Dias se arrastam numa névoa quente de provocações e segredos — eu empino a bunda pro Kaio toda hora, roçando de propósito na cozinha ou no sofá, às vezes passando a mão disfarçada no pau dele por cima da calça, sentindo endurecer, mas ele só ri nervoso e foge, corado, sem rolar nada ainda.
Com o tio Luciano, é fogo puro: toda chance que pintamos — casa vazia à tarde, ou madrugada quando todo mundo ronca —, a gente trepa 2, 3 vezes seguidas, ele me fodendo no sofá, na cozinha, me enchendo de porra na boca ou na buceta, sussurrando putarias no ouvido enquanto me segura firme.
E eu não perco a chance de espionar o Fábio: no chuveiro, pau grosso balançando sob a água ou metendo na Jenn no quarto dela, ela gemendo baixinho até com a mamãe Luciana, os dois suados na cama deles, ele arrombando ela por trás.
Uma semana turbulenta, corpo dolorido de prazer, mas o real tesão ainda tá pra vir — o fim de semana das férias em família inteira, uma semana na cabana da tia, e eu mal posso esperar pra jogar Jenn pros braços do tio Luciano, cumprir minha parte do acordo e finalmente ver ela juntar eu com o papai, como prometeu.
De repente, é sexta à noite. A casa tá um caos animado de malas e risadas — mamãe Luciana gritando ordens na cozinha, Fábio carregando as bolsas pro carro, Kaio jogando videogame até o último segundo, Jenn arrumando o cabelo no espelho do corredor, toda fofa e distraída.
Tio Luciano tá quieto no canto, olhos cruzando os meus com um brilho safado enquanto ajuda com as caixas.
Luciana - Vamos pra cabana amanhã cedinho, meninas! Uma semana inteira sem celular, só família e natureza!
Anuncia a mamãe, voz firme mas animada, abraçando Jenn. O carro tá quase pronto, todo mundo animado, ar carregado de expectativa.
Na madrugada funda, antes do sol raiar, o tio Luciano escorrega pro meu quarto como um fantasma, me puxa pro chuveiro apertado.
A água quente escorre nos nossos corpos enquanto ele me encosta na parede fria, pau duro entrando na minha buceta escorregadia de tesão acumulado, fodendo ritmado e fundo, uma mão na minha boca pra abafar meus gemidos, a outra apertando minha bunda.
Gozo tremendo nas pernas, ele me enche logo depois, porra quente misturando com a água, nos beijando suados e ofegantes antes de ele sair rápido, voltando pro quarto dele sem uma palavra, só um olhar que promete mais.
Pela manhã, o sol filtra pela cortina fina, e eu acordo de repente com Jenn pulando em cima de mim na cama, corpo leve quicando no colchão, cabelo bagunçado e olhos brilhando de empolgação.
Jenn - Dudinha! Acorda, é finalmente o dia das Férias em Família! O acordo vai rolar de verdade, eu juro, tô louca pra isso!
Ela fala tagarelando, voz baixa mas animada, se jogando do meu lado e roçando o braço no meu peito sem pudor.
Jenn - Não paro de pensar no quanto quero ser fodida pelo tio Luciano... ele é tão... intenso, né? Você acha que ele vai me comer nessa viagem toda?
Continua sussurrando safada, mordendo o lábio, corpo se contorcendo de tesão só de falar, enquanto vozes da casa começam a acordar — mamãe na cozinha, Fábio tossindo no banheiro.
Jenn me encara com aqueles olhos grandes e famintos, corpo ainda colado no meu na cama, esperando minha resposta com o peito arfando de ansiedade.
Eduarda - Não sei se o tio Luciano vai te foder a viagem toda, mas com certeza vou arrumar uma forma dele te pegar de jeito, de uma forma que você jamais vai esquecer.
Eu digo pra ela, voz baixa e rouca da noite mal dormida. Jenn solta um gemidinho abafado de empolgação, roçando a perna na minha de leve, mordendo o lábio mais forte.
Do corredor, ouço o barulho de malas sendo arrastadas e a voz grave do Fábio chamando todo mundo pra se aprontar, misturado com o cheiro de café fresco subindo da cozinha onde mamãe deve tá mandando ver no café da manhã reforçado pra viagem. Tio Luciano passa pela porta entreaberta do quarto, carregando uma mochila, e nossos olhares se cruzam por um segundo — ele pisca devagar, um sorriso de canto de boca safado, antes de sumir pros fundos da casa. Kaio grita algo sobre o carro do lado de fora, o motor ronronando baixo, e o ar está carregado de expectativa pra estrada.
Jenn e eu nos arrumamos juntas no quarto, rindo baixinho enquanto ela me ajuda a escolher a roupa — uma shortinho jeans apertado que marca minha bunda de violão e uma blusinha decotada.
Ela me empurra contra a cômoda, dedo escorregando rápido na minha calcinha pra uma dedada safada, eu revido beijando seu pescoço e enfiando dois dedos na bucetinha dela, molhada já de tesão, beijos molhados na boca uma da outra, língua se enroscando, mãos apertando peitos e bundas até ficarmos ofegantes e prontas, maquiagem leve, cabelo arrumado, malas na mão. Desço as escadas com ela colada em mim, cheiro de pão na chapa e café forte invadindo as narinas.
Na cozinha, mamãe serve o café da manhã — pães, queijo, frutas, suco —, Fábio checando o mapa no celular, Kaio (desculpa, Kaio, meu irmão grandão) devorando um prato, tio Luciano encostado na pia com uma caneca na mão, olhos passeando por nós duas.
Sentamos pra comer rápido, conversas sobre a rota da viagem, praia, churrasco, e num momento em que todo mundo tá distraído com mamãe contando uma história, eu me inclino pro lado do Kaio, mão discreta deslizando na coxa dele por baixo da mesa, apertando o pau que endurece na hora na cueca, massageando devagar pra mostrar o que eu quero dele nessa viagem toda — ele engole em seco, olha pra mim com fogo nos olhos, pau latejando na minha palma, mas disfarça com um gole de café.
Mamãe anuncia que tá na hora de pegar a estrada, todo mundo se levanta animado, malas pro carro.
Carregamos as malas no porta-malas do carro da família, o sol da manhã batendo quente no quintal, cheiro de asfalto aquecido e café misturado no ar. Fábio fecha o porta-malas com um baque, mamãe já no banco da frente ajustando o ar-condicionado, Kaio, meu irmãozão — se joga no banco da direita atrás, pernas abertas ocupando espaço, Jenn escorrega pro meio com um sorrisinho cúmplice pra mim, e tio Luciano se acomoda na esquerda, braços cruzados, olhando pro nada pela janela com aquela cara pensativa dele.
O espaço tá apertado pro banco de trás, e instintivamente eu sento no colo do Kaio pra me acomodar, bundinha afundando no pau dele que já tá semi-duro da minha apalpadinha na cozinha, sentindo ele pulsar contra mim através da calça jeans fina.
Ele passa os braços pela minha cintura devagar, disfarçando como se fosse só pra me segurar firme na curva, Jenn do lado roçando a coxa na minha, tio Luciano virando a cabeça de leve pra nos observar pelo canto do olho, um brilho safado nele. Fábio liga o motor, rádio toca um samba animado baixo, e saímos pela rua, o carro balançando suave nas primeiras curvas da estrada, corpo do Kaio quente e rígido embaixo de mim, Jenn sussurrando algo no meu ouvido sobre como o tio tá olhando.
Estamos rodando pela estrada há uns 20 minutos, o carro cheio de papo animado — mamãe apontando paisagens, Fábio dirigindo firme, rádio tocando forró leve.
Eu tô usando aquela mesma saia branca curtinha de quando chupei o pau do tio Luciano pela primeira vez na sala dias atrás, tecido leve subindo nas coxas no colo do Kaio, calcinha fio dental úmida já roçando no volume dele.
Aproveito uma curva onde todo mundo vira pra direita pra admirar uma vista bonita de morro e mar, e sussurro bem baixinho no ouvido do Kaio:
Eduarda - Tira o pau pra fora da calça, amor, agora.
Ele obedece rápido, zíper abrindo silencioso, pau grosso e quente saltando para cima, latejando contra minha bunda. Ninguém nota, distraídos com a paisagem, Jenn fingindo olhar pela janela mas espiando de canto com um sorriso safado.
Coloco a calcinha de lado com os dedos, levanto o quadril de leve e afundo devagar na buceta melada, pau dele me preenchendo todinha centímetro por centímetro, gemido meu abafado no ombro dele enquanto me sento até o talo, buceta apertando em volta, sucos escorrendo pela coxa dele.
Kaio segura minha cintura firme, olhos vidrados na minha nuca, tio Luciano do outro lado pigarreia disfarçando mas com a mão ajustando a própria calça, Jenn morde o lábio e roça o braço no meu peito sem querer. O carro segue reto agora, balanço da estrada fodendo devagar sem esforço, pau pulsando dentro de mim a cada solavanco.
O carro continua na estrada, sol filtrando pelas árvores, ar-condicionado soprando fresco mas minha pele quente de tesão, pau do Kaio enterrado fundo na minha buceta molhada, cada lombada mandando ondas de prazer subindo pela espinha.
Discretamente pego o celular do bolso da saia branca, dedos tremendo de leve, e mando uma mensagem rápida para Jenn no WApp — ela do meu lado, celular na mão fingindo scrollar:
Eduarda - Fica quietinha sobre o que eu vou falar e mostrar, tá? Olha pro colo do Kaio agora.
Ela lê na hora, olhos arregalando de safadeza, e vira a cabeça devagar pro colo dele como se fosse casual. Aproveito mamãe e Fábio rindo de uma piada no rádio, tio Luciano olhando pro celular dele do outro lado, levanto a saia só o suficiente pros olhos dela — revelando tudo: pau grosso do Kaio enfiado até a base na minha buceta inchada e brilhante de mel, calcinha de lado, pelos pubianos dele roçando nos meus lábios.
Jenn engole em seco, bochechas corando, mão voando pro celular pra responder rápido:
Jenn - Caralho Dudinha, que delícia... me dá um gostinho?
Ela morde o lábio, coxa pressionando na minha, tio Luciano ergue uma sobrancelha sutil como se sentisse o cheiro de sexo no ar, mas continua quieto, pau dele marcando na calça. Kaio aperta minha cintura, sussurrando rouco no meu ouvido:
Kaio - Ela viu, mana? Continua rebolando assim…
Sussurro de volta pro Kaio bem baixinho, lábios roçando a orelha dele:
Eduarda - Todo mundo tá alheio, amor... ninguém faz ideia do pau teu me arrombando aqui.
Ele solta um grunhido abafado, quadril subindo discreto pra me foder mais fundo. Pego o celular de novo, tremendo com o pau latejando dentro da buceta, e respondo pra Jenn rapidinho:
Eduarda - Tenho uma ideia melhor, Jenn. Faz umas brincadeiras inocentes com o tio Luciano aí — carinho na perna, cosquinha, roçar sem querer no pau dele. Distrai ele pra mim.
Ela lê, ri baixinho como se fosse graça boba, e começa: vira pro tio Luciano com carinha fofa.
Jenn - Tio, cócegas!
Mãozinha escorregando pela coxa dele pra cima, roçando acidental no volume da calça dele, que endurece na hora, olhos dele piscando surpresos mas safados. Tio Luciano ri forçado:
Luciano - Ei, para com isso, Jenn, senão eu te faço cócegas também.
Mão dele defendendo mas apertando a dela de leve no pau. De repente o carro pega uma lombada forte, Fábio xingando o buraco na estrada, e o pau do Kaio bate fundo, esmagando bem no meu útero, prazer explodindo como raio — sinto ele se contraindo todo dentro de mim, jatos quentes de porra enchendo minha buceta até transbordar, escorrendo pegajoso pela coxa dele, corpo meu tremendo no colo, mordendo o lábio pra não gemer alto.
Kaio ofega rouco no meu pescoço, braços me apertando possessivo. Tremendo de prazer, pego o celular de novo e mando pra Jenn:
Eduarda - Kaio acabou de encher minha buceta todinha de leitinho quente... tô pingando aqui.
Ela vira pra mim de relance, lambendo os lábios, enquanto continua brincando com o tio, mão agora massageando abertamente a perna dele perto do pau. Mamãe olha pra trás pelo retrovisor:
Luciana - Vocês aí atrás tão quietos demais, hein? Tudo bem?
Sem desconfiar de nada ainda. Fábio olha de canto no retrovisor, franzindo a testa pro movimento todo:
Fábio - Ei, vocês aí atrás, para com essa brincadeira de cosquinha! É perigoso na estrada, pode machucar alguém. Foco no caminho!
Voz dele firme como pai protetor, sem bronca pesada mas clara. Tio Luciano solta uma risada grave, afastando a mão da Jenn devagar:
Luciano - Tá bom, Fábio, já paramos. Jenn, senta direito aí, pilantrinha.
Pau dele ainda marcado na calça, olhos dele encontrando os meus por um segundo no reflexo — intensos, como se soubesse de algo. Jenn obedece fingindo inocência, mas logo pega o celular e manda pra mim:
Jenn - E agora, Dudinha? Ele tá duro pra caralho....
Respondo rápido, buceta ainda pulsando com a porra do Kaio escorrendo quente:
Eduarda - Aquecimento só, Jenn. Continua fazendo carinho na perna dele, bem pertinho do pau, devagarinho pra não chamar atenção. Quando a gente chegar na casa, eu junto vocês dois pra brincar de verdade.
Ela lê, sorri maliciosa pro tio, mão voltando sutil pra coxa dele mais acima, dedos traçando círculos leves perto do volume, tio Luciano tensionando a mandíbula mas não parando ela, sussurrando pra ela:
Luciano - Cuidado, pequena... isso é jogo perigoso.
Kaio me segura firme no colo, pau amolecendo mas ainda dentro, porra dele me deixando encharcada. O carro segue balançando suave, mamãe mudando a música no rádio, atmosfera carregada de tensão sexual disfarçada. Fábio avista um posto adiante na estrada movimentada e anuncia:
Fábio - Vamos parar aqui rapidinho, gente. Abastecer e esticar as pernas — tô precisando de um café.
Carro encosta nos pumps, todo mundo se mexendo. Tio Luciano se vira pra trás, olhos cravados na Jenn com um brilho safado:
Luciano - Vou no banheiro ali do lado. Alguém mais?
Tom casual, mas olhando direto pra ela, praticamente convidando. Pego o celular e mando pra Jenn na hora:
Eduarda - Escapadinha dos pais na conveniência, vai pro banheiro onde o tio tá. Ele tá louco querendo te foder, aproveita e deixa ele meter. Quando voltar, me conta tudinho nos detalhes suculentos.
Ela pisca pra mim, acena pro tio e sai atrás dele, discreta assim que mamãe e Fábio vão pra lojinha pegar lanches. Kaio solta um suspiro aliviado quando todo mundo desce e some de vista, tranca as portas do carro num clique baixo. Agora é nossa, ele rosna rouco, mãos grandes me erguendo mais um pouco no colo dele, pau endurecendo de novo dentro da minha buceta melíflua de porra.
Ele começa a me foder com força de baixo para cima, quadris batendo violentos, pau socando fundo no útero a cada estocada selvagem — ploc ploc ploc ecoando abafado no carro vazio, janelas embaçando rápido com meu hálito ofegante, corpo meu quicando nos braços dele, peitos balançando livres sob a blusa.
Kaio - Porra, Dudinha, tua buceta tá uma piscina de leitinho meu... vou te encher mais.
Ele grunhe, suando e me martelando sem piedade enquanto o posto zumbe lá fora com caminhoneiros e famílias. Distante, vejo Jenn e tio Luciano sumindo pros fundos do banheiro unisex.
Kaio me soca mais fundo ainda no colo dele, pau inchado esticando minha buceta apertada e escorrendo porra, mãos dele apertando minha bunda pra cima e pra baixo no ritmo brutal — carro balançando inteiro nos amortecedores, cheiro de sexo cru enchendo o ar quente e confinado. Ele rosna baixo no meu ouvido, voz rouca de tesão animal:
Kaio - Mano, Dudinha, tu é uma puta incestuosa safada... irmãozão te fodendo na buceta da irmãzinha como uma vadia de família, olha tua xoxota sugando meu pauzão!.
Eu solto gemidos abafados contra o ombro dele, corpo tremendo nos espasmos, e ele continua martelando:
Kaio - Imagina se o papai Fábio volta e vê teu irmão metendo em você, porra, ia gozar junto! Toma pau do irmão, sua putinha gostosa, vou te deixar prenha!.
O tesão dele explode em sujeira proibida, estocadas virando pilhações selvagens, bolas dele batendo na minha raba suada — plap plap plap — enquanto lá fora o posto continua alheio, mamãe e Fábio ainda na fila da conveniência. Distante, um vulto de Jenn e tio Luciano some de vez no banheiro escuro. Kaio morde meu pescoço:
Eduarda - Fala pra mim, Eduarda... fala que ama pau do irmão te arrombando!.
Kaio me fode sem trégua, pauzão do meu irmão socando meu útero como um animal no cio, corpo meu quicando nos braços dele, buceta latejando e jorrando mel misturado com a porra dele — o carro inteiro fedendo a incesto puro, janelas um vapor total agora. Ele ri sujo no meu ouvido, olhos flamejando:
Kaio - Isso, Dudinha, responde pro teu irmãozão que te engravida!
Acelerando as pilhações brutas, uma mão subindo pra apertar meu peito nu e roçar o bico duro. Eu gemo alto de volta, voz rouca e puta:
Eduarda - Kaio, seu filho da puta incestuoso, me fode mais forte nessa buceta da sua irmã vadia! Adoro teu pauzão mano, me arrombando, vai me deixar grávida de você, porra, enche minha xoxota de leitinho familiar! Imagina a Jenn voltando e vendo você metendo na irmã mais velha como um cachorro no cio, sua pica de irmãozão é minha agora, me come até eu gozar gritando!
Ele urra de tesão com minhas palavras sujas, estocadas virando furacão — ploc ploc ploc molhado ecoando — corpo dele suando e tremendo contra o meu, prestes a explodir de novo. Lá fora, ouço risadas distantes na lojinha, Fábio pagando o café, e um flash de Jenn saindo do banheiro com tio Luciano atrás, ela piscando pro celular com um sorrisinho culpado.
Kaio me martela com fúria incestuosa, pau inchado pulsando na minha buceta encharcada, gemidos nossos ecoando baixinho no carro trancado — suor escorrendo pelos nossos corpos colados, cheiro de sexo pesado impregnando tudo. De repente, avisto mamãe e Fábio saindo da conveniência com copos de café na mão, Jenn voltando com tio Luciano, ela com as bochechas coradas e um brilho safado nos olhos.
Eduarda - Kaio, rápido, porra, todo mundo tá voltando! Acelera e goza logo!
Eu sussurro urgente, apertando ele com as pernas. Ele rosna selvagem, olhos vidrados:
Kaio - Caralho, Dudinha, toma!
E explode as estocadas num borrão brutal de baixo pra cima — plap plap plap frenético, pau inchando até o talo no meu fundo. Eu grito abafado contra a mão na boca:
Eduarda - Aaaah, porra, tô gozando!
Corpo convulsionando no orgasmo violento enquanto sinto os jatos quentes dele me inundando de novo, útero bebendo leitinho do irmão até transbordar pela coxa.
Depois, solto um suspiro longo e trêmulo de prazer puro:
Eduarda - Fuuu, que delícia de pau de mano…
Desço dele rápido, buceta latejando e pingando, pego o aromatizante de baunilha na bolsa e borrifo forte no ar — puff puff puff —, cheiro doce mascarando o fedor de foda rapidinho. Abro as janelas com um clique, vento fresco da estrada invadindo e levando o vapor embora enquanto todo mundo se aproxima do carro. Jenn me lança um olhar cúmplice, mordendo o lábio, tio Luciano discreto ajustando a calça. Fábio abre a porta do motorista:
Fábio - Bora, gente, estrada chamando!.
O carro ronca de volta pra estrada, todo mundo se ajeitando nos bancos quentes e úmidos — Fábio no volante, mamãe ao lado dele rindo de algo no rádio, Kaio do meu lado no banco de trás fingindo dormir com a cabeça no encosto mas mão roçando de leve minha coxa suja, Jenn grudada na janela do outro lado com as bochechas ainda rosadas e pernas cruzadas estranho, tio Luciano no canto, quieto e olhando pro nada com aqueles olhos pensativos.
O ar agora tá doce de baunilha, misturando com o cheiro residual de sexo que só eu e Kaio sentimos forte, estrada escura passando rápida, faróis cortando a noite. Discretamente, pego o celular na bolsa, dedo voando na tela para Jenn — vibra baixinho na mão dela.
Eduarda - Ei Jenn, o que rolou ali no banheiro com o tio Luciano? Me conta tudo em detalhes, Dudinha quer saber tudinho irmãzinha!.
Ela pega o phone rápido, lê com um sorrisinho culpado piscando pros lados pra checar se ninguém nota, e responde na hora:
Jenn - Dudinhaaaa kkkk ele me pegou de surpresa! Me encostou na pia, mão na boca, e meteu o pau dele na minha buceta de uma vez, tava duro e grosso moreno! Me fodeu rápido olhando no espelho, falando q eu era igualzinha vc mas mais novinha, gozou dentro me chamando putinha da família! Tava encharcada toda, ele limpou com papel e saiu primeiro kkk vc tbm com o Kaio ne?
Meu coração acelera lendo, imaginando ela gemendo abafada ali no banheiro fedido do posto enquanto o carro balançava aqui — Kaio resmunga dormindo, mamãe vira o rádio mais alto com sertanejo tocando. Jenn me olha de canto, mordendo o lábio esperando minha resposta.
Digito rápido pro Jenn, coração batendo forte com a adrenalina do segredo virando bagunça familiar, Kaio fingindo roncar do lado mas pau ainda meio duro roçando minha perna:
Luciano - Puta merda Jenn, o tio não era pra contar q a gente transa! Mas agora já sabe, incesto total na família Romero kkkk.
Ela lê e ri baixinho disfarçando com um bocejo, mamãe nem nota olhando o mapa no celular dela. Mando outra na sequência, detalhe por safado detalhe:
Eduarda - Olha aqui tudinho: Kaio me comeu aqui no carro enquanto vocês estavam fora! Ele me sentou no colo dele, calça arriada só o pau pra fora, eu subi a saia e sentei devagar sentindo ele entrar na buceta molhada. Ele chupou meu peito por baixo da blusa, mordendo mamilo, e me fodia devagar primeiro gemendo Dudinha tesuda, pau do mano na sua buceta quente. Eu cavalgava rebolando, apertando ele todo, cheiro de suor e tesão enchendo o carro. Depois ele me virou de costas, me encostou na porta e meteu forte de quatro, mão na minha boca pra não gritar, estocadas profundas batendo no útero, toma leitinho irmão! Todo mundo voltando eu mandei acelerar e ele gozou jorrando dentro, quente e grosso me enchendo até pingar coxa. Limpei com aromatizante e janela aberta kkk vc gozou tb com o tio? Conta mais! ?
Jenn cora forte lendo, olhos arregalados me olhando com fogo, digita louca de volta enquanto o carro sacode numa curva, tio Luciano agora cochilando mas com um sorrisinho fantasma nos lábios.
Meu celular vibra quente na mão, Jenn me olhando de canto com olhos brilhando safados enquanto o carro devora a estrada escura, luzes de postes piscando no rosto dela como flashes de culpa gostosa. Ela manda uma enxurrada de mensagens detalhe por detalhe, dedo voando sem parar:
Jenn - Ai Dudinha então escuta td: entramos no banheiro fedido do posto, porta mal fechada, ele me encostou na pia suja de imediato, mão grande na minha boca abafando shhh Jennzinha, tio vai te comer rapidinho igual fiz com tua irmã. Calça dele arriada, pau moreno grosso saltando pra fora já babando pré-gozo, eu saia levantada sem calcinha, ele me ergueu uma perna na pia e meteu de uma estocada funda na buceta raspada, arfando caralho q buceta apertadinha igual a da Duda! Me fodia olhando no espelho embaçado, quadril batendo forte na minha bunda, outra mão apertando meu peito por baixo da blusa rasgando o botão, toma pau do tio putinha da família, goza no pau do tio! Eu mordia a mão dele gemendo abafado, buceta escorrendo suco no chão, ele acelerou estocando pau inchado roçando clitóris todo, me chamando novinha tesuda incestuosa. Gozei tremendo primeiro apertando ele todo, e ele veio logo depois jorrando porra quente dentro me enchendo até vazar perna, toma leitinho do tio pro teu útero Jenn! Limpou pau na minha saia, papel na buceta e saiu primeiro me mandando esperar kkkk eu tava mole nas pernas! Incrível Dudinha, ele sabe foder mesmo!
Ela manda um emoji de língua e coração piscando, pernas se esfregando inquietas no banco, mamãe ri de piada do Fábio alheia a tudo, Kaio abre olho fingindo acordar e pisca pra mim cúmplice, tio Luciano resmunga algo no sono com cheiro de cigarro ainda no ar do carro.
O carro ronca baixo pela estrada infinita, à noite engolindo tudo lá fora com estrelas piscando distantes, e aos poucos o papo morre em bocejos e suspiros cansados.
Mamãe apoia a cabeça no ombro do Fábio, ele dirige firme olhos vermelhos no retrovisor, cochilando leve mas mão no volante.
Kaio ronca de verdade agora, pau amolecido na calça me roçando a coxa toda hora que sacode, Jenn encosta em mim dormindo com sorriso bobo nos lábios, celular ainda quente no colo dela, e tio Luciano vira pro vidro escuro ressoando fundo com cheiro de cerveja velha do posto.
Eu fico acordada sentindo o balanço hipnótico, ar condicionado gelado arrepiando pele suada, cheiro misturado de perfume, suor e porra seca pairando sutil. Horas se arrastam como borrão de asfalto e faróis contrários, relógio marcando quase madrugada quando Fábio desacelera devagar, virando num portão enferrujado de uma casa velha de dois andares, luzes apagadas e quintal bagunçado com rede pendurada e cachorro latindo fraco atrás.
Fábio - Chegamos, galera, à casa da tia Laura.
Ele anuncia rouco cutucando a mamãe, que acorda piscando confusa. Todos se mexem sonolentos descendo tropeçando, malas arrastadas no cascalho úmido, ar fresco de roça cheirando terra molhada e jasmim selvagem. Porta da frente trancada, chave sob o tapete como sempre, ninguém dentro ainda tia Laura deve tá atrasada na cidade, casa vazia e silenciosa esperando nós invadir com malas e segredos pingando.
Fábio acende a luz fraca da sala, sofá puído e TV velha na parede, cozinha aberta cheirando tempero velho.
Celular da mamãe apita baixo na mão enquanto arrumo mala no chão poeirento da sala, luz amarelada piscando no teto rachado, e mamãe puxa o dela do bolso da calça jeans apertada, franzindo testa lendo rápida.
Luciana - É a Laura
Diz ela voz rouca de sono pra todo mundo que se espalha bocejando.
Ela vai se atrasar, algumas horas ainda na cidade com problema no carro, mas mandou a gente se acomodar que eu conheço a casa de cor. Tem só três quartos vagos, então Fábio e eu no principal com cama de casal king, Kaio e Luciano no de casal do meio que cabe os dois grandões, e vocês meninas, Dudinha e Jenn, no quartinho dos fundos com beliche dupla que sobrou.
Fábio concorda grunhindo afirmativo largando mala no canto.
Fábio - Beleza, amanhã a gente vê o resto, tô morto, vamos dormir que o sol nasce logo.
Kaio já boceja arrastando os pés pro quarto dele com tio Luciano que mal acorda olhos pesados seguindo atrás sem palavra, porta batendo surda atrás dos dois. Mamãe e Fábio somem no principal acendendo luz fraca que vaza pela fresta, risada baixa dela ecoando antes do silêncio cair pesado. Jenn me cutuca safada no braço sussurrando Beliche juntas, Dudinha? Vai ser gostoso kkk, pega minha mala vai enquanto sobe escada rangente pro quartinho dos fundos, eu atrás sentindo ar úmido subir com cheiro de mofo antigo e lençóis limpos mas velhos.
Quarto minúsculo com beliche de madeira tosca, janela gradeada pro quintal escuro, colchão de cima fino pro de baixo mais macio, Jenn joga mala no de baixo reclamando.
Jenn - Eu embaixo, tu em cima ou inverte?
Porta ainda entreaberta rangendo no vento noturno. Eu fecho a porta rangendo devagar, tranca girando com clique metálico ecoando no quartinho apertado, cortina fina balançando na brisa que vaza pela janela gradeada, cheiro de lençol velho misturado ao perfume doce de Jenn ainda no ar.
Eduarda - Jenn, o colchão de cima é muito fino, o de baixo é mais macio, então nós duas vamos dormir agarradinhas no de baixo, e quem sabe rola até uma brincadeira nas noites de férias.
Eu digo pra ela rindo baixo enquanto jogo a mala no canto e tiro blusinha fina ficando só de sutiã push-up preto apertando peitos curvilíneos e shortinho jeans colado nas nádegas empinadas.
Ela ri safada jogando shortinho no chão ficando só de calcinha fio dental rosa colada na pele parda suada, subindo no beliche de baixo testando colchão que afunda macio sob peso dela.
Jenn - Ai Dudinha, perfeito, vem cá que embaixo cabe nós duas de boa, agarradinhas quentinhas a noite toda, e nessas férias a brincadeirinha rola solta sim, eu topo morder essa tua raba todinha de novo, vem que eu já tô molhadinha só de pensar.
Ela pisca maliciosa esticando braços pra mim, lençol fino subindo coxas dela revelando umidade brilhando sutil na calcinha, quarto iluminado só pelo luar prateado filtrando grades e abajur fraco na mesinha bamba.
Colchão range baixo quando ela se ajeita de lado, espaço apertado mas convidativo com curvas dela pressionando a almofada, casa toda silenciosa agora exceto ronco distante de Kaio filtrando parede fina e grilo cantando no quintal escuro.
Eu apago o abajur com um clique surdo, o quarto mergulhando na penumbra azulada do luar filtrando pelas grades da janela, sombras alongadas dançando no chão gasto e no colchão que range baixinho sob meu movimento.
Meu corpo nu, curvilíneo e quente, brilha sutil na escuridão enquanto subo por cima da Jenn, sentindo o calor da pele parda dela se moldando ao meu peso, curvas macias dela pressionando contra mim.
Jenn - Ai Dudinha, que delícia tu peladinha assim quente em cima de mim, vem beija logo que eu tô louca por ti.
Ela geme louca de tesão, voz ecoando suave no quarto silencioso, mãos subindo pelas minhas costas suadas apertando minhas nádegas empinadas com força possessiva.
Meus beijos descem quentes no pescoço salgado dela, descendo pra rasgar a calcinha fio dental rosa pros lados fácil, expondo a bucetinha raspadinha dela já melada escorrendo pelas coxas tremendo.
Os peitos médios dela arfam sob mim, mamilos duros roçando os meus sensíveis, um gemido escapa do lábio mordido dela enquanto.
Jenn - Morde aqui Dudinha, me fode com língua que eu gozo pra ti rapidinho, férias vão ser só safadeza nossa.
Ela implora safada, pernas abrindo instintivo, enroscando minha cintura nua, umidade quente pingando no lençol amassado. Ronco distante de Kaio abafado pela parede fina some no nosso ofegar acelerado, a casa toda quieta exceto o vento sussurrando na janela gradeada, cheiro de tesão doce enchendo o ar apertado.
Eu sinto o corpo da Jenn se contorcer gostoso debaixo de mim, gemidos dela subindo roucos no quarto escuro, bucetinha dela pulsando quente contra minha coxa nua enquanto eu desço beijos famintos pros peitos arfantes, mamilo duro sugado entre dentes puxando um grito abafado dela.
Jenn - Dudinha porra, isso, mama aqui que eu gozo já, enfia dedo na minha xota molhada vai.
Ela implora ofegante, unhas cravando minhas costas deixando marcas vermelhas quentes, quadris dela rebolando pra cima esfregando clitóris inchado na minha pele suada, mel escorrendo mais grosso pingando lençol. De repente, porta do quarto range devagar abrindo uma fresta, silhueta alta de Luciano se enquadrando no vão iluminado pelo corredor fraco, olhos intensos dele fixos na gente na penumbra, respiração pesada dele cortando silêncio.
Luciano - Caralho, que porra é essa safadeza de vocês duas ali peladas se comendo?
Ele rosna voz grave baixa tropeçando pra dentro fechando porta atrás com clique, pau já meia-bomba marcando short folgado, mão descendo pra apertar volume crescendo enquanto avança colchão rangendo alto sob peso dele. Jenn congela gemendo surpresa mas tesuda.
Jenn - Tio Lu? Vem cá ver a Dudinha me fodendo gostoso, entra na brincadeira que a gente divide.
Ela pisca maliciosa pra ele, pernas ainda enroscadas em mim abrindo mais convidativa, cheiro de tesão misturando suor dele no ar abafado, luar pintando contornos duros do corpo moreno dele parado ali rosnando fome. Meu riso sai leve e safado ecoando no quarto escuro.
Eduarda - Então esse era o plano de vocês o tempo todo?
Enquanto eu mergulho de boca na bucetinha melíflua da Jenn, língua afundando quente no mel grosso dela pulsando, clitóris inchado sugado forte arrancando grito agudo dela que arqueia costas no colchão rangente.
Jenn - Aiii Dudinha porra sua puta deliciosa, lambe tudo que eu gozo na tua boquinha agora!
Ela berra voz trêmula, unhas cravando minhas costas, quadris rebolando violento pra cima fodendo minha cara com xota encharcada escorrendo queixo abaixo. Bunda empinada virando pro tio Luciano na penumbra, nádegas redondas separando instintivo expondo cuzinho rosado e buceta própria melada brilhando no luar, ele grunhindo rouco atrás.
Eduarda - Caralho Dudinha, essa bundona violão me chamando pra foder, vocês são vadias idênticas.
O short dele caindo chão com som seco, pau grosso moreno latejando duro roçando minhas coxas internas quentes, mãos calejadas dele abrindo minhas nádegas forte cuspindo grosso na entrada apertada enquanto empurra devagar cabeça inchada forçando cuzinho piscando.
Jenn goza explosiva na minha boca jorrando squirt doce engolindo tudo, corpo convulsionando gemendo.
Jenn - Tio enfia na Dudinha que ela aguenta pauzão teu, fode ela enquanto ela me chupa!
Quarto cheirando sexo pesado, roncos abafados da casa distante sumindo nos nossos berros ofegantes, suor pingando lençol encharcado.
Eu sinto o pauzão grosso do tio Luciano forçando cuzinho apertado devagar abrindo anel rosado esticando dolorido mas tesudo ao limite, grunhido rouco dele ecoando.
Luciano - Puta que pariu Dudinha, teu cu engolindo meu cacete todo, relaxa que eu te arrebento gostoso.
Enquanto empurra fundo metendo bolão peludo batendo nádegas suadas, estocadas lentas virando marteladas violentas fazendo a cama ranger alto ameaça quebrar. Jenn ainda tremendo pós-gozo ri safada ofegante.
Jenn - Olha tio Lu fudendo a Dudinha no cu enquanto ela lambe minha xotinha melada de novo, vem mama meu peitinho que eu gozo mais.
Puxando a cabeça dele pros mamilos duros dela, ele se debruçando chupando voraz enquanto soca pauzão no meu rabo estalando palmadas vermelhas quentes, suor dele pingando minhas costas.
Minha língua fode buceta dela sem parar sugando resto squirt doce, gemidos meus abafados na carne parda dela vibrando clitóris sensível, corpo balançando ritmado nas bombadas dele agora alternando buceta minha também enfiando alternado cu xota melíflua estourando orifícios piscando.
Luciano - Vocês duas são putarias incestuosas perfeitas, vou encher esse cu de porra quente que escorre pro resto da família cheirar amanhã.
Ele rosna acelerando bombadas selvagens, quarto fedendo sêmen pré-gozo misturado mel nosso grosso, luar testemunhando orgia bagunçada lençóis rasgados encharcados, ar pesado gemidos ecoando paredes finas casa silenciosa noite adentro, unhas dela cravando minhas coxas enquanto ele me fode pro abismo gozo triplo explodindo.
Sinto o pauzão grosso do tio Luciano pulsar violento dentro do meu cu apertado, estocadas finais selvagens martelando fundo até ele explodir com um grunhido gutural.
Luciano - Puta merda Dudinha, toma tudo no teu rabo virgem! Tio vai encher de porra quente agora!
Jorrando jatos espessos e quentes que transbordam minhas entranhas, escorrendo grosso pelas coxas tremendo. Ele treme colado às minhas costas suadas por segundos eternos, depois puxa o pau melado com fios de sêmen pendurados, gemendo satisfeito enquanto pega a calça jeans do chão e veste rápido, o corpo ainda brilhando de suor. Eu gemo rouca, ofegante no colchão bagunçado.
Eduarda - Ai tio Lu... teu leite tá escorrendo todo no meu cu, que delícia... volta amanhã pra foder mais.
Viro o rosto com um sorriso safado, mão esticando pra apertar a bola dele uma última vez. Ele ri baixo, malicioso.
Luciano - Amanhã eu arrebento vocês duas de novo, sobrinhas gostosas. Durmam com o cu piscando minha porra.
Saindo do quarto na ponta dos pés, porta rangendo suave ao fechar. Ouço passos dele descendo as escadas escuro, depois barulho na garagem – ele pega as chaves da moto da tia Laura, irmã dele que deixou aqui emprestada pro tio usar. O ronco familiar da moto acelera pela rua vazia da noite, sumindo devagar no silêncio da vizinhança adormecida.
Jenn ri exausta, rolando pra me abraçar forte, peitinhos moles colando nos meus, cheiro de sexo doce na pele parda dela.
Jenn - Dudinha minha vida... tu comeu o pau do tio todo no cu enquanto lambia minha xota, que tesão louco. Dorme no meu colo que eu limpo teu rabo gozado de manhã.
Beija meus lábios inchados devagar, língua preguiçosa dançando na minha, olhos pesados fechando aos poucos. Eu suspiro saciada, corpo dolorido mas pulsando gostoso.
Eduarda - Te amo Jenn... melhor noite incestuosa ever, amanhã pedimos pro tio foder nós duas juntas de novo.
Aperto ela contra mim, nossas curvas nuas enroscadas nos lençóis pegajosos de sêmen e mel. O quarto fica quieto, só respiração ritmada acalmando, luar filtrando fraco pela cortina enquanto sono pesado nos leva, casa silenciosa com família dormindo alheia ao nosso segredo quente e proibido.