Nunca fui um cara sortudo, pelo contrário, acho que sempre perdi mesmo quando as chances estavam todas ao meu favor. Porém, a vida sorriu para mim em um aspecto específico: viajar. Desde que me entendo por gente, minha família esteve regularmente na estrada. Seja por trabalho, viagens a lazer ou alguma emergência, e eu sempre amei isso.
Quando completei meus 18 anos, meu pai foi promovido na empresa em que trabalhava. A partir dali, cuidaria de obras em vários locais do país, voltando para casa apenas aos finais de semana. Por conta dos aspectos logísticos das viagens e como eu entendia bastante de construção civil, ele resolveu me contratar e levá-lo com ele, até que eu conseguisse passar no vestibular.
Acontece que, para minha surpresa, nossa primeira viagem foi relativamente curta, de carro mesmo, para uma cidade no interior que moramos por 1 ano, e onde eu fiz o 1º ano do ensino médio. Apesar de não ser um cara popular, consegui manter alguns contatos e fiz questão de pelo menos dar um rolê com o pessoal.
Chegamos a cidade no domingo a tarde e teríamos uma semana corrida a partir da segunda-feira. Então, assim que organizei as coisas no hotel, me despedi do meu pai e caí no mundo.
O primeiro a me responder foi Raul, um cara bacana e que era meu parceiro de vôlei na época em que estudamos juntos. Ele sempre teve bons contatos e, quando cheguei a sua casa, me disse que já sabia onde iríamos: um churrasco na casa de um dos nossos veteranos.
A casa era lindíssima, enorme, destoava das outras do bairro. Quando cheguei, percebi que a festa estava rolando a um tempo, todo mundo alto e barulhento, mas adorei o clima. Cerveja boa, comida boa e muita mulher bonita.
Raul foi procurar o namorado e eu fui buscar uma bebida. Foi então que, quase como numa cena de filme, eu vi Jéssica pela primeira vez. Aliás, eu já tinha visto ela inúmeras vezes, mas não daquele jeito. No ano em que estudamos juntos ela tinha recém terminado um noivado. Sua família era de uma igreja evangélica bem tradicional, seu pai combinou um casamento entre ela e Eduardo (atual namorado do Raul, inclusive), mas, por questões óbvias, acabou não dando certo. Não sei exatamente o que aconteceu a partir daí, mas fez muito bem a ela, estava uma delicia.
A partir daí, eu não conseguia tirar o olho dela, ficava reparando onde ia, atento tentando confirmar se estava acompanhada, babando e admirando cada pedaço daquele mulherão, de vez em quando, meu pau dava sinal de vida, reagindo aquela gostosa e eu tentava disfarçar. Raul, que estava ocupado com o namorado, mal ouvia minhas perguntas sobre ela, parecia tão preso quanto eu naquele momento.
O tempo passou, um pessoal foi embora, a noite começou a cair e eu resolvi chegar junto, pelo menos tentar (o álcool ajudou nessa hora).
- Oi, tudo bem? Você é a Jéssica né?
- Oi! Carlos, né? Eu lembro de você! - Ela disse isso com o sorriso mais encantador que eu vi, tremi na base nesse momento, mas precisava seguir firme.
- Poxa, quem diria? Não imaginei que lembrasse! Se soubesse, teria vindo falar com você antes.
Ela me olhava nos olhos, quase como se enxergasse todas as minhas intenções. Estava mais diferente do que eu imaginei, eu me sentia um peão ali, controlado por ela.
- Para ser sincera, imaginei que você nem fosse falar comigo, ficou tanto tempo só olhando.
Meu rosto corou de vergonha nesse momento, não achei que ela tivesse reparado, me senti um tarado, mas estava gostando da situação e onde ela parecia me levar.
- Bom, cá estou eu, mais do que só olhando agora. Que tal a gente trocar uma ideia e tomar alguma coisa ali? - Apontei para um pequeno sofá, perto da piscina. Ela não respondeu nada, apenas pegou uma cerveja no cooler e tomou a frente em direção ao lugar indicado.
Ficamos algum tempo trocando ideia, flertando de certo modo. Ela me contou sobre sua curiosa história amorosa e os motivos de ter abandonado a igreja. Eu apenas ouvia e fazia comentários as vezes, ainda meio enfeitiçado por ela. De vez em quando ela se jogava no meu colo, apoiava a mão na minha coxa, encarava minha boca enquanto eu falava, relava de leve no meu pau duro.
Perdi a noção do tempo ali. Quando Raul me gritou para avisar que iria embora, fiquei sem saber o que fazer. Já estava tarde, mas eu ainda queria continuar a conversa, esperançoso do que poderia vir a seguir.
Como eu disse, acho que a presa naquela situação era eu, quando ia me virar para me despedir de Jéssica, ela se dirigiu ao Raul:
- Tchau, amigo, depois a gente se vê. Deixa que eu cuido dele!
Não sei quem ficou mais feliz, eu ou meu pau. Mas nessa hora percebi que já estava no papo daquela gostosa.
- Olha, eu moro aqui perto e acho que não tem ninguém em casa essa hora, quer ir pra lá?
- Com certeza! - Minha resposta veio instantaneamente, num reflexo que me surpreendeu.
Ela pediu licença e foi trocar de roupa, enquanto eu me despedia dos conhecidos que ainda estavam por lá. Andamos alguns poucos minutos até a casa, que era bem perto, de fato.
Quando entramos, estava bem escuro, apenas as luzes dos postes iluminavam indiretamente uma das paredes da sala. Até procurei, por alguns segundos, o interruptor, mas logo desisti. Jéssica me puxou pelo braço e me guiou na escuridão até seu quarto. Entramos e trancamos a porta. Ela ligou a luz e ficou me encarando, olhava para meu shorts e mordeu os labios ao reparar a minha ereção.
Não falou nada mais, apenas veio até mim e me deu um beijo... e que beijo. Parecia encaixar perfeitamente, seu corpo colado no meu, sua língua na minha boca, os lábios macios. Aos poucos eu ia me soltando, a segurava firme pela cintura, beijava a bochecha, o pescoco. Nossa respiração era longa, pesada, mas fazíamos tudo com calma. A mulher caçadora de outrora, agora parecia entregue, se abrindo para mim.
Eu a ajudei a tirar a blusa e a parte de cima do biquíni. Quando vi aqueles lindos peitos na minha frente, nao resisti e caí de boca. Eu massageava e chupava, ela gemia baixinho e segurava meu cabelo, pressionando levemente contra seu corpo.
Eu a levei até a cama e continuava a beijá-la. Passeava pelos peitos, boca, pescoço e barriga. Tocava, massageava e apertava, enquanto ela gemia estirada na cama. Em dado momento, enquanto beijava sua boca, minha mão deslizou até o meio das pernas. Primeiro por cima, massageando sem muita força, esperando ela comecar a reagir aquele estímulo. Quando parou um momento nossos beijos para respirar, senti o quadril começar a se mexer, aí coloquei a mão por dentro dos shorts. Ela estava molhada, no ponto perfeito. Eu seguia beijando-a enquanto a masturbava, abafando seus gemidos com minha boca. Terminei de tirar sua roupa, até que tive sua primeira reação:
- Não é justo, você tem que ficar pelado também!
Sem questionar e com um tesão louco, eu tirei a roupa e fui para cima dela denovo, que me segurou, impedindo, meu avanço. Ela apontou a cama para que eu deitasse e começou a me punhetar.
- Deixa eu provar esse pau lindo! - Num movimento único, ela abriu bem a boca e engoliu quase a metade da minha pica. Tirou um pouco da boca e entao na segunda engoliu tudo. Uma profissional.
Ela revezava entre uma garganta profunda e lambidas deliciosas na glande. Eu apenas delirava de tesão até que uma ideia veio a cabeça - foder aquela boca.
- Você gosta disso, não é?
- Adoro!
- Então levanta, deixa eu tentar algo com você.
Meio a contragosto, mas sem questionar muito, ela se levantou e ficou em pé em frente a cama.
- Ajoelha, cachorra.
Ela sorriu e ajoelhou, olhou para o meu pau, lambeu os labios e ficou me encarando, esperando uma outra instrução. Eu a segurei pelo cabelo com uma das mãos, com a outra esfregava meu pau na sua cara. Ela colocou a língua pra fora e beijava, quando podia, minha pica.
- Abre bem a boca.
Sem que precisasse dizer mais nada, ela abriu, com a língua pra fora para facilitar o trabalho. Eu coloquei meu pau delicadamente, até o final, sentindo minhas bolas tocar seu queixo. Segurei alguns segundos e daí tirei. Ela estava ofegante, com os olhos lacrimejando, mas, pouco depois, me encarou e abriu a boca novamente.
Foi a minha deixa, eu sabia o que ela queria. Então, depois de por o pau na sua boca denovo, comecei a fodê-la. Eu segurava pelo cabelo com as duas mãos, socava gostoso na boquinha gostosa. As vezes, parava com o pau todo enfiado e a esperava engasgar. A cara dela sufocada pela minha pica era deliciosa. Ainda mais quando sorria depois de eu tirar meu pau da sua garganta. Nossa diversão durou algum tempo e então avisei que iria gozar. Tirei meu pau da sua boca e deixei o resto com ela, que chupou deliciosamente ate eu gozar. Ela só parou quando parou de escorrer até a última gota, limpou minha pica e deitou na cama. Ela estava excitada como uma gata no cio. E meu pau duro novamente para continuarmos...