Uma mulher casada após uma prévia de carnaval. Tudo inesperado e maravilhoso

Um conto erótico de Ramon
Categoria: Heterossexual
Contém 1247 palavras
Data: 19/01/2026 11:48:57

Houve uma prévia de carnaval de um bloco de rua sábado à tarde, quem quisesse bebida de graça comprava uma camisa. Eu fui só para ver a festa, no local ia ter barracas de bebida e comida, ia tomar uma de leve e nem camisa comprei (quando quis, não tinha mais). Tudo muito legal e perto de minha casa, fui andando, coisa de menos de 1km.Fui sozinho porque minha namorada, que mora comigo, estava de plantão e eu realmente só fui para não ficar em casa. A animação do ambiente até me surpreendeu, encontrei muita gente conhecida.

Eram por volta das 20h quando eu decido voltar e, mera coincidência, CARLA (não é o nome verdadeiro dela) estava indo embora com mais duas amigas. CARLA é uma vizinha minha, casada, que o marido foi para a festa mas voltou bem cedo. Voltamos eu, CARLA e as duas amigas juntos. As duas amigas moravam mais perto e o trecho final seríamos eu e CARLA apenas.

Eu tinha encontrado com CARLA e as amigas durante a festa, falamos animados, notei-a mais soltinha do que esperado (é uma mulher com 50 anos de idade, um bom corpo mas nada de chamar a atenção) e disso não passou. Ela usava um short folgado, de pernas largas, até meio curto, mas a camisa do bloco era grande, ia até abaixo da cintura. Sempre achei CARLA uma mulher interessante; no dia, fiquei olhando para uma das amigas dela, sem me jogar muito porque sei que CARLA conhece minha namorada e evitei qualquer insinuação, mantive o bom comportamento.

Pois bem, assim que eu e CARLA nos separamos das amigas dela na volta, CARLA perguntou se eu não poderia ir com ela na padaria, que alterava um pouco o traçado para o nosso prédio. Eu estava cansado mas nem me importei, concordei e foi então que a conversa mudou de rumo. CARLA começa a falar que gostava de carnaval desde nova, que nessas horas ela se lembrava que ainda estava viva, ficava com mais energia, etc.

- CARLA, uma mulher resolvida e bonita como você ainda precisa se lembrar disso?

- Ah, querido, a vida nunca é fácil. Eu me solto no carnaval revivendo toda a minha juventude

- Você está velha, é isso? Não acredito

- Tá bom, eu agradeço, mas sabemos que não sou mais uma jovem garotinha disputada pelos novinhos da festa

- Panela velha é que faz comida boa, minha vizinha. Você está com tudo em cima (e já falei notando a mudança da conversa)

- Você acha?

- Achar eu não acho, eu tenho certeza

Ela comprou refrigerantes para nós dois , alguns pães e um pacote de bolachas. Saindo da padaria, ela agradece a companhia e diz que está doida para chegar em casa e se acalmar. Eu entendi como tomar banho e relaxar, mas CARLA percebendo que eu não tinha dado a atenção para o que ela disse, foi enfática:

- E me acalmo durante o banho

- Um banho depois de uma festinha dessa é sensacional (falei sem saber entrar mais, não achei que ela tinha me dado uma dica)

- Não é só o banho, querido... é "durante" o banho (pela tom da voz, tinha safadeza)

- O que você faz, não entendi (e já tinha entendido)

- A mão amiga da mulher

- E o maridão não está em casa?, já perguntei na sacanagem

- Se eu depender dele, somente uma vez por ano (ela entregou tudo)

- Não acredito

- É a pura verdade

- Que maldade e desperdício

- Você quer me ajudar hoje?, disse CARLA com firmeza e sem querer perder mais tempo

- Vamos para onde?

- Você está sozinho em casa?

- Sim, até depois da meia-noite

- Vai ser lá, mas sem demora

Interessante é que conheço CARLA e a família dela há uns cinco anos; como eu disse antes, acho uma mulher interessante e nunca, nunca mesmo, notei qualquer insinuação dela para mim, nem para ninguém, bem como eu jamais a observei com um alvo a ser conquistado. Tudo foi naquele dia.

Eu e ela voltamos acertando detalhes, que pegaríamos o elevador de serviço por estarmos suados e sujos, eu ficaria no meu andar e ela desceria no dela, mas viria pela escada para meu apartamento já de porta aberta. Entramos no prédio sem levantar suspeitas (outros vizinhos tinham ido para a mesma prévia). Entrei no meu apartamento e dois minutos depois CARLA entra, fechamos a porta e nos beijamos. "Temos menos de dez minutos, eu acho", falou ela.

Aos beijos, eu já pegando nos peitos e bunda dela, ela apertava minha bunda e depois meu cacete. CARLA tirou minha bermuda e minha cueca e ficou alisando meu cacete. Fiz o mesmo com ela e vejo uma xoxota com pentelhos mas bem tratados, o resto tudo bem depilado, uma lindeza total. Meti a mão e ia cair de boca mas ela não deixou: "Nem pensar, estou suadíssima" (quando ela saiu é claro que fiquei curtindo o cheiro dela na minha mão...).

Onde seria a dependência de empregada eu transformei num pequeno escritório (e também o guarda-trecos). Tem uma cadeira lá que é que uso para ficar lendo ou mesmo ouvindo música e foi nela que CARLA se ajoelhou de tal modo que ficou de quatro, ofertando a buceta linda. Antes fiz questão de chupar os peitos delas, mas ela não tirou a camisa, apenas eu a levantei. CARLA fica na cadeira e eu vou metendo na xoxota molhadinha dela. Quando eu encosto a cabecinha na rachinha, CARLA se manifesta, externa o tesão que estava, o prazer que queria sentir. Os nossos cheiros tomaram conta do ambiente, estávamos suados e nem o ar condicionado eu liguei. Fui metendo devargazinho, entrando sem dificuldades mas notando que aquela xoxota estava sem levar pica há algum tempo.

Quando comecei a meter nela, CARLA quase chorava, controlava o grito, olhava para trás com uma cara de agonia, pedindo rola e agradecendo por aquilo. Eu não quis dar tapinhas ou apertar demais, porém fiquei alisando o cuzinho dela e notei receptividade. Eu me controlei ao máximo para não gozar logo e alisava CARLA, puxava seus cabelos, a chamava de gostosa, safada, de minha puta, que era linda, enfim, sei é que CARLA me avisou e começou a gozar (ela se masturbava com mão para agilizar) e foi ela gozando e eu fazendo o mesmo. Fiquei impressionado como ela gozou muito, a buceta ficou encharcada demais, vazou gozo dela, quase um squirting (não tanto, mas um gozo muito forte). Eu gozei e ainda fiquei metendo nela. CARLA soltou um palavrão mais alto e até se arrependeu.

Tirei o pau e vi que nossos gozos tinham melado um pouco a poltrona e que CARLA estava ainda expulsando a porra e o gozo. Fui buscar papel higiênico, ela fez uma limpeza inicial, foi no banheiro e se limpou melhor, e, após troca de beijos e promessas, foi para o apartamento dela. Limpei a poltrona, abri as janelas do apartamento, o cheiro de gozo estava forte, joguei os lixos fora e só então foi tomar banho, quando bati uma punheta pensando em CARLA.

O que ocorrerá agora? Eu fiquei louco por ela, a trepada foi sensacional, CARLA é uma mulher muito agradável e uma fera na cama. Até a bundinha ela disse que gostava de dar, nossa trepada rápida e deixou saudades. Por outro lado, será que CARLA vai ter coragem de novo? Na euforia do carnaval, com umas cervejinhas e com uma chance dessa é mais fácil.

A resposta vem depois e conto se eu sair com CARLA de novo.

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Comentários

Foto de perfil de Maísa Ibida

Olá Ramon, você escreve texto muito gostoso de ler,

Tmb tenho um texto "0 amigo do meu marido me enrabou" tá no ranking do site e se puder comentar ou votar eu agradeço.

𝐀𝐡, 𝐥𝐢 𝐨 𝐭𝐞𝐱𝐭𝐨 𝐝𝐚 𝐩𝐫𝐨𝐭𝐚𝐠𝐨𝐧𝐢𝐬𝐭𝐚 𝐂𝐥𝐚𝐮𝐝𝐢𝐚 𝐬𝐞𝐮𝐬 𝐞 𝐟𝐢𝐜𝐨𝐮 𝐦𝐮𝐢𝐭𝐨 𝐬𝐡𝐨𝐰 𝐬𝐡𝐨𝐰 𝐬𝐡𝐨𝐰, 𝐞𝐧𝐟𝐢𝐦, 𝐑𝐚𝐦𝐨𝐧, 𝐭𝐞𝐱𝐭𝐨 𝐯𝐨𝐭𝐚𝐝𝐬𝐬𝐦𝐨➥✪✪✪

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