BANDIDOS ME FIZERAM COMER MINHA MÃE E NEM PARARAM POR AÍ — PARTE 2

Um conto erótico de TATIANAPOLASTRO
Categoria: Grupal
Contém 5056 palavras
Data: 20/01/2026 10:25:40

Ajudei minha avó a andar de volta pra casa como se ela fosse feita de vidro rachado. O braço dela tremia no meu ombro, as pernas bambas mal sustentando o peso, o vestido florido grudado no suor e na porra que escorria pelas coxas internas. Cada passo fazia ela soltar um gemidinho baixo, abafado, o cu arrombado latejando tanto que ela mordia o lábio até sangrar um pouco. Eu sentia o cheiro dela misturado ao meu – sêmen seco, suor, terra do galinheiro grudada na pele. Meu pau ainda dava espasmos na calça, mesmo depois de tudo, como se o corpo não entendesse que aquilo era errado.

Chegamos na varanda. Magrelo abriu a porta com o pé, rindo baixo. “Olha a vovó voltando do passeio. Tá andando torto, hein?” Dona Rosa não respondeu, só baixou a cabeça, ruiva desgrenhada caindo no rosto. Eles a jogaram de volta no sofá ao lado da mãe e da Luana, amarraram de novo os pulsos, deixaram ela ali, pernas abertas, boceta e cu expostos, pingando devagar no estofado velho.

A tarde caiu pesada, sol queimando o telhado de zinco, ar parado dentro da casa. Os bandidos fizeram almoço – roubaram carne da geladeira, fritaram com cebola e alho que a mãe sempre guardava. Deram pra gente também, em pratos de plástico, como se fôssemos animais no curral. Eu comi pouco, estômago embrulhado, mas a fome venceu. Maura mal tocou na comida, olhos vidrados no chão. Luana choramingava baixo, loirinha com maquiagem borrada, seios grandes subindo e descendo rápido no top justo.

Depois do almoço, Magrelo limpou a boca na manga da camisa, olhou pra Luana com um sorriso torto.

“Você aí, patricinha. Levanta. Vamos pra piscina.”

Luana congelou. “Não… por favor…”

Tatu apontou a escopeta. “Levanta ou eu arrasto você pelos cabelos. A piscina fica do outro lado da casa, né? Longe da estrada. Perfeito.”

Eles desamarraram ela, mas mantiveram as mãos na frente, presas com fita. Maura tentou falar, voz rouca: “Deixem ela… ela é só uma menina…” Magrelo deu um tapa leve no rosto dela. “Cala a boca, loira. Você já teve sua vez. Agora é da Barbie.”

Luana levantou devagar, pernas tremendo, saia curta subindo nas coxas bronzeadas, seios grandes balançando no top branco. Parecia mesmo uma boneca – loirinha delicada, olhos verdes grandes, boca carnuda, corpo perfeito de academia e sol. Eles a empurraram pra fora, eu fui atrás, amarrado de novo, Tatu me cutucando com o cano da arma. A mãe e a avó ficaram na sala, amarradas, chorando baixo.

A piscina era uma estrutura velha de alvenaria, água verde-azulada parada há dias, folhas boiando na superfície. Sol batia forte, refletindo na água, calor subindo em ondas. Magrelo tirou a camisa, corpo tatuado brilhando de suor. Tatu fez o mesmo. Eu fiquei parado, mãos nas costas, pau já endurecendo só de ver Luana ali, vulnerável, linda.

“Entra na água, patricinha”, ordenou Magrelo. “Tira tudo primeiro.”

Luana chorou, mãos tremendo enquanto puxava o top pela cabeça. Seios grandes saltaram livres, mamilos rosados endurecendo no ar quente. A saia caiu, calcinha minúscula branca desceu pelas coxas longas. Corpo nu, perfeito, pele dourada contrastando com os cabelos loiros molhados de suor. Ela entrou na piscina devagar, água subindo até a cintura, seios boiando na superfície.

Os bandidos tiraram as roupas também. Paus duros saltando – 22 centímetros cada, grossos, veias saltadas, cabeças inchadas. Eu fui empurrado pra beira da piscina. Magrelo desamarrou minhas mãos, mas manteve a pistola apontada.

“Entra, moleque. Vamos brincar de família na água.”

Entrei tremendo. Água morna envolvia o corpo, pau duro roçando na coxa. Luana me olhou, olhos verdes cheios de pavor. “Ero… não olha pra mim…”

Mas eu olhava. Não conseguia parar.

Eles entraram atrás. Magrelo pegou ela pela cintura, puxou pra si, pau grosso roçando na barriga dela. Tatu se aproximou por trás, mãos nas nádegas empinadas. Eu fiquei parado, pau latejando na água.

“Olha isso, Tatu…”, disse Magrelo, segurando o pau dele contra a boceta dela. “A Barbie vai levar três de uma vez.”

Luana arregalou os olhos quando viu meu pau de perto, saindo da água, 26 centímetros ereto, grosso, veias pulsando. “Meu Deus… Ero… isso é… enorme…”

Tatu riu. “Espantada, patricinha? Seu irmãozinho tem um monstro. Vamos ver se aguenta.”

Eles a levantaram na água, Magrelo na frente, encostando a cabeça grossa na boceta depilada. Empurrou devagar, esticando as paredes internas, Luana gritando rouca, unhas cravando nos ombros dele. “Ai… tá grande… dói…”

Tatu por trás, cuspiu no cu dela, forçou o pau no anel apertado. Entrou centímetro por centímetro, ela urrou, corpo convulsionando na água, lágrimas escorrendo. Eu fiquei na frente, Magrelo me puxando. “Entra na boca dela, pivete. Deixa ela chupar enquanto a gente arromba.”

Segurei o pau, encostei nos lábios carnudos. Ela abriu devagar, olhos verdes olhando pra cima, cheios de choque. A boca esticou ao redor da cabeça, língua circulando involuntariamente, saliva escorrendo. Eu empurrei devagar, sentindo o calor da garganta, ela engasgando, tossindo, mas continuando.

Tripla penetração na água – eu na boca, Magrelo na boceta, Tatu no cu. Água batendo nos corpos, sons molhados misturados aos gemidos abafados dela. No início ela chorava, corpo rígido de dor, mas aos poucos… mudou.

Os gemidos viraram outra coisa. Mais roucos, mais profundos. Os quadris dela começaram a rebolar devagar, boceta apertando o pau de Magrelo, cu contraindo em volta de Tatu. Ela chupava meu pau com mais vontade, língua rodando na cabeça, olhos fechando de prazer.

Magrelo percebeu primeiro. “Olha só… a patricinha tá gostando.”

Tatu riu, acelerando no cu. “Revezem, moleque. Entra na buceta agora.”

Troquei de lugar com Magrelo. Ele foi pra boca, eu entrei na boceta dela – quente, molhada, apertada apesar dos 22 centímetros que acabara de receber. Meu pau enorme esticou mais, batendo fundo, roçando o colo do útero. Luana gemeu alto em volta do pau de Magrelo, olhos vidrados.

“Vai… mais fundo…”, murmurou ela quando Magrelo saiu por um segundo.

Eu congelei. “Luana…?”

Ela abriu os olhos, rosto corado, lábios inchados. “Vcs não queriam me comer? Então come direito… fode mais forte…”

Eu fiquei espantado. A patricinha delicada, a loirinha que sempre reclamava de tudo, agora pedia mais. Ela já tinha experiência – muita. Os gemidos viraram pedidos: “Mais rola… por favor… não para…”

Tatu acelerou no cu, Magrelo fodendo a boca, eu na boceta – estocadas profundas, pau enorme dilatando ela ao limite. Ela gozava sem parar, corpo convulsionando na água, boceta apertando em espasmos, leiteando meu pau.

“Mais… mais rola…”, gemia ela entre engasgos.

Segunda rodada veio logo depois. Eles a tiraram da água, deitaram na borda da piscina, pernas abertas. Eu entrei na boceta de novo, Tatu no cu, Magrelo na boca. Depois trocaram – eu no cu, pau enorme arrombando o anel já dilatado, ela gritando de prazer misturado a dor. “Isso… arromba meu cu… fode mais…”

Gozamos um de cada vez. Tatu primeiro, enchendo o cu dela, sêmen transbordando. Magrelo na boca, jatos grossos que ela engolia faminta. Eu por último, na boceta – gozei forte, jatos longos enchendo ela, transbordando pelas bordas, escorrendo pela coxa.

Ela ficou ali, assada de tanta rola, corpo tremendo, boceta e cu abertos, sêmen escorrendo em rios brancos. Olhou pra mim, olhos verdes brilhando de um prazer doentio.

“De novo… amanhã…”, sussurrou ela, voz rouca.

Eu não respondi. Só fiquei olhando, pau amolecendo devagar, o sol queimando as costas, sabendo que a patricinha tinha virado outra coisa ali na água.

E que o inferno na chácara mal tinha começado.A sala era o maior cômodo da casa, aberta, ligada à cozinha por um balcão largo de madeira lascada, onde a mãe sempre cortava legumes e eu ficava olhando de canto, imaginando coisas que não devia. Agora, a gente tava ali, os quatro nus, molhados do banho interrompido, corpos tremendo no ar quente que entrava pela janela aberta. Minha mãe, loira com os cabelos grudados nas costas, seios pesados subindo e descendo rápido, ainda com a mão entre as coxas como se não soubesse onde colocar. Dona Rosa, ruiva com sardas salpicadas nos ombros, pele clara brilhando de água, curvas maduras que tremiam levemente. Luana, loirinha com os seios grandes empinados, bunda redonda marcada de gotas, olhos verdes brilhando de um tesão que ela não escondia mais. E eu, moreno com o pau ainda duro, latejando no ar, veias grossas pulsando, cabeça roxa inchada pingando pré-gozo no chão.

Magrelo e Tatu estavam sentados no sofá, pistolas no colo, cervejas na mão, olhos fixos na gente como lobos farejando carne fresca. O silêncio quebrou com o ronco de um motor lá fora – faróis cortando a escuridão, iluminando a varanda por um segundo. Um carro parou, portas batendo, pés pesados subindo os degraus de madeira.

“Chegou a visita”, disse Magrelo, levantando devagar, sorriso torto nos lábios. “Fiquem quietinhos aí.”

A porta abriu com um rangido, e eles entraram – cinco sombras grandes enchendo a sala de uma vez. Quatro homens negros, altos, músculos inchados sob camisas apertadas, olhares frios que varriam o cômodo como se fossem donos. E uma mulher no meio deles, gigante – devia ter uns 1,90m, mais alta que os caras ao lado, pele negra um tom mais claro, cabelos black power armados como uma coroa selvagem, corpo fenomenal que fazia o chão tremer quando ela pisava: bunda enorme que balançava, coxas grossas como troncos, panturrilhas definidas, seios médios mas empinados esticando a blusa. Eles carregavam duas bolsas grandes, zipper quase estourando, cheias de dinheiro vivo – notas amassadas saindo pelas bordas.

O líder, um negro largo com barba espessa, jogou uma bolsa no chão da sala.

“Lugar bom, Magrelo. Mas amanhã a gente sai cedo. Polícia tá na cola. Amanhã pro meio-dia eles chegam aqui. Temos que pegar um voo num aeroporto clandestino ali perto.”

Magrelo assentiu, olhos brilhando.

“Beleza, Marcelo. O dinheiro tá aí?”

Marcelo, o líder, deu um tapa na bolsa.

“Tá tudo aqui. Uma pro quarto do moleque, pra esconder melhor. A outra no armário da cozinha.”

Eles arrastaram uma bolsa pro meu quarto, jogando embaixo da cama, entre as revistas pornô velhas que ainda tavam espalhadas. A outra foi pro armário da cozinha, atrás de panelas e latas de óleo. Voltaram rindo, sentando no sofá e nas cadeiras, corpos grandes ocupando o espaço como se a casa fosse deles.

Magrelo olhou pra gente, nus e tremendo no meio da sala.

“Bom, já que amanhã é o fim da linha… hoje vamos nos divertir bem. Relaxar direito. Olha esses três brinquedinhos aqui.”

Os quatro novos riram alto, olhares caindo sobre a mãe, a avó e Luana – corpos nus brilhando de suor, seios subindo e descendo rápido, coxas apertadas tentando se esconder. A mulher, Marlene, cruzou os braços grossos, olhos escuros fixos em mim.

“E esse aí?”, perguntou ela, voz grave, apontando pro meu pau ainda semi-duro.

Marcelo riu, dando um tapa no ombro dela.

“Esse é seu presente, Marlene. Você vai gostar. É do seu número.”

Ela ergueu uma sobrancelha, black power balançando.

“Tem que ser pelo menos dotado. Vamos ver.”

Magrelo piscou.

“É enorme, vai. Confia.”

Marlene bufou, mas sorriu de lado.

“Vou tomar um banho e já volto. Tá quente pra caralho aqui.”

Ela saiu pro banheiro, passos pesados ecoando. Os caras começaram a se despir devagar, camisas voando, calças caindo – seis paus duros saltando, todos dotados, negros, grossos como punhos, veias saltadas, cabeças inchadas brilhando de suor. Magrelo e Tatu já nus, os quatro novos se juntando, corpos musculosos ocupando o espaço, cheiro de macho suado enchendo a sala. Minha mãe baixou os olhos, loira tremendo, seios pesados subindo rápido. Dona Rosa murmurou algo baixo, ruiva com sardas corando no peito. Luana mordia o lábio, loirinha com coxas apertadas, mas olhos verdes brilhando de um tesão que eu já conhecia da piscina.

Marlene voltou rápido, só de calcinha preta minúscula e sutiã apertado – corpo gigante exposto, bunda enorme esticando o tecido, coxas grossas roçando uma na outra, panturrilhas definidas flexionando a cada passo, seios empinados balançando levemente. Ela parou no meio da sala, mãos na cintura larga.

“O sofá é meu. O resto – cozinha, sala – é de vocês.”

Os homens riram, se aproximando como uma matilha. Marlene veio direto pra mim, mão grande pegando meu queixo, forçando eu olhar pra cima.

“Vamos ver esse presente.”

Ela puxou minha calça pra baixo com um movimento seco, pau saltando livre – 26 centímetros duro, grosso, veias pulsando. Ela assobiou baixo.

“Caralho… isso é um monstro. Vem cá, moleque.”

Ela me puxou pro sofá, sentou com as pernas abertas, calcinha de lado, boceta escura depilada brilhando de umidade. Mãos grandes me guiaram pra cima dela, pau encostando na entrada quente. Eu empurrei devagar, sentindo as paredes internas esticarem, ela gemendo rouco, unhas cravando nas minhas costas.

“Ai… isso… entra tudo, seu puto…”

Enquanto isso, na cozinha, dois dos novos – um alto com dreads, pau grosso curvado – pegaram a mãe. Jogaram ela no balcão, pernas abertas, seios fartos achatados na madeira fria. Um entrou na boceta dela por trás, pau negro esticando as paredes rosadas, batendo fundo. Ela gritou baixo, loira com lágrimas escorrendo, mas quadris arqueando involuntariamente.

“Por favor… devagar… tá grande…”

O outro na boca, pau grosso forçando a garganta, saliva escorrendo pelo queixo dela. Eles metiam alternado, um saindo da boceta enquanto o outro afundava na boca, corpo dela tremendo no balcão, pratos chacoalhando ao lado.

Na sala, Tatu e outro novo – musculoso com tatuagens no peito – pegaram Dona Rosa. Deitaram ela no tapete gasto, ruiva de costas, pernas erguidas. Tatu entrou no cu dela por cima, pau grosso dilatando o anel já sensível do galinheiro, ela urrou, sardas corando no rosto.

“Ai… não no cu de novo… dói…”

O outro na boceta, paus roçando através da parede fina, DP cruel na avó, corpo maduro convulsionando, seios balançando violentamente, gemidos roucos misturados a soluços.

Luana foi pro chão com Magrelo e o último novo – barba espessa, pau reto e grosso. Magrelo na boca dela, fodendo a garganta loirinha, saliva escorrendo pelos seios grandes. O outro na boceta, metendo fundo, coxas dela tremendo, bunda empinada batendo no chão.

“Mais… fode mais…”, murmurava ela entre engasgos, olhos verdes vidrados, corpo se entregando.

De volta ao sofá, Marlene me montava como uma amazona, quadris descendo forte no meu pau, boceta apertando como torno, unhas cravando no peito moreno.

“Vai, moleque… me fode como homem… isso… mais fundo…”

Eu metia pra cima, pau enorme batendo no fundo dela, veias raspando nas paredes internas, ela gemendo alto, black power balançando, seios empinados quicando no sutiã apertado.

Na cozinha, a mãe gozava devagar, corpo convulsionando entre os dois paus, boceta e boca cheias, lágrimas escorrendo pelo rosto loiro, gemidos abafados virando sussurros de prazer odiado.

Dona Rosa, no tapete, gritava rouco na DP, cu e boceta dilatados, corpo maduro tremendo, sardas corando no peito suado, mãos cravando no chão.

Luana, no chão, pedia mais, boca e boceta cheias, pernas abertas, seios balançando, loirinha virando uma vadia faminta, gemendo “mais rola… não para…”

Marlene acelerou em cima de mim, boceta apertando meu pau enorme, gozando alto, corpo gigante tremendo, unhas deixando marcas vermelhas no meu peito.

A sala já não parecia mais a mesma. O ar estava grosso, quente, carregado daquele cheiro pesado de suor, porra e sexo que grudava na pele e na garganta. O sofá velho rangia a cada movimento, o balcão da cozinha tinha marcas de mãos molhadas, o chão de madeira escorregadio de gotas que caíam dos corpos. Luz amarelada da lâmpada nua tremia no teto, jogando sombras longas que dançavam nas paredes como fantasmas assistindo tudo.

Marlene me puxou de novo pro sofá. Ela se deitou de bruços, bunda enorme empinada, coxas grossas abertas, panturrilhas definidas flexionando no tecido gasto. A calcinha preta já tinha sido rasgada há muito tempo; agora só restava o sutiã apertado, seios empinados esmagados contra o encosto. Ela virou o rosto pro lado, black power espalhado como uma coroa selvagem, olhos escuros brilhando de um desejo cru, sem vergonha.

“Vem, moleque. Meu cu tá esperando esse monstro.”

Eu me posicionei atrás dela, mãos tremendo um pouco ao abrir aquelas nádegas enormes. A pele negra brilhava de suor, o anel rosado já dilatado de antes, piscando devagar, úmido de saliva e pré-gozo. Cuspi na palma, esfreguei no pau – 26 centímetros pulsando, veias grossas como cordas, cabeça roxa inchada latejando. Encostei a ponta, sentindo o calor apertado resistir no início. Marlene gemeu rouco, voz grave ecoando na sala.

“Vai devagar no começo… depois mete com força. Não tenho medo de pau grande.”

Empurrei. A cabeça forçou, esticou o anel ao limite, ela soltou um gemido longo, corpo inteiro tremendo, unhas cravando no sofá. “Ai… isso… abre mais… caralho, que grosso…” Afundei devagar, centímetro por centímetro, sentindo as paredes internas do cu dela se moldarem em volta do meu pau, quentes, apertadas, pulsando como se quisessem me sugar pra dentro. Cheguei no fundo, bolas batendo contra as coxas grossas dela, e parei um segundo, respirando pesado, sentindo o aperto insano.

Ela virou o rosto, olhos semicerrados, lábios carnudos entreabertos.

“Agora fode, moleque. Me arromba essa bunda.”

Comecei devagar, saindo quase todo, só a cabeça dentro, depois voltando com força, batendo fundo. O som era obsceno – carne batendo em carne, o anel esticando e contraindo a cada estocada. Marlene gemia alto, voz grave virando rouca, quadris rebolando pra trás pra encontrar cada impulso. “Isso… mais forte… me fode como se quisesse me quebrar…” Acelerei, mãos grandes apertando as nádegas enormes, dedos cravando na carne macia, deixando marcas vermelhas. O pau entrava e saía inteiro, dilatando o cu dela ao limite, veias raspando nas paredes internas, ela gritando de prazer misturado a dor, corpo gigante tremendo embaixo de mim.

Do outro lado da sala, minha mãe e minha avó já estavam no limite. Dois dos novos negros – um com dreads, pau curvado; outro com tatuagens no peito – as pegaram juntas no chão. Maura de quatro, loira com cabelos grudados nas costas suadas, boceta esticada por um pau grosso que batia fundo, cu dilatado pelo outro que metia alternado. Ela gemia rouco, olhos azuis vidrados, lágrimas escorrendo.

“Não aguento mais… por favor… chega…”

Dona Rosa ao lado, ruiva deitada de costas, pernas erguidas, dois paus negros entrando e saindo – um na boceta madura, outro no cu já arrombado. Sardas corando no peito, seios balançando violentamente, ela soluçava, voz fraca.

“Chega… meus buracos… não aguento mais rola… arrego…”

Os dois riram, mas diminuíram o ritmo só um pouco, deixando elas ofegantes, corpos tremendo, bocetas e cus piscando abertos, sêmen escorrendo pelas coxas.

Luana, loirinha patricinha, se levantou do chão onde tinha sido fodida antes. Seios grandes balançando, coxas bronzeadas marcadas de mãos, olhos verdes brilhando de um tesão selvagem.

“Deixa elas descansarem. Eu substituo. Os seis são meus agora.”

Ela se ajoelhou no meio da sala, boca aberta, mãos esticadas pra pegar os paus. Os seis se aproximaram, paus duros apontando pra ela – grossos, negros, veias pulsando. Um entrou na boca dela, fodendo a garganta, saliva escorrendo pelos seios. Outro na boceta, metendo fundo, ela gemendo alto em volta do pau. O terceiro no cu, dilatando o anel já sensível, ela arqueando as costas, gritando rouco.

“Mais… me fode mais… não para… eu aguento…”

Ela pedia com a voz rouca, olhos fechados de prazer, corpo tremendo entre os paus. Os homens revezavam – um saindo da boca pra entrar na boceta, outro do cu pra boca, paus roçando uns nos outros dentro dela, ela gozando sem parar, boceta apertando, cu contraindo, gemidos virando gritos.

“Me enche… goza tudo em mim… quero tudo…”

Minha mãe e minha avó, exaustas, se encostaram no balcão, respirando pesado, corpos suados e melados. Olhavam Luana, olhos preocupados.

“Filha… você não vai aguentar…”

Mas Luana ria entre gemidos, corpo convulsionando em mais um orgasmo.

“Eu aguento… mais rola… vem…”

Elas trocaram um olhar, mãe e avó, depois se levantaram devagar, pernas tremendo. Maura se aproximou primeiro, loira com cabelos grudados, se ajoelhou ao lado da filha.

“Se você aguenta… a gente aguenta junto.”

Dona Rosa seguiu, ruiva ajoelhando do outro lado. Agora as três no chão, bocas e buracos cheios de novo – paus entrando e saindo, sêmen escorrendo pelos rostos, pelos seios, pelas coxas. Gemidos misturados, corpos se tocando, mãos se entrelaçando enquanto levavam tudo.

Enquanto isso, Marlene me apertava mais forte no sofá. Eu metia no cu dela com força agora – sem medo, sem dó. A bunda enorme balançava a cada estocada, nádegas batendo contra minhas coxas, som alto ecoando. Ela gemia rouco, voz grave tremendo.

“Isso… fode essa bunda… me arromba… mete tudo…”

Segurei as coxas grossas, levantei um pouco as pernas dela, pau enorme entrando até o fundo, batendo nas entranhas. Ela gozava de novo, cu apertando como torno, corpo gigante convulsionando, unhas cravando no sofá.

“Vai… goza dentro… enche minha buceta agora… quero sentir esse monstro jorrando na frente…”

Saí do cu devagar, o anel piscando aberto, vermelho, inchado. Virei ela de costas, pernas abertas, boceta escura brilhando de umidade. Entrei de uma vez, pau enorme dilatando as paredes internas, batendo fundo no colo do útero. Marlene urrou, olhos escuros vidrados, mãos grandes apertando meus braços.

“Fode… me enche… goza tudo…”

Acelerei, quadris batendo forte, pau entrando e saindo inteiro, veias raspando, ela gritando rouco, corpo tremendo embaixo de mim. Gozei forte – jatos quentes, grossos, enchendo a boceta dela, transbordando pelas bordas, escorrendo pelas coxas grossas. Ela gozou junto, boceta apertando em espasmos, unhas deixando marcas vermelhas nas minhas costas.

Do outro lado da sala, os seis gozavam em Luana – um na boca, enchendo a garganta; outro na boceta, jorrando fundo; outro no cu, transbordando; os outros no rosto, nos seios, nas costas. Ela tremia, corpo coberto de sêmen branco grosso, olhos verdes semicerrados de prazer exausto, mas ainda sussurrando “mais… mais rola…”

A noite não acabava. Os corpos suados se misturavam, gemidos ecoando, a casa inteira pulsando com o ritmo do sexo que não parava.

Eu dormi na sala mesmo, esparramado no sofá velho que ainda cheirava a suor e porra seca. Marlene estava ao meu lado, corpo gigante esticado como se o sofá fosse pequeno demais pra ela, bunda enorme ocupando metade do espaço, coxas grossas entrelaçadas nas minhas, respiração pesada e ritmada contra meu ombro. O calor dela grudava na minha pele morena, o cheiro forte de sexo misturado ao perfume barato que ela usava. No chão, minha mãe e Luana dormiam de lado, nuas, corpos sujos de sêmen seco que formava crostas brancas nos seios, nas coxas, nos rostos. Maura tinha o cabelo loiro grudado na testa, um fio de porra escorrendo devagar pelo canto da boca entreaberta. Luana, loirinha patricinha que agora parecia outra pessoa, seios grandes subindo e descendo devagar, coxas marcadas de mãos grossas, um sorriso sonolento no rosto mesmo dormindo. Dona Rosa estava no tapete perto do balcão, ruiva desgrenhada, sardas corando no peito suado, pernas entreabertas como se o corpo ainda esperasse mais.

Os homens dormiam espalhados – uns no chão, outros nas cadeiras, roncos pesados enchendo a casa. Mas sempre tinha um acordado, revistando o perímetro com a pistola na mão, olhos frios varrendo a escuridão lá fora. Eu acordei várias vezes com o barulho de botas na varanda, o clique de uma arma sendo checada, o sussurro baixo de “tá limpo”. Meu pau dava espasmos mesmo no sono, roçando na coxa grossa de Marlene, mas o cansaço pesava mais que o tesão.

O amanhecer veio cinza e úmido, luz fraca infiltrando pelas cortinas rasgadas. O primeiro tiro cortou o silêncio como um trovão seco. Vidro estourando, madeira rachando, gritos roucos lá fora. “Polícia! Mãos pra cima!” Mais tiros – rápidos, nervosos, ecoando pela chácara. Marlene acordou num pulo, corpo gigante se levantando do sofá, mão já procurando a arma que tinha deixado no chão. Magrelo e Tatu se jogaram atrás do balcão da cozinha, atirando de volta pela janela. Os outros quatro se espalharam, pistolas cuspindo fogo, cheiro de pólvora enchendo a sala.

Eu me arrastei pro chão, coração na garganta, puxando minha mãe e Luana pra trás do sofá. Maura chorava baixo, “Meu Deus… meu Deus…”, abraçando a filha com força. Dona Rosa se encolheu no canto, ruiva com olhos verdes arregalados, mãos tapando os ouvidos. Marlene se arrastou até a bolsa de dinheiro no armário da cozinha, pegou uma pistola e atirou pela janela, corpo enorme protegido pelo balcão. “Filhos da puta!”, gritava ela, voz grave cortando os tiros.

O tiroteio durou minutos que pareceram horas. Vidros estourando, balas ricocheteando nas paredes, cheiro de madeira queimada e pólvora. Um dos novos caiu primeiro – o de dreads, peito aberto por um tiro, sangue escorrendo no chão da cozinha. Outro gritou, acertado na perna, arrastando-se pra trás do sofá. Magrelo levou um tiro no ombro, xingando alto, mas continuou atirando. Tatu acertou um policial na varanda – corpo caindo com um baque surdo. Marlene gritava ordens, “Pega a bolsa! Sai pela porta dos fundos!”, mas a polícia já cercava a casa, megafone ecoando: “Rendam-se! Vocês estão cercados!”

No fim, o silêncio veio de repente. Os tiros pararam. Só restavam gemidos de dor e respiração pesada. Marlene, Magrelo e um dos novos – o de barba espessa – ainda vivos, feridos, mas respirando. Os outros quatro mortos no chão, corpos retorcidos, sangue formando poças escuras. A polícia entrou devagar, armas apontadas, gritos de “mãos pra cima!”. Eles algemaram Marlene, Magrelo e o sobrevivente, arrastando-os pra fora. Marlene olhou pra mim uma última vez, olhos escuros brilhando de raiva e algo que parecia orgulho.

“Cuida da família, moleque. Esse pau aí é um presente.”

Eles revistaram a casa inteira. Perguntaram do dinheiro. Eu, ainda nu, tremendo, apontei pro armário da cozinha.

“Tá ali… uma bolsa.”

Eles pegaram a bolsa que estava escondida atrás das panelas – cheia de notas amassadas, zipper quase estourando. A outra, no meu quarto, ninguém encontrou. Eles revistaram bastante – gavetas, colchões, armários –, mas não acharam a segunda. Talvez não tenham procurado direito . Ou talvez tenham deixado passar de propósito. Não sei. Eles levaram os corpos, os feridos, as armas, e foram embora. Deixaram a gente ali, nus, sujos, vivos.

Passaram dois dias. A polícia veio de novo, perguntou coisas, fez laudo, levou depoimentos. A gente mentiu o mínimo possível – disse que os assaltantes invadiram, nos mantiveram reféns, que os tiros foram deles contra a polícia. Não falaram da gente. Não falaram do dinheiro. Talvez não quisessem complicar. Ou talvez soubessem que a gente tinha sofrido o suficiente.

No terceiro dia, eu entrei no meu quarto. O ar ainda cheirava a sexo e pólvora. Abri o armário onde guardava as revistas pornô velhas – pilhas amassadas de loiras, ruivas, patricinhas. Pensei em jogar tudo fora, queimar, esquecer. Mas quando puxei a pilha, senti o peso. A bolsa. A segunda bolsa de dinheiro, escondida no fundo, zipper fechado, notas amassadas olhando pra mim.

Chamei todo mundo. Minha mãe, Luana e Dona Rosa entraram devagar, ainda marcadas – olhos fundos, corpos doloridos, mas vivos.

“Olha isso…”, mostrei a bolsa.

Maura se aproximou primeiro, loira com cabelos soltos, mão tremendo ao tocar o dinheiro.

“Meu Deus…”

Luana riu baixo, nervosa.

“Quanto tem aí?”

Dona Rosa, ruiva com sardas corando no rosto, sussurrou:

“O que a gente faz com isso?”

Eu olhei pra elas.

“Vamos levar pra polícia?”

Minha mãe balançou a cabeça devagar, olhos azuis firmes pela primeira vez em dias.

“Nada disso. Vamos gastar. Vamos embora daqui. Mudar de cidade, de estado. Começar de novo. A polícia não precisa saber. Eles já levaram a outra bolsa. Essa aqui é nossa.”

Luana assentiu rápido, olhos verdes brilhando.

“Eu topo. Vender a chácara, pegar o dinheiro, sumir.”

Dona Rosa suspirou, mas sorriu de lado.

“Se é pra começar de novo… que seja com conforto.”

Vendemos tudo rápido – chácara, móveis, galinhas, terra. Gastamos pouco, só o necessário pra não chamar atenção. Compramos uma casa boa no sul do país – uma cidade pequena, perto do mar, ar fresco, longe de tudo que tinha acontecido. Uma casa ampla, com varanda, quintal, quartos grandes. Chegamos lá numa tarde quente, sol batendo no telhado novo, cheiro de maresia entrando pelas janelas abertas.

Na primeira noite, depois do jantar simples – arroz, feijão, carne grelhada –, minha mãe ficou na sala arrumando as coisas. Eu me aproximei por trás, mãos na cintura dela, sentindo os quadris largos, os seios pesados contra minhas palmas. Ela virou devagar, olhos azuis encontrando os meus, sem dizer nada. Beijei ela devagar, língua invadindo a boca, mãos descendo pras coxas grossas. Levantei a saia dela, calcinha de lado, pau duro encostando na boceta molhada. Entrei devagar, sentindo o calor apertado, ela gemendo baixo contra meu pescoço.

“Filho… aqui na sala…”

“Sim, mãe… aqui.”

Metei fundo, devagar, depois mais forte, quadris batendo nas nádegas dela, seios balançando contra meu peito. Ela gozou primeiro, corpo tremendo, boceta apertando em espasmos, gemendo rouco no meu ouvido. Gozei dentro dela, jatos quentes enchendo, transbordando pelas coxas.

Minha avó viu tudo da porta da cozinha. Ruiva com um cigarro na mão, olhos verdes brilhando. Depois da janta, ela foi pra varanda fumar. Eu fui atrás. Ela estava encostada na grade, vestido florido subindo nas coxas. Levantei por trás, mãos nos seios maduros, pau duro roçando na bunda. Ela gemeu baixo.

“Menino… aqui fora?”

“Sim, vó… aqui.”

Levantei o vestido, entrei no cu dela devagar, sentindo o anel apertado se abrir, ela gemendo rouco, cigarro caindo no chão. Metei forte, mãos apertando os seios, ela rebolando pra trás, gozando rápido, cu contraindo em volta do pau. Gozei dentro, enchendo as entranhas dela, sêmen escorrendo pelas coxas sardentas.

À noite, quando todos dormiam, Luana veio pro meu quarto. Loirinha nua, seios grandes balançando, coxas bronzeadas abertas. Subiu na cama, sentou no meu pau, boceta molhada engolindo tudo.

“Ero… me fode como na piscina… mais forte…”

Metei pra cima, mãos nas nádegas empinadas, pau enorme batendo fundo. Ela gozou gritando baixo, corpo tremendo, boceta apertando. Gozei dentro dela, enchendo até transbordar, sêmen escorrendo pelas coxas dela.

E assim seguiu. Dias viraram semanas. A casa nova cheirava a sexo constante – na sala, na cozinha, na varanda, nos quartos. Minha mãe me procurava de manhã, loira gemendo baixo enquanto eu metia na cozinha. Minha avó à tarde, ruiva de quatro na varanda, cu apertado engolindo meu pau. Luana à noite, loirinha montando, pedindo mais, sempre mais.

A culpa tinha ido embora. O dinheiro comprara liberdade. E o desejo… o desejo era o que restava.

A gente nunca mais falou da chácara. Só vivia. Um dia de cada vez. Um gozo de cada vez.

Fim.

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