“Êxtase”
Sexta-feira, 9 de março de 2012. O sol brilhava forte em Curitiba, um daqueles dias quentes de verão tardio que faziam o uniforme grudar na pele. A temperatura já passava dos 26°C, o céu limpo sem ameaça de chuva.
A última aula era de inglês. Tiago estava na carteira, concentrado na prova de leitura e gramática. O texto falava sobre viagens pelo mundo, mas ele mal conseguia focar nas palavras. Cada linha o fazia lembrar de Johnny: “The director’s office is like a secret world…”, “I want to explore new places…”. Ele mordia a ponta da caneta, o coração acelerado. A prova era simples, mas o tempo parecia arrastar. Quando terminou, entregou o papel à professora e ficou esperando o sinal, as pernas inquietas debaixo da carteira.
O toque estridente finalmente veio às 11:30. Os alunos saíram correndo, conversando alto sobre o fim de semana. Tiago esperou os últimos saírem, pegou a mochila e caminhou devagar pelo corredor, o uniforme já um pouco suado.
Na sala da direção, Johnny já tinha dispensado a secretária mais cedo.
— Pode ir almoçar antes, Maria. Eu fico aqui resolvendo umas coisas — disse ele com o tom calmo de sempre.
Ela agradeceu, pegou a bolsa e saiu. Johnny fechou a porta atrás dela e, antes de qualquer coisa, foi até as janelas e baixou completamente as persianas venezianas. A luz natural ficou bloqueada, mas a sala continuou bem iluminada pela lâmpada fluorescente de teto, que ele deixou acesa — uma luz branca e clara, forte o suficiente para destacar cada detalhe dos corpos, sem sombras escuras ou penumbra. Ninguém de fora poderia ver nada, mas dentro tudo ficava exposto e visível.
Minutos depois, Tiago bateu de leve na porta.
Ele entrou. Johnny estava de pé, camisa roxa com as mangas dobradas, calça preta marcando as coxas.
— Tranca — ordenou baixo.
Tiago girou a chave, o clique ecoando.
Johnny sorriu, os olhos azuis famintos.
— Meu garoto chegou.
Tiago largou a mochila no chão.
— Não aguentei esperar mais cinco minutos.
Johnny avançou, agarrou Tiago pela cintura e o beijou com pressa. As mãos já puxavam a camisa do uniforme, abrindo botões rápido, tirando tudo em segundos. Calça e cueca caíram junto. Tiago ficou nu, o corpo macio brilhando de suor leve.
Tiago fez o mesmo: desabotoou a camisa de Johnny, jogou no sofá, abriu o cinto, puxou calça e cueca para baixo. O pau de 20 centímetros saltou livre, já duro.
— Você é tão gostoso… — Tiago murmurou, passando as mãos pelo peitoral definido.
Ele se abaixou e lambeu todo o peito de Johnny: da clavícula até os mamilos, a língua quente traçando círculos. Chupou o mamilo direito com força, sugando, mordiscando de leve, enquanto a mão envolvia o pau grosso e masturbava devagar.
Johnny gemeu rouco.
— Isso… chupa mais forte… você me deixa louco, porra.
Johnny virou Tiago de costas, abraçou por trás, o pau duro pressionado na bunda macia. Chupou o pescoço dele, mordendo de leve, enquanto as mãos grandes subiam e apertavam os mamilos rosados, circulando, beliscando.
Tiago tremeu inteiro, o corpo todo arrepiado.
— Johnny… me fode… por favor…
— Calma, minha putinha. Hoje vai ser a primeira vez de verdade.
Johnny levou Tiago até o sofá.
— Fica de quatro, horizontalmente. Apoia os braços e o peito no encosto.
Tiago obedeceu, de quatro no sofá comprido, bunda empinada.
Johnny pegou o óleo da gaveta, passou no próprio pau, depois nos dedos. Espalhou no cu de Tiago, circulando devagar, entrando com um dedo, depois dois, abrindo.
— Relaxa… tá bem molhadinho… vai entrar gostoso.
Ele esfregou a glande no cu apertado, provocando.
— Tá pronto pra mim?
— Sim… vai devagar…
Johnny pressionou a glande. Tiago gritou baixo, abafando com a mão na boca.
— Calma… respira… só a cabecinha… tá lindo assim.
Esperou Tiago se acostumar, depois empurrou metade do pau. Tiago gemeu alto, dor misturada com prazer.
— Caralho… tá apertado demais… — Johnny rosnou.
Enfiou tudo de uma vez, devagar. Tiago revirou os olhos, a boca aberta num gemido longo.
Johnny começou a foder lentamente, entrando e saindo inteiro.
— Isso… aguenta… você é perfeito…
Aumentou o ritmo aos poucos. Segurou o quadril de Tiago com as duas mãos, metendo firme.
Tiago gemeu sem parar, o corpo tremendo.
— Mais devagar… por favor…
Colocou a mão no abdômen de Johnny, pedindo leveza.
Johnny diminuiu um pouco, mas continuou fundo.
— Tá sentindo tudo? Meu pau inteiro dentro de você…
Abriu bem o cu com uma mão, metendo enquanto dava tapas fortes na bunda do aluno.
Tiago mudou de posição: ficou com uma perna de quatro e a outra apoiada no sofá, abrindo mais. Segurou o bíceps duro de Johnny, apertando enquanto ele fodia forte e rápido.
— Isso… me fode… mais forte…
As tetas de Tiago quicavam sem parar, balançando a cada estocada.
Tiago gemeu alto, o corpo convulsionando. Gozou forte, jatos no sofá, sem tocar no pau.
Johnny continuou, tirou o pau, esfregou na entrada.
— Olha como tá aberto pra mim… lindo.
Voltou a meter tudo.
— Me fode… goza dentro… — Tiago pediu, voz rouca.
Johnny meteu forte e rápido, apertando as tetas de Tiago com as duas mãos, apertando os mamilos. Deu mais tapas na bunda, depois algumas estocadas profundas.
— Toma… piranha… vou gozar…
Gozo quente jorrou dentro do cu de Tiago, o pau inteiro enterrado, pulsando.
Johnny se inclinou, colou a boca no ouvido dele.
— Eu te amo, meu garoto.
Tiago, ofegante, virou o rosto.
— Eu também te amo, Johnny.
Continua…