Minha Namorada Gostosa No Fim De Semana Com Meus Amigos [PARTE 7 - ESPECIAL]

Um conto erótico de Gil
Categoria: Heterossexual
Contém 2787 palavras
Data: 19/01/2026 19:01:00
Última revisão: 19/01/2026 19:23:14

Três meses. Noventa dias desde que voltamos daquela casa no lago. Noventa dias desde que eu decidi que amor romântico era mentira e prazer compartilhado era a única verdade que importava. E nesses noventa dias, eu transformei a Raquel de namorada em objeto de uso comum, e nossa vida virou um calendário de putaria organizada. Segundas e quartas eram só nós dois, sexo mecânico e eficiente. Quintas eram com o Miguel e o André, sempre no apê de um deles, sempre com cerveja e Raquel nua servindo antes de ser servida. Sábados eram experimentais, os dias em que testávamos novos limites, novos fetiches, novas degradações. Domingos ela descansava, o corpo coberto de marcas, roxos e mordidas, dormindo até tarde enquanto eu jogava videogame ignorando os gemidos dela durante pesadelos que nunca me contava. E eu? Eu estava excelente. Pelo menos era isso que repetia pra mim mesmo toda manhã no espelho, vendo as olheiras ficarem mais fundas, o sorriso mais cínico, a alma mais vazia.

A rotina funcionava com a precisão de uma máquina bem lubrificada. Raquel aprendeu a não questionar, a não pedir carinho fora de contexto sexual, a existir como um móvel bonito e funcional que eu usava e emprestava conforme a conveniência. Ela ainda morava comigo, ainda dormia na minha cama quando eu permitia, mas o apartamento não tinha mais fotos nossas nas paredes, não tinha mais planos de viagem colados na geladeira, não tinha mais futuro além da próxima foda. Foi numa dessas quintas, num bar meio underground que o André conhecia, lugar de música eletrônica pesada e gente bonita demais pra estar sozinha, que tudo mudou de novo. Raquel estava sentada no meu colo, vestido preto justo sem calcinha como sempre, rebolando de leve enquanto eu conversava com os caras sobre futebol, minha mão distraída subindo e descendo pela coxa dela, dedos roçando a borda da buceta só pra manter ela no ponto. O Miguel tinha ido buscar bebidas. O André estava no celular. E então ela apareceu.

Camila. Esse era o nome dela, descobri depois. Cabelo castanho na altura dos ombros com mechas loiras, corte assimétrico moderno. Rosto de traços delicados mas não frágeis, boca grande com batom vermelho escuro, olhos castanhos puxados que pareciam guardar segredos interessantes. Corpo violão, quadril largo, cintura fina, seios médios mas firmes sob uma blusa preta decotada. Ela usava uma saia de couro curta, meia calça arrastão, coturno com fivelas. Tinha tatuagens pequenas nos pulsos, piercings nas orelhas subindo até a cartilagem. Cheiro de perfume caro misturado com cigarro. Devia ter uns vinte e oito, talvez trinta anos. Ela passou pela nossa mesa carregando dois drinks, tropeçou em nada, e derramou metade de um no colo da Raquel. "Puta merda, desculpa!", ela disse, voz rouca e genuinamente arrependida. Pegou guardanapos da mesa vizinha, começou a secar a coxa da Raquel com movimentos rápidos. A mão dela subiu mais do que necessário, e quando tocou a pele nua logo abaixo do vestido, ela parou. Olhou pra cima, pra Raquel. Sorriu. "Sem calcinha? Ousada." Raquel corou, mas sorriu de volta. "É quinta-feira." "Entendo", Camila disse, e o tom dela deixou claro que ela entendia muito mais do que deveria.

Convidei ela pra sentar. Ela aceitou sem hesitar, puxando uma cadeira e se jogando nela com a descontração de quem já viu de tudo. "Camila", ela se apresentou, estendendo a mão pro André primeiro, depois pro Miguel que tinha voltado com as bebidas, depois pra mim. Quando apertou minha mão, ela segurou um segundo a mais. "Brian", respondi. "E essa é Raquel." "Sua namorada?", ela perguntou, mas o olhar dela dizia que já sabia a resposta. "Minha... companhia." Camila riu. Foi uma risada baixa, musical, sem julgamento. "Companhia. Gosto disso. Honesto." Conversamos. Descobri que ela era designer gráfica freelancer, morava sozinha em Pinheiros, tinha sido casada e divorciada aos vinte e seis, e agora vivia a vida sem apegos. "Homens, mulheres, tanto faz", ela disse quando o Miguel perguntou se ela tava ali sozinha esperando alguém. "Eu curto quem me curte. Hoje tô sozinha porque quis. Amanhã posso não estar." Ela olhou pra Raquel quando disse isso, e Raquel entendeu o recado. Ficaram se olhando por três segundos tensos até Raquel desviar, mordendo o lábio.

A química era óbvia, vulgar, excitante. "Vocês querem sair daqui?", propus depois da terceira rodada de drinks. "Ir pra um lugar mais... privado?" Camila inclinou a cabeça. "Depende. O que tem nesse lugar privado?" "Uma cama king size, bebida boa, e nenhum julgamento." Ela olhou pra Raquel de novo. "Você quer?" Raquel olhou pra mim, esperando aprovação. Acenei com a cabeça. "Eu quero", Raquel disse pra Camila, a voz saindo mais firme do que eu esperava. "Então vamos", Camila decidiu, levantando e ajeitando a saia. "Mas deixa eu deixar claro: eu não faço nada forçado. Tudo tem que ser gostoso pra todo mundo. Combinado?" "Combinado", eu disse, já me levantando. O Miguel e o André ficaram pra trás com desculpas fracas. Eles entenderam que aquela noite era só nós três.

No apartamento, Camila não perdeu tempo com formalidades. Ela tirou os sapatos, jogou a bolsa no sofá, pegou a garrafa de vinho que ofereci, e sentou na beirada da cama olhando pra Raquel como um predador estuda a presa. "Vem cá", ela chamou. Raquel foi, hesitante mas excitada, a respiração já acelerada. Camila puxou ela pro colo, as duas frente a frente, e beijou. Foi diferente de ver ela com os caras. Com os caras era agressivo, dominador, violento. Com a Camila era... sensual. Duas línguas explorando, duas bocas se conhecendo, quatro mãos passeando sem pressa. Sentei na poltrona do quarto, bebendo vinho, assistindo. A Camila tirou o vestido da Raquel sem interromper o beijo. Raquel ficou nua, exposta, mas não pareceu vulnerável. Pareceu... em casa. A Camila desceu a boca pro pescoço dela, pros seios, lambendo os mamilos até ficarem duros como pedra. Raquel gemeu, jogando a cabeça pra trás, as mãos agarrando o cabelo da Camila. "Ela gosta de ser chupada?", Camila perguntou pra mim sem parar de lamber. "Gosta", respondi. "Mas ela gosta mais de chupar." "Então ela vai ter o que fazer", Camila sorriu, se levantando e tirando a própria roupa.

O corpo dela era diferente do da Raquel. Menos curvas exageradas, mais definição. Bunda menor mas empinada, seios firmes com mamilos rosados pequenos, barriga chapada com uma tatuagem de mandala logo acima do púbis depilado. Ela deitou na cama, abriu as pernas. "Mostra como você é boa, Raquel." Raquel se ajoelhou entre as pernas dela e começou a lamber. A visão das duas, uma morena e bronzeada, outra mais clara e tatuada, se entrelaçando na minha cama enquanto eu assistia de fora foi estranha. Normalmente eu sentia poder nesses momentos. Controle. Mas com a Camila ali, independente, fazendo o que queria porque queria e não porque eu mandei, o poder parecia dividido. E pior: eu gostei disso. "Você não vem?", Camila perguntou depois de gozar na boca da Raquel pela segunda vez, a voz rouca de prazer. "Ou só assiste?" "Eu participo", disse, tirando a roupa e me juntando a elas na cama. Transamos os três. Mas foi diferente. Com a Raquel eu metia pensando em dominar, quebrar, marcar. Com a Camila, mesmo quando ela tava de quatro e eu entrava por trás segurando os cabelos dela, parecia mais... colaborativo. Ela rebolava de volta, gemia instruções, pedia mais devagar ou mais forte, e eu obedecia. Raquel chupava os peitos da Camila enquanto eu metia na Camila. Depois a Camila chupou meu pau enquanto eu comia a Raquel. Foi um carrossel de carne e fluidos que durou horas.

No final, Camila não dormiu. Ela se vestiu, agradeceu pela noite, beijou a Raquel na boca e me beijou também, um beijo longo e inesperado que me pegou desprevenido. "Foi bom", ela disse. "A gente repete." Anotei o número dela. Ela foi embora às três da manhã, deixando um cheiro de perfume e uma confusão na minha cabeça. Raquel dormiu logo depois, exausta. Eu fiquei acordado olhando pro teto, pensando na forma como a Camila tinha rido das minhas piadas, na forma como ela tinha me olhado nos olhos durante o sexo, na forma como ela tinha existido no meu espaço sem se curvar, sem se diminuir, sem virar objeto. Ela tinha transado comigo e continuado sendo pessoa. E eu tinha gostado disso. Muito. Perigosamente.

A semana seguinte foi um borrão. Eu chamei a Camila de novo. E de novo. E de novo. Sempre com a Raquel, sempre em ménage, mas meus olhos ficavam mais tempo na Camila. Minha atenção gravitava pra ela. E o pior: ela correspondia. Não de forma desesperada como a Raquel. Mas de forma equilibrada, madura, interessante. Ela ria das minhas merdas, mas me corrigia quando eu falava besteira. Ela transava com tesão, mas também conversava sobre design, política, livros. Ela existia além da cama. E eu comecei a querer mais daquilo. Mais dela. Sozinha.

Na quarta semana de ménages regulares, eu tomei a decisão. Era sábado à noite. Acabávamos de terminar mais uma sessão, as três nus na cama, Camila no meio fumando um cigarro eletrônico na janela usando só minha camisa. "Raquel", chamei. Ela estava deitada de olhos fechados, marcas de batom da Camila ainda nos seios. "Sim?" "Preciso falar com você. Na sala." Ela se levantou, confusa, pegou um roupão. Fomos pra sala enquanto a Camila ficou no quarto respeitando o espaço. Sentei no sofá. Raquel ficou de pé, ansiosa. "Eu quero abrir o relacionamento", disse sem rodeios. Ela piscou. "Mas... já não é aberto? Eu transo com seus amigos..." "Não. Você não entendeu. Eu quero abrir pro MEU lado. Quero poder sair com outras mulheres. Ficar com elas. Sozinho. Sem você junto." O rosto dela ficou branco. "O quê? Mas... mas Brian, a gente combinava que era só putaria conjunta, não..." "A gente não combinou nada. EU decidi. E agora EU decidi outra coisa."

"Eu não quero isso", ela disse, a voz tremendo. "Eu aceito ser sua... sua puta, aceito os caras, aceito a Camila, mas não quero dividir VOCÊ. Não assim." Levantei, caminhei até ela. Segurei o queixo dela, forcei ela a me olhar nos olhos. "Escuta bem, Raquel. Você tem duas opções. Primeira: você aceita que eu vou foder outras mulheres quando eu quiser, e você continua sendo minha putinha disponível pra mim e pros caras. Segunda: você não aceita, mas aí você TAMBÉM para de dar pra todo mundo. Vira namorada certinha de novo. Mas nesse caso..." Larguei o queixo dela. "Nesse caso eu termino com você hoje mesmo. Porque eu não quero namorada certinha. Quero liberdade total. Pra mim e pra você. Mas se você não aceita a minha, você perde a sua. Simples assim." Ela começou a chorar, as lágrimas descendo pelo rosto já marcado pelo rímel borrado. "Isso não é justo..." "A vida não é justa, amor. É apenas eficiente. Então? O que você escolhe?" Ela ficou em silêncio por longos segundos. O choro silencioso sacudia os ombros dela. Finalmente: "Eu... eu aceito. Você pode... pode ficar com outras." "Com a Camila especificamente", corrigi. "Eu quero ficar com a Camila. Sozinho. Construir algo com ela." "Você tá apaixonado por ela?", ela perguntou, a voz quebrando completamente.

Pensei antes de responder. Estava? Amor era uma palavra que eu tinha deletado do meu vocabulário três meses atrás. Mas o que sentia pela Camila era... diferente. Interessante. Real. "Não sei se é amor. Mas é algo. E eu quero explorar." Raquel assentiu, derrotada. "Ok. Mas você... você ainda vai ficar comigo também? Não vai me largar?" Dei de ombros. "Se você continuar sendo útil, sim. Você é boa de cama. Gostosa. Os caras gostam. Por que eu largaria meu brinquedo favorito?" Foi cruel. Calculado. Mas era verdade. Ela era função, não pessoa. Camila era pessoa. Raquel chorou mais um pouco, depois voltou pro quarto. Camila olhou pra ela, depois pra mim, e entendeu tudo sem perguntar. Na segunda-feira, chamei a Camila pra jantar. Sozinho. Sem Raquel. Escolhi um restaurante bom, italiano, velas e vinho caro. Conversa sobre coisas reais. Ela usava um vestido verde musgo, maquiagem leve, perfume diferente, menos sexual e mais sofisticado. "Esse encontro é diferente", ela comentou tomando vinho. "É. Quero conhecer você. De verdade. Não só na cama." Ela sorriu. "Por quê?" "Porque você me interessa. Além do sexo." "E a Raquel?" "A Raquel concordou que eu poderia sair com outras pessoas." "Concordou ou aceitou porque não teve escolha?", ela perguntou, perspicaz demais.

Ri. "A segunda. Mas dá no mesmo." Camila franziu a testa. "Não dá não, Brian. Dá muito diferente." "Você tá com pena dela?" "Não. Ela faz as escolhas dela. Mas eu não gosto de ser cúmplice de abuso emocional." "Não é abuso. É acordo. Eu sou transparente." "Transparência não é o mesmo que bondade", ela disse, mas não se levantou. Ficou. Jantamos. Conversamos sobre infância, traumas, sonhos. Ela tinha sido violinista quando criança, desistido na adolescência. Queria viajar pro Japão. Tinha medo de avião mas ia superar. Gostava de cinema iraniano e café sem açúcar. Ria alto e sem vergonha. Era linda de forma diferente da Raquel. Não era troféu. Era pessoa. No final da noite, na porta do apartamento dela, ela me beijou. Foi um beijo lento, sem urgência sexual, apenas... conexão. "Você é complicado, Brian", ela disse quando se separamos. "Eu sei." "E provavelmente você vai me machucar no final." "Provavelmente." "Mas eu quero tentar mesmo assim. Sou idiota assim." "Não é idiotice. É... esperança?" "Talvez", ela sorriu triste. "Vem sexta? Só nós dois. Faço jantar." "Venho."

E fui. E voltei sábado. E domingo. E a semana seguinte foi metade com Raquel e os caras nas putarias organizadas, metade com Camila em jantares, filmes, conversas na cama depois do sexo. Duas vidas paralelas. Uma suja e sem alma. Outra tentando recuperar algo parecido com humanidade. Camila não exigia exclusividade. Não cobrava compromisso. Mas dava respeito. Me ouvia. Discordava quando achava que eu tava errado. Me fazia rir de coisas bobas. E transava comigo olhando nos olhos, dizendo meu nome, existindo como igual e não como subordinada. Foi na terceira semana dessa rotina dupla que percebi: eu tava começando a me importar com ela. De verdade. Não era só tesão. Era... cuidado. Eu checava se ela tinha comido. Mandava mensagem de bom dia. Perguntava como tinha sido o dia. Coisas que não fazia com a Raquel há meses. E a Raquel notou.

"Você tá apaixonado por ela", ela disse numa quinta à noite, depois de servir o Miguel e o André mas antes deles chegarem, quando era só nós dois no apartamento. Eu tava no sofá mexendo no celular, sorrindo pra uma mensagem da Camila. Levantei a cabeça. "E daí?" "E daí que... você era pra ser MEU namorado. Agora você é namorado DELA." "Eu não sou namorado de ninguém. Sou parceiro de sexo dela e dono do seu corpo. Diferença." "Você sorri pra ela. Você nunca mais sorri pra mim." "Porque ela me faz sorrir. Você me faz gozar. Funções diferentes." Vi a dor nos olhos dela. Mas não senti nada. Ou melhor, senti um vazio confortável. "Eu te amava, sabia?", ela sussurrou. "Antes de tudo isso. Eu realmente te amava." "Eu sei. E eu te amava também. Mas aí você virou puta, e eu virei cafetão, e amor morreu. Agora a gente só fode e segue a vida." Ela não respondeu. Foi pro quarto. Ficou em silêncio o resto da noite. Nem gemeu quando o André meteu nela. Era como se tivesse se desligado. E eu? Eu tava no celular conversando com a Camila sobre que filme assistir no domingo. Dois mundos. Dois Brians. Um morto e funcional. Outro tentando ressuscitar. E no meio, uma mulher que me respeitava enfrentando uma mulher que eu tinha quebrado. Sexta-feira, fui pra casa da Camila. Ela fez risoto de cogumelos. Assistimos um filme francês que não entendi mas fingi que entendi. Transamos devagar, com carinho, sem violência. Depois, deitados nus sob o lençol, ela passou a mão no meu peito, pensativa. "Você vai largar ela?", perguntou. "A Raquel?" "Eventualmente. Quando eu me cansar." "E comigo? Você vai se cansar também?" Virei pra ela. Olhei nos olhos castanhos e honestos. "Não sei. Mas com você é diferente." "Diferente como?" "Você não se curva. Não deixa eu te quebrar. Você existe resistindo a mim. E isso... isso me faz querer ficar." Ela sorriu triste. "Que declaração estranha." "É a única que eu sei fazer." Ela me beijou. "Então vai ter que servir." E serviu. Porque pela primeira vez em meses, eu senti algo parecido com paz. Não era amor. Ainda não. Mas era algo crescendo. Algo quente num peito frio. E eu tinha medo de estragar. Mas mais medo ainda de perder.

*[Capítulo Especial- Fim]*

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Comentários

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Desfecho honesto!!

É o famoso ditado, quem tudo quer nada tem,

A Raquel tinha um namorado apaixonado, fiel, que tenho absoluta certeza que moveria céus e terra por ela, que com certeza, se dependesse dele, iria casar e a tratar como uma rainha, pq homens apaixonados fazem isso,

Mas ela preferiu deixar o lado exibicionista falar mais alto, mesmo sabendo que era ações que desagradava o namorado, em nenhum momento se importou que com essas atitudes, pudesse está o humilhando, até que finalmente a ficha do Bryan caiu, e no momento em que ele a oferece aos amigos como uma qualquer, ela nem sequer cogitou em recusar, abraçou com vontade a nova personalidade de puta dos amigos do namorado,

Fico me perguntando, o que ela imaginava vir depois dessa mudança,

Agora o Bryan parece que com a Camila vai ser o contrário da Raquel,

Ele encontrou uma mulher livre e desempedida que parece que tem outros predicados além de transar gostoso,

Esse episódio pode ser muito educativo pra eventuais leitores que passarem por situações semelhantes,

Parabéns meu amigo pelo desfecho, pra mim, fechou com chave de ouro,

Poderia ter rolado um gangbang com a Raquel rs, ou ganhar dinheiro com ela vendendo o corpo,

Mas entendo que o episódio o foco principal não era a putaria.

🌟🌟🌟

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