Sempre achei curioso o ditado "quem tem boca vai à Roma". Para mim, sempre pareceu significar que saber se comunicar, ter lábia, ser simpático, poderia abrir portas e me levar a qualquer lugar. Talvez eu esteja equivocado, mas funcionou para mim.
Durante a minha adolescência e juventude, desenvolvi habilidades perceptíveis de comunicação. Apesar de não ser o mais bonito ou inteligente, sempre estive bem posicionado nos círculos sociais, muito por causa da facilidade em falar, com todos e sobre tudo.
Acontece que, como tudo na vida, essa minha habilidade tinha uma fraqueza: Maria. Ela sempre foi a garota mais linda do mundo. Apesar das minhas idas e vindas viajando com a minha família, morando em diferentes estados, sempre que voltava à minha cidade natal e a encontrava, as palavras pareciam fugir da minha boca.
Lembro bem de um show na minha cidade, durante as férias que tive pós primeiro semestre da faculdade, de vê-la e quase não acreditar que fosse possível aquela maravilha existir. Imagine a mulher com todas as características que atraiam alguém? Cujo corpo e rosto sejam impecáveis. Que mesmo tentando, não se ache um defeito. Essa é a Maria para mim. E, felizmente, o destino a colocou no meu caminho, quase como um presente.
Como nossos grupos de amigos eram parecidos, apesar de não nos falarmos, todos sabiam mais ou menos um do outro. Eu era o cara que morava no litoral, por conta da faculdade. E ela queria seguir um destino parecido.
Numa manhã qualquer, perto do final do ano, Maria me contatou de uma maneira bem aleatória, fez algumas perguntas protocolares e então entrou no tema faculdade. Me contou seu desejo de morar na mesma cidade que eu e ir a mesma universidade. Conversamos um bom tempo, falei superficialmente sobre custos, processos e qualidade de vida. Ao final, ela me disse estar ainda mais animada, já que percebera que era bem possível que conseguisse mesmo realizar esse sonho.
Cheguei a propor que falássemos sobre o assunto pessoalmente, poderia tirar suas dúvidas ao visitar meus pais nas férias. Mas, ela iria viajar com a família - uma espécie de celebração pela conquista - e só voltaria perto das matrículas. Me pus a disposição caso ela precisasse de algo e ficamos um bom tempo sem nos falar, o que já era um padrão. Porém, a partir daquele momento, não parava de pensar em como seria tê-la por perto. Morar na mesma cidade, frequentar o mesmo campus, talvez até cursar algumas matérias juntos.
O tempo passou, minhas férias se foram e eu estava de volta para meu terceiro semestre. Maria seguia na minha cabeça, mas cheguei a cogitar que tivesse desistido por algum motivo, já que não tinha me contatado mais. Pensei em eu mesmo perguntar como estavam as coisas. Porém, como disse antes, ela era meu ponto fraco, faltava coragem para isso.
Na semana seguinte, já no período de matrículas, Maria voltou a falar comigo. Dessa vez, ela parecia um pouco mais direta, como se estivesse sem muito tempo. Após tirar algumas de suas dúvidas sobre documentos e matrícula, ela me fez um pedido, que era quase um presente para mim.
"Será que eu posso passar uns dias com você até me estabelecer na cidade?"
Eu respondi um cordial "claro, a casa é sua", mas, por dentro, quase explodi de alegria, só de poder ter a companhia da mulher mais perfeita do mundo.
Combinamos tudo e, alguns dias depois, ela chegou. Fui buscá-la na rodoviária, quase não tinha bagagem, o que acabou sendo bom, pois meu apartamento era minúsculo. Em casa, eu já havia arrumado tudo. Deixei-a no meu quarto e preparei a sala para eu dormir, pensando no conforto dela, evidentemente.
Assim que se acomodou, a chamei para ir almoçar na orla, procurar algo legal pra fazer. Os dias seguintes seriam corridos para ambos, mas, principalmente, para mim, que tinha o curso a todo vapor logo de início, além de pleitear algumas bolsas de pesquisa.
O dia foi maravilhoso. Tomamos banho de mar, caminhamos pela areia, conversamos de tudo. Aos poucos eu ia criando mais coragem e me soltando, me sentindo mais e mais atraído, como se ela fosse um ímã dos meus pensamentos.
Nos dias seguintes não tivemos momentos assim, quase sempre numa correria atrás de organizar as coisas. Nos poucos momentos que tínhamos para conversar, ela se sentava na minha cama (sofá) e víamos algum filme, ou metade de um. Maria as vezes se deitava no meu colo enquanto tecia comentários, ou se apoiava no meu ombro. No dia-a-dia, estava cada vez mais a vontade também, usava shorts curtos de pijama, claramente sem calcinha por baixo, andava de toalha pela casa, se levantava e abaixava expondo pedacos do seu corpo sem roupa de baixo, aquilo me deixava louco. Íamos ficando mais íntimos, mas eu seguia sem querer dar um passo maior que a perna e acabar estragando tudo.
Na sexta-feira, exaustos e com todas as burocracias já resolvidas, combinamos de pedir uma pizza e relaxar. Comprei cervejas e vinho, arrumei a casa enquanto ela tomava um banho de descanso e deixei alguns filmes preparados. Ela saiu do banho e eu entrei, pedi que ela escolhesse uma pizza e disse que ficasse a vontade. No banho, aproveitei para deixar tudo em ordem: me perfumei, lavei bem o cabelo, escolhi uma roupa casual mas bem leve e não coloquei cueca.
Ao sair, ela logo comentou sobre o perfume:
- Nossa, que cheiro gostoso!
- Quer sentir melhor? - me abaixei e ofereci o pescoço para ela, que estava no sofá com uma cerveja na mão.
- Adoro bons perfumes, esse é bem bom.
Ela cheirou meu pescoço num suspiro longo. Ao me afastar um pouco, olhei para ela, que estava de olhos ainda fechados, processando o cheiro. Ao abrir, Maria aproximou a boca da minha e me deu um selinho bem leve. Pegou o controle da televisão e voltou a procurar um filme.
Mesmo que eu tentasse, não conseguiria esconder o volume da minha ereção naquele momento. Meu coração palpitava, meu pau pulsava, minhas mãos tremiam e eu sequer sabia o que fazer a seguir.
A pizza chegou e, pós janta, eu peguei uma cerveja e me juntei a ela no sofá. Estávamos assistindo um filme qualquer, mas ela não fazia as intervenções de sempre, estava bem calada. Decidi, então, ir me aproximando um pouco mais, de passinho em passinho, até estar perto o bastante para sentir o calor do seu corpo. Ela me olhou e eu ficava fixo na TV, ela segurou meu queixo e virou meu rosto para si, olhando no fundo dos meus olhos. Minha cabeça pensava em um milhão de coisas ao mesmo tempo, enquanto não conseguia processar nenhuma delas, de fato.
Fui chegando meu rosto mais e mais perto, passei um braço por cima e então a beijei, dessa vez de verdade, com vontade. Apesar de desajeitado no começo, fomos nos entendendo lentamente. Sua língua, sua boca, suas mãos tateando meu corpo, pareciam me fazer queimar por dentro. Eu segurava seu pescoço, quase como se estivesse a prendendo, tentando fazer que aquele momento se tornasse eterno.
Após o primeiro choque, nos afastamos um pouco, bem ofegantes. Puxei Maria pela cintura, em seguida, e a coloquei no meu colo, enquanto estava encostado no sofá. Meu pau estava mais duro que nunca e roçava a bucetinha dela enquanto ela me beijava, fazendo leves movimentos de sobe e desce, pressionando o corpo contra o meu.
Minhas mãos iam descendo até sua bunda, eu as segurava e apertava, sustentando um pouco do peso e ajudando a continuar aquela sarrada deliciosa.
- Você é tão linda... gostosa. - As palavras saíram aleatoriamente da minha boca, quase que automático. Enquanto eu beijava e cheirava seu pescoço.
- Linda eu acredito, mas vai ter que provar tudo pra dizer se sou gostosa. - Maria encarava meus labios enquanto dizia isso, seguia esfregando a buceta no meu pau e então me deu mais um beijo.
Eu ergui meu quadril e abaixei meu shorts de uma vez, deixando minha pica completamente descoberta. Ela olhou para baixo, passou o dedo na glande, que estava bem lubrificada, em seguida o lambeu.
- Vou chupar você depois e quero sentir sua língua gostosa em mim também.
Quando fiz menção de tirá-la de cima de mim, ela travou as pernas e parou meu ímpeto.
- Depois - disse - agora a gente vai pular alguns passos.
Maria puxou o shorts minúsculo que usava e sentou de uma vez no meu pau. Sua buceta ensopada, deslizou maravilhosamente, entao a ouvi gemer forte pela primeira vez. Se contorceu e jogou a cabeça para trás, enquanto a pepeca continuava parada, com minha rola enterrada dentro de si.
De forma cadenciada e leve, começou a mexer o quadril. Primeiro, apenas para frente e para trás, depois, para cima e para baixo. Maria rebolava, gemia e me apertava, uma cena inesquecível. Eu apenas me segurava, tentando aproveitar ao máximo aquele momento.
Quando voltou e se empalar com meu membro e fazer movimentos leves com a buceta preenchida, eu arranquei a blusinha que estava usando e comecei a mamar os peitinhos. Ela rebolava e gemia, meu pau pulsava na sua buceta e minha boca se acabava nos seus peitos. As vezes dava tapinhas na bunda, para ouvi-la dar gritinhos deliciosos. Ia ficando cada vez melhor, até parecer que eu ia explodir.
- Acho que estou perto, mas quero mudar de posição. - Maria saiu de cima de mim e ficou de pé esperando. Então, me levantei e fiquei atrás dela. - Ótimo, quero gozar em você de quatro.
Ela se ajoelhou no sofá, depois se apoiou nas costas dele, empinando a bunda para mim o máximo que dava. Estava uma meia luz excitante, iluminados indiretamente pelas lâmpadas do banheiro. Mas dava pra ver claramente o desenho da bunda deliciosa, assim como a buceta melada.
Me aproximei e penetrei sem muita pressa. Comecei a bombar, enquanto apertava a bunda e dava tapas um pouco mais fortes. Maria gemia e que gemido delicioso, parecia eterno nos meus ouvidos, me deixava arrepiado. Quando o ritmo aumentou, ela olhou para trás, por sobre os ombros. Não podia me encarar de fato, mas dava pra perceber seu sorriso safado, enquanto era macetada.
Aquilo ia me esquentando e eu aumentava ainda mais o ritmo. Estávamos suados, mas o cheiro dela ainda exalava, sua buceta parecia beijar meu pau, um beijo quente e molhado. Eu estava perto e, de algum jeito, Maria parece ter percebido.
- Não tira, tá? - dizia entre gemidos longos - eu tomo remédio, goza dentro.
Senti o corpo dela estremecer, a buceta contrair de leve, enquanto fazia pressão contra mim, gemendo ainda mais alto. Estava gozando, e que gozada. Eu aumentei o ritmo até o máximo que conseguia, então a acompanhei. Parei com a rola enterrada na bucetinha, enquanto jorrava como a um tempo não fazia. Quase como num sonho, a deusa da minha vida acabara de gozar junto comigo. Estava ali, exposta, cheia da minha porra, ofegante após uma transa maravilhosa.
Ela se levantou e me puxou junto até o banheiro. Tomei um outro banho, ainda mais longo que o de mais cedo, mas dessa vez, com Maria no box comigo. A gente se beijava enquanto a agua caía sobre nós. Nos secamos, fomos até o quarto, pelados mesmo, e dormimos juntos a primeira vez.
No dia seguinte era tudo diferente, nos anos seguintes mais ainda. E as aventuras com essa mulher maravilhosa? Logo eu as conto...