A foda perfeita: Parte II

Um conto erótico de Quase Alguém
Categoria: Heterossexual
Contém 957 palavras
Data: 19/01/2026 11:00:38

Já tinha percebido o tipo de mulher que Jéssica era. E queria muito ir além, descobrir todos os segredos e gostos dela na cama. Meus sentidos estavam aguçados: seu cheiro parecia me entorpecer; sua pele parecia por fogo na minha; e seu gosto era doce, irresistível. Ela estava ali, molhada como nunca, toda aberta e entregue a mim, como um convite irresistível. Cuidei de pôr uma camisinha e logo me posicionei em cima dela.

Esfregava minha pica na bucetinha molhada, massageando o clitóris e fazendo leves pressões ao passar perto da entrada. A cada esfregada, um pouco mais dentro. Ela não dizia nada, olhava pra mim com cara de safada e sorria, gemia de levinho enquanto agarrava a fronha, esperando meu próximo movimento.

Quando o desejo ficou incontrolável, comecei a penetrá-la. Era difícil conter a vontade de socar de uma vez. Ao mesmo, tempo, queria desfrutar lentamente de cada centímetro daque pepeca maravilhosa. Ela gemeu alto quando terminei de enfiar tudo, depois me entrelaçou com as pernas, me deixando preso dentro dela alguns segundos. Eu a olhava nos olhos, ela não parecia nem um pouco tímida, mas já não era a "loba" que havia me levado até ali. Comecei a me mexer devagar, quase tirando todo o membro e depois colocando até o fundo. A cada rodada, ela abria mais as pernas como quem me permitia tentar mais e mais. A cada estocada um pouco mais de firmeza, ainda cadenciado, mas com força para arrancar gemidos deliciosos dela.

- Eu quero forte!

Ela disse com uma voz hipnotizante, despertando um instinto que nem eu sabia ter. Ela abriu de vez as pernas e as segurou, deixando a buceta completamente exposta para mim. Sem perder tempo, comecei a meter com força. Não tão rápido, mas muito forte.

O quarto era tomado pelo barulho dos nossos corpos se tocando. Ela gemia alto, um som delicioso de ouvir. Eu quase urrava de prazer. Parecia um animal faminto, querendo mais e mais aquele sexo.

Eu me abaixava as vezes e beijava sua boca, ela quase não conseguia se concentrar para isso. Após alguns segundos começava a gemer intensamente, me olhava nos olhos e apenas sorria de satisfação.

- Com toda a força agora, eu tô quase.

Eu ouvi isso e segurei suas pernas, levantando-as um pouco mais. Ela estava com a buceta completamente aberta, e se agarrava na cabeceira da cama enquanto olhava para baixo para ver-se ser penetrada por mim.

Aumentei o ritmo e a força. Socava sem nenhum receio, até sentir sua buceta contrair e, estranhamente, ela parar de gemer por um segundo. Em seguida, ela segurou meu braço e apertou, olhou nos meus olhos e gemeu alto, gozando intensamente. Eu enfiei meu pau até o final e parei, observando ela gozar, enquanto massageava seu clitóris.

Estávamos ofegantes, suados, quase sem energia, mas pegando fogo com a situação. Ouvimos vozes de pessoas andando em casa, sua família havia chegado. Porém, eu não estava preocupado com isso.

Deitei ao seu lado, com o pau duro ainda apontando pra cima, pensando e tentando digerir aquela transa. Jéssica segurou meu pênis firme, se virou para mim e começou a massagear. Ela punhetava leve no começo, mas, aos poucos, enquanto se recuperava do orgasmo, ia aumentando o ritmo.

- Isso foi gostoso. - disse, sorrindo para mim.

- Muito gostoso, não esperava ter um dia tão bom hoje. Mas, queria uma última, antes de eu ir.

Ela sorriu, arrancou a camisinha, mamou meu pau um pouco e se levantou na frente da cama.

- Me diz como você quer, farei o que você quiser.

Eu quase gritei de alegria nesse momento, me levantei, beijei sua boca e pedi que ficasse de quatro na beira da cama.

Ela obedeceu, empinou bem a bunda e ficou de quatro para mim. A visão do cuzinho e da bucetinha rosados, toda aberta pra mim, era deliciosa. Eu comecei a lambê-los, chupar e beijar. Com calma e carinho, enquanto ela se contraia e piscava ao sentir minha língua.

Aos poucos ela foi indo mais para a frente na cama, até se virar e pedir que eu fosse logo. O barulho das pessoas nos cômodos ao lado não incomodava, mas sabia que agora precisaria ser mais calmo.

Coloquei mais uma camisinha, me posicionei atrás dela e coloquei o pau na entrada da bucetinha, que escorria de tão molhada. Quando estava enfiando, senti sua mão frear meu corpo, segurando meu pênis.

- Aqui não, gatinho. Quero mais. - ela deu um sorrisinho safado e colocou meu pau na entrada do cu. - Vem com calma, estou sem lubrificante, mas seu pau tá bem melado.

Eu estava receoso, mas não dava pra resistir. Enfiei devagarzinho até sentir a primeira parte entrar. Ela fez um barulho de dor, mas não reclamou, apenas se inclinou mais ainda. Eu segui até o final, quando sentir tudo dentro dela.

Bombei de leve, com calma, apertando as nádegas e as afastando para que pudesse facilitar a entrada. Quando aumentei um pouco o ritmo, não resisti. Apenas avisei que ia gozar e ela virou o rosto para ver. Foi ainda melhor que a primeira, quase me fez cair para trás. Voltei a me deitar ao seu lado, dessa vez, com ela sobre meus braços. Ficamos um bom tempo relaxando, sem falar nada, apenas trocando alguns carinhos. Quando me dei conta, já era quase meia noite e eu precisava voltar ao hotel para dormir.

Ela me ajudou a chegar ao banheiro sem que ninguém me visse, entao me lavei e saí sorrateiro da casa. Na porta, nos despedimos e trocamos número de celular.

Quase não dormir essa noite e acabei trabalhando mal no dia seguinte. Mas, durante o mês que passei entre idas e vindas na cidade, tive vários momentos com Jéssica.

A mulher da foda perfeita.

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Comentários

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Excelente conto bem escrito e bem coordenado continue

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