Sem demora liguei meu computador e encaminhei meu curriculum para o e-mail que constava no anuncio, não quis nem me preocupar com local, benefícios, etc, o que eu queria era uma oportunidade de trabalho. Logo em seguida mandei mensagem para “Anjo” querendo contar, pois em minha cabeça isso apesar de ser apenas o envio de um curriculum, poderia ser a chance de algo bom e uma mudança em minha vida para melhor.
Mas infelizmente o que para mim era uma luz no final do túnel, para Anjo era algo pequeno que poderia não se concretizar. Sua falta de incentivo só não era maior que sua cede de consumo que para poder realizar seria necessário que eu tivesse uma fonte de renda, muito embora isso já estava me levando a ter pensamentos sobre o nosso futuro juntos.
No dia seguinte ao meu envio do curriculum, estava verificando minha caixa de mensagens para saber se tinha conseguido pelo menos algum retorno sobre aquele anuncio, e então vejo algo, um e-mail de resposta automática, de que haviam recebido e que em breve estariam retornando para mais instruções sobre o processo seletivo. Não era exatamente o que gostaria de ler, mas ainda existia chance de quem sabe poder participar de testes e mostrar minhas qualidades e meus conhecimentos, pois com certeza haveria testes a serem feitos.
Duas semanas depois, já quase perdendo as esperanças, recebo uma mensagem em meu celular da empresa, me convocando para uma primeira entrevista.
Dormir naquela noite foi difícil, rolei na cama quase a noite inteira, até apagar de cansaço, e quando o alarme do celular tocou, pulei feito um maluco da cama. Tomei um banho, me vesti e sai logo, apenas tomando uma xicara de café puro antes.
Como o local da entrevista era no centro, não compensava ir de carro então como bom brasileiro tive que utilizar o transporte público indo de coletivo, e para ajudar enquanto o ônibus seguia para o centro uma chuva começou a cair, e o transito que já não era bom começou a piorar, e o tempo que tinha foi se esvaindo sem que eu pudesse fazer alguma coisa. Felizmente o ônibus chegou faltando uns 15 minutos. Desci e apertei o paço. A chuva agora tendo diminuída só se fazia presente em forma de uma garoa fina.
Dando uma última olhada no horário vi que estava dentro do horário, chegaria a tempo, mas como nada é tão certo nessa vida, enquanto caminhava pelo calçadão em direção ao meu destino, ao longe vi uma garota quase ajoelhada tentando tirar seu sapato, ainda calçada, de um pequeno orifício. As pessoas apenas desviavam, pela esquerda ou direita de onde ela estava, sem nem ao menos perguntar se precisava de ajuda. Como eu me aproximava cada vez mais dela, pois meu caminho me levaria a passar justamente onde ela estava, me veio à mente as palavras que minha mãe desde pequeno sempre me disse: Nunca deixe de ajudar alguém que precisa, mesmo que você não a conheça, isso pode não ser por acaso”.
Olhei mais uma vez as horas e bem resolvi parar e ajudar.
Parado a uns dois paços dela perguntei se estava com algum problema, se precisava de ajuda. Quando ela olhando para cima em minha direção, antes mesmo de dizer qualquer coisa, eu congelei, meu coração disparou e o mundo em volta pareceu desacelerar. Nos encaramos por poucos segundos, que pareceram horas, quando ela respondeu me olhando de forma graciosa e tranquila pela própria situação que se encontrava.
- Meu sapato ficou preso pelo salto neste pequeno buraco e não estou conseguindo tira-lo daí.
Linda, aquela mulher era simplesmente linda. Ainda olhando para ela, abri a boca, meu cérebro formulou a resposta, mas as palavras simplesmente não saíram. Me abaixei e tentei ajuda-la, mas não tive sucesso, então agora já retomando controle da fala, pedi que tirasse o sapato enquanto que tentava remove-lo daquele lugar, e não demorou muito, nem houve qualquer estrago que tivesse sofrido. Me levantei com ele em minha mão e passei para ela que o colocou rapidamente, e então ela me agradeceu.
- Obrigada pela ajuda, se não fosse você provavelmente ainda estaria presa no mesmo lugar.
- Imagina, disse eu quase gaguejando, e ainda perguntei se ela não estava machucada, pois pensei que pudesse ter sofrido uma torção.
Me respondendo que estava tudo bem com ela, foi apenas o salto que se prendeu de forma que ela não conseguiu tira-lo dali, mas que não tinha se machucado, me agradecendo novamente pela ajuda.
Olhei as horas, e para minha surpresa o pouco tempo que antes tinha, acabou sumindo, mesmo não tendo demorado muito ali, o tempo voou, pedi desculpas mas estava atrasado, peguei minha pasta e sai correndo, sem nem mesmo saber como era o nome dela ou dizer o meu.
Quando finalmente consegui chegar a meu destino, fui informado que estava atrasado e que teria que aguardar, pois havendo tempo ainda poderia ser atendido, mas que talvez fosse difícil isso acontecer, me resignei, sentei em uma poltrona e aguardei. Haviam outras pessoas que estavam aguardando, mas percebi que todos estava dentro de seus horário, menos eu.
Os candidatos foram sendo chamados um a um e quando o ultimo saiu da sala, e não fui chamado, percebi que minha chance tinha acabado, uma pessoa veio até onde estava e me avisou que infelizmente não seria possível eu passar pela entrevista por conta de a pessoa ter um compromisso da empresa e não poderia me atender, por conta do horário.
Nem tentei justificar meu atraso, pois se em uma entrevista já me atrasei, imaginaram que se fosse admitido, chegaria sempre atrasado. Então me limitei a agradecer e sair de cabeça baixa já imaginando como ficaria Ângela quando contasse a ela o que aconteceu no caminho para a entrevista, sem contar o sermão que iria levar, pois ela estava ficando cada dia mais difícil de conversar por conta do meu desemprego.
Andando em direção a porta de saída do prédio, ainda com a cabeça baixa e pensando em tudo que aconteceu até aquele momento, nem me dei conta que em minha direção estava vindo alguém que pelo que entendi também como eu não estava prestando atenção ao caminho, pois estava folhando alguns papeis e o inevitável aconteceu, nos chocamos e seus papeis se espalharam pelo chão, e num momento automático vendo aquilo tudo no chão me abaixei para ajudar a recolher, e uma a uma fui pegando, quando levantei meu olhar para devolver a pessoa e pedir desculpas, fiquei sem voz mais uma vez, pois ali na minha frente também fazendo o mesmo que eu sem nem dizer uma palavra esta a mesma mulher que mais cedo tinha ajudado com o salto do sapato preso no calçadão. Nós olhamos nos olhos e mais uma vez ouvi sua voz e sua beleza que mexeram comigo novamente.
- Você aqui? Precisamos parar de nos encontrarmos assim, primeiro você me ajudou e agora nos esbarramos.
Meio sem jeito e tentando converter meus pensamentos em palavras, reunindo forças consegui responder.
- Me desculpe pela minha distração, foi minha culpa.
- O que faz aqui? E porque esta com essa cara de chateado?
Não tinha certeza de deveria dizer ou não, mas porque mentir, ela não tinha culpa de eu tela ajudado e me atrasado.
- É que vim para uma entrevista, mas como resolvi te ajudar com seu probleminha, acabei me atrasando e não consegui passar pela entrevista e assim perdi a chance de emprego.
- Me desculpa, se soubesse não teria deixado me ajudar.
Nos levantamos pois os papeis já tinham sido recolhidos.
- Não se desculpe, foi o certo a se fazer.
Como eu tinha que sair pedi desculpas pelo esbarrão, e ia seguindo meu caminho, mas desta vez antes de nos despedirmos ela perguntou meu nome e disse o seu, ela se chamava Lívia, e depois de Ângela, era a mulher mais bonita que conheci.
Lívia era uma mulher de uns 1,70 mts, olhos verdes, cabelos negros presos em um rabo de cavalo, nariz afilado, usando um terninho cinza, com uma camisa branca por baixo, o que lhe dava um ar de empresaria, diretora, gerente, ou alguém que trabalhava na área administrativa de alguma empresa.
Nos despedimos e segui meu caminho de volta para casa, mas aquela mulher não saia mais da minha cabeça, então meio que minha preocupação com o que teria na conversa com Ângela, sumiu da minha mente, pelo menos até chegar em casa e saber que mais a tarde nos encontraríamos, até porque ela já tinha me enviado várias mensagens querendo saber sobre a entrevista, mais todas elas eu acabei por ignorar, tentando prolongar o inevitável.
Quando nos encontramos, antes mesmo de me perguntar como eu estava, ela já veio querendo saber da entrevista, e depois que contei como foi e o que aconteceu, foi difícil ver em seu rosto aquele olhar de decepção, algo que me deixou ainda mais decepcionado comigo mesmo. Neste dia ela simplesmente me mandou embora e disse que precisava processar tudo pois não conseguia acreditar que eu tinha conseguido perder uma entrevista só por querer ajudar uma pessoa, isso para ela era imperdoável. Claro que não contei em detalhes sobre a pessoa, pois se fizesse isso ela com certeza surtaria com uma crise de ciúmes, e era tudo o que eu menos precisava naquele momento. Então achei melhor ir embora e dar a ela o tempo para pensar. Chegando em casa me joguei na cama desapontado comigo pela perda da entrevista mas ao mesmo tempo ainda via aquelas imagens de Lívia, e pensava em como ela tinha me deixado, era estranho tudo aquilo, mas não conseguia deixar de pensar nela.
Antes de dormir minha mãe veio ver como eu estava, ela já sabia o que tinha acontecido, já tinha contado a ela, e como mãe e conselheira, disse para não ficar daquele jeito que em tudo que acontece sempre acontece por motivos que desconhecemos, que no final tudo daria certo. Minha mãe sempre foi muito positivista e sempre tentou me fazer e a pensar como ela, mas em momentos como esse, eu não conseguia ser como ela.
No dia seguinte, logo cedo me sentei de frente ao computador, e fiquei pesquisando outras vagas de emprego em sites de emprego, quando encontrava alguma coisa, mesmo que não fosse em minha área encaminhava meu curriculum. Depois me vesti e sai para ir ajudar meu pai, assim pelo menos conseguiria me manter ocupado com algo produtivo.
A noite sai com Ângela, torcendo para que ela não tocasse no assunto. Fomos dar uma volta e namorar um pouco, mas as coisas começaram a esquentar, começamos a nos pegar e lá fomos para um motel. O estranho é que ela me deixou ir em um não tão sofisticado, para os padrões que ela gostava era bastante simples.
Entramos e começamos a nos pegar, enquanto eu tirava minhas roupas ela tirava as dela. Estava com muito tesão, a joguei na cama, subi e comecei a beija-la, fui descendo até chegar a seus peitos que chupava um enquanto com minha mão apertava o outro, depois mudando, fiquei um tempo ali, enquanto Anjo gemia já meio descontrolada. Depois fui descendo cheguei a seu umbigo onde me detive um pouco, dando lambidas naquela região. Descendo ainda mais de deparei com aquela bucetinha lisinha, e onde já se podia sentir seu perfume que exalava, e era perceptível a umidade que já se denunciava entre seus lábios vaginais, o que me dava agua na boca. Antes de tocar com minha boca ou língua ali, comecei a dar beijos e lambidas na parte interna das coxas de Ângela o que a fazia se movimentar e gemer cada vez mis alto, tamanho o prazer que sentia. Depois de um tempo ela já pegando na minha nuca começou a direcionar minha cabeça na área onde ela queria ser tocada. Comecei a dar lambidas de cima para baixo, começando no seu cuzinho e subindo por sua bucetinha, que cada vez ficava mais encharcada, ao ponto de escorrer, mas ainda não tocava seu clitóris. Queria faze-la pedir para ser tocada ali pois sabia que ala ficava louca quando fazia isso. Depois de um tempo assim, ela puxou minha cabeça posicionando minha boca bem por sobre ele e então com a ponta da língua o toquei, fazendo Ângela rugir de prazer e depois com palavras intercortadas, dizer que não parasse. Por um pequeno espaço de tempo me dediquei a aquela perola, fazendo com que Ângela tivesse um orgasmo avassalador, arqueando o corpo em um arco, sua mão pressionando minha cabeça contra aquela região do seu corpo, ela chegou a emitir um grito tamanho seu prazer.
Fiquei ali, aguardando que ela se recuperasse, então ela me puxou para cima, com o resto todo molhado por seus fluidos e nos beijamos, um beijo como se ela estivesse agradecendo pelo prazer que eu tinha acabado de proporcionar a ela.
Depois do beijo de olhos ainda fechados e a respiração voltando ao normal ela disse:
- Rick, como foi bom..., pensei que iria morrer..., foi de mais....
Apenas sorri e antes mesmo que eu respondesse ela me empurrou para o lado para que ficasse de costas, se posicionou de quatro entre minhas pernas, pegou meu pau de onde já saia meu pré-gozo que apontava para cima, e começou a melhor chupada que ela já me proporcionou, começando de baixo para cima, parando na cabeça a lambendo e também fazendo movimentos circulares e depois descendo e chupando minhas bolas separadas e as vezes as duas juntas. Isso por algum tempo até que começou a chupar e fazer uma sucção como que querendo extrair de dentro de mim algo que a mantivesse viva. Não resisti muito tempo, tendo um gozo onde explodi em sua boca e rugi feito um animal. Foram vários jatos que ela engoliu um após o outro e no final para não perder nada ainda lambeu os lábios e meu pau, e com a língua inda capturou a última gota que saia.
- Não quero perder nada, nenhuma gotinha, disse ela depois com um sorriso safado.
Fiquei ali deitado me recuperando. Ela se deitou ao meu lado com a cabeça no meu peito, apenas curtindo em meu peito que subia e descia conforme respirava.
Eu olhava para o espelho que ficava no teto, por sobre a cama e observava nossos corpos.
Quando já estava recuperado, senti a mão de Ângela se movendo até meu pau que estava tombado para o lado, ela o pegou começou a fazer um carinho, até que começou a dar sinal de vida, então ela se moveu até ele e começou uma nova chupada, lenta, degustando, curtindo. Quando sentiu que ele já estava duro, se levantou posicionando entre meu quadril, ainda o segurando o posicionou na entrada de sua bucetinha e foi descendo lentamente, sentindo cada centímetro ir entrando dentro dela, até desaparecer totalmente. Ela ofegou e um leve tremor em seu corpo eu pude perceber. Então ela inclinou seu corpo para frente, apoiando-se em meu peito e me beijou não sem antes dizer o quão gostoso era senti-lo dentro dela. Voltando a posição inicial, ela começou a subir quase deixando que ele escapasse e depois descia fazendo ele entrar totalmente dentro dela, onde ela podia sentir meus pelos púbicos tocarem sua clitóris. Aos poucos foi aumentando a velocidade. Em seu rosto ela expressava o tesão e prazer que estava sentindo e conseguindo com aquele pedaço de carne dentro dela.
Depois de um tempo ela mudou de posição ficando de costas para mim, mas o sobe e desce continuava, era cadenciado, sem aumentar ou diminuir a velocidade. Nesta posição eu podia ver aquele cuzinho de uma cor rosa clara que se mostrava para mim. Vendo aquele pequeno orifício meu tesão foi aumentando, então a posicionei de quatro, ficando atrás dela me posicionei e coloquei meu pau ainda em sua bucetinha, e comecei a entrar e sair. Neste meio tempo ela começou a gemer, ofegar, sua respiração aumentar, o cheiro de sexo tomava conta de todo quarto, e me dava ainda mais tesão. Poucos minutos depois de estar fudendo aquela bucetinha Ângela disse que estava quase chegando, que eu não parasse e então jogou seu corpo para traz, ficando com meu pau todo dentro dela, e gozou violentamente, balançando a cabeça para os lados, as mão segurando o lençol da cama, e gemendo e emitindo grito que preencheu todo o quarto. Segundos depois ela escorregou o corpo para frente deitando-se na cama, como eu não queria perder o contato acabei indo junto, me deitando por sobre ela e começando a beijar sua nuca e suas costas, transmitido o máximo de carinho nela, aguardando que ela voltasse de onde quer que estivesse.
Quando percebi que ela já estava recuperada puxei seu corpo para que ficasse novamente de quatro, passei meu dedo ao redor de seu cuzinho, antes de toca-lo realmente, fazendo com que piscasse. Passei um pouco de saliva com meu dedo e fui enfiando aos poucos e devagar. Depois enfiei mais um e por último um terceiro, e ia laceando e massageando. Sentindo que estava pronto, retirei meu pau que ainda estava em sua bucetinha, todo melado de seus fluidos, o posicionei e fui forçando em seu orifício menor. Aos poucos fui entrando, quando a cabeça passou ela deu um suspiro, e disse para continuar. Fui entrando mais e mais até que estava totalmente dentro dela, então parei para ela se acostumar, pois não era algo que fazíamos com muita frequência. Depois dela ter acostumado, ela mesma se jogou pra traz querendo mais um pouco, eu disse que estava totalmente dentro dela. Comecei então a me movimentar, saindo e entrando, meu tesão nas alturas. Às vezes eu parava para prolongar mais daquela sensação que estava sentindo, depois voltava a entrar e sair. Aos poucos fui aumentando a velocidade, pois já não aguantava mais, precisava gozar, então avisei a ela que estava quase lá e ela respondeu que também estava quase chegando, pois estava se tocando por baixo em sua bucetinha. Alguns segundos depois comecei a gozar fartamente dentro daquele cuzinho, e ela sentindo meu esperma entrando dentro dela, também gozou. No caso dela não foi como os dois primeiros, percebi pela forma como ela tinha ficado, mas para mim, foi mais uma gozada e tanto, mesmo já tendo tido uma antes.
Dessa vez ambos caímos para o lado e ficamos em conchinha, e devemos ter cochilado por algum tempo.
Quando acordei, Ângela estava no banho, me levantei e fui até o banheiro, fiquei parado, encostado no batente da porta vendo aquela deusa loira, com aquele corpo perfeito se lavando, deixando a agua correr pelo seu corpo abaixo, era uma imagem digna de virar uma pintura de algum grande pintor.
Quando ela me viu me chamou para acompanha-la, ela me lavou de alto a baixo, o corpo todo, dando um trato em meu pau, que rapidamente se animou, mas nada fizemos ali no box. Como ela já tinha terminado de se lavar, ela saiu primeiro se enxugando, e seguindo para o quarto.
Sai logo depois, me enxugando e indo com a toalha secando o cabelo e a encontrei sentada na cama ainda sem roupas, mas seu olhar era estranho, diferente de quando chegamos, como se algo a estivesse afligindo.
Sentei ao seu lado e a abracei, perguntando qual o problema.
Ela me olhou e então notei seus olhos marejados, fiquei preocupado mais ainda.
- Eu te machuquei de alguma forma?
- Não, ela respondeu sem me convencer.
- Você quer me dizer alguma coisa?
- Até quero mas não sei como começar.
Cada minuto que passava eu ficava mais apreensivo pela forma como ela estava. Então ela se levantou, passou os dedos pelos olhos e me olhando disse:
- Ricardo, precisamos terminar o que temos.
Continua......
ESSE TEXTO SE TRATA DE UMA FICÇÃO, QUALQUER SEMELHANÇA COM NOMES, SITUAÇÕES OU LOCAIS É ESSE TEXTO SE TRATA DE UMA FICÇÃO, QUALQUER SEMELHANÇA COM NOMES, SITUAÇÕES OU LOCAIS É MERAMENTE COINCIDIDENCIA.
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