Acordo devagar com o sol da manhã filtrando pela cortina fina do quarto, o corpo ainda preguiçoso e dolorido do tesão da noite passada, abraçada nua à Jenn que ressona suave do meu lado, nossas peles quentes coladas, cheiro de sexo seco no ar.
Sinto um tapinha leve e brincalhão na minha bunda exposta, daqueles que arrepiam gostoso, e viro o rosto sonolenta. Tia Laura tá ali parada na porta entreaberta, rindo baixinho com a mão na boca.
Ela é morena clara, cabelo castanho liso na altura dos ombros bagunçado do vento, corpo atlético e curvilíneo de quem malha e anda de moto – peitos firmes marcando a blusa soltinha, calça jeans apertada nas coxas grossas, uns 1,65m de altura, pele macia com sardas leves no nariz, postura confiante e safada nos olhos verdes piscando divertidos.
Laura - E aí, Dudinha? O que vocês duas estavam aprontando peladinhas aí abraçadinhas? Festa do pijama sem pijama?
Ela pergunta brincando, voz rouca de cigarro e riso, dando outra piscadinha maliciosa antes de soltar uma risadinha alta e gostosa, encostando no batente da porta como se esperasse a resposta. Jenn mexe preguiçosa no colchão ao meu lado, ainda meio dormindo, mas eu sinto o quarto acordando com o barulho dela.
O quarto fica mais iluminado com o sol subindo, e eu sinto o ar fresco da janela entreaberta roçando nossa pele nua enquanto Tia Laura continua rindo baixinho, entrando um pouquinho mais no quarto com um copo de café na mão, o cheiro forte se espalhando. Jenn acorda de vez, piscando confusa e puxando o lençol fino pros peitos dela, rosto corado de sono e vergonha misturados.
Laura - Bom dia, meninas! Desculpa o susto, mas a porta estava aberta... Mãe de vocês saiu pro mercado com o Fábio e o Kaio, e o Luciano tá na garagem mexendo na moto. A casa é nossa por enquanto.
Tia Laura diz, voz leve e casual, sentando na beirada da cama sem cerimônia, pernas cruzadas e olhando da Jenn pra mim com um sorrisinho enigmático, soprando o vapor do café.
Ela não fala mais nada direto, só fica ali observando com aqueles olhos verdes brilhando de curiosidade sutil, o silêncio deixando tudo no ar, como se esperasse a gente reagir. Jenn me cutuca de leve com o joelho por baixo do lençol, mordendo o lábio nervosa, o quarto pulsando com essa vibe indefinida.
Tia Laura toma um gole do café, colocando o copo na mesinha de cabeceira com um suspiro satisfeito, e se levanta da cama esticando os braços, o corpo atlético se mexendo com graça natural.
Laura - Vamos lá, meninas, levantem essas bundinhas preguiçosas! Daqui a pouco todo mundo tá de volta, e inclusive tem uma surpresa: o avô de vocês, meu pai, tá vindo passar as férias aqui com a gente.
Ela diz animada, batendo palmas leves para apressar, virando de costas pra gente se vestir e saindo pro corredor assobiando uma musiquinha, a porta ficando entreaberta atrás dela.
Jenn - Ah não, o vô aqui? Tipo, agora?
Jenn solta um gritinho animado mas nervoso, se esgueirando rápido para pegar a calcinha e a blusa no chão, rosto corado enquanto veste às pressas.
Jenn - Dudinha, a gente tem que arrumar isso tudo antes que ele chegue! Ele vai pirar se souber…
Ela ri baixinho, me cutucando com o cotovelo, olhos brilhando de empolgação misturada com pânico. O quarto agora tá agitado com o barulho distante da moto do Luciano na garagem, cheiro de café forte no ar, e eu sinto o lençol fino roçando minha pele enquanto tudo acelera.
Tia Laura some pelo corredor, passos leves ecoando escada abaixo, deixando o quarto num silêncio conspiratório só nosso, com o sol quente batendo na cama bagunçada e o cheiro de sexo ainda pairando no ar.
Eduarda - Talvez o vô não pire se souber... quem sabe ele não goste?
Eu digo pra Jenn, dando uma risadinha maliciosa enquanto termino de vestir a calcinha e a blusa, sentindo o tecido colado na pele suada.
Eduarda - Depois que a vó morreu ele esteve sozinho todo esse tempo... pode ser que ele precise de uma... ajudinha.
Jenn explode numa gargalhada abafada, cobrindo a boca com a mão enquanto puxa a calça jeans pelas pernas, olhos travessos fixos nos meus.
Jenn - Dudinha, você é terrível! Imagina a cara dele... mas vai que, né? Ele é grandão, forte, deve ter o pau daqueles de homem de verdade!
Ela responde sussurrando, terminando de abotoar a blusa e me puxando pro espelho pra arrumar o cabelo bagunçado.
Lá embaixo, ouço Tia Laura falando alto com o vô que acabou de chegar, voz rouca dele respondendo algo sobre pastéis quentes, e o ronco da moto do Luciano parando na garagem ao lado. O ar tá carregado de expectativa safada, e eu sinto um friozinho gostoso na barriga.
Eu e Jenn terminamos de nos arrumar rapidinho, trocando olhares cúmplices cheios de riso contido, e descemos a escada correndo, degraus rangendo sob nossos pés descalços. O cheiro delicioso de café fresco, pão na chapa e pastéis quentes enche a casa inteira, misturado com vozes animadas vindo da cozinha.
Ao chegarmos lá, a cena tá completa: todo mundo já reunido em volta da mesa grande de madeira, tomando café da manhã barulhento. Mãe (Luciana) no canto, de robe justo marcando o corpo tonificado, mexendo o café com colher, Fábio ao lado dela, barba impecável, rindo de algo no celular, Kaio encostado na pia, devorando um pastel com mãos gordurosas, tio Luciano quieto no fundo, olhos pensativos no jornal, Tia Laura servindo suco pra todos.
E no centro, o avô Luiz – alto como uma montanha, uns 1,90m, moreno com pele curtida de sol e anos de trabalho braçal, barriga proeminente de cerveja mas peitoral largo e braços grossos de ex-marqueteiro, barba branca farta e desgrenhada, cabelo curto grisalho, olhos castanhos bondosos e sorriso largo de dentes amarelados, cheirando a colônia barata e cigarro. Jenn solta um gritinho animado e corre direto pra ele, pulando nos braços do avô Luiz num abraço apertado e barulhento.
Jenn - Vôôô! Chegou!
Ela berra, pernas enrolando na cintura dele enquanto ele ri alto, mãos grandes nas costas dela num abraço paternal protetor, girando-a no ar como se fosse uma criança pequena, a barriga dele pressionando inocentemente contra o corpo dela.
Depois, eu me aproximo sorrindo, e dou um abraço bem forte nele, sentindo os músculos endurecidos dos braços e costas dele apertando de volta com força carinhosa, o peito largo e peludo sob a camisa velha de malha, calor do corpo maduro irradiando num gesto familiar e quente.
Eduarda - Oi, vô! Que saudade!
Eu digo no ouvido dele, voz doce e apertando mais o abraço. Avô Luiz me solta devagar, dando um tapinha afetuoso nas minhas costas com a mão calejada, rindo rouco e genuíno.
Luiz - Minha Dudinha grandona! Tá crescendo que é uma beleza, viu? Come um pastel aqui, que eu trouxe os melhores da feira pros meus netinhos!
Ele me empurra pra mesa com orgulho paternal, piscando um olho inocente enquanto volta pro seu lugar, a cozinha pulsando com risadas familiares, pratos tilintando e o sol da manhã invadindo pela janela aberta.
Todo mundo se acomoda na mesa da cozinha, cadeiras rangendo e pratos batendo, o ar cheio de vapor quente dos pastéis crocantes e risadas misturadas com o cheiro forte de café coado.
Eu me sento na cadeira ao lado da mãe, pegando um pastel recheado de carne que o avô Luiz empurra pro meu prato com um sorriso largo e orgulhoso. Jenn, ainda no embalo do abraço, não hesita: pula direto no colo do avô Luiz com um gritinho fingido de animação infantil, pernas balançando pros lados enquanto se acomoda no colo dele como se fosse a netinha mimada de sempre.
Jenn - Vô, me dá um pedaço do seu pastel!
Ela faz biquinho exagerado, pegando um naco da mão dele e mordendo com barulho, mas eu percebo o jeito safado como ela se remexe devagar, bunda redondinha roçando e pressionando intencionalmente contra o pau dele por baixo da calça folgada, movimentos sutis disfarçados de animação enquanto ri alto pra disfarçar.
Avô Luiz ri gostoso, voz grave ecoando pela cozinha, mão grande apoiada na coxa dela num gesto paternal protetor, alheio total à safadeza, só balançando as pernas pra brincar como se ela fosse uma menininha.
Luiz - Tá bom, tá bom, sua gulosa! Come tudo que o vô trouxe!
Ele diz, dando um beijo estalado na bochecha dela, o corpo maciço se mexendo inocentemente sob ela. Mãe ri do outro lado da mesa, servindo mais café pro Fábio, que comenta algo sobre o jogo de ontem, enquanto Kaio engole pastel atrás de pastel e tio Luciano observa tudo quieto, mastigando devagar. A mesa tá um caos gostoso de família, ninguém notando os reboladinhos discretos de Jenn no colo do avô.
O café da manhã se arrasta delicioso e barulhento, pastéis sumindo dos pratos, xícaras vazando, todo mundo falando ao mesmo tempo sobre a feira, o tempo e piadas bobas. Jenn continua no colo do avô Luiz o tempo todo, rebolando e quicando inocentemente a cada mordida no pastel ou risada, bunda pressionando e girando com intensidade disfarçada de brincadeira, gemidinhos leves saindo como suspiros de animação.
Avô Luiz só ri alto, mãos nas coxas dela num apoio carinhoso e distraído, contando histórias da juventude sem notar nada, barriga balançando com os movimentos dela. Ninguém mais percebe, a cozinha um furacão de conversas familiares.
De repente, tia Laura bate palmas animada, limpando a boca no guardanapo.
Laura - Gente, que tal a gente ir nadar na cachoeira ali pertinho? Tá um sol perfeito, e faz tempo que não nos vemos todos molhados!
Ela propõe, olhos brilhando. Todos topam na hora: avô Luiz dá um berro animado com Jenn ainda no colo, tio Luciano acena quieto, tia Laura já se levantando, eu e Jenn trocamos olhares empolgados. Mas Fábio balança a cabeça, coçando a barba.
Fábio - Eu fico aqui, tenho serviço pra terminar.
Mãe assente, dando um beijo na testa dele.
Luciana - E eu vou com ele, organizar umas coisas da casa.
Kaio resmunga com a boca cheia.
Kaio - Nada pra mim, tô no meio de um game e quero terminar.
Em minutos, o grupo animado se dispersa. Eu e Jenn subimos correndo pro nosso quarto no andar de cima, escada rangendo, riso ecoando, porta batendo atrás de nós. O quarto tá bagunçado como sempre – roupas no chão, ventilador rodando devagar, sol filtrando pela cortina fina. Jenn já fuça o armário atrás do biquíni, enquanto eu me jogo na cama, sentindo a curiosidade queimar.
Eduarda - Ei, Jenn... me conta, o que você sentiu lá no colo do vô Luiz?
Eu pergunto, voz baixa e curiosa, olhos fixos nela, morrendo de vontade de saber mais sobre o tamanho do pau dele, imaginando os detalhes safados que ela sentiu rebolando tanto.
Jenn para de fuçar o armário por um segundo, virando pra mim com um sorrisinho malicioso nos lábios, olhos escuros brilhando de safadeza enquanto joga o biquíni rosa no chão e se joga na cama do meu lado, pernas cruzadas, voz baixa e sussurrada como se fosse nosso segredinho sujo. O ventilador sopra o cabelo ondulado dela, e o quarto parece menor com a gente ali, tão perto.
Jenn - Ai, Dudinha, você não tem ideia!
Ela começa, mordendo o lábio inferior, mão no peito como se ainda sentisse tudo.
Jenn - Quando eu pulei no colo dele, já senti logo de cara que o pau do vô é grandão, tipo... daqueles que enchem a calça toda! Ele tava meio mole no começo, mas macio e grosso, roçando na minha bunda como uma almofada quente e pesada. Aí eu comecei a rebolar devagar, fingindo comer o pastel, e nossa... ele foi endurecendo rapidinho, inchando contra mim, pulsando quente por baixo da calça folgada. Devia ter uns 20 centímetros fácil quando tava no ponto, largo como meu punho, veias grossas que eu sentia latejando a cada quicadinha que eu dava.
Ela ri baixinho, se inclinando mais para perto, cheiro de suor doce do café da manhã misturado com perfume barato, dedos gesticulando animados.
Jenn - Sentia a cabeça do pau dele empurrando bem no meio da minha bunda, escorregando pro reguinho mesmo com a roupa, todo babado de pré-gozo eu acho, porque ficava úmido e escorregadio. Cada vez que eu quicava mais forte, ele gemia disfarçado de riso, e eu sentia ele pulsar forte, tipo tentando furar a calça pra cima! Meu coração batia louco, buceta toda molhada roçando nele, vontade de tirar tudo e sentar de verdade. Ele é tão grande que mal cabia entre as minhas nádegas, Dudinha... imagina se eu tivesse descido a cueca dele? Ia me arrombar todinha! Mas fingi inocente o tempo todo, e ele adorou, mãos apertando minha coxa como se fosse só carinho de avô.
Ela pisca pra mim, pegando o biquíni de novo, mas esperando minha reação, o quarto quieto só com o zumbido do ventilador e risadinhas dela ecoando. Do andar de baixo, ouço a tia Laura gritando pra gente se apressar pra cachoeira.
Jenn ainda tá ali na cama, biquíni na mão, olhos grudados em mim com aquela cara de quem tá louca pra continuar o papo safado, corpo inclinado pra frente, esperando eu falar. O som da casa lá embaixo continua – tia Laura arrumando as coisas, avô Luiz rindo de algo com tio Luciano, vozes se misturando no ar quente que sobe pela escada. Meu coração bate um pouco mais rápido com o que ela descreveu, tudo tão vívido.
Eduarda - Eu tinha razão mesmo, Jenn... o vô precisa de uma ajudinha urgente pra descarregar isso tudo.
Eu digo pra ela, voz baixa e cúmplice, dando uma risadinha enquanto me sento mais reta, sentindo o colchão afundar.
Eduarda - Mas me diz, você tem certeza que aguenta ele todo com esse teu corpinho pequeno? Não vai te partir ao meio?
Ela solta uma gargalhada abafada, jogando o cabelo pra trás, mas antes que responda, tia Laura grita de novo do pé da escada, mais impaciente:
Laura - Meninas, anda logo! A cachoeira tá chamando, biquínis e vamos!
Jenn revira os olhos pro teto, mas se levanta rapidinho, já tirando a blusinha para vestir o biquíni, curvas se mexendo no quarto iluminado pelo sol da manhã.
A gente termina de vestir os biquínis bem curtinhos – o meu é aquele preto fio dental que mal cobre a bunda, deixando tudo à mostra, e o da Jenn é o rosa minúsculo que aperta as tetas dela e some no reguinho dela.
Ela dá uma voltinha na frente do espelho, rindo e ajustando as alças, corpo suado brilhando no quarto abafado, e eu faço o mesmo, sentindo o tecido colando na pele quente. Pegamos as cangas e descemos a escada correndo, risadinhas ecoando pela casa, cheiro de protetor solar e café misturado no ar.
Lá embaixo, na sala bagunçada com mochilas e cooler pronto, o grupo tá quase saindo: tia Laura de maiô um pouco maior, avô Luiz já de sunga azul folgada que marca um volume suspeito na frente, e tio Luciano encostado na parede, braços cruzados, olhos intensos passeando por mim e pela Jenn enquanto ajeitamos as cangas nos ombros.
Luciano - Mudei de ideia, gente. Vou ficar aqui mexendo na moto velha que Laura me emprestou.
Tio Luciano diz, voz calma e grave, como sempre, mas quando os olhos dele param nos meus, é como se estivesse me convidando pra algo só nosso, um olhar demorado que desce pelo meu biquíni, subindo devagar de volta pro meu rosto, tipo vem comigo.
Ele ignora o resto do grupo, mas eu finjo não notar, coração acelerando mais pela ansiedade de ver de perto o tal volume do avô Luiz na sunga, imaginando como vai ficar molhado na cachoeira.
Tia Laura resmunga algo sobre ele ser preguiçoso, avô Luiz dá uma palmada nas costas dele rindo alto, e Jenn me cutuca de leve no braço, piscando safada enquanto saímos pela porta pros fundos, o sol forte batendo na pele nua. Tio Luciano fica ali na porta, nos vendo ir, moto já ronronando no quintal ao fundo.
O grupo chega na trilha pro rio, sol queimando forte no céu azul sem nuvens, ar úmido carregado de cheiro de terra molhada e folhas verdes. A cachoeira fica uns 20 minutos a pé, caminho estreito subindo e descendo entre árvores altas, galhos roçando na pele suada.
Tia Laura vai na frente, cooler na mão, falando sem parar sobre o almoço que vai fazer depois, avô Luiz atrás dela, sunga azul agora grudando um pouco no suor, o volume na frente balançando a cada passo grande dele, mais evidente do que eu imaginava – grosso e marcado, tipo uma mangueira enrolada, chamando atenção toda vez que ele ri alto de alguma piada da tia.
Jenn anda do meu lado, biquíni rosa escorregando um pouquinho nas curvas dela, cutucando meu braço de novo com o cotovelo, sussurrando no meu ouvido enquanto o barulho da água começa a crescer:
Jenn - Viu isso aí, Dudinha? Tá pulsando até... aposto que explode na água gelada.
Avô Luiz vira a cabeça pra trás, notando a gente cochichando, e solta um.
Luiz - O que vocês duas tão tramando aí, hein?
Com aquela voz rouca, olhos castanhos brilhando maliciosos por cima dos óculos de sol, enquanto para pra beber água da garrafinha, sunga esticando mais no movimento. Tia Laura grita pra ele andar logo, e o som da cachoeira fica mais alto, névoa úmida já molhando o ar ao redor.
Chegamos na cachoeira, enfim, um paredão de pedra cuspindo água gelada para uma piscina natural cercada de pedras lisas e grama úmida, vapor subindo no ar quente, arco-íris fraco brilhando na névoa. O barulho é ensurdecedor, ecoando nas paredes rochosas, e o sol reflete na superfície agitada como diamantes.
Tia Laura larga o cooler numa pedra grande, tirando as sandálias e mergulhando os pés na água rasa, gemendo de alívio. Avô Luiz ri alto, tirando os óculos e a camiseta velha, corpo peludo e forte brilhando de suor, e pula na piscina sem cerimônia, sunga azul encolhendo na água fria e marcando tudo – o volume agora é inegável, pau grosso e pesado se mexendo devagar sob o tecido fino, bolas grandes balançando enquanto ele nada pra perto da queda d'água, gritando:
Luiz - Vem, meninas! Tá uma maravilha!
Jenn solta um gritinho animado, corre pra borda, biquíni rosa quase transparente agora com a umidade do ar, pulando de bomba e emergindo rindo, cabelo grudado no rosto. Ela nada até o avô, que a pega no colo fácil, mãos grandes na bundinha dela por cima do fio dental, e a joga pro alto de novo, os dois brincando como se nada mais existisse.
Tia Laura se junta por um momento, mergulhando de cabeça, mas logo sai pingando e vem caminhando na minha direção pela borda pedregosa, corpo curvilíneo brilhando, biquíni preto colado nas curvas fartas. Avô Luiz olha pra mim da água, acenando com um sorriso largo e malandro:
Luiz - Cadê você, Dudinha? Tá com medo da água gelada? Vem que o vô te aquece!
Eu respondo:
Eduarda - Quero curtir um pouco o momento aqui, vô. Já vou entrar!
Me sento na borda da piscina um pouco afastada deles, pés na água gelada que manda arrepios subindo pelas pernas, sol quente batendo nas costas nuas, posição perfeita pra observar tudo – avô Luiz girando Jenn no ar, pau marcado na sunga pulsando com o movimento, bolas pesadas se mexendo.
Tia Laura chega e senta bem ao meu lado, coxas grossas roçando na minha de leve, sacudindo o cabelo molhado com gotas voando, voz suave competindo com a cachoeira:
Laura - Vou fazer companhia pra você aqui, Dudinha. Me diz, como você tem passado? Nossa, como você cresceu desde a última vez que te vi... tá uma moça de respeito, hein? Olha só pra esse corpo violão todo formado!
Tia Laura se acomoda melhor ao meu lado na borda da pedra lisa, pés balançando na água agitada, corpo ainda pingando e brilhando sob o sol forte, seios fartos subindo e descendo com a respiração, biquíni preto marcando os mamilos endurecidos pelo frio da cachoeira.
Ela vira pra mim com aquele sorriso acolhedor e safado, mão descansando casualmente na própria coxa úmida, esperando minha resposta enquanto o barulho da água troveja ao fundo.
Avô Luiz e Jenn continuam a bagunça a uns metros dali – ele a levanta alto de novo, rindo rouco, pau agora completamente delineado na sunga encharcada, latejando visível com o esforço, bolas apertadas contra o tecido fino enquanto ela grita de alegria e espirra água pra todo lado. O ar cheira a terra molhada e folhas verdes, vapor subindo e embaçando levemente a visão. Eu respondo:
Eduarda - Ah, tia, tô passando bem, curtindo essas viagens em família... e você que tá linda como sempre, hein? Esse biquíni aí tá te deixando irresistível, dá vontade de te apertar toda!
Ela solta uma gargalhada gostosa, corando de leve nas bochechas, mão voando pro meu joelho num toque quente e brincalhão, olhos dançando maliciosos enquanto me dá um empurrãozinho de ombro:
Laura - Olha só você, Dudinha! Tá ficando ousada, hein? Adorei essa... vem cá, me aperta mesmo, que a tia aguenta! Seu avô ia adorar ver isso, aposto. Mas me conta mais, como tá a vida aí? Namorando alguém que preste ou ainda solteirinha e safada como a tia?
Avô Luiz vira na água, percebendo a conversa, e grita por cima do barulho com um aceno:
Luiz - Ei, vocês duas aí de papinho! Vão ficar só olhando o vô se divertir sozinho? Desce aqui que eu mostro como se brinca de verdade!
Jenn ri e espirra água na direção da gente, olhos brilhando de empolgação.
Tia Laura ainda ri baixinho da minha flertadinha, mão demorando um pouquinho no meu joelho antes de soltar, calor da pele dela contrastando com a água gelada batendo nos pés.
Avô Luiz e Jenn param a bagunça por um segundo, olhando pra gente com caras de impaciência, água escorrendo pelos corpos deles – sunga dele colada como segunda pele, pau grosso meio ereto agora se mexendo devagar com a correnteza, bolas inchadas balançando. Ela responde pra eles com tom firme e brincalhão, acenando a mão como se espantasse mosca:
Laura - Deixa as mulheres adultas conversarem em paz, Luiz! Vai brincar com a Jenn, que a gente já vai!
Avô Luiz resmunga algo como.
Luiz - Mulheres, né…
Com uma careta engraçada, balançando a cabeça peluda, e Jenn faz beicinho, murmurando.
Jenn - Aff, tia, que chatice!
Mas os dois acabam cedendo – ele pega ela no colo de novo, mãos firmes na bundinha molhada dela, e nadam juntos mais pro fundo, em direção à base da cachoeira onde a água bate forte contra uma pequena caverna escondida atrás do véu de névoa. Eles somem lá dentro rapidinho, risadas ecoando abafadas pelo barulho ensurdecedor da queda d'água, silhuetas borradas na penumbra úmida.
O vapor sobe mais denso agora, ar ficando mais quente e úmido só pra nós duas aqui na borda. Tia Laura se vira toda pra mim, joelhos roçando nos meus de propósito, insistindo com olhos curiosos e voz baixa conspiratória:
Laura - Vai, Dudinha, não muda de assunto não. Me conta mais: como tá a vida aí? Namorando alguém que preste ou ainda solteirinha e safada como a tia?
Em seguida ela responde a própria pergunta pra mim, como se puxasse conversa:
Laura - Eu? Solteirinha total, menina. Depois do divórcio, tô só curtindo a vida…
O sol bate forte nas nossas costas nuas, gotas da cachoeira espirrando leve no rosto, e eu sinto o cheiro do protetor solar dela misturado com o frescor da mata.
Eu solto uma risada gostosa, ecoando leve por cima do rugido da cachoeira, corpo todo relaxando na pedra quente enquanto respondo pra tia Laura:
Eduarda - Ah, tia, a vida tá ótima, trabalhando bastante e ajudando em casa... namorando? Nada sério não, tô solteirinha mesmo, curtindo a liberdade! Quem sabe a gente não sai pra curtir mais juntas, hein?
Ela pisca pra mim com um sorriso largo e safado, mão subindo pro meu ombro num aperto brincalhão e quente, unhas roçando de leve a pele úmida, se aproximando mais até os seios dela roçarem de raspão no meu braço, biquíni esticadinho marcando tudo:
Laura - Isso aí, Dudinha! Solteirinha é o melhor, dá pra se jogar nessas aventuras sem frescura. Seu avô e a Jenn tão ali na caverna se divertindo... aposto que tão explorando tudo. Quer ir dar uma espiada ou prefere ficar aqui comigo trocando esses segredinhos quentes?
O vapor da cachoeira sobe mais grosso agora, embaçando um pouco a entrada da caverna onde as risadas abafadas do avô Luiz e Jenn ainda ecoam de vez em quando, misturadas com sons de respingos e algo mais… ritmado. O sol aquece nossas peles molhadas, ar pesado de umidade e expectativa, e eu sinto o joelho dela pressionando firme contra o meu, convidativo.
Eu arregalo os olhos fingindo uma surpresa toda inocente, boca entreaberta num Ooooh! Dramático enquanto solto:
Eduarda - Tia, você que manda, escolhe o que quiser... eu tô nessa com você!
Tia Laura ri rouca, corpo se arrepiando visível na pele bronzeada, olhos faiscando de malícia quando sente a minha mão descer devagar pela coxa dela, apertando leve e provocante bem ali pertinho da virilha, dedos roçando a borda do biquíni fino que mal tapa a buceta inchada e molhada – ela morde o lábio inferior, quadril se mexendo instintivo pra pressionar contra minha palma quente, um gemidinho escapando baixinho:
Laura - Ai, Dudinha safada... você sabe escolher bem. Vamos pra caverna então, ver o que aqueles dois tão aprontando... e quem sabe a gente não entra na brincadeira?
Ela se levanta devagar, puxando minha mão para cima junto, corpo pingando água da cachoeira enquanto me guia pela correnteza rasa em direção à entrada escura da caverna, névoa densa nos envolvendo como um véu quente.
Dentro, o barulho da água abafa tudo, luz fraca filtrando e iluminando sombras – avô Luiz de costas pra gente, corpo atlético todo molhado, pau duro latejando enquanto Jenn tá de joelhos na frente dele na poça rasa, boquinha esticada chupando guloso, gemidos molhados ecoando nas paredes úmidas.
Eles nem notam a gente chegando ainda, ar cheirando a sexo e umidade selvagem, pedras escorregadias sob os pés. Tia Laura para logo na entrada, apertando minha mão com força, sussurrando no meu ouvido quente:
Laura - Olha só que delícia... quer entrar quietinha ou faz barulho pra eles?
Eu me inclino pro ouvido dela, sussurrando baixinho com um tom de choque fingido mas excitado:
Eduarda - Tia! Você acha isso normal? Realmente quer participar disso? Se sim, é uma boa ideia.
Dou um sorriso leve e safado pra ela, olhos brilhando na penumbra úmida da caverna. Tia Laura solta uma risadinha abafada, corpo colando mais no meu, seio roçando meu braço enquanto assente devagar, mão descendo pra apertar minha bunda por cima do biquíni encharcado:
Laura - Normal? Pra mim é o paraíso, Dudinha... e sim, quero sim, vamos entrar nessa loucura juntas. Perfeito!
Ela pisca conspiratória, e a gente avança de fininho pela névoa grossa, pés chapinhando quase sem som na água rasa da poça. Avô Luiz geme rouco agora, mãos enfiadas no cabelo ondulado da Jenn, quadris bombando devagar pra foder a boquinha dela gulosa – ela engole tudo com barulhinhos molhados, buceta exposta e pingando na pedra lisa, corpo tremendo de tesão.
Eles ainda não percebem a gente ali nas sombras, bem pertinho agora, calor dos corpos deles misturando com o vapor, cheiro forte de excitação enchendo o ar. Tia Laura me puxa pro lado, colando de costas na parede úmida, sussurrando ofegante no meu pescoço:
Laura - Olha como ela mama gostoso... quer chegar mais perto ou tocar primeiro sem eles verem?
Eu sussurro rápido no ouvido dela, voz baixa e quente:
Eduarda - Tive uma ideia melhor.
Pego tia Laura pelo braço e a levo pro canto mais escuro da caverna, longe o suficiente das sombras onde avô Luiz e Jenn ainda tão vidrados um no outro – ele agora de joelhos na poça, pau grosso enterrado na buceta dela que rebola louca, gemidos ecoando altos sem notar a gente.
No cantinho isolado, com névoa nos protegendo, eu levanto ela rapidinho pelas pernas fortes e grossas, biquíni dela subindo fácil, e puxo a calcinha fina pro lado, expondo a buceta morena e inchada, lábios carnudos pingando mel grosso de tesão.
Mergulho a boca ali direto, língua abrindo caminho pra lamber devagar e fundo, sugando o clitóris inchado com barulhinhos molhados que mal se ouvem por cima dos gemidos deles, gosto salgado e doce invadindo minha boca enquanto ela treme toda nas minhas mãos. Tia Laura arqueia as costas contra a parede escorregadia, uma mão tampando a boca pra abafar o gemido gutural que explode:
Laura - Porra, Dudinha... aaah, isso, chupa assim, sua putinha safada! Tá me matando de tesão!
Pernas dela se apertam nos meus ombros, quadril rebolando pra foder minha cara, sucos escorrendo pelo meu queixo quente, corpo dela todo suado e tremendo no vapor denso.
Do outro lado, avô Luiz acelera as estocadas na Jenn, que grita aguda agora, peitos balançando – eles ainda não viram nada, mas o risco deixa tudo mais elétrico, ar pesado de sexo e segredo. Ela me olha lá de cima, olhos vidrados:
Laura - Não para, vai... me faz gozar quietinha pra eles não ouvirem!
Tia Laura perde o controle total, corpo convulsionando nas minhas mãos enquanto explode de tesão – um gemido alto e selvagem rasga o ar úmido da caverna:
Laura - AAAAH, CARALHO, DUDA, TÔ GOZANDO NA TUA BOCA, SUA SAFADA!
O grito dela ecoa pelas paredes rochosas, sucos quentes jorrando na minha língua e escorrendo pelo meu pescoço, pernas tremendo violentas apertando minha cabeça. No mesmo instante, avô Luiz e Jenn congelam do outro lado da poça, cabeças virando rápido pro nosso canto – ele ainda com o pau latejante enterrado fundo na buceta dela, que solta um gritinho surpreso misturado com tesão, olhos arregalados fixos em mim chupando a tia loucamente. Avô Luiz solta uma risada grave e rouca, sem tirar o pau de dentro da Jenn, quadril dando uma estocada lenta pra provocá-la:
Luiz - Olha só que visão, hein? Minha Dudinha devorando a tia... entrem na dança, suas putas! Vem cá que o avô quer ver isso de perto.
Jenn morde o lábio inchado, rosto corado e suado, mas sorri safada, empinando a bunda pro pau dele enquanto me encara:
Jenn - Dudinha... tia... porra, que delícia! Não para, me mostra como chupa ela gostoso!
Tia Laura desaba ofegante nos meus braços, buceta pulsando na minha boca, mas já se contorce pra baixo, olhos brilhando de tesão pós-gozo:
Laura - Viu o que você fez, sua vadia? Agora eles sabem... vai, me solta que eu quero mais! O que a gente faz agora?
Eu solto tia Laura devagar, pernas dela escorregando molhadas pros meus ombros até tocarem o chão da poça rasa, corpo dela ainda tremendo do gozo forte, calcinha do biquíni torta e encharcada pingando no vapor quente. Ela me puxa pra um beijo faminto na hora, língua invadindo minha boca pra provar o próprio mel, mãos apertando minha bunda curvy por cima do biquíni:
Laura - Delícia de Dudinha... você me destruiu, agora vamos bagunçar eles!
Avô Luiz se levanta devagar, pau grosso e veiudo brilhando de sucos da Jenn, latejando duro no ar úmido enquanto ele caminha pra cá pela água rasa, músculos do peito e braços flexionando na luz fraca das lanternas. Ele me pega pela nuca com uma mão grande e calejada, puxando pro beijo molhado e dominante, barba roçando meu rosto:
Luiz - Minha netinha gulosa... chupou a tia até gozar gritando, hein? Agora mama o avô pra mostrar como aprendeu.
Jenn vem rastejando atrás dele como uma gatinha no cio, peitinhos balançando, buceta inchada e vermelha escorrendo pela coxa morena – ela se joga no meu colo de joelhos na água, mãos abrindo meu biquíni em cima pra mamar meus peitões duros, sugando mamilos com barulhinhos vorazes:
Jenn - Dudinha, me dá tua buceta agora... quero lamber enquanto o avô te fode a boca!
Tia Laura se posiciona atrás de mim, dedos já enfiando por baixo do meu biquíni de baixo, abrindo minha raba pra cutucar o cuzinho piscando:
Laura - Relaxa, sobrinha... a tia vai te preparar pro que vem. Olha o pauzão do Luiz esperando tua boquinha!
O ar tá pesado de gemidos e cheiro de sexo puro, névoa rodopiando ao nosso redor na caverna secreta, todos colados num emaranhado de corpos suados e famintos – avô guiando meu rosto pro pau dele latejante, Jenn entre minhas pernas rasgando o tecido fino, tia me abrindo por trás. O tesão explode no peito, tudo pulsando no ritmo molhado e urgente.
Meu biquíni de cima voa pro lado com um puxão de Jenn, peitões balançando livres no ar úmido enquanto ela devora um mamilo, dentes roçando a auréola escura e língua rodando voraz, sugando forte como se quisesse leite.
Jenn - Mmm, Dudinha, tão durinhos e gostosos... goza pra mim na minha boca!
Ela murmura entre chupadas, mão livre descendo pra rasgar o pano da minha calcinha, expondo minha buceta inchada e melíflua pro vapor quente.
Avô Luiz rosna baixo, pauzão veiudo latejando na minha cara, veias grossas pulsando quentes – ele esfrega a cabeça babada nos meus lábios carnudos, pré-gozo salgado lambuzando minha boca:
Luiz - Abre essa boquinha gulosa, netinha... engole o avô inteiro, mostra pro pai da tua mãe como chupa pau de homem de verdade!
Tia Laura ri safada atrás de mim, dedos untados de cuspe enfiando devagar no meu cuzinho apertado, abrindo camadas quentes e esticadas enquanto a outra mão deda minha buceta por baixo, polegar no clitóris inchado:
Laura - Isso, sobrinha... relaxa pra titia te foder aqui atrás. Tá piscando todo molhadinho pra mim!
Jenn mergulha a cara entre minhas coxas abertas na água rasa, língua quente lambendo da entrada pro clitóris, chupando sucos que escorrem sem parar – corpo dela se contorcendo, bunda empinada pro avô que dá uma palmada forte nela, ecoando na caverna:
Luiz - Lambe tua irmã direito, pirralha! Faz ela gozar gritando como a tia!
Avô empurra o pau na minha boca de uma vez, enchendo tudo com carne grossa e salgada, bolas peludas batendo no queixo enquanto fode ritmado, mão na minha nuca controlando o vai e vem.
O prazer explode em ondas, buceta contraindo nos dedos da tia, cuzinho abrindo mais fundo, Jenn chupando voraz – gemidos abafados pelo pauzão me sufocando gostoso, todos grudados num caos de línguas, dedadas e estocadas na névoa densa, suor misturando com a água morna.
Meu avô Luiz agarra minha cabeça com as duas mãos calejadas, olhos selvagens cravados nos meus enquanto enfia o pauzão veiudo até o talo na minha garganta sem dó, esticando tudo num vai e vem brutal – bolas pesadas batendo no meu queixo molhado, baba escorrendo pelos cantos da boca, glande inchada roçando as amígdalas e me fazendo engasgar em golfadas roucas.
Luiz - Porra, netinha, que garganta gulosa! Engole tudo, sua putinha... vôvô vai encher de porra quente!
Ele grunhe rouco, fodendo sem piedade, ritmo acelerado como pistão, veias pulsando contra minha língua que lambe o que dá no desespero do prazer sufocado.
Tia Laura ri baixo e safada atrás de mim, vapor quente lambendo minha pele arrepiada enquanto ela cospe mais cuspe no meu cuzinho já esticado pelos dedinhos iniciais – um por um ela enfia, abrindo camadas quentes e apertadas: primeiro dois, depois três girando devagar, o quarto forçando com pressão gostosa, polegar roçando a entrada rosada.
Laura - Relaxa, Dudinha... titia vai te abrir todinha pra família!
Ela murmura excitada, e de repente o punho inteiro escorrega pra dentro num pop molhado e ardente, preenchendo meu cu até o limite, antebraço brilhando de sucos enquanto começa a foder ritmado, pra dentro e pra fora num vai e vem impiedoso que me faz arquear as costas na água rasa, ondas de prazer-doer explodindo pelo corpo todo.
Jenn não para, língua voraz chupando meu clitóris inchado e dedinhos enfiados na buceta escorrendo, agora três abrindo as paredes melífluas enquanto ela geme contra minha carne:
Jenn - Goza, mana! Sente o punho da titia no teu rabinho guloso... vô fodendo tua garganta como puta! Tia, fode mais forte nela!
O caos é total na caverna úmida, cheiro de sexo e suor forte no ar denso, punho da tia me dilatando insano, pau do avô me sufocando em gozo iminente, corpo meu tremendo no limite.
Sinto o pauzão do avô Luiz inchando ainda mais na minha garganta, veias latejando quentes contra as paredes esticadas, eu puxa ele pra mais fundo, mãos nas nádegas peludas dele forçando o corpo todo contra sua cara, boquete guloso e desesperado sugando forte pra ele gozar logo – ele urra alto na caverna ecoante:
Luiz - Caralho, netinha! Tá mamando o avô assim... toma porra!
E explode jatos grossos e quentes direto no fundo da garganta, sêmen salgado enchendo tudo, escorrendo pelos cantos da boca enquanto ele treme e bombeia sem parar, corpo suado colado no seu.
O punho da tia Laura martela impiedoso no meu cuzinho dilatado, esticando ao máximo com socadas molhadas e giratórias que fazem paredes internas queimarem de prazer insano, Jenn chupando clitóris e buceta voraz, língua e dedos dançando no mel que jorra – e aí eu explodo num gozo violento, corpo convulsionando todo na água rasa, contrações brutais apertando punho e dedos, grito abafado pelo pau esporrando ainda na boca, visão embaçando no vapor denso enquanto ondas de êxtase me levam pro breu, um desmaio leve me apagando no pico do orgasmo, tudo girando no cheiro forte de sexo familiar.
Acordo devagar, cabeça zonza e corpo mole de prazer residual, deitada na beliche estreita do quarto apertado da casa, lençóis úmidos grudados na pele nua e suada – luz fraca do lampião piscando nas paredes de madeira, cheiro de maresia e sexo pairando no ar parado.
Jenn tá coladinha do meu lado, corpo nu e quente pressionado contra o meu, perna entrelaçada nas minhas coxas, rostinho angelical no meu peito, mamilo rosado roçando sua bochecha enquanto ela suspira dormindo, mãozinha possessiva na minha cintura curva.
O quarto tá quieto, só som de respiração dela e ondas distantes batendo na praia lá fora – ninguém mais por perto agora, mas sinto o peso gostoso do que rolou ecoando nos músculos doloridos e no cuzinho ainda latejando dilatado.
Ela se mexe um pouquinho, cílios tremendo como se fosse acordar...