena não!!

Aí que vi o menino se soltar... Ele me agarrou pela cintura e dava estocadas fortes, de sentir a vara me invadindo, batendo forte... E eu gemia, como uma cadelinha no cio, e gozei, de novo... Sexo com gosto de proibido é muito, muito gostoso né? Eu sentia a cabeça inchada dentro de mim, sentia o pau pulsar, sentia todo vigor e toda força de um menino novo, me comendo gostoso, matando a vontade... Carlinhos anunciou que ia gozar e eu pedi, manhosa, dengosinha...

_ Carlinhos... Bota no meu cuzinho? Enche meu buraquinho de porra...

Ele veio, puta que pariu, ele veio... Mesmo com todo carinho que aquele menino tinha comigo, sentir aquela cabeçorra abrir as pregas do meu rabo foi demais... Urrei, aquela voz sofrida e ele chegou a perguntar se deveria parar... Nervosa e cheia de tesão, falei:

_ para de perguntar, me arromba!!!

Puta que pariu, puta que pariu... Senti as estocadas, senti dor, mas uma dor gostosa, do pau duro entrando e abrindo, alargando meu rabinho, até que senti a porra quente preenchendo meu buraquinho apertado... Fiquei ali, largada na cama, enquanto o Carlinhos saiu, ainda tocando aquele pau duro, e gozou mais uma vez, enchendo minha bunda de porra... Me virei e ele veio por cima de mim... Trocamos um beijo quente, de língua, com ele em cima, roçando o pau ainda quase totalmente duro, na minha buceta... Desejo realizado. Desejo meu, do Carlinhos, um menino... E do corno, que quando chegou,ouviu eu contar tudo... De pau duro, ele mal acabou de ouvir e veio me comer, gostoso, feroz... E a todo momento, enquanto a gente estava fudendo como dois selvagens, ele perguntava sobre a foda com o primo dele... E quanto mais eu narrava, mais ele castigava minha bucetinha...

Meu privacy:

Deborasapequinha

Link:

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Lá no privacy vcs verão muitos vídeos meus me deliciando em outras picas, duras, envergadas, para meu delírio e prazer, e do meu corninho... Beijos amores, obrigada pela companhia 🔥🔥🔥

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