Sophie era uma garota holandesa de 18 anos, tinha 1 metro e 73 de altura, 64 quilos, cabelos loiros compridos, seios grandes, uma bunda empinada de tamanho médio, coxas belas e excitantes. Um rosto bonito sempre com um sorriso alegre.
Em 1635 ela chegou à cidade de Olinda, em Pernambuco. A Sophie era filha do capitão holandês Gerrit. A cidade de Olinda havia sido conquistada pelos holandeses.
O capitão tinha 3 escravos que tinham sido de um fazendeiro português. O escravo Antônio conduzia a carruagem da família do capitão, ele tinha 32 anos.
O escravo Daniel, de 27 anos, tinha funções de jardineiro.
A escrava idosa Ana cuidava da cozinha e da limpeza da casa do capitão.
Ele era viúvo e Sophie era sua única filha.
De manhã, quando Antônio caminhava até a carruagem, a Sophie ficava olhando diretamente pra bunda dele, quando o capitão não estava por perto.
Ela usava um vestido decotado e, conforme ela movimentava-se , os seus grandes seios balançavam, chacoalhavam.
O Antônio evitava olhar, porque seu ex dono já tinha ordenado, dis anos atrás, que ele recebesse 50 chicotadas por ter olhado a bunda de uma escrava que era amante de seu ex dono.
Um dia, de manhã, a Sophie disse pro escravo :
_Mostra esse caralho, meu amor.
O Antônio ficou com medo que o capitão chegasse ali e visse que a garota estava tentando atiçá-lo.
Ele não mostrou o cacete, então ela retirou os seios do decote e, com as duas mãos, ficou balançando-os , e esticando os mamilos grandes e cor de rosa.
O Antônio disse :
_Vosso pai vem chegando.
Ela colocou os seios de volta ao vestido e falou :
_Amanhã eu vou mostrar minha bucetona para vosmecê. E vou arreganhar ela com as duas mãos, para vosmecê ver a parte de dentro . E vou ficar de quatro para mostrar meu cu. Vou chupar vosso caralho amanhã, Antônio, me aguarde, meu macho que vai me foder.
Anoiteceu. E duas da madrugada a Sophie saiu completamente nua pelos fundos da casa do capitão. E foi até a senzala onde os dois escravos e a escrava idosa dormiam.
Havia um holandês com um revólver vigiando a frente da senzala pra evitar que os escravos fugissem.
Ele ficou furioso percebendo que a garota ia transar com os escravos, invés de dar alguns beijos nele.
Ela acordou o Antônio, que dormia em um estrado no chão.
_Agora vosmecê vai me foder, meu macho.
_Estás louca, sinhazinha. O capitão me matará.
Mas o desejo falou mais alto e ela deitou no chão e o escravo colocou seu pau duro dentro da xana da garota.
Enquanto ele penetrava-a, a holandesa gemia e gritava de prazer.
O escravo Daniel e a idosa Ana estavam se masturbando olhando aquele pauzão grosso e marrom entrar naquele xana tão clara.
O Antônio gozou dentro dela.
O Daniel disse :
_Dá esse cu para mim, sua puta.
A Sophie ficou rindo olhando pro Daniel e respondeu :
_Puta é vossa mãe, seu fodido vagabundo.
Ela ficou de quatro com as pernas escancaradas e disse pro Daniel :
_Come meu cu, seu escravo atrevido.
Ele penetrou o rabo da garota num ritmo rápido, socando com bastante força seu cacete dentro dela.
A garota soltava alguns gritinhos de dor e de prazer.
Ele gozou dentro dela e depois começou a dar tapas violentos na bunda da loira.
Ela foi pra perto do Antônio e disse :
_Agora é vosmecê que comerá o meu cu.
O Antônio estava penetrando o rabo da loira quando o pai dela entrou na senzala e disparou dois tiros na cabeça da filha.
O Antônio cantou :
_"Ela tão bonita que, na certa, eles a ressucitarão".
Em 2938, ano do calendário ocidental da Terra, mas num planeta de outra galáxia, Antônio e Sophie ressurgiram na forma de ondas eletromagnéticas que possuíam memória e capacidade de perceber a realidade.
Sophie percebeu que aquela onda perto dela era o Antônio, e ele percebeu que aquela onda perto dele era a Sophie. Eles lembraram do amor deles em Olinda, no planeta Terra, no século 17.
A onda Sophie transmitiu telepaticamente pro Antônio uma projeção da antiga voz humana dela cantando :
_"Agora vamos alcançar tudo que não pudemos amar na vida. Com o estelar das noites inumeráveis."
Quando essas duas ondas (Antônio e Sophie), encostaram'-se, eles sentiram prazeres e orgasmos 3 mil vezes mais intensos que os humanos sentem.
Eles ficaram fazendo esse sexo mega potencializado ininterruptamente, durante vários dias, até que Sophie, telepaticamente, disse pra ele :
_Vamos lá na Terra do século 17 ver a nossa foda na senzala quando nós tínhamos corpos de humanos.
(O Amor foi gravada por Gal Costa, a letra é do Caetano Veloso adaptando um poema do Vladimir Maiakovski.)