Vi minha filha transando com a professora e gostei

Um conto erótico de Girls Family L
Categoria: Heterossexual
Contém 614 palavras
Data: 20/01/2026 07:45:37
Assuntos: Heterossexual, Menage

Eu cheguei em casa mais cedo do que o esperado naquele dia. O trabalho tinha sido cancelado por causa de uma reunião que não rolou, e eu estava ansioso para relaxar. Minha filha, Ana, tinha 18 anos recém-completos, e eu sabia que ela estava em casa estudando para as provas finais. Ela sempre foi uma garota dedicada, mas ultimamente mencionava muito a professora particular que eu havia contratado para ajudá-la com matemática. A Srta. Elena, uma mulher na casa dos 30, curvilínea, com cabelos negros longos e um ar de autoridade que me fazia imaginar coisas que eu não deveria.

Estacionei o carro na garagem e entrei pela porta dos fundos, tentando não fazer barulho. Não queria interromper se ela estivesse concentrada. Mas ao passar pela cozinha, ouvi risadas vindas da sala de estar. Curioso, me aproximei devagar, espiando pela fresta da porta entreaberta. O que vi me deixou paralisado.

Ana estava deitada no sofá, com a saia da escola levantada até a cintura, as pernas abertas. A Srta. Elena estava ajoelhada entre elas, o rosto enterrado no meio das coxas da minha filha. Os gemidos suaves de Ana enchiam o ar, e ela segurava os cabelos da professora, puxando-a mais para perto. "Isso, professora... não para...", murmurava Ana, os olhos fechados em êxtase.

Meu coração acelerou. Eu deveria ter interrompido, gritado, feito algo. Mas em vez disso, fiquei ali, escondido, sentindo uma onda de calor subir pelo meu corpo. Elena ergueu o rosto por um momento, lambendo os lábios úmidos, e sorriu para Ana. "Você é tão doce, minha aluna preferida", disse ela, com a voz rouca. Suas mãos subiram pela blusa de Ana, desabotoando-a devagar, expondo os seios firmes e rosados. Elena se inclinou e chupou um dos mamilos, fazendo Ana arquear as costas e gemer mais alto.

Eu me apoiei na parede, minha respiração pesada. Meu pau endureceu instantaneamente dentro das calças, traidor. Por que isso me excitava tanto? Era errado, era a minha filha... mas ver aquelas duas mulheres, uma madura e experiente, a outra jovem e inocente, se entregando assim... era hipnotizante. Elena deslizou os dedos para dentro da calcinha de Ana, movendo-os ritmicamente, enquanto beijava seu pescoço. "Você quer mais, não é? Quer que eu te faça gozar de novo?"

Ana assentiu, ofegante. "Sim, professora... por favor..." Elena se levantou um pouco, tirando a própria blusa, revelando seios fartos em um sutiã de renda preta. Ela o desabotoou e jogou de lado, depois puxou Ana para cima, guiando a boca dela para um dos seios. Minha filha chupou avidamente, as mãos explorando o corpo da professora. Elena gemeu, os olhos semicerrados, e eu imaginei como seria sentir aquelas curvas quentes.

Elas se moveram para o chão agora, sobre o tapete macio. Elena deitou de costas, puxando Ana para cima dela em uma posição 69. A visão era perfeita da minha posição: a língua de Ana mergulhando na intimidade depilada de Elena, enquanto a professora lambia e chupava Ana com fome. Os corpos se contorciam, suados e entrelaçados, os gemidos ecoando como uma sinfonia proibida.

Eu não aguentei mais. Desabotoei a calça devagar, libertando meu membro latejante, e comecei a me tocar ali mesmo, no corredor escuro. Cada movimento delas me levava mais perto do limite. Ana gozou primeiro, tremendo sobre Elena, gritando de prazer. A professora a seguiu logo depois, as unhas cravadas nas nádegas da minha filha.

Quando terminou, elas se abraçaram, rindo baixinho, trocando beijos suaves. Eu me afastei em silêncio, terminando sozinho no banheiro, o coração disparado. Nunca contei a ninguém, mas desde aquele dia, toda vez que via a Srta. Elena chegando para as aulas, eu sorria por dentro. E secretamente, esperava por mais.

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