Os contos aqui relatados são reais. Ocorreram comigo ou com pessoas muito próximas a mim, portanto para assegurar a privacidade de todos e a minha própria, sempre contarei as histórias em primeira pessoa, através do meu ponto de vista e usando a mim como protagonista. Assim, você, caro leitor nunca saberá se a história ocorreu comigo ou com alguém próximo a mim.
Minha mãe sempre foi uma mulher muito narcisista e interesseira, tudo sempre deveria ser sobre ela e para ela. Após a separação do meu pai biológico (que também nunca teve muito interesse em mim), ela sempre esteve em busca de outros homens para sustentar ela e eu. Mesmo tendo 18 anos, ela não permitia que eu trabalhasse, apenas estudasse, mas isso não era pensando em mim e sim em manter a pensão que meu pai teria que pagar até eu me formar. Ela teve vários casos com homens que vinham, ficavam um tempo em casa e quando percebiam como ela era, as brigas começavam e eles partiam. O período em que essa história é narrada eu recém completei 18 anos de idade. Meu nome é Eduardo, futuramente meu apelido se torna Dado, sou branco, 1.60cm de altura, cabelos pretos, alguns pelos pelo corpo, olhos castanhos com um leve tom de mel e magro com uma leve definição natural.
Após o último cara que minha mãe havia brigado ela não demorou muito a encontrar outro para colocar no lugar. Ela havia encontrado sua nova presa algumas vezes no supermercado do bairro e a partir daí começaram a se falar por telefone e se encontrarem. Paulo era moreno, alto, 1.98cm de altura, magro, cabelos e olhos pretos e uma boca com lábios carnudos. A sua primeira visita em nossa casa, eu tratei Paulo com educação, o cumprimentei e fui para meu quarto, pois já estava acostumado com esse tipo de situação, sabia que ele era apenas mais um dos que iriam ficar um tempo e depois iria embora, não havia motivo para me apegar ou ficar “intimo” demais. Aquele era um momento onde eu me concentrava nos estudos e quando voltava para casa, ou estava no quarto estudando ou jogando vídeo game. Nunca fui muito esportivo e a fase de brincar na rua havia passado, uma vez que percebi que era “diferente” dos demais garotos. Na minha mente naquele período, eu me sentir atraído pelos garotos, era algo que me fazia diferente e por medo de cometer algum deslize, optei por me afastar deles e me dedicar aos estudos e ficar no quarto. A convivência com minha mãe também não era fácil, pois, com tudo tendo que girar em torno dela, ela era muito rápida em criar situações em que me colocavam como culpado por algo e fazer dela uma vítima. Naquela época eu não entendia e sempre me sentia culpado por essas situações e ia me reprimindo cada dia mais. As coisas começaram a mudar quando Paulo começou a morar conosco. Ele era muito brincalhão, gostava de rock e tocava guitarra. Embora minha mãe não fosse velha, naquela época ela estava com 34 anos, Paulo tendo 25 era considerado muito novo para ela naquele período, mas como já disse, o que importava para ela, era ele conseguir sustentar a casa e ela poder desfrutar do dinheiro que meu pai pagava de pensão. Paulo trabalhava como gerente administrativo numa empresa de metalúrgica e ganhava razoavelmente bem. Paulo em todas as oportunidades que tinha, tentava me incluir nas coisas que ele fazia com minha mãe, eu relutava, pois sabia como ela era, mas ele não. Para ele era importante me incluir, na cabeça dele era algo como “vou mostrar que gosto do filho, para que a mãe também goste mais de mim”. O que ele não sabia era que isso não importava e em algumas situações poderia até ser incômodo para ela. Após quatro meses morando conosco, Paulo teve o seu primeiro vislumbre do que era lidar com minha mãe. Ele chegou numa sexta após o trabalho e queria nos levar para o cinema, eu me animei para ir, já tinha jantado e tomado banho, então era apenas colocar uma roupa um pouco melhor e ir para o shopping com minha mãe e ele, porém enquanto estava no quarto me trocando, ouvi minha mãe no quarto com ele reclamando:
- Quando me ligou e disse que íamos ao cinema, pensei que seríamos apenas nós dois, não sabia que queria levar ele também. Disse minha mãe.
- Eu gostaria que ele fosse assim posso me aproximar mais dele, faz meses que moro aqui e trocamos poucas palavras. Tudo que fazemos, fazemos só nós dois, quero que ele me veja como alguém que ele possa contar, como um amigo e futuramente como um pai talvez. Disse Paulo.
- É que se ele for depois do cinema não vamos poder ficar no carro namorando. Retrucou minha mãe.
Nesse momento um sentimento de tristeza se abateu em mim e novamente entendi que qualquer pessoa que tentasse fazer algo por mim, ela não gostava, pois tudo deveria ser apenas para ela. Coisas assim, sempre aconteciam, agora com Paulo e com todos os outros caras também. Sem dinheiro, sem poder trabalhar, sem amigos, parecia que meu destino era ficar ali, preso naquele mundo. Sai do quarto e entrei no banheiro, coloquei o dedo na garganta e forcei o vômito. Quando abri a porta do banheiro, Paulo estava na porta prestes a bater e logo atrás minha mãe estava com cara de poucos amigos.
- Você está passando mal Eduardo? Ouvi você vomitar. Disse Paulo.
- Eu acho que comi muito, me deu um pouco de dor de cabeça e é assim mesmo quando minha enxaqueca ataca, eu acabo vomitando. Respondi.
- É melhor você ir deitar e dormir então, dormindo sua enxaqueca passa. Disse minha mãe.
- Não quer ir ao médico? Não devemos levar ele ao médico? Perguntou Paulo olhando pra mim e para minha mãe.
- Não! Ele sempre teve enxaqueca, depois que vomita, é só deitar e dormir que passa. Ele vai ficar bem, vamos ao cinema e quando voltarmos ele já vai estar ótimo, não é? Disse minha mãe olhando pra mim.
- Sim. Respondi indo para meu quarto.
Deitei na cama, me virei para a parede e comecei a chorar silenciosamente enquanto ouvia o barulho do carro saindo da garagem. Quando o portão se fechou, ouvi o barulho do portão social se abrindo e passos de alguém entrando novamente em casa. Era Paulo. A porta do meu quarto estava entreaberta quando ele deu um leve toque nela e me chamou:
- Eduardo?
- Oi?! Respondi tentando entender o que havia feito ele voltar.
Paulo entrou no quarto que estava iluminado apenas pela luz da lua que entrava pela janela, se abaixou ao lado da minha cama e quando virei para ver o que estava acontecendo ele falou:
- Vou trazer algo gostoso para você quando voltar, tudo bem?
- Ah obrigado; respondi tentando cobrir meus olhos para que ele não visse que eu estava chorando.
Paulo se levantou, me deu um beijo na cabeça e saiu. Aquilo de alguma forma me trouxe uma sensação muito boa, pois minha mãe não era carinhosa comigo, meu pai após a separação não falava comigo, pagava a pensão que o juiz determinara, mas não mantinha nenhum contato comigo, pois já havia se casado e formado outra família. Aquele beijo de Paulo, foi muito acolhedor e afetuoso, até aquele momento nunca tinha olhado para nenhum dos caras que minha mãe havia se envolvido dessa forma, como disse anteriormente, eu me mantinha sempre afastado, pois sabia que a estadia deles era curta, devido ao gênio da minha mãe. Paulo me despertou um sentimento diferente naquela noite.
Dias se passaram desde aquela noite e Paulo havia intensificado mais seus contatos comigo. Mesmo com as “reclamações” da minha mãe sobre ficar gastando dinheiro com coisa boba (era boba, pois eram presentes para mim e não para ela), Paulo me deu várias fitas de jogos novos, comprou algumas caixas de lego e alguns jogos de tabuleiro. De certa forma ele me tratava como uma criança, pois era assim que eu realmente parecia, já que minha mãe forçava isso, pois eu me tornar adulto representava a minha independência e portanto o fim da pensão do meu pai. Comecei a conversar mais com Paulo e me tornar mais amigo dele, mas todo esse afeto dele começou a mexer comigo, não podia negar que volta e meia olhava para ele e o admirava.
Numa tarde de sábado, Paulo havia levado minha mãe numa tia minha e voltou para casa, no quintal ele começou a lavar o carro ao som da banda de rock Guns N’Roses, pois minha mãe iria demorar na minha tia. Estava em meu quarto jogando vídeo game, quando a energia caiu e eu perdi tudo o que havia jogado e mesmo com a energia voltando rapidamente decidi não continuar jogando, quando ouvi Paulo pedindo para que eu ligasse novamente o som (que havia desligado com a queda de energia). Fui até a sala e liguei o som colocando novamente o cd da banda para tocar. Quando me virei e olhei para a porta da sala e vi Paulo no quintal, um arrepio percorreu todo meu corpo. Paulo estava usando apenas uma samba canção cinza enquanto lavava o carro. Ver seu corpo alto com aquele suor percorrendo seu corpo e algumas partes da samba canção molhadas realmente mexeram comigo, entrei num estado de transe e fui indo em direção ao quintal enquanto olhava para ele lavando o carro. Mesmo magro Paulo tinha um corpo bonito e como era muito alto, quando ele chegava aos locais, era difícil não reparar nele e em sua voz grossa quando começava a falar. Fiquei ali sentado na porta da sala olhando ele lavar o carro e em alguns momentos quando se deslocava de um lado ao outro comecei a observar que seu pau balançava dentro da samba canção. A princípio achei que era coisa da minha cabeça, que poderia ser apenas as dobras do tecido fazendo parecer o pau dele, mas tive certeza quando ele se abaixou ficando de cócoras para colocar mais detergente dentro do balde e seu saco e pau ficaram pendurados quase saindo da samba canção. Embora quisesse continuar olhando, senti um pouco de vergonha e levantei, quando ia entrar, Paulo me chama:
- Vem me dar uma mão aqui na limpeza do carro Eduardo.
Fui em direção ao carro e Paulo me disse pra ir aspirando o carro por dentro enquanto ele lavava as rodas e tapetes.
Para aspirar o piso do carro na parte traseira e embaixo dos bancos do passageiro e motorista, me deitei no banco e fiquei ali passando o aspirador, minhas pernas estavam para fora do carro e o restante do meu corpo deitado no banco comigo aspirando a parte inferior dos bancos. Paulo se aproximou por detrás e colocando sua mão esquerda no banco e acima da minha cabeça entrou no carro. Se ele se abaixasse, iria ficar encaixado em mim dentro do carro. Arrepiei-me todinho nesse momento e mais ainda quando sua voz grossa disse:
- Não precisa ser tão meticuloso, é apenas uma aspirada rápida. Vou levar o carro para fazer uma lavagem completa no final do mês.
Ao fim de sua fala, esquecendo que ele estava em cima de mim, fui me afastar e ao levantar minhas costas foram de encontro com seu peitoral e minha bunda de encontro com sua samba canção. Por uma fração de segundos senti seu pau batendo em minha bunda, mas Paulo foi mais rápido e saiu do carro. Como havia terminado de aspirar, entrei para a cozinha e enquanto bebia refrigerante, minha mente vagueava pensando na sensação de ter sentido o pau de Paulo encostando-se à minha bunda. Com uma mão segurando o copo de refrigerante e a outra mão acariciando minha própria bunda, fiquei ali na cozinha alguns minutos. Voltei para o quintal e vi Paulo terminando de guardar as coisas de limpeza do carro e lavando o quintal. Paulo e eu começamos a conversar sobre as bandas de rock que ele gostava. Houve um momento em que zoei, dizendo que ele não tocava guitarra bem. Paulo me deu uma jogada rápida de água e assim iniciamos uma “briguinha” com ele correndo e ziguezagueando pelo quintal tentando me molhar. Acabei levando um escorregão e me sujando todo, Paulo correu ao meu encontro e me ajudou, por sorte não machuquei, mas estava muito sujo e acabei sujando ele também. Nesse momento Paulo conversou comigo sobre minha relação com minha mãe, ali, no chão, Paulo me disse:
- Eu sei que sua mãe não gosta que eu te trate como um filho. Mas quero que saiba que eu estou aqui, que gosto de você e farei de tudo para te proteger até que você me considere família também.
- Eu também gosto de você, e agradeço tudo o que você tem feito por mim. Respondi me levantando e saindo, pois sabia que se continuasse ali, iria chorar.
Entrei para tomar banho enquanto Paulo terminava de lavar o quintal e no banheiro (que era o único da casa) comecei a pensar em tudo aquilo e ao mesmo tempo em que as lágrimas desciam, quando vi comecei a me masturbar pensando naquelas sensações todas. Paulo era carinhoso comigo e eu estava vendo ele com desejo, mas sabia que aquele desejo era proibido, já que Paulo era meu padrasto, mesmo que fosse temporário, ainda assim era meu padrasto. Estava quase gozando quando escutei o telefone na sala tocar e logo após Paulo bater na porta do banheiro dizendo:
- Eduardo, acaba logo o banho que preciso tomar banho também, sua mãe quer que eu a busque.
- Estou saindo. Disse soltando meu pau e perdendo todo o tesão com o susto.
Quando abri a porta, Paulo já estava esperando para entrar. Fui para meu quarto colocar roupa e quando estava saindo escutei a porta do banheiro sendo destrancada e Paulo pedindo para eu levar a toalha para ele. Entrei no quarto da minha mãe e peguei a toalha. Conforme ia me aproximando da porta do banheiro meu coração parecia que ia saltar pela boca, coloquei a mão na maçaneta e abri, esticando a mão e entregando a toalha. Embora Paulo tenha pegado a toalha rapidamente, por uma fração de segundos pude ver seu pau, ele estava “meia bomba”, era um pau comprido, bem comprido, uns 19 centímetros e bem grosso. A cabeça do seu pau era roxa e estava pra fora como se ele tivesse se masturbado. Paulo fechou a porta e depois saiu enrolado na toalha entrando no quarto, após algum tempo saiu e foi buscar minha mãe. Depois de comer um lanche, voltei para meu quarto e fui ler alguns gibis. Acabei adormecendo e quando acordei já passava das 2h30 da manhã, quando fui sair da cama, escutei gemidos vindos do quarto da minha mãe. Não era muita novidade ouvir os gemidos dela transando com os caras, e eu meio que acabei me acostumando e ignorando esse tipo de coisa. Ouvir os gemidos dela dessa vez, porém, era diferente. Era a primeira vez que estava escutando ela transar com Paulo. Imediatamente voltei para a cama, colei meu ouvido na parede, fechei meus olhos e fiquei escutando. Ela gemia alto sem se importar com nada, no quarto eu escutava os barulhos que a cama dela fazia e o som do corpo do Paulo batendo contra o corpo dela, as estocadas fortes e ritmadas que ele dava. Embora não estivesse vendo, escutar eles transando com os olhos fechados me fazia parecer estar assistindo aquilo ao vivo, com as cenas na minha mente se formando, porém, na minha mente eu estava no lugar dela e Paulo estava ali enfiando seu pau todinho dentro de mim, minha mão desceu para meu pau e comecei a me masturbar, no quarto ao lado Paulo socava seu pau muito forte em minha mãe, enquanto ela pedia por mais. Escutei Paulo pedindo para ela ficar de quatro, com uma sequência de tapas que imagino terem sido em sua bunda, ela gemendo e Paulo reiniciando suas estocadas fortes. Todos aqueles gemidos e barulhos se seguiram noite adentro e só foram cessar por volta das 4h da manhã, quando ouvi minha mãe mais uma vez anunciar que iria gozar e com Paulo falando que ia encher sua bucetinha de leite. Nesse momento eu gozei, gozei muito, gozei tudo o que não pude gozar no banheiro mais cedo e o gozo do tesão de agora, gozei tanto que a parede ficou toda esporrada. Levantei da cama rapidamente, abri a porta do quarto, fui até a cozinha e peguei um pano na pia e voltei sem fazer barulho para o quarto. Comecei a limpar a parede e quando terminei, coloquei o pano em cima da cômoda, ao lado da porta, assim quando fosse sair do quarto levaria direto para o banheiro para lavar toda aquela porra no pano. Voltei e fui fechar a janela do quarto que havia ficado aberta e por isso a claridade do dia que estava nascendo começava a iluminar demais o quarto e com aquele clarão todo dava para ver a parede do quarto toda manchada com os respingos da minha porra. Nesse momento ouvi a porta do quarto da minha mãe abrindo, ela saindo e indo ao banheiro tomar banho. Corri para a cama e deitei fingindo que estava dormindo e só levantei quando escutei o barulho do chuveiro. Novamente voltei a fechar a janela, mas devido à falta de óleo, ela começou a ranger, mesmo comigo tentando mover ela vagarosamente, a janela insistia em fazer barulho.
- Está tudo bem? Perguntou Paulo.
O susto que levei ao ouvir a voz de Paulo me fez ficar pálido e gelado, quando me virei e olhei, Paulo estava nu segurando a porta do quarto entreaberta. Por mais que eu quisesse olhar para seu pau naquele momento, meu medo era tanto que não conseguia. Paulo escrutinou o quarto com os olhos, parando eles na parede e depois no pano que estava bem ao seu lado em cima da cômoda. Estava claro para mim e para ele o que eu havia feito. Meu coração batia tão rápido e forte que eu conseguia ouvir cada batida dele em meus ouvidos. O medo de Paulo falar algo para minha mãe e ela fazer o maior drama da vida dela e me condenar de todas as formas possíveis só me fez ter uma reação, comecei a sentir algo quente escorrendo pelo meu rosto e entre minhas pernas, ao mesmo tempo em que as lágrimas começaram a escorrer pelo meu rosto, comecei a mijar sem ter controle. Paulo vendo meu short formando uma mancha de urina e a poça se formando pelo chão do quarto, imediatamente fechou a porta atrás de si e entrou no quarto vindo em minha direção, me abraçou e disse baixinho.
- Calma, fica calmo. Está tudo bem, isso que você fez é normal. Se acalme eu estou aqui.
Eu só conseguia sentir ele me pressionando contra o corpo dele e a cada tremida que meu corpo dava ele me pressionava mais contra si até que parei de tremer. Ao perceber que parei de tremer, Paulo me fez sentar na cadeira que tinha ao lado da mesa de cabeceira da cama. Abaixou-se e olhou no fundo dos meus olhos e disse:
- Fique calmo, eu vou te ajudar com isso. Fique quieto e sentado aqui sem se mover.
Paulo se levantou, olhou ao redor do quarto para a porta e foi quando entendi que ele estava tentando escutar se minha mãe ainda estava no banheiro. Paulo se virou novamente pra mim e disse:
- Fique aqui e espere, eu vou voltar, pode demorar um pouco, mas vou voltar.
Eu apenas movi minha cabeça acenando que sim e foi nesse momento que notei algo que estava passando completamente despercebido por mim devido a toda a sucessão de eventos que ocorrera. Como Paulo estava de frente comigo e ele era muito alto, nem ele e nem eu havia percebido, mas seu pau estava na altura do meu rosto, bastava eu me mover poucos centímetros e colocaria seu pau em minha boca. Quando Paulo percebeu que eu olhava direto para seu pau ele moveu-se em direção a porta e saiu fechando ela. Podia ser impressão minha, mas pude jurar que vi seu pau dando uma pulsada. Fiquei tentando reviver esse momento em minha mente, mas devia ser apenas impressão mesmo, o estresse que passei devia estar me fazendo ver e pensar coisas que não estavam acontecendo. Pra quem havia acabado de se mijar todo sem nenhum controle, o pau do padrasto pulsando com certeza era fruto da minha imaginação. Escutei minha mãe saindo do banheiro e entrando no quarto dela. Em torno de meia hora, ali sentado, sem saber o que fazer, quando fui pensar em me levantar, Paulo entra novamente no meu quarto segurando um balde e um pano de chão, para minha surpresa ele ainda estava nu. Paulo tirou de dentro do balde um rolo de papel toalha, tirou várias folhas e começou a colocar no chão para secar toda a urina que estava no chão, colocou os papéis no lixo do quarto e tirou um desinfetante do balde, jogou no chão e passou o pano por cima. Paulo fez isso numa velocidade que eu nem acreditava, e o fato dele estar ali nu fazendo aquilo, me deixou completamente estático e sem reação.
- Tire sua roupa; disse Paulo olhando para mim com um sorriso carinhoso no rosto.
- O que? Respondi.
- Eduardo, você está fedendo mijo e precisa tomar banho. Eu vou tomar banho e você vai tomar banho junto comigo, assim sua mãe não vai perceber. Ela já está dormindo, se ela acordar com o barulho do chuveiro, não vai se importar, pois sabe que sou eu, mas ela vai querer saber o motivo de você estar tomando banho a essa hora, entendeu? Disse Paulo de forma muito calma e carinhosa comigo.
- Entendi, é faz sentido, se eu for tomar banho agora, ela vai querer saber o motivo. Disse concordando com ele.
Tirei minhas roupas e enquanto me movia pelo quarto para pegar a toalha, Paulo levou embora o balde e as demais coisas retornando rapidamente para o quarto. Quando ele entrou novamente, me olhou nu, eu corei o rosto e ele deu um leve sorriso. Automaticamente olhei para seu pau e quando ele percebeu, fez sinal com a mão para irmos para o banheiro. Antes de sair do quarto Paulo pegou o pano que eu havia deixado em cima da cômoda cheio da minha porra.
Quando entrei no banheiro, Paulo que estava atrás de mim fechou a porta com a chave e deixou o pano com minha porra na pia. Ele passou por mim e pude sentir seu pau esbarrando em meu braço, entrou no box do banheiro e abriu o chuveiro, nesse momento percebi que um pouco de babinha do cabeça de seu pau havia ficado no meu braço e instintivamente passei o dedo e levei na boca para sentir o gosto. Quando levantei meus olhos e olhei, Paulo estava vendo toda aquela cena comigo lambendo a baba que seu pau havia deixado no meu braço e seus olhos pareciam brilhar.
Ele fez sinal com a mão para eu entrar no box, entrei e comecei a me ensaboar...
CONTINUA...