[REAL] Fui Na Passeata Do Lula Pra Avacalhar e Acabei Fudendo Uma Petista (Sou Bolsonaro)

Um conto erótico de mitinho
Categoria: Heterossexual
Contém 3981 palavras
Data: 20/01/2026 04:03:32

Beleza, então... vou contar pra vocês essa história que até hoje eu não acredito que aconteceu. Juro por Deus que é real, mesmo parecendo roteiro de pornô mal escrito. Mas é isso aí, a vida às vezes é mais escrota que a ficção.

Era abril de 2018 e eu tava entediado pra caralho num sábado de tarde. Meu nome real eu vou trocar pra proteger minha identidade — então me chama de Rodolfo aqui. Tenho 28 anos, 1,85m, malho três vezes por semana então tenho um shape decente mas nada absurdo, sabe? Ombros largos, braços definidos, barriga chapada mas sem tanquinho de Instagram. Cabelo castanho sempre meio bagunçado caindo na testa, barba de uns três dias porque eu sou preguiçoso demais pra fazer a barba todo dia. Naquele dia tava de camiseta preta do Iron Maiden que eu comprei num show em 2015, jeans rasgado no joelho esquerdo e Vans velho.

E eu sou bolsonarista. Tipo, de verdade. Não vou fingir neutralidade política pra contar essa história porque isso é importante pro contexto. Eu achava — ainda acho, aliás — que o Lula era ladrão e que o PT tava destruindo o Brasil. Bolsonaro era meu candidato. Mito. Todo aquele papo. Meus amigos sabiam, minha família sabia, eu postava merda no Facebook defendendo ele. Então quando vi no grupo do WhatsApp que ia rolar uma passeata gigante do "Lula Livre" na Paulista, eu pensei: vou lá zoar. Filmar uns absurdos, tirar foto dos cartazes ridículos, postar no grupo com risinhos. Diversão de sábado.

Peguei o metrô até a estação Consolação tipo umas 15h30. Fazia um calor do caralho, aquele calor de São Paulo que gruda na pele e deixa tudo com cheiro de poluição e suor. Quando subi pra rua, já dava pra ouvir o barulho a quarteirões de distância — tambores, megafones, gritaria. Cheiro de churrasquinho das barraquinhas de ambulante misturado com fumaça de cigarro e maconha. A Paulista tava interditada, obviamente, e tinha um mar de gente com camiseta vermelha, bandeiras do PT, cartazes escritos à mão com "LULA LIVRE" e "FORA TEMER" e outras merdas.

Eu meio que mergulhei na multidão, celular na mão gravando discretamente. Tipo, eu não sou idiota de ir com camisa do Bolsonaro no meio desse povo, ia levar porrada. Então tava "infiltrado" mesmo, fingindo que era mais um esquerdista revoltado. E cara, tinha cada personagem ali. Professores universitários de óculos redondinho gritando sobre democracia, moleque de 18 anos com dreadlock fumando baseado, velhinhas do PSTU com panfleto. Era tipo um zoológico ideológico.

E aí, do nada, uns 50 metros à minha frente, vi um auê começando. Um grupinho se aglomerando, gente gritando mais alto, empurrões. Quando consegui ver melhor, identifiquei o cara no meio da confusão: era o MamãeFalei, aquele político liberal do YouTube. Arthur do Val. O maluco tava lá com câmera na mão, gravando os manifestantes e fazendo pergunta provocativa. Tinha uns cinco, seis petistas já putos da cara cercando ele, gritando "Fascista!", "Sai daqui!", "Vai apanhar, filho da puta!". Um cara de barba ruiva com camiseta do Che Guevara tava quase partindo pra cima. Dois seguranças ou sei lá quem meio que protegiam o Arthur, mas dava pra ver que a situação tava ficando tensa. A galera ao redor filmava tudo, óbvio. Eu ri sozinho, pensando "esse maluco é louco mesmo de vir aqui", mas não me aproximei muito. Não queria entrar nessa confusão.

Foi quando eu vi ela, uns metros depois daquele tumulto.

Tipo... Puta que pariu.

Ela tava uns cinco metros na minha frente, gritando alguma coisa sobre patriarcado e segurando um cartaz onde tinha escrito "FEMINISTA E PUTA PELO LULA" com glitter vermelho colado em volta das letras. Meio over demais, mas era pra ser mesmo, né? A galera ao redor dela tava aplaudindo e rindo.

Vou tentar descrever ela da melhor forma possível porque, cara, ela era gostosa demais. Tipo 22, 23 anos no máximo. Uns 1,65m, corpo que eu só tinha visto em Instagram de mina fitness — cintura fina mas quadril largo, tipo ampulheta mesmo. A camiseta regata vermelha colava no corpo com suor, e dava pra ver perfeitamente o contorno dos peitos, médios mas empinados, mamilo marcando porque óbvio que ela não tava de sutiã. A regata tinha escrito alguma coisa tipo "Ocupa Tudo" em letras pretas.

O jeans dela era aquele skinny fodido, azul escuro, tão apertado que moldava cada curva das coxas grossas e a bunda redonda que balançava quando ela pulava gritando slogans. Tênis All Star vermelho surrado, aquele modelo cano baixo. Cabelo preto liso e comprido até o meio das costas, franja reta na altura das sobrancelhas. Rosto meio ovalado, pele clara com umas sardas espalhadas na ponte do nariz, óculos de grau de armação preta fina, batom vermelho berrante igual bandeira do PT.

Ela tinha umas tatuagens também — uma rosa tradicional com espinhos na clavícula esquerda, aquelas letras cursivas no antebraço que eu não conseguia ler direito de longe mas depois vi que era "O Pessoal É Político" (papo de Simone de Beauvoir, você sabe). Pulsos cheios de pulseirinha de miçanga colorida. Brinco de argola grande de metal prateado. Tipo, o estereótipo perfeito da feminista de humanas da USP.

Mas gostosa. Muito gostosa.

Eu não conseguia parar de olhar, o que provavelmente era visível demais porque em algum momento ela virou a cabeça e nossos olhos se encontraram. Os olhos dela eram castanhos claros, tipo mel, e tavam com aquela intensidade de quem tá num protesto e se sentindo revolucionária. Ela franziu a testa quando me viu olhando, tipo "que que esse cara tá encarando?", mas não virou logo. Ficou me encarando de volta por uns dois, três segundos. Depois deu de ombros e voltou a gritar.

Eu me aproximei. Não sei explicar direito por que, mas alguma coisa naquela troca de olhares me deu um sinal verde esquisito. Tipo, tinha tensão ali. Não era só antipatia política não.

Cheguei do lado dela e falei alto, por causa do barulho: "E aí, companheira! Conta mais dessa luta aí!"

Ela virou pra mim, ergueu uma sobrancelha. Seus lábios se abriram um pouco, mostrando dentes brancos com os incisivos levemente tortos. "Você é novo aqui? Nunca te vi nos atos."

Merda. Ela tava me testando. Improvisei: "Sim, primeira vez. Mas tô indignado demais pra ficar em casa, entende?"

Ela sorriu, mas era aquele sorrisinho de canto de boca tipo "sei". Cruzou os braços, o que fez os peitos espremidos ficarem mais evidentes. "Indignado com o quê, especificamente?"

"Com... com a prisão política do Lula. Com o golpe. Com esse país virando fasc—"

"Você tá tremendo", ela me cortou. E ela tava certa, minha mão tava tremendo um pouco segurando o celular. Não de nervoso. Era excitação disfarçada de adrenalina. Aquele jeito que ela me olhava, tipo analisando, dissecando, era... Porra. Era quente.

"É a raiva", menti.

Ela deu uma risada curta. "Sei." Mas não saiu de perto. Ela ficou ali, corpo levemente inclinado na minha direção, e eu conseguia sentir o cheiro dela agora — suor misturado com algum perfume barato de patchouli e o resto de um desodorante de lavanda. Cheiro de hippie classe média.

A multidão foi se movendo, empurrando a gente mais pra lateral da avenida, perto dos prédios. A passeata tava indo em direção ao MASP, mas a gente meio que ficou pra trás, encostados numa grade de ferro perto de uma banca de jornal fechada.

"Qual seu nome?", ela perguntou, cruzando os braços de um jeito que parecia casual mas que fazia os ombros subirem e o decote abrir mais.

"Rodolfo."

Ela assentiu. "Legal." Ela não disse o nome dela, só ficou me olhando com aquela expressão meio irônica. "Você não é petista de verdade, né?"

Meu estômago gelou. "O que? Claro que—"

"Relaxa." Ela encostou a mão no meu peito, bem de leve, os dedos tocando a estampa do Iron Maiden. "Eu sei quando alguém tá fingindo. Militante de verdade não fica olhando a bunda de feminista no meio de ato. Fica olhando os policiais."

Minha boca secou. "E por que você não tá gritando pra galera me linchar então?"

Ela mordeu o lábio inferior, arrastando os dentes pelo batom vermelho até deixar uma marca levemente borrada. Depois se aproximou mais, corpo quase encostando no meu, subiu nas pontas dos pés e sussurrou perto da minha orelha: "Porque eu não sou militante de verdade também."

Oi? Como assim?

Ela se afastou um pouco, só o suficiente pra eu ver o sorriso malicioso na boca dela, e continuou: "Eu vim aqui porque achei que ia ser divertido. Fazer textão depois no Twitter, me sentir engajada, sabe? Mas é tudo performático. Eu nem votei no Lula em 2014. Votei nulo."

Eu pisquei, tentando processar. "Então... todo esse papo de feminista e..."

"É real nessa parte. Eu sou feminista. Mas isso não significa que eu não curta um macho dominador de vez em quando." Ela descruzou os braços e colocou a mão no bolso de trás do jeans apertado, o que fez o quadril empinar de um jeito que não podia ser acidental. "E você tem cara de quem vota no Bozo."

"Meu deus, tá tão óbvio assim?"

"Pro povo aqui? Não. Pra mim? Sim." Ela se virou de costas pra mim, olhando pra passeata que continuava rolando uns 20 metros à frente. Depois olhou por cima do ombro. "Quer saber? Foda-se política por enquanto. Vamos achar um lugar mais... quieto."

Eu devia ter achado aquilo estranho. Eu devia ter desconfiado. Mas o sangue do meu cérebro já tinha descido todo pro pau, que tava começando a acordar dentro da calça, então eu só fiz que sim com a cabeça tipo um idiota.

Ela começou a andar, passando pela grade, dobrando numa ruazinha lateral que saia da Paulista. Eu segui. A ruela era estreita, meio deserta, só tinha um mendigo dormindo encostado numa parede uns 30 metros adiante e o barulho da passeata virava um eco distante.

Tinha um beco mais escuro ainda entre dois prédios comerciais, tipo aqueles corredores de serviço onde os caminhões de entrega param. Cheirava a lixo orgânico esquecido na quarta-feira e urina velha que o sol tinha evaporado e condensado mil vezes no concreto. Tinha tag de grafite rabiscado nas paredes — "ACAB", "PT Sim" e um desenho mal feito de uma pica.

Ela entrou no beco. Parou no fundo, onde tinha um espaço tipo uns três metros quadrados cercado de parede por três lados. Virou pra mim. A luz tava fraca, só vinha o clarão alaranjado do fim de tarde filtrando pela entrada, mas dava pra ver perfeitamente a expressão dela: expectativa.

"Então", ela disse, tirando os óculos e dobrando na gola da regata. "Mostra pra mim que o macho bolsonarista é tão dominador quanto vocês adoram falar."

Eu não pensei. Só andei até ela e a pressionei contra a parede áspera de tijolo. Ela ofegou — um sonzinho rápido, \*haaa\* — mas abriu a boca quando eu puxei a nuca dela e beijei com força.

O beijo não foi romântico. Foi violento, línguas batendo, dentes raspando lábios. Ela tinha gosto de batom vagabundo e bala de menta. Eu segurei o rosto dela com uma mão, polegar pressionando a bochecha, enquanto a outra mão descia pelo corpo dela, passando pela lateral do peito e apertando a cintura fina antes de agarrar a bunda por cima do jeans.

Ela gemeu dentro da minha boca e rebolou contra minha mão. Porra. Eu apertei mais, sentindo a carne firme e redonda ceder sob meus dedos, e ela arqueou as costas, empurrando a bunda pra trás.

"Caralho, você é uma puta mesmo, né?", falei contra os lábios dela, mais como uma afirmação que uma pergunta.

"E você é um fascista", ela respondeu, mas tava sorrindo. As mãos dela desceram pro meu peito, unhas arranhando por cima da camiseta, depois foram pro cinto. Ela abriu a fivela com prática, puxou o botão do jeans. "Agora para de falar e mete."

Caralho.

Eu virei ela de costas pra mim, esmagando a frente do corpo dela contra a parede. Ela gemeu de novo, mais alto. Minhas mãos subiram por baixo da regata, sentindo a pele quente e úmida de suor da barriga dela, subindo até alcançar os peitos. Sem sutiã mesmo, os mamilos já estavam duros que nem bala, eu pinçava eles entre os dedos e ela arqueava, empinando a bunda contra meu pau duro que já tava incomodando pra caralho dentro da cueca.

"Tira isso", ordenei, puxando o cós do jeans dela.

Ela obedeceu, abaixando o zíper e descendo a calça pelos quadris. O jeans era tão apertado que ela teve que rebolar e puxar com esforço, a bunda balançando no processo. Por baixo ela usava uma calcinha fio dental vermelha que já tava com uma mancha escura de umidade bem no meio.

Puta merda. Ela tava molhada mesmo.

Puxei o fio dental pro lado, expondo a buceta depilada, os lábios inchados e rosados brilhando com lubrificação. Passei os dedos de leve, só roçando, e ela tremeu e gemeu "Aaaí, porra...".

Meu pau tava doendo de tão duro, então eu desci minha calça jeans também e liberei ele da cueca. Ele saltou pra fora — não vou mentir dizendo que é 25cm, mas tenho uns 18cm de comprimento e é bem grosso, uns 14cm de circunferência, cabeça roxa e inchada como uma ameixa madura, veia grossa pulsando do lado esquerdo subindo da base até quase a glande. As bolas tavam pesadas, já recolhidas de tesão, cobertas de pelo castanho escuro. Cuspi na mão, passei no comprimento pra lubrificar, sentindo o pau latejar na minha palma.

Posicionei a cabeça na entrada dela, roçando de leve nos lábios inchados e escorregadios. O calor que vinha dali era insano. Ela empurrou a bunda pra trás, tentando encaixar, a buceta literalmente pulsando de desejo. "Mete logo, caralho", ela praticamente implorou, a voz saindo rouca e desesperada.

"Pede direito", provoquei, segurando os quadris dela com força mas sem penetrar ainda, só esfregando a cabeça do pau pra cima e pra baixo na fenda molhada, passando pelo clitóris inchado que fazia ela tremer cada vez que eu roçava.

"Mete essa porra em mim, Bolsominion escroto!"

Eu ri e empurrei, enterrando uns bons dez centímetros de uma vez. A sensação foi indescritível — o canal dela era apertado, as paredes quentes e aveludadas se contraindo ao redor do meu pau como se estivessem tentando sugar ele pra dentro. Ela gritou — "Aaaaiiii! Porra!" — e eu senti os músculos internos dela apertarem violentamente ao redor da minha pica. Fiquei parado por uns segundos, deixando ela se acostumar com a invasão, sentindo cada pulsação da buceta dela ao redor do meu pau latejante.

Depois comecei a me mover. Devagar no começo, tirando quase tudo e empurrando de volta, cada vez um pouquinho mais fundo. O som era obsceno — aquele barulhinho molhado de sucção a cada entrada e saída, tipo \*schlop, schlop, schlop\*. A lubrificação dela já tava escorrendo, pingando nas minhas bolas e descendo pelas coxas grossas dela. Dava pra sentir cada contorno, cada prega interna, o jeito que a entrada esticava quando eu forçava pra dentro e se contraia quando eu puxava pra fora.

"Grita Bolsonaro", mandei no ouvido dela, acelerando o ritmo, as estocadas ficando mais fortes, meu púbis batendo na bunda redonda dela com cada enfiada.

Ela resistiu, rangendo os dentes, unhas arranhando a parede de tijolo e deixando marcas vermelhas nos dedos. Mas eu sentia o corpo dela traindo a mente — a buceta apertava mais, ficava mais molhada, os quadris rebolavam pra trás encontrando minhas estocadas. Eu segurei o cabelo comprido dela com uma mão e puxei com força, arqueando a coluna dela pra trás num ângulo que fazia meu pau raspar direto no ponto G dela a cada entrada. O outro braço eu enrolei na cintura dela, segurando ela firme contra mim.

"Grita, porra!", insisti, metendo cada vez mais forte. Agora eu tava enterrando tudo, os 18cm completos invadindo ela, sentindo a cabeça do meu pau beijar o colo do útero dela a cada estocada profunda. O som era alto — \*plap, plap, plap\* — minhas bolas batendo no clitóris inchado dela, nossos corpos colando e descol ando com a mistura de suor e lubrificação.

"V-vai se... ah! Vai se foder!" ela tentou manter a pose rebelde, mas a voz saía entrecortada pelos gemidos involuntários.

Eu parei de meter. Completamente. Deixei o pau enterrado até a base, pulsando dentro dela, mas sem movimento nenhum. Ela imediatamente tentou rebolar, mover os quadris pra criar fricção, mas eu segurei firme. "Grita ou eu paro e te deixo aqui molhada e fodida sem gozar."

Silêncio por uns três segundos tensos. Só a respiração pesada e ofegante dela, o peito subindo e descendo rápido, os mamilos duros roçando na parede áspera. Então, baixinho, quase envergonhada: "...Bolsonaro."

"Mais alto."

"Bolsonaro!" ela gritou, a voz ecoando no beco estreito.

"Quem que te fode melhor, o PT ou o Mito?"

Ela hesitou. Eu tirei o pau quase completamente, deixando só a cabeça dentro, e esperei. Ela tentou empurrar pra trás mas eu segurei os quadris dela com força, impedindo. O desespero na voz dela quando respondeu foi música pros meus ouvidos: "Você... você me fode melhor... o Mito me fode melhor!"

Isso. Voltei a meter com tudo. Agora eu não tinha mais paciência nem controle. Era só instinto animal, raiva e tesão misturados. Eu socava fundo, rápido, violento, cada estocada fazendo o corpo inteiro dela chacoalhar, os peitos batendo na parede, a bunda ricocheteando no meu quadril. Segurei os dois pulsos dela e prendi nas costas com uma mão só, usando a outra pra apertar a bunda, abrir as nádegas, ver meu pau entrando e saindo daquela buceta vermelha e escancarada.

A visão era pornográfica. Os lábios vaginais dela tavam inchados e esticados ao redor do meu pau, arrastando pra fora a cada saída e sendo empurrados pra dentro a cada entrada. A lubrificação formava aquela espuma branca cremosa ao redor da base do meu pau, acumulando nos pelos pubianos. O buraquinho do cu dela, rosinha e apertadinho, piscava a cada estocada, tipo chamando atenção.

"Caralho, sua buceta é perfeita, puta petista", grunhi, completamente perdido na sensação. Dava pra sentir tudo — o calor interno dela, as contrações involuntárias dos músculos vaginais, o jeito que ela apertava mais quando eu acertava o ângulo certo, a umidade escorrendo e fazendo aquele barulho obsceno a cada movimento.

Ela tava gemendo sem parar agora — "Ah! Ah! Aaahh! Porra! Mais forte! Mete tudo!" — completamente entregue, o discurso feminista e militante esquecido em algum lugar da Paulista. Larguei os pulsos dela e agarrei a cintura com as duas mãos, usando como alavanca pra puxar ela de volta contra meu pau a cada estocada. O impacto era tão forte que deixava marcas vermelhas na bunda branca dela onde meus dedos cravavam.

Senti ela começar a tremer. As pernas ficaram moles, a buceta começou a contrair em espasmos rápidos e descontrolados. "Vou... vou gozar... caralho... vou gozar no pau do... do Bolsonaro!", ela berrou, e o absurdo daquela frase me deixou ainda mais excitado.

"Goza, sua vadia! Goza gritando o nome do Mito!" Enfiei dois dedos na boca dela e ela chupou com desespero, babando, gemendo em volta deles. Tirei os dedos molhados de saliva e desci, encontrando o clitóris inchado e escorregadio. Comecei a esfregar em círculos rápidos enquanto continuava metendo.

Ela explodiu. O corpo inteiro convulsionou, a buceta apertou com tanta força que quase expulsou meu pau, e ela esguichou — não muito, mas um jato de líquido claro e quente que espirrou no meu pau e nas minhas bolas. "BOLSONARO! CARALHO! BOLSONARO!" ela gritou histérica enquanto gozava, as ondas de prazer sacudindo ela.

Eu tava no limite. Não ia durar mais nada. "E o Lula?", perguntei com a voz rouca, ainda metendo, aproveitando a buceta ultra sensível dela no pós-orgasmo. "Quantos dedos ele tem?"

Ela tentou não responder, ainda tremendo, mas eu enfiei o polegar no cuzinho apertado dela — só a primeira falange, forçando o anel de músculo virgem — e ela arquejou e gritou: "NOVE! Lula tem nove dedos!"

"E onde tá o décimo?"

Empurrei o polegar mais fundo no cu dela, sentindo a resistência do músculo se rendendo, o buraquinho quente e apertadíssimo engolindo meu dedo enquanto o pau continuava fodendo a buceta. A sensação era surreal — sentir meu próprio pau através da parede fina que separava os dois buracos, o polegar e o pau se encontrando através da carne dela.

Ela não conseguia mais formar palavras. Só gemidos e grunhidos animalescos. Mas quando eu torci o polegar lá dentro, ela gritou: "AQUI! O DÉCIMO DEDO TÁ AQUI NA MINHA XOXOTA! NA MINHA BUCETA, CARALHO!"

"Grita pro Lula saber!", ordenei, já sentindo o orgasmo subindo pela espinha, as bolas recolhendo, o pau inchando ainda mais dentro dela.

"LULA NOVE DEDOS! O DÉCIMO DEDO TÁ NA MINHA BUCETA, SEU CORNO! O BOLSONARO ME COMEU TODA!"

Nessa hora eu explodi. Enterrei tudo até a base e gozei, forte, violento, jorros grossos e quentes de porra enchendo a buceta dela até transbordar. Eu sentia cada contração do meu pau, cada jato saindo e pintando as paredes internas dela de branco. Era tanto que começou a vazar, escorrendo ao redor do meu pau ainda enterrado, pingando no chão sujo de concreto.

Ela gozou de novo com a sensação do gozo quente enchendo ela, o corpo todo tremendo, um gemido longo e arrastado saindo da boca: "Aaaaaahhh... porra... tá quente... caralho...".

Ficamos ali, colados, os dois ofegantes, corações disparados, suados, cheirando a sexo cru, suor e o lixo podre do beco. Eu ainda tava com o pau dentro, sentindo ele pulsar os últimos resquícios de orgasmo, a mistura de porra e lubrificação esquentando no calor dos nossos corpos grudados.

Depois de uns trinta segundos, eu tirei o pau de dentro devagar. Ele saiu com um som molhado e obsceno — \*schlop\* — e imediatamente um rio de porra branca e grossa começou a escorrer da buceta escancarada dela, pingando pelas coxas, formando uma poça pequena no chão entre os pés dela. O buraco tava vermelho, inchado, piscando, os lábios esticados e brilhando com nossa mistura.

Ela desabou no chão de concreto imundo, pernas completamente moles, sem força nenhuma, sentando na própria poça de porra. O batom tava totalmente borrado, espalhado até a bochecha, cabelo grudado no rosto suado, olhos vidrados. Mas ela sorriu — um sorriso torto, bêbado de orgasmo — e sussurrou: "Porra. Vocês da direita fodem com ódio mesmo."

Eu subi a calça, ainda meio tonto, pau sensível e brilhando de fluidos, e ri. "E vocês da esquerda gemem melhor que pornstar."

Ela estendeu a mão, tremendo. Eu ajudei ela a levantar, segurando firme porque as pernas dela mal aguentavam o peso do corpo. A gente se vestiu em silêncio, ela puxando a calcinha encharcada de volta, o jeans grudando nas coxas meladas. O barulho distante da passeata agora cantando o hino do PT era a trilha sonora mais irônica possível.

Antes de sairmos do beco, ela me parou, segurou meu pulso — ainda tinha força na mão, pelo menos — e disse: "Isso vai ficar entre nós, né?"

"Óbvio."

"Porque se meu coletivo descobrir que eu dei pro inimigo, eu tô morta."

Eu dei um sorriso torto. "Nosso segredinho apartidário. Direita e esquerda finalmente se entendendo."

Ela rolou os olhos mas sorriu. Depois saiu do beco mancando levemente, ajeitando a regata rasgada e o cabelo bagunçado, e desapareceu na direção da passeata como se nada tivesse acontecido.

Eu fiquei ali mais um minuto, acendendo um cigarro com mão ainda tremendo, processando a completa insanidade daquilo tudo. Passeata do Lula livre. MamãeFalei quase levando porrada. Feminista radical. Beco imundo. Sexo raivoso e político.

Às vezes a vida é mais estranha, mais suja e mais gostosa que qualquer pornografia.

Tá aí o meu relato pessoal! Muitos vão me zuar e achar que inventei isso (eu acharia também, nenhum amigo meu acredita, compartilhei aqui pra ver se já aconteceu algo minimamente parecido). Foi uma das maiores bizarrices que já aconteceram comigo, hahahaha. Espero que tenham gostado!

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Comentários

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JKKKKKKKKKKKKK, né possível, mas muito bem escrito, se isso realmente aconteceu, o mundo é estranho demais 😂😂

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