Houve uma prévia de carnaval de um bloco de rua sábado à tarde, quem quisesse bebida de graça comprava uma camisa. Eu fui só para ver a festa, no local ia ter barracas de bebida e comida, ia tomar uma de leve e nem camisa comprei (quando quis, não tinha mais). Tudo muito legal e perto de minha casa, fui andando, coisa de menos de 1km.Fui sozinho porque minha namorada, que mora comigo, estava de plantão e eu realmente só fui para não ficar em casa. A animação do ambiente até me surpreendeu, encontrei muita gente conhecida.
Eram por volta das 20h quando eu decido voltar e, mera coincidência, CARLA (não é o nome verdadeiro dela) estava indo embora com mais duas amigas. CARLA é uma vizinha minha, casada, que o marido foi para a festa mas voltou bem cedo. Voltamos eu, CARLA e as duas amigas juntos. As duas amigas moravam mais perto e o trecho final seríamos eu e CARLA apenas.
Eu tinha encontrado com CARLA e as amigas durante a festa, falamos animados, notei-a mais soltinha do que esperado (é uma mulher com 50 anos de idade, um bom corpo mas nada de chamar a atenção) e disso não passou. Ela usava um short folgado, de pernas largas, até meio curto, mas a camisa do bloco era grande, ia até abaixo da cintura. Sempre achei CARLA uma mulher interessante; no dia, fiquei olhando para uma das amigas dela, sem me jogar muito porque sei que CARLA conhece minha namorada e evitei qualquer insinuação, mantive o bom comportamento.
Pois bem, assim que eu e CARLA nos separamos das amigas dela na volta, CARLA perguntou se eu não poderia ir com ela na padaria, que alterava um pouco o traçado para o nosso prédio. Eu estava cansado mas nem me importei, concordei e foi então que a conversa mudou de rumo. CARLA começa a falar que gostava de carnaval desde nova, que nessas horas ela se lembrava que ainda estava viva, ficava com mais energia, etc.
- CARLA, uma mulher resolvida e bonita como você ainda precisa se lembrar disso?
- Ah, querido, a vida nunca é fácil. Eu me solto no carnaval revivendo toda a minha juventude
- Você está velha, é isso? Não acredito
- Tá bom, eu agradeço, mas sabemos que não sou mais uma jovem garotinha disputada pelos novinhos da festa
- Panela velha é que faz comida boa, minha vizinha. Você está com tudo em cima (e já falei notando a mudança da conversa)
- Você acha?
- Achar eu não acho, eu tenho certeza
Ela comprou refrigerantes para nós dois , alguns pães e um pacote de bolachas. Saindo da padaria, ela agradece a companhia e diz que está doida para chegar em casa e se acalmar. Eu entendi como tomar banho e relaxar, mas CARLA percebendo que eu não tinha dado a atenção para o que ela disse, foi enfática:
- E me acalmo durante o banho
- Um banho depois de uma festinha dessa é sensacional (falei sem saber entrar mais, não achei que ela tinha me dado uma dica)
- Não é só o banho, querido... é "durante" o banho (pela tom da voz, tinha safadeza)
- O que você faz, não entendi (e já tinha entendido)
- A mão amiga da mulher
- E o maridão não está em casa?, já perguntei na sacanagem
- Se eu depender dele, somente uma vez por ano (ela entregou tudo)
- Não acredito
- É a pura verdade
- Que maldade e desperdício
- Você quer me ajudar hoje?, disse CARLA com firmeza e sem querer perder mais tempo
- Vamos para onde?
- Você está sozinho em casa?
- Sim, até depois da meia-noite
- Vai ser lá, mas sem demora
Interessante é que conheço CARLA e a família dela há uns cinco anos; como eu disse antes, acho uma mulher interessante e nunca, nunca mesmo, notei qualquer insinuação dela para mim, nem para ninguém, bem como eu jamais a observei com um alvo a ser conquistado. Tudo foi naquele dia.
Eu e ela voltamos acertando detalhes, que pegaríamos o elevador de serviço por estarmos suados e sujos, eu ficaria no meu andar e ela desceria no dela, mas viria pela escada para meu apartamento já de porta aberta. Entramos no prédio sem levantar suspeitas (outros vizinhos tinham ido para a mesma prévia). Entrei no meu apartamento e dois minutos depois CARLA entra, fechamos a porta e nos beijamos. "Temos menos de dez minutos, eu acho", falou ela.
Aos beijos, eu já pegando nos peitos e bunda dela, ela apertava minha bunda e depois meu cacete. CARLA tirou minha bermuda e minha cueca e ficou alisando meu cacete. Fiz o mesmo com ela e vejo uma xoxota com pentelhos mas bem tratados, o resto tudo bem depilado, uma lindeza total. Meti a mão e ia cair de boca mas ela não deixou: "Nem pensar, estou suadíssima" (quando ela saiu é claro que fiquei curtindo o cheiro dela na minha mão...).
Onde seria a dependência de empregada eu transformei num pequeno escritório (e também o guarda-trecos). Tem uma cadeira lá que é que uso para ficar lendo ou mesmo ouvindo música e foi nela que CARLA se ajoelhou de tal modo que ficou de quatro, ofertando a buceta linda. Antes fiz questão de chupar os peitos delas, mas ela não tirou a camisa, apenas eu a levantei. CARLA fica na cadeira e eu vou metendo na xoxota molhadinha dela. Quando eu encosto a cabecinha na rachinha, CARLA se manifesta, externa o tesão que estava, o prazer que queria sentir. Os nossos cheiros tomaram conta do ambiente, estávamos suados e nem o ar condicionado eu liguei. Fui metendo devargazinho, entrando sem dificuldades mas notando que aquela xoxota estava sem levar pica há algum tempo.
Quando comecei a meter nela, CARLA quase chorava, controlava o grito, olhava para trás com uma cara de agonia, pedindo rola e agradecendo por aquilo. Eu não quis dar tapinhas ou apertar demais, porém fiquei alisando o cuzinho dela e notei receptividade. Eu me controlei ao máximo para não gozar logo e alisava CARLA, puxava seus cabelos, a chamava de gostosa, safada, de minha puta, que era linda, enfim, sei é que CARLA me avisou e começou a gozar (ela se masturbava com mão para agilizar) e foi ela gozando e eu fazendo o mesmo. Fiquei impressionado como ela gozou muito, a buceta ficou encharcada demais, vazou gozo dela, quase um squirting (não tanto, mas um gozo muito forte). Eu gozei e ainda fiquei metendo nela. CARLA soltou um palavrão mais alto e até se arrependeu.
Tirei o pau e vi que nossos gozos tinham melado um pouco a poltrona e que CARLA estava ainda expulsando a porra e o gozo. Fui buscar papel higiênico, ela fez uma limpeza inicial, foi no banheiro e se limpou melhor, e, após troca de beijos e promessas, foi para o apartamento dela. Limpei a poltrona, abri as janelas do apartamento, o cheiro de gozo estava forte, joguei os lixos fora e só então foi tomar banho, quando bati uma punheta pensando em CARLA.
O que ocorrerá agora? Eu fiquei louco por ela, a trepada foi sensacional, CARLA é uma mulher muito agradável e uma fera na cama. Até a bundinha ela disse que gostava de dar, nossa trepada rápida e deixou saudades. Por outro lado, será que CARLA vai ter coragem de novo? Na euforia do carnaval, com umas cervejinhas e com uma chance dessa é mais fácil.
A resposta vem depois e conto se eu sair com CARLA de novo.