Ninguem nasce corno ou hotwife... nos tornamos - Episódio 2: O Álibi do Corno – Futebol, Traição e Exposição

Um conto erótico de Corno da Lu
Categoria: Heterossexual
Contém 3279 palavras
Data: 19/01/2026 11:27:15
Última revisão: 19/01/2026 14:49:10

Este texto quem narra sou eu o Luiz, nosso estilo de vida de cuckold e hotwife ja completa 20 anos, e foram muitas gozadas maravilhosas.

Tudo ficar mais facil quando voce assume seu papel, qdo vc encontra seu proposito. o meu é de servir minha esposa. e de cuidar dela de ser o provedor de amor sem preconceito. sou e sempre fui fiel a ela, e para mim é fonte de muito orgulho eu ter uma esposa hotwife (é como se eu tivesse uma atriz porno so para mim). amo toda esta situação e agradeco ela todos os dias por ela ter me tornado que sou.

Gustavo, eu tambem tenho profundo respeito, soube muito bem assumir o papel de macho dela, sempre muito discreto e proporcionou gozos maravilhosos a ela, e condições unicas para mim.

Eu sempre fui o organizador e no episodio 3 ela que narrará como era a pegada de Gustavo na pratica !

Espero que gostem ....

Meu nome é Luiz. Branco, 52 anos, meio gordo, barriga proeminente de quem passa o dia sentado no home office, eu vivo para Lúcia — uma morena mignon de 1,54 m, 62 kg de curvas que me destroem: bunda empinada que faz qualquer homem virar a cabeça, peitos siliconados firmes transbordando qualquer decote, cintura marcada e coxas grossas que balançam hipnotizantes. Ela parece a Sheila Carvalho nos tempos de ouro: rosto redondo, lábios carnudos, olhos castanhos expressivos e um sorriso malicioso que promete safadeza sem limites. Aos 53 anos, ela tem energia pra me humilhar o dia inteiro, e eu amo cada segundo disso, mesmo que me mate por dentro.

Fazia 20 dias desde aquela tarde no ibis Ribeirão Shopping. Vinte dias sem notícia do Gustavo. Nenhum zap, nenhuma ligação, nada. Eu vivia um inferno delicioso: quase 80 dias sem gozar, o pau duro o tempo todo na calça do home office, bolas inchadas doendo a cada passo, pré-gozo vazando como se eu fosse um adolescente sem controle. Acordava de madrugada com pau latejando, tentava me masturbar com dois dedinhos, mas parava antes do gozo, chorando de frustração, pensando: “Eu queria parar tudo. Dizer pra Lúcia que não aguento mais, que tenho medo de perder ela, de virar piada pros amigos. Mas toda vez que eu pensava em desistir, meu pau endurecia só de lembrar do Gustavo me chamando de corno na padaria, da promessa dele rasgar o cu dela. Eu odiava isso... mas amava mais ainda”.

Lúcia, minha deusa cruel, escalava a tortura todo dia. De manhã, ela acordava nua, esticando o corpo contra o meu, peitos siliconados roçando no meu peito, e sussurrava com voz manhosa:

— Bom dia, corno manso. Dormiu bem sonhando com o Gustavo me fodendo? Olha esse pauzinho pequeno latejando... você goza rápido demais pra merecer isso. Seu dote é uma coisinha inútil que não chega nem perto do pau do Gustavo.

Eu gemia baixo, pau latejando, mas ela ria e saía da cama, me deixando ali sofrendo. À noite, o ritual era pior: ela usava o consolo de 18 cm chamado “Gustavo”, montava nele de quatro na cama, bunda empinada na minha cara, e ordenava:

— Chupa minha buceta enquanto o Gustavo me come, corno. Sente como um pau de verdade enche tudo... o teu é uma piada pequena e inútil que goza antes de eu sentir qualquer coisa. Compara: esse consolo tem veias, é grosso, veiudo... o teu pauzinho mal encosta na minha bunda.

Eu chupava, língua no clitóris dela, ouvindo ela gemer “Gustavo… me fode…”, e meu pau encostava na bunda dela, atritando sem entrar. Ela gozava gritando, depois tirava o consolo melado e forçava na minha boca:

— Limpa o pau do Gustavo, corno. Engole meu gozo nele. E diz em voz alta: “Eu sou um corno manso com pau pequeno e inútil que goza rápido demais”.

Eu obedecia, voz tremendo, pau vazando pré-gozo no lençol: “Eu sou um corno manso com pau pequeno e inútil que goza rápido demais”. Ela ria, me obrigava a beijar o consolo e agradecer: “Obrigado, Gustavo, por fazer minha esposa gozar melhor que eu”. Depois me mandava masturbar com dois dedinhos, mas parava antes do gozo: “Não ainda, corno. Aguenta mais. Você só goza quando o Gustavo de verdade gozar em mim de novo”.

Eu sofria, chorava baixo de frustração, mas o tesão me consumia. Andava pela casa com bolas inchadas, pau duro o dia todo, pré-gozo molhando a cueca. Ela me humilhava o tempo todo: no quintal, tomando sol nua apesar das câmeras, ela chamava eu pra passar óleo na bunda dela e dizia alto o suficiente pros vizinhos ouvirem: “Corre, corno, passa óleo na minha bunda antes que o Gustavo venha fazer isso direito. Seu pauzinho pequeno nunca vai entrar aí... só serve pra vazar pré-gozo de vergonha”.

Era uma terça-feira, 18 de janeiro de 2026, final de tarde, eu terminando uma reunião no Zoom sobre consultoria, quando o celular vibrou. Uma mensagem de Gustavo: “E aí, corno? Tá vivo? Vamos tomar uma cerveja na Panimi hoje às 18h? venha de tenis ! Tenho uma ideia pra repetir sem risco”. Meu pau endureceu na hora, coração disparou, mãos suaram. Eu queria apagar a mensagem, dizer pra Lúcia que não ia, que tinha medo de tudo desabar, de perder ela, de virar piada pros amigos. Mas meu pau latejava, vazando pré-gozo, e eu mostrei pra Lúcia, que estava na cozinha de short jeans curtinho, sem calcinha, bunda empinada brilhando de óleo.

Ela riu alto, apertou meu pau por cima da calça, sentindo o pré-gozo vazar:

— Meu Deus, corno... ele te chamou de corno no Zap e você tá duro só de ler? Patético. Vai lá, encontra com ele, implora pra ele me foder de novo. Mas se ele topar, você vai sofrer mais... vai me preparar sua esposa para o macho dela, e depois limpar e cuidar minha buceta. E sem gozar até eu mandar, frouxo. Te amo por ser assim, um corno manso que so serve para me amar e me servir.

Ela deu um tapa na minha cara, leve mas degradante, e foi pro quintal tomar sol nua, deixando eu ali, pau duro, suando de vergonha e excitação. Eu queria parar tudo — ligar pro Gustavo e dizer que não ia, que era demais. Mas meu pau latejava, vazando mais pré-gozo, e eu fui. Às 17h30 saí de casa, dirigi até a Panimi com o pau semi-duro o tempo todo de tensão, pensando: “Eu odeio isso... mas não consigo parar”.

A padaria estava movimentada, cheiro de pão fresco, gente conversando. Gustavo já estava no canto, moreno magro,, barba por fazer, camisa social aberta no peito, calça jeans . Ele viu eu entrar, acenou com um sorriso superior e apontou a cadeira.

— E aí, corno? Senta aí. Cerveja? — disse ele, voz alta o suficiente pra uma mesa próxima olhar estranho.

Eu sentei, mãos suadas no colo, olhos baixos, voz tremendo:

— Oi, Gustavo... sim, uma cerveja.

Ele pediu duas long necks, depois se inclinou pra frente, voz baixa mas dominante, olhos fixos nos meus como se eu fosse um subordinado patético:

— Faz 20 dias, corno. Como esta a Lucia, ela quer mais ? Ela me disse que vocês tem um consolo com meu nome ! E que vc usa nela e da beijinhos dele depois que ela se satisfaz ?. Verdade isso? Conta aí, vai. Seja homem... ou o que sobrou de homem em você.

Eu engoli seco, rosto vermelho, pau endurecendo na calça só de ouvir a humilhação. Voz gaguejando, suando frio:

— Sim... ela... ela tá louca por você, nao posso negar. Diz que você a fode como eu nunca vou conseguir... que meu pau é pequeno e gozo rápido demais. Eu... eu aceito isso. Aceito ser corno pra ela ser feliz.

Gustavo riu baixo, bebendo um gole da cerveja, tom alfa total, cruzando os braços musculosos:

— Boa, corno. Sabe.. eu li um pouco desta fantasia de corno, tenho muitas ideias... Lucia comentou que vc e um frouxo e que gosta de ser humilhado, entao (dando um gole) disse : Anda comigo, que voce vai ser o maio corno de Sertãozinho. Quer ser um corno anonimo ou conhecido ! ? Escolhe, frouxo.

Eu baixei a cabeça, pau latejando dolorosamente, pré-gozo molhando a cueca:

— Eu... eu prefiro sofrer em silêncio.

Gustavo sorriu superior:

— Ótimo, corno. Por isso te chamei. Eu jogo futebol de salão toda terça às 19:30 na quadra do Zito. Vem jogar hoje comigo. Vou te apresentar pros caras, e a gente combina algo pra eu foder ela de novo sem risco. Mas você vai sofrer no campo, corno... olha essa barriga mole. Os caras vão te destruir. E você vai gostar, né? Porque humilhação te deixa de pau duro.

Eu assenti, submisso, pau duro latejando de vergonha:

— Tá bom... eu vou.

Gustavo bateu no meu ombro com força, me fazendo doer:

— Boa, corno. Vai ser seu álibi perfeito. Mas vem preparado pra levar zoação... você parece o tipo que leva caneta e cai. E depois, tomando cerveja, a gente combina o resto. Ah, e você paga as cervejas hoje, né? Marido corno paga tudo.

Eu senti o pau pulsar mais forte, desconforto misturado com excitação. Bebi a cerveja rápido, tentando disfarçar a ereção. Gustavo pagou a conta no final, rindo: "Brincadeira, corno. Eu pago hoje. Mas na terça você paga as cervejas de todo mundo, deixe seu carro ai e vamos no meu".

Dirigimos até a quadra do Zito, uma quadra de futebol de salão simples mas bem mantida no bairro, luzes fortes iluminando o gramado sintético, cheiro de suor e borracha no ar. Uns 10 caras já estavam lá, amigos de Gustavo — Mario (dono da garagem onde Gustavo trabalha, putanheiro conhecido), Pedro (dono de lava-rápido), Tonho (advogado), e outros mecânicos fortes, vendedores tatuados. Todos suados, rindo alto, brincando uns com os outros. Gustavo me apresentou, voz alta:

— Galera, esse aqui é o Luiz, marido da Lúcia, minha ex. Ele vai jogar no meu lugar hoje... tá precisando de exercício, olha essa barriga mole dele! Vai ser fácil passar por cima.

Mario, o putanheiro dono da garagem, riu alto, dando tapa nas minhas costas:

— Caralho, Gustavo, marido de sua ex? Que porra e esta ? O cara parece que nunca jogou bola na vida! Corre direito ou vai pra casa chorar com a mulher.

Pedro, dono do lava-rápido, completou:

— Olha esse rosto vermelho... tá nervoso, novato? Ou tá escondendo algo?

Tonho, o advogado, piscou:

— Relaxa, Luiz. Gustavo nunca falta. Deve ter rolo ai .. né, Gustavo?

Eu, branco e fora de forma, fiquei vermelho, suando antes mesmo de começar, pau semi-duro na bermuda de tanto desconforto. O jogo foi um pesadelo: eu tropeçava, errava passes, levava canetas humilhantes. Mario me deu uma caneta e gritou: “Ei, barrigudo, corre porra ! Corre direito!”. Os outros riam: “Gustavo, onde encontrou este sujeito ? Ele não aguenta 5 minutos!”. Gustavo piscava pra mim do banco: “Aguenta aí, corno. Isso é treino pra você aguentar me ver foder sua mulher”.

Foram 10 minutos e eu saí do jogo destruído, suado, pernas doendo, pau duro de excitação com a zoação pública — os caras pareciam desconfiar de algo estranho, olhando pra mim de lado, mas eu não comentava nada, só sofria em silêncio, o tesão crescendo.

Decidiram terminar, ja que muitos faltaram, o grupo sentou no barzinho ao lado da quadra, mesas de plástico, cerveja gelada fluindo. Gustavo me puxou pra um canto, voz baixa pra amigos não ouvir, tom alfa total, olhos nos meus:

— Tá vendo, corno? Isso é perfeito. Toda terça eu "jogo bola" aqui. Você vem no meu lugar, joga com os caras como o frouxo que é, e eu fodo sua mulher no mesmo horário. Álibi perfeito — minha mulher acha que tô aqui, a sua acha que você tá jogando. Ninguém desconfia. Mas você paga as cervejas de todo mundo toda vez, manda foto sua na quadra pra provar que tá cobrindo, e cuida dela direito depois — limpa ela toda, e todo mundo ganha. Entendeu?

Eu, pau duro latejando na bermuda suada, voz tremendo, olhos baixos, excitado com o risco de os amigos ali perto ouvirem algo:

— Entendi, Gustavo... eu... eu faço isso. Obrigado.

Gustavo riu baixo, batendo no meu ombro com força:

— Boa, corno. Você é um bom marido... pro meu pau. Fala pra ela que terça eu vou cobrar a promessa dela ! ela sabe do que eu to falando !. E você prepara tudo: hotel, lingerie, cervejas e leva pomada pro cuzinho rasgado. Isto tudo ficar so entre a gente. por enquanto !

Os amigos notaram o papo baixo. Mario perguntou alto, rindo, cerveja na mão:

— Ei, Gustavo, o que você tá combinando com o barrigudo aí? Ele parece teu empregado... tá suando mais que no jogo! Tem mulher no meio?

Gustavo piscou, alfa como sempre:

— Nada, Mario. Só combinando que ele joga no meu lugar na próxima. Tenho uns compromissos... familiares.

Os caras riram, olhando pra mim desconfiados: “Compromissos, né? Mulher nova? Ei, Luiz, você tá corado... tá escondendo algo?”. Eu fiquei vermelho, suando mais, pau latejando de excitação com a exposição pública — eles pareciam desconfiar, mas eu não comentava nada, só gaguejava "Nada não... só futebol". Gustavo deu uma piscada pra mim: "Relaxa, corno. Eles não sabem... ainda".

Voltei pra casa tarde, cheirando a suor e cerveja, pau ainda semi-duro de tensão e excitação com o risco. Lúcia estava no sofá, de camisola transparente, peitos siliconados quase escapando, taça de vinho na mão, esperando ansiosa.

— E aí, corno manso? Como foi com o Gustavo? Ele quer me foder de novo? Conta tudo, seu corno... olha seu pau duro só de pensar.

Eu sentei, voz baixa, contando tudo: o zap, a cerveja na Panimi, o convite pro futebol, o jogo humilhante onde me zoaram de gordo e inútil, o combinado do álibi em tom baixo na cerveja. Lúcia riu alto, excitada, sentando no meu colo, esfregando a buceta molhada na calça suada:

— Meu Deus, corno... você vai jogar bola no lugar dele pra eu poder transar? Olha vc leva jeito. mas perfeito. Toda terça agora? Álibi pronto. E os amigos dele? Eles te zoaram ? Chamaram de corno? Aposto que você ficou duro com a zoação pública, né? Mostra aqui... vazando pré-gozo de vergonha.

Eu assenti, pau endurecendo mais, voz tremendo:

— Sim... riram de mim no campo... Gustavo combinou baixo, mas eles desconfiam. Um cara perguntou se era "mulher nova". Eu... eu me excitei com o risco, mas não comentei.

Lúcia apertou meu pau, rindo cruel:

— Delícia... conheço os amigos dele, ninguém presta ali. Seu pau duro de novo, né? Você ama isso, corno. Ama ser o marido que cobre o amante enquanto leva zoação. Agora o local: ainda não pode ser aqui em casa, mas tem nossa casa no bairro São João, ela ta vazia , esta para alugar. Perfeito — discreta, sem vizinhos curiosos. Você limpa, ajeita tudo deixa pronta pra terça. Eu e Gustavo vamos transar lá toda semana, enquanto você joga bola como corno manso. Mas antes, estou excitada quero gozar com voce dizendo em voz alta: “Eu sou um corno com pau pequeno que ama ver a esposa ser fodida por outro”.

Eu obedeci, e mecanicamente busquei o consolo "GUSTAVO" peguei o gel, mas ele disse : Não.. melhor gel é a saliva de corno ! e assim foi, introduzi todo ele ate a base e comecei a sugar seu grelinho, e disse alto, voz quebrada: “Eu sou um corno com pau pequeno que ama ver a esposa ser fodida por outro”. Ela riu, mandou eu aumentar o entra e sai gozando e me obrigou a beijar o consolo: “Obrigado, Gustavo, por fazer minha esposa gozar melhor que eu”. Meu pau vazou mais pré-gozo de humilhação.

Na manhã seguinte, eu pesquisei na internet e comprei alguns acessórios para tornar o anal mais prazeroso para Lúcia — ela tinha medo da brutalidade de Gustavo, mas queria repetir. Sentei no home office, pau duro só de pensar, e busquei "como tornar anal prazeroso para esposa limpeza chuca plugs lubrificantes". Li vários sites: relaxamento com respiração profunda, preliminares longas, lubrificante à base de água em abundância, começar com dedo, depois plug pequeno pra dilatar. Comprei online: seringa para chuca, plugs progressivos (pequeno, médio, grande), lubrificante íntimo. Quando a entrega chegou, Lúcia viu e riu:

— Meu corno pesquisando chuca? Patético... vai me preparar pro pau do Gustavo rasgar meu cu. Você nunca vai me comer por traz ! só limpar cuidar.

Na sexta a tarde, o que comprei pela internet chegou e decidimos fazer um test-drive !

Fiz a chuca nela, e ela ansiosa disse : Coloca o plug médio agora, corno. Dilata meu cuzinho pro macho alfa.

Eu obedeci, lubrifiquei o plug com a letra “G” gravada (comprei personalizado, de tanto tesão humilhado), inseri devagar no cu dela enquanto ela gemia: “Isso... dilata pro Gustavo... seu pauzinho nunca vai chegar perto”. Ela amou tanto que passou o final de semana e segunda com ele. Disse que sabe ele ve que esta abertinho e fode com mais forca ! o Gustavo e bem ciumento corno !

Terça chegou. Lúcia se preparou: chuca com a seringa que eu ajudei, plug médio no cu pra dilatar, lubrificante pronto. Ela me humilhou: “Olha, corno... meu cu tá pronto pro Gustavo. Você só encosta com a língua depois”. Eu dirigi até a quadra do Zito, deixando ela na casa vazia. Meu pau duro o caminho todo.

Na quadra, os caras já me zoavam: “Ei, barrigudo, veio de novo? Gustavo sumiu, hein?”. Eu joguei mal, levando tapas e canetas, Marco rindo: “Você joga boi, Luiz! Corre direito ou vai pra casa chorar”. Eu suava, vermelho, pau duro de excitação com a exposição — eles desconfiavam, mas eu não comentava, só sofria, tesão crescendo.

Enquanto isso, Lúcia me contou depois: Gustavo chegou na casa vazia, moreno magro, pau já duro na calça. Ele rasgou a cinta-liga branca, meteu na buceta sem dó, depois virou ela de quatro: “Agora o cu, safada... como prometi”. Alucinou com o Plug com a letra G, tirou ele, pediu para ela ficar de 4 sobre um colchonete, empinar e enfiou devagar com lubrificante, depois forte, sem piedade, dois dedos na buceta dela enquanto metia. Ela gritou de dor e prazer: “Me rasga, Gustavo... fode meu cu... meu corno nunca vai conseguir isso!”. Ele gozou dentro do cu, deixando escorrer, batendo na bunda: “Isso é pro corno limpar depois”.

No horario eu deixei a quadra e fui buscar ela em nossa casa. encontrei Lúcia deitada de bruços, toda marcada: mordidas no pescoço, tapas na bunda, cu dilatado vazando porra. Ela sorriu cruel:

— Vem, corno... limpa o gozo do Gustavo do meu cu. estava te esperando. E diz em voz alta: “Eu sou um corno que ama limpar o gozo do amante da esposa”.

Eu obedeci, língua no cu dela, engolindo o gozo salgado misturado com lubrificante, voz tremendo: “Eu sou um corno que ama limpar o gozo do amante da esposa”. Ela gemeu de prazer, apertando minha cabeça: “Isso, corno... sente o pau dele dentro de mim. Você é o marido mais corno e te amo por isto”.

No final da noite, Gustavo me adicionou ao grupo de futebol do WhatsApp. O grupo, além de marcar jogos, rolava sacanagem pesada: vídeos de sexo, fotos de mulheres nuas, zoação pesada. Gustavo, se sentindo o macho alfa, mandou uma mensagem privada pra mim: “Adicionei você no grupo, corno. Os caras vão ver fotos da sua mulher sem rosto... bunda marcada, peitos, cu dilatado. Vou postar aos poucos, pra eles saberem que tô comendo uma casada gostosa. Você vai ver tudo... e sofrer calado. Próxima terça eu rasgo ela de novo”.

Eu li, pau duro latejando de humilhação e excitação, mas não respondi — o risco de exposição pública me destruía, mas me excitava mais que tudo. Eu sabia: isso era só o começo. O próximo episódio ia ser pior.

**Fim do Episódio 2**

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Comentários

Foto de perfil de Maísa Ibida

Olá Corno da LU. você gosta de ser corno submisso legal isso.

tbm tenho um texto "0 amigo do meu marido me enrabou`" então. se possivel comente e vote e deixe se recadinho de corno submisso.

enfim, corno da Lu. texto tá votadsmo✪✪✪

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