Durante um trisal, meu filho quis participar

Um conto erótico de isaeuadoro
Categoria: Heterossexual
Contém 2886 palavras
Data: 20/01/2026 08:53:35

Se não há como fugir do prazer, da busca incessante por novas formas de prazer, também não se pode fugir das suas consequências e riscos. E isso eu só fui descobrir no meio da noite, quando me deparei com meu filho completamente nu da cintura pra baixo na nossa cama.

Talvez a culpa fosse minha, por ter insistido e convencido meu marido a uma coisa tão ousada. E agora, diante de outra mulher, e tendo sido revelado o nosso segredo, não havia o que fazer para escondê-lo.

Minha atenção estava fixa na expressão de surpresa da Denise, que ainda abraçava o Caio, deslizando a mão por baixo da sua camisa. A voz do Raul, ecoou no quarto quando ele viu o nosso filho.

"Mas que porra é essa, moleque?!"

"Acho que a gente fez muito barulho e acordou seu filho", ela sorria pra nós.

"Desculpa, Denise, nem sei o que dizer!", eu tentava me explicar.

"Por mim tudo bem. Acho que tem ainda tem espaço na cama!", ela se insinuava, com uma voz sensual.

Quando acendi a luz do abajur ao lado da cama, a cena me parecia surreal demais pra qualquer fantasia que pudesse imaginar. Meu filho estava na minha cama com seu pênis completamente ereto apontando pra uma outra mulher, e isso me deixava louca de ciúmes. Mas não sabia o que fazer.

Nossa, e como ele estava duro aquela noite! A glande era longa e brilhante, e sua forma de cogumelo era perfeita. Era um pênis magnífico! E desde que o vi se masturbando com as minhas calcinhas, eu sabia que queria muito chupá-lo. Mas como faria, agora que o meu segredo havia sido descoberto?

Por sua vez, a Denise parecia ter o mesmo fascínio pelo pau do meu filho. Nossos olhares se encontraram apenas por um instante, e ela soube na hora que eu tinha o mesmo desejo. Melhor que ninguém, uma mulher conhece o desejo de outra mulher, especialmente por algo tão proibido. Era quase como se ela compartilhasse comigo aquilo que só uma mãe poderia saber.

"Também tenho um filho. Sei bem como são os garotos nessa idade!", e não foi preciso que ela dissesse mais nada.

E, dito isso, ela sorriu pro meu filho e pegou no seu pau. Então, com toda naturalidade, pegou na barra da sua camisa e fez ele levantar os braços, tirando a única peça de roupa que cobria a sua nudez.

Em seguida, com meu filho de joelhos na cama, e agora completamente nu, ela acariciou seu peito lisinho e o beijo com toda impunidade, sabendo que aquilo me deixava louca. Mas ela não parou por aí. Depois de um sorriso de cumplicidade, vendo nos meus olhos o efeito que aquilo tinha em mim, ela se voltou ao Caio e começou a bater uma punheta nele. E quando eu vi, pro meu total assombro, ela se inclinou e começou a chupar o meu filho!

Eu não sabia o que fazer. Estava lá na cama com outra mulher fazendo sexo oral no meu filho, bem diante do meu marido. Mas, pela expressão dele, a inesperada mudança de rumos na nossa noite apenas o deixou mais animado.

E enquanto se masturbava, olhando a cena, ele e brincava com a língua em volta do meu mamilo eriçado. Sem perceber o quanto me enchia de ciúmes, meu filho sorriu pra mim. E tão abusado como qualquer garoto, ele puxou o lençol que cobria a minha nudez, expondo a minha buceta molhada.

Ele então meteu dois dedos na minha buceta, ao mesmo tempo em que fodia uma mulher que nem conhecia. Era uma situação que estava saindo do controle, mas nenhum de nós queria mudar nada. Aquilo mais parecia uma masturbação coletiva em família, e com uma pessoa que acabamos de conhecer.

Mas, em vez de estar chocada com a luxúria da nossa família, a Denise parecia mesmo querer chupar o nosso filho. E aquilo me fazia pensar se não era um desejo seu que ela podia realizar com o filho de outra.

Até que, não satisfeita em se divertir com o Caio, ela pegou na sua mão e passou a usá-la como um consolo, me fodendo enquanto meu filho me penetrava com os dedos. Ao mesmo tempo, o Raul continuava a chupar os meus seios, os três me deixando louca de tesão.

E quando ela puxou a mão do Caio, tirando seus dedos melados de gozo das minhas entranhas, ela me sorriu por um instante, depois começou a chupá-los.

"Você tem um gosto bom!" ela me sorria, provando dos meus fluidos. "Que tal a gente trocar? Imagino que deve estar com vontade do pau do seu filho", me propôs, mudando de lugar comigo.

Não tinha como negar, ou tentar disfarçar; eu estava louca pra chupar o meu filho. Peguei o seu pau na minha mão e ele estava pulsando como nunca. Eu nunca tinha sentido tanto tesão nele. Os seus olhos se desviaram por um segundo e eu segui o seu olhar, enquanto ele tocava os meus seios.

Olhei pro meu filho e ele estava sorrindo pra mim. Então, ele estendeu a mão e, com ela pousada no meu rosto, me guiando até a sua ereção, me ofereceu para chupá-lo. Me lembrei da primeira vez que o provei, da sua expectativa e da minha emoção em sentir o seu gosto.

Fechei os olhos e abri a boca. Sua mão envolveu a minha... ele me acariciou enquanto movia os quadris, colocando a cabeça do seu pau na minha boca. Ele segurou meu rosto entre as mãos, me acariciando suavemente enquanto me penetrava devagar.

Por um instante perdi contato visual com a Denise e pensei que ela estava com o Raul. Mas de repente sinto mãos me tocarem, abrindo meus lábios com cuidado. E no instante seguinte, me sinto invadir por um mar de jasmim, com os sentidos imersos da fragrante essência que me escorre.

E enquanto o meu gozo me faz sentir molhada, ele é intensamente sorvido de mim, por uma língua que me devora. Olhando entre as minhas pernas, eu vejo a Denise me chupando e lambendo o meu clitóris. E ela parece não se conter em me provar, me fazendo gozar como homem nenhum me chupou na vida, ela também tem dois dedos metidos na minha buceta, me fodendo sem parar.

Diante da cena, o Raul não perde tempo, e se posiciona atrás dela, guiando seu pau e metendo nela. Pela primeira vez meu filho vê seu pai fodendo outra mulher, e isso parece excitá-lo, pelo jeito como ele mete ainda mais fundo na minha boca. Mas, tão intenso quanto o prazer de chupá-lo, eu me sinto extasiada, sendo chupada por uma mulher.

E ela continua concentrada entre as minhas pernas, ao mesmo tempo em que é penetrada pelo meu marido. Ao desviar os olhos novamente, excitado com os dois ao lado, não posso evitar o ciúme do seu tesão. Não pensei que trazer outra mulher pra minha cama pudesse acabar envolvendo meu filho. E não sei como reagiria vendo ele fazendo amor com outra na minha frente, mas acho que logo saberia.

O Caio agora prestava total atenção ao que a Denise fazia, surpreso com o meu prazer tão inesperado quanto uma relação lésbica. E o seu tesão não era menor que o meu. Nunca imaginei que poderia ter tanto prazer com algo assim. Nunca tive nenhuma inclinação ou curiosidade por transar com uma mulher. Mas tenho que admitir que não sabia que podia ser tão bom!

Ela tinha um braço estendido, com a mão no meu seio esquerdo, seu polegar provocando meu mamilo eriçado. E a outra mão, metida entre as minhas pernas, acariciava a minha vagina. Isso foi muito erótico e eu estava chegando no limiar do meu clímax, me contorcendo de prazer. Mas quando ela me sorriu por um instante, eu não acreditei naquilo. Ela pegou um pouco do meu suco vaginal e molhou na ponta da língua o meu ânus. E enquanto dedilhava o meu clitóris, ela saboreava a entradinha do meu cu, me levando à loucura.

Meu ânus não é virgem, mas faz mais de vinte anos que um dedo estranho não entra lá. Exceto pelo meu médico, é claro. Mas me surpreendia com que habilidade a Denise movia o dedo para dentro e para fora, enquanto esfregava o meu clitóris. Podia senti-la forçando a sua entrada, fazendo meus músculos anais cederem. Até que já tinha metido um dedo dentro de mim.

Por um instante, eu engasguei com o pau do Caio e tirei da boca, em busca de ar. Mas foi só deixá-lo meter de novo pra que o seu gemido prenunciasse o seu gozo na minha boca. E ela voltou a me penetrar, bem na hora em que ele gozou.

O primeiro jato de esperma me desceu direto pela garganta, e ele continuou a gozar na minha boca. Mais um jato e eu não consegui mais engolir. Precisava recobrar o fôlego com todo aquele estímulo clitorial. Mas o Caio não parava de gozar, e um terceiro jato de esperma me acertou em cheio o rosto.

Eu tinha a sua porra me escorrendo por todo o rosto, pingando no meu queixo, até os meus seios. Nossa, nunca tinha engasgando durante o sexo oral, mas a Denise queria mais, e agora estava enfiando o segundo dedo no meu ânus. Aquilo foi demais pra mim! E enquanto ela me fodia, lambendo o meu clitóris, a minha buceta convulsionava sem parar.

Então eu gritei e senti meu orgasmo explodir. Não sei como a Denise fez isso, mas ela estava deitada entre as minhas pernas, me lambendo e chupando a minha vagina. Nesse instante, ela tinha dois dedos no meu ânus, movendo-os para dentro e para fora intensamente. E tudo o que eu podia fazer, além de me contorcer em gemidos, era segurar a sua cabeça e mantê-la entre as minhas pernas.

Até que aquela torrente passou e deu lugar a um delicado remanso de prazer, em seus estertores. E enquanto sentia o meu clímax aos poucos ir diminuindo, a Denise continuava a lamber a minha vagina, passando a ponta da língua no meu clitóris para aproveitar ao máximo do meu gozo.

Até que ela finalmente veio me beijar, me dando na ponta da sua língua uma lembrança do prazer eu sentira. Eu estava fora de mim, exausta e completamente esgotada. Mas enquanto beijava outra mulher, eu só queria saber o que ela fez comigo, e como foi que me fez gozar tanto daquele jeito. Acho que esse orgasmo foi um que ainda vou me lembrar por alguns anos.

"Nunca senti uma coisa assim!", eu sussurrei, sentindo o seu mamilo eriçado contra o meu.

"Sempre que quiser!", ela me sorriu.

Não sei por que, mas de repente me senti muito à vontade com o seu toque no meu corpo, mais do que antes. E queria muito lhe retribuir aquele prazer. Só não sabia se podia fazer igual. Mas acho que tem uma primeira vez pra tudo, e provar minha primeira buceta seria um belo desfecho para aquela noite.

"Seu filho também tem um gosto bom!", ela sorria, lambendo o que restara do esperma do Caio pelo meu rosto. "Acho que vou ter que provar um pouco mais dele depois!"

Talvez mais tarde eu deixasse ela se divertir um pouco mais com meu filho. Mas naquele momento era a minha vez, e eu queria muito fazer aquilo.

Por um instante, eu percebi o olhar de surpresa do Raul, vendo a minha intenção. Bem, aquela foi uma ideia dele desde o começo. Agora que tinha me dado o vislumbre daquele prazer, não havia como tirar de mim o tesão de provar minha primeira buceta.

Me olhando direto nos olhos, a Denise acariciava o meu cabelo, me convidando ao seu sexo exposto. E novamente me concentrando no seu clitóris, de lábios inchados, só agora eu percebia que dela escorria um pouco de esperma. Acho que o meu orgasmo foi tão intenso que e nem percebi que o meu marido gozou dentro dela.

Olhando a sua vagina, com dois dedos a estimulando, eu me inclinei, sentindo o inconfundível cheiro de sexo. E então eu estendi a língua e comecei a lamber o seu clitóris, tirando dela um suspiro.

O gosto de porra na sua buceta, misturado ao gozo feminino, tinha um sabor almiscarado. E de repente eu não conseguia parar de sorver e saborear, chupando intensamente ao mesmo tempo em que estimulava o seu clitóris.

E quanto mais eu o provocava, fazendo se pronunciar, bem ereto e pulsante, mais eu gostava do poder que exercia sobre ela. É muito erótico ter o poder sobre outra mulher, e fazê-la gozar. E acho que a sua vagina depilada parecia gostar da minha língua. Eu a beijava toda, me detendo na sua tatuagem de borboleta. Depois voltava ao seu clitóris, lambendo enquanto a penetrava com dois dedos.

Ela parecia estar se divertindo também, tanto quanto eu. Imagino que aquela não era a sua primeira vez, e já tivesse experiência com outras mulheres. Mas eu estava excitada demais pra me importar com comparações. E em pouco tempo, eu fiz ela ter um orgasmo, que eu pude constatar na abundância do seu gozo, que não parava de escorrer. Minha boca e meu queixo estavam molhados, e diferente do que poderia pensar, eu me sentia mais mulher do que nunca, fazendo ela gozar.

E no final, eu olhei pro rosto dela, em sua expressão de prazer, e não me contive. Eu tinha que tê-la em meus braços. Não sei se já estava me sentindo meio lésbica, mas me inclinei para beijá-la, deixando que ela provasse um pouco de si mesma. E enquanto fazia isso, enfiei dois dedos na sua buceta e comecei a penetrá-la com força.

Ela mais uma vez começou a gozar, dessa vez nos meus dedos. E enquanto gemia, eu lhe sussurrei que o seu gosto era ainda melhor.

"Como foi a sua primeira vez com uma mulher?"

Eu mal conseguia falar, mas me esforcei pra sussurrar no seu ouvido:

"Uma mulher sabe como tocar outra mulher."

"Mais do que isso. Você realmente sabe como usar a língua."

Depois de ter chegado ao orgasmo com uma mulher, o medo de antigos estereótipos pareceu ter desaparecido. Eu tinha perdido a virgindade lésbica naquela noite e gostei muito.

Dito isso, a Denise se virou pro meu filho e segurou o seu pau, novamente duro feito pedra, depois da cena que acabara de testemunhar.

"Agora é a sua vez! Vamos ver quanto tempo aguenta com nós duas brincando com você."

Não sei quanto ao meu marido, se ele estava arrependido da sua ideia, mas eu estava feliz em ter outra mulher na nossa cama. E o resto da noite ele assistiu a sua mulher foder o seu filho, junto com a nossa convidada.

Confesso que senti uma ponta de ciúmes quando ela se ajeitou sobre o pau dele, se deixando penetrar. Mas assim que começou a cavalgá-lo, ela me chamou pra me juntar a ela. E, no instante em que me ajeitei de pernas abertas na cara do meu filho, eu pude sentir o seu hálito quente na minha buceta.

Ele ofegava enquanto a Denise continuava a se esfregar sobre a sua ereção. E se esforçava para ao mesmo tempo me foder com a sua língua. Eu movia os quadris, sentindo o meu filho me chupar e me lamber, meio sem fôlego. Mas, naquele momento, o que mais me excitava era ser chupada por outra mulher.

Ela tinha o dedo na minha boca, enquanto sugava intensamente o meu mamilo. Depois, segurando o seu peito entre os dedos, me oferecia para fazer o mesmo. Acho que pela primeira vez eu não estava com tanto tesão pelo meu filho quanto por chupar outra mulher. E enquanto mamava nos seus seios fartos, eu sentia as suas mãos pelo meu corpo todo.

Depois, nós invertemos, e ela começou a foder a boca do meu filho com a sua buceta, enquanto ele metia em mim. Ao mesmo tempo, ela me beijava com a sua língua na minha boca, me mostrando um prazer que eu nunca imaginei experimentar. Não sei por quanto tempo, mas devo ter pegado no sono. Acordei pouco depois, quando ela se levantou e saiu.

"Ia sair sem se despedir?", eu a alcancei na porta. E nem me importei de estar ali completamente nua.

"Tenho um filho me esperando em casa!", ela me sorria. "Não posso deixá-lo acordar e ver que sua mãe passou a noite toda fora."

"Adoraria conhecê-lo!"

"Está planejando seduzir o meu filho?"

"Só se a mãe dele deixar", eu me insinuava. "Quem sabe podíamos fazer isso juntas!"

"Pelo que eu vi, você fez um belo trabalho com seu filho... e o ensinou direitinho!", ela acariciou o meu rosto e me beijou. "De repente me sinto muito tentada!"

"Me liga uma hora dessas", e peguei uma caneta na mesinha ao lado e escrevi meu telefone na sua mão. E antes de deixá-la sair, eu a beijei uma última vez.

Ainda com o seu gosto na boca, eu fui pro banheiro. E, debaixo do chuveiro, pela primeira vez, eu me masturbei cheia de tesão por outra mulher. Mas, pra minha surpresa, dois dias depois ela me ligou, me dizendo que queria me ver, e que precisava da minha ajuda com uma coisinha... com o seu filho.

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Comentários

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Caralho, que delícia esse conto. Muito tesão em tudo.

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