BANDIDOS ME FIZERAM COMER MINHA MÃE E NEM PARARAM POR AÍ — PARTE 1

Um conto erótico de TATIANAPOLASTRO
Categoria: Grupal
Contém 2868 palavras
Data: 19/01/2026 08:12:11

Meu nome é Eronilson, mas todo mundo me chama de Ero. Tenho 18 anos, moreno escuro como meu pai era – ele era negro, forte, mas o câncer levou ele embora cinco anos atrás, deixando só lembranças e essa chácara isolada no meio do mato. A casa é velha, com paredes de madeira que rangem à noite, quartos cheios de poeira e segredos que eu guardo trancado no meu. Moro aqui com minha mãe, Maura, uma loira de 40 anos que ainda vira cabeças quando vai na cidade – seios fartos que esticam as blusas, quadris largos que balançam ao andar, olhos azuis que parecem tristes o tempo todo desde que o pai se foi. Tem minha meia-irmã, Luana, 20 anos, filha do primeiro casamento da mãe – loirinha patricinha, com pernas longas, bunda empinada em shorts curtos, maquiagem perfeita mesmo no calor úmido da chácara, sempre no celular reclamando da vida no interior. E a avó, Dona Rosa, 57 anos, ruiva tingida que se cuida como se fosse jovem, corpo firme, sardas na pele clara, olhos verdes que ainda piscam com uma malícia que me deixa inquieto.

Eu sou o tímido da casa. Falo pouco, evito olhares, passo o dia cortando lenha ou consertando cercas, suor escorrendo pelo peito enquanto minha mente vaga pros cantos errados. Sou punheteiro pra caralho – três vezes por dia, no mínimo. Tranco no quarto, mão voando no pau, imaginando as mulheres da casa: a mãe na cozinha, avental grudado no suor, seios balançando; Luana no sofá, pernas cruzadas, saia subindo; Dona Rosa na varanda, vestido florido colado nas curvas maduras. Meu pau é uma aberração – 26 centímetros quando duro, grosso como um punho, veias pulsando como cordas. Nunca toquei ninguém, só minha mão, mas as fantasias me comem vivo, a culpa queimando depois, mas o tesão voltando mais forte.

Aquela noite começou normal. O sol se pondo laranja atrás das árvores, o ar pesado de umidade, cheiro de terra molhada misturado ao ensopado que a mãe preparava na cozinha. Eu tava no quarto, porta trancada, calça arriada, mão no pau já duro, imaginando Luana de joelhos, boca quente engolindo tudo. Meu quarto era meu refúgio sujo – revistas pornô velhas escondidas debaixo da cama, pilhas de papel amassado com fotos impressas de loiras como a mãe, ruivas como a avó, patricinhas como a irmã. Eu gemia baixo, mão acelerando, quando o barulho veio: portas arrombadas, gritos roucos na sala, pés pesados batendo no assoalho.

Meu coração disparou, o pau murchando de medo. Puxei a calça rápido, saí correndo pro corredor. Na sala, dois caras armados – um alto e magro, tatuagens no pescoço, máscara cobrindo metade do rosto, pistola tremendo na mão; o outro atarracado, musculoso, olhos frios, escopeta no ombro. "Todo mundo quieto! Mãos pra cima!", berrou o alto, voz grossa cortando o ar. A mãe tava na cozinha, avental sujo de molho, olhos azuis arregalados, mãos tremendo. Luana no sofá, loirinha com maquiagem perfeita agora borrada de pânico, saia curta subindo nas coxas enquanto se encolhia. Dona Rosa na varanda, ruiva com vestido florido, cigarro caindo da mão, olhos verdes flamejando de raiva.

Eles nos juntaram na sala, pistolas apontadas. "Somos Magrelo e Tatu", disse o alto, Magrelo, rindo nervoso. "Assaltamos um posto ali na estrada, as coisas saíram do controle. Vamos ficar aqui uns dias, até a polícia esquecer. Ninguém chama ninguém." Tatu, o atarracado, cortou os fios do telefone com uma faca, quebrou o roteador com um chute, isolando a gente do mundo. Amarraram minhas mãos nas costas com fita adesiva, me jogando no chão como um saco. A mãe chorava baixinho, "Por favor, não machuquem as crianças". Luana gritava histérica, "Saiam daqui, seus animais!", até levar um tapa que a calou, rosto vermelho. Dona Rosa cuspiu no chão, "Vocês vão se arrepender", mas obedeceu, sentando ao lado da filha e da neta, mãos amarradas.

Eles revistaram a casa, pegando comida, dinheiro solto da gaveta da mãe, cervejas da geladeira. Sentaram no sofá, pernas abertas, olhos vagando pros corpos das mulheres – a mãe com avental desabotoado, seios fartos apertados; Luana com saia subida, coxas bronzeadas expostas; Dona Rosa com vestido colado no suor, curvas maduras chamando. "Família bonita, hein?", riu Magrelo, olhos fixos em Luana. "A loirinha aí é um luxo." Tatu grunhiu, olhando pra Dona Rosa: "E a ruiva velha? Ainda dá pra foder." Meu estômago revirou, medo misturado a algo sombrio – meu pau dando sinal de vida na calça, traindo meu corpo enquanto eu imaginava, odiando a mim mesmo.

Eles começaram a revistar os quartos. Quando entraram no meu, o coração parou. "Olha só isso, Tatu!", berrou Magrelo, puxando as revistas debaixo da cama – pilhas de pornô velha, fotos de loiras sendo fodidas, ruivas maduras de quatro, patricinhas chupando pau. "O moleque é punheteiro profissional!" Tatu riu alto, folheando uma revista com uma loira que parecia a mãe. "Tem até fotos impressas aqui. Olha essa – uma ruiva velha, igual à vovó ali." Eles trouxeram tudo pra sala, jogando no chão na minha frente. A mãe baixou os olhos, loira com rosto queimando de vergonha. Luana murmurou "Ero... que nojo", mas os olhos dela traíam curiosidade. Dona Rosa suspirou, "Deixem o menino em paz."

Mas os bandidos tiveram a ideia ali, olhos brilhando de malícia. "Sabe o que, Magrelo? Vamos começar com a mamãe loira. Ela criou um punheteiro assim, deve ser uma puta no fundo." Tatu assentiu, puxando a mãe pelo braço, loira tremendo, avental caindo do ombro. "Vem aqui, vadia. Vamos pro quarto do moleque. As outras ficam amarradas aqui na sala." Eles arrastaram Maura pro meu quarto, me forçando a ir junto, mãos amarradas, pau latejando apesar do terror. Luana e Dona Rosa ficaram na sala, amarradas no sofá, chorando baixinho, "Maura... não...".

No quarto, o cheiro de suor meu misturado ao perfume dela – loiro, floral, agora carregado de medo. Magrelo fechou a porta, pistola na mão, enquanto Tatu empurrava a mãe pra cama. "Tira a roupa, loira. Devagar." Maura tremia, mãos desabotoando o avental, blusa caindo, revelando seios fartos em sutiã branco simples, mamilos rosados endurecendo no ar frio. A calça desceu, coxas grossas, calcinha úmida apesar de tudo. "Por favor... não façam isso na frente do meu filho...", sussurrou ela, lágrimas escorrendo. Mas Magrelo riu, tirando a própria calça, pau duro saltando – 22 centímetros, grosso, veias pulsando, cabeça inchada. Tatu seguiu, pau igual, enorme, ameaçador.

Eles a deitaram na cama, Magrelo abrindo as pernas dela, cuspiu na boceta loira depilada, enfiou dois dedos devagar, girando, sentindo o calor apertado. "Molhada já, vadia? Você quer isso." Maura soluçou, "Não... por favor...", mas o corpo traiu, quadris arqueando levemente. Tatu se posicionou na boca dela, pau grosso encostando nos lábios. "Chupa, loira. Ou a gente vai pra sala e pega a patricinha." Ela abriu a boca, hesitante, lábios esticando em volta da cabeça, língua circulando involuntariamente, saliva escorrendo pelo queixo enquanto ele empurrava fundo, fodendo a garganta devagar.

Magrelo entrou na boceta dela de uma vez, pau grosso esticando as paredes internas, batendo fundo no colo do útero. Maura gritou abafado em volta do pau de Tatu, corpo arqueando de dor, lágrimas rolando. "Ai... devagar... tá grande demais...", gemeu ela quando Tatu saiu por um segundo. Mas eles não paravam – Magrelo metia lento, cruel, saindo todo pra voltar com força, som molhado ecoando no quarto. Tatu voltava pra boca, fodendo a garganta, bolas batendo no queixo dela.

Eu assistia, amarrado na cadeira do canto, pau endurecendo na calça, culpa me comendo vivo. "Olha o moleque aí, Tatu. Tá duro vendo a mãe ser fodida", riu Magrelo. Tatu assentiu, "Bate uma, pivete. Tira o pau pra fora e mostra como você faz pensando nela." Meu rosto queimou, mãos tremendo enquanto desabotoava a calça, pau saltando – 26 centímetros, descomunal, grosso como um braço, veias saltadas, cabeça roxa inchada. Os bandidos pararam por um segundo, olhos arregalados. "Nossa... enorme, kkkk! Olha isso, Magrelo, o moleque tem um pau de cavalo!" Tatu riu alto, "Vem aqui, pivete. Vamos fazer você participar. A mãe aguenta três."

Eles me desamarraram, me puxando pra cama. Maura olhou pra mim, olhos azuis cheios de lágrimas, "Ero... não... por favor...", mas o corpo dela tremia, boceta pingando. Eu não me controlava – era minha primeira vez, o tesão me cegando, pau latejando como nunca. Tatu me posicionou atrás dela, virando-a de quatro. "Entra no cu dela, moleque. A gente cuida da frente." Cuspi no anel apertado da mãe, pau encostando, empurrando devagar – o anel se dilatando dolorosamente, Maura gritando alto, "Ai... filho... não cabe... tá me rasgando!" Mas eu afundei, centímetro por centímetro, o calor apertado me sufocando, veias raspando nas paredes internas, batendo fundo nas entranhas.

Magrelo entrou na boceta dela por baixo, pau grosso esticando junto com o meu, paredes finas roçando os paus. Tatu na boca, fodendo a garganta. Maura convulsionava, corpo tremendo entre três paus, soluços misturados a gemidos roucos. "Por favor... devagar... eu não aguento...", chorava ela, mas gozava – orgasmo vindo em ondas violentas, boceta e cu apertando como torno, leiteando-nos. Eu não me controlava, metia rápido, descompassado, pau enorme dilatando o cu dela ao limite, transbordando umidade. Os bandidos riam, controlando o ritmo: "Devagar, pivete. Deixa ela sentir cada centímetro." Tatu acelerava na boca, saliva escorrendo pelos seios dela.

A noite se esticou assim – Maura aguentando três rolas, corpo suado, marcado de mordidas, sêmen enchendo-a por dentro e por fora. Eu gozei primeiro, jatos quentes no cu dela, transbordando pelas bordas enquanto continuava metendo, prolongando a agonia. Magrelo seguiu, enchendo a boceta, Tatu na boca, forçando-a a engolir. Ela desabou na cama, tremendo, olhos vidrados de prazer odiado. Os bandidos me amarraram de novo, deixando-a ali, quebrada. "Boa noite, família", riram, saindo pa sala. A noite se arrastou como uma lâmina lenta cortando a carne. Eu fiquei ali, amarrado na cadeira velha do meu quarto, as cordas de nylon cravando nos pulsos e nos tornozelos, o corpo inteiro doendo de tanto ficar na mesma posição. O cheiro de sexo ainda pairava pesado no ar – suor, porra, o almíscar cru da boceta e do cu da minha mãe misturado ao meu próprio sêmen seco na pele. Maura estava deitada na cama, nua, de lado, as costas viradas pra mim. Os cabelos loiros grudados no rosto suado, as coxas grossas marcadas de vermelho onde os dedos deles haviam apertado com força. O cu dela ainda piscava levemente, vermelho e inchado, um fio branco escorrendo devagar pela ranhura e pingando no lençol amarrotado. A boceta, aberta e melada, brilhava sob a luz fraca do abajur que ninguém apagou.

Ela não se mexia quase. Só respirava fundo, trêmulo, o peito subindo e descendo em soluços abafados. Eu via as costas dela tremerem a cada respiração. Não conseguia desviar os olhos. O pau, mesmo depois de tudo, dava espasmos na calça, uma pulsação idiota que me fazia odiar meu corpo mais do que nunca.

“Desculpa, mãe…”, sussurrei pela centésima vez, voz rouca, garganta seca. “Eu… eu não queria… me desculpa.”

Ela demorou pra responder. Virou o rosto devagar, os olhos azuis inchados, vermelhos, lágrimas secas nas bochechas. Tentou sorrir, mas saiu torto, quebrado.

“Tá tudo bem, filho…”, murmurou, voz fraca, quase inaudível. “Não foi culpa sua. Não foi.”

Mas logo em seguida o choro veio de novo, baixo, sufocado, como se ela tentasse esconder de mim. Ela puxou o lençol sujo pra cobrir o corpo, mas o movimento fez o sêmen escorrer mais, um fio grosso descendo pela coxa. Ela fechou os olhos com força, mordendo o lábio até ficar branco.

Eu queria morrer ali mesmo.

O dia seguinte amanheceu cinza, céu pesado, ar úmido grudando na pele. Os bandidos acordaram cedo, rindo alto na sala como se estivessem de férias. Magrelo entrou no quarto primeiro, chutando a porta aberta, pistola na mão.

“Levanta, moleque. E você também, loira. Vamos trabalhar.”

Maura tentou se mexer, mas o corpo não obedecia. As pernas tremiam, o cu doía tanto que ela gemeu baixinho só de tentar sentar. Magrelo riu.

“Deixa ela aí. Tá fudida demais pra andar. A ruiva e o pivete vão servir.”

Eles me desamarraram os tornozelos, mas deixaram as mãos nas costas. Amarraram Maura de novo na cama, de bruços, pernas abertas, calcinha rasgada ainda pendurada num tornozelo. Luana e Dona Rosa já estavam na sala, amarradas no sofá, olhos inchados de chorar a noite toda.

Magrelo olhou pra mim, depois pra Dona Rosa.

“Onde fica o galinheiro, pivete?”

“Uns dez metros depois do terceiro barracão…”, respondi baixo, voz tremendo.

Ele sorriu, dentes amarelos aparecendo.

“Levanta. Mostra pra gente. E você, ruiva, vai junto. Vai ajudar a trazer bastante ovo. Vamos ver se ainda serve pra alguma coisa.”

Dona Rosa levantou devagar, o vestido florido amarrotado, sardas mais visíveis no rosto pálido. Olhou pra mim com uma mistura de pena e raiva, mas obedeceu. Me empurraram pra frente, eu andando na frente, eles atrás com as armas. O sol batia fraco, o mato alto roçando nas pernas, o cheiro de galinha e esterco subindo forte.

O galinheiro era um barracão de madeira velha, telhado de zinco enferrujado, cheiro forte de penas e merda. Galinhas cacarejavam nervosas quando entramos. Magrelo fechou a porta, trancou por dentro com uma tranca velha. Tatu ficou do lado de fora, vigiando.

“Agora, moleque…”, disse Magrelo, encostando a pistola na minha têmpora. “Tira a roupa. Tudo.”

Eu obedeci tremendo. Calça caiu, cueca caiu, pau saltando pra fora – já meio duro só de ver a avó ali, ruiva com o vestido subindo nas coxas, olhos verdes arregalados. Magrelo assobiou.

“Caralho… de novo esse monstro. 26 centímetros, né? Tá vendo, ruiva? Seu netinho tem um pau de cavalo.”

Dona Rosa baixou os olhos, mas o corpo dela tremia. Magrelo a empurrou contra a parede de madeira, levantou o vestido por trás, rasgou a calcinha branca com um puxão.

“De quatro, vovó. Empina esse rabo pra neto.”

Ela obedeceu devagar, joelhos no chão sujo de palha, nádegas maduras empinadas, cu rosado piscando no ar úmido. Eu fiquei parado, pau latejando, lágrimas escorrendo.

“Entra no cu dela, pivete. Sem cerimônia.”

Cuspi na palma, esfreguei no pau, encostei a cabeça grossa no anel apertado. Dona Rosa gemeu baixo, “Por favor… não…”.

Empurrei. A cabeça forçou, esticou o anel ao limite, ela gritou alto, corpo convulsionando.

“Ai! Tá rasgando! Menino… devagar!”

Mas eu não conseguia parar. O calor apertado me sugava, as paredes internas pulsando em volta do pau. Afundei mais, centímetro por centímetro, veias raspando, ela gritando rouca, unhas cravando na madeira. Magrelo filmava com o celular, rindo.

“Olha isso, Tatu! A vovó sofrendo na vara do neto. Continua, moleque. Fode ela inteira.”

Cheguei no fundo, bolas batendo nas nádegas, ela soluçando, corpo tremendo. Comecei a meter devagar, saindo quase todo, voltando com força. O cu dela se dilatava mais a cada estocada, vermelho, inchado, umidade escorrendo misturada a suor. Ela gritava, “Menino… dói… por favor…”, mas o corpo traía – a boceta pingava, clitóris inchado roçando na palha.

Magrelo se aproximou, pau duro na mão.

“Agora a buceta. Vai na frente.”

Virei ela de costas, deitei no chão sujo, ela em cima. Segurei o pau, encostei na entrada molhada – era macia, quente, deslizava fácil, diferente do cu apertado da mãe. Entrei devagar, sentindo as paredes internas abraçarem, úmidas, quentes. Era minha primeira vez numa buceta. A sensação me fez gemer alto.

“Caralho… tão molhada…”, murmurei sem querer.

Dona Rosa gemeu, olhos fechados, lágrimas escorrendo.

“Menino… vai devagar… eu sou sua avó…”

Mas os bandidos riam.

“Mais rápido, pivete! Fode ela como homem!”

Acelerei, quadris batendo forte, pau enorme entrando e saindo, som molhado ecoando no galinheiro. Ela gritava, “Devagar… ai… tá muito fundo!”, mas gozava, corpo convulsionando, boceta apertando em espasmos.

Magrelo entrou no cu dela por trás, em pé mesmo. Dupla penetração – eu na buceta, ele no cu, paus roçando através da parede fina. Ela urrou, corpo arqueando, gozando de novo, lágrimas misturadas a baba escorrendo pelo queixo.

Tatu entrou, empurrando Magrelo, metendo forte na buceta dela enquanto eu saía. “Você arrombou geral em, moleque. Agora deixa o homem mostrar como se faz.”

Ele metia violento, pau grosso batendo fundo, ela gritando rouca, corpo mole entre nós. Depois trocaram de novo, DP cruel, paus dilatando os dois buracos, ela gozando sem parar, corpo tremendo.

Na hora do gozo, eles mandaram ela ajoelhar. Magrelo primeiro, jorrou na boca aberta, sêmen grosso escorrendo pelo queixo. Tatu seguiu, enchendo a boca dela, ela engolindo desesperada. Eu fui o último.

Segurei o pau, 26 centímetros pulsando, e gozei. Seis jatos longos, grossos, quentes – porra que não acabava, enchendo a boca dela, transbordando pelos cantos, escorrendo pelo pescoço, pingando nos seios fartos. Ela tentou engolir tudo, como mandaram, mas era demais. Tossiu, engasgou, sêmen branco escorrendo pelo queixo, caindo nos joelhos.

Saímos do galinheiro. Eu ajudei Dona Rosa a andar – pernas bambas, cu arrombado, boceta inchada, sêmen escorrendo pelas coxas. Ela se apoiava no meu ombro, ruiva com rosto destruído, sussurrando “Tá tudo bem… tá tudo bem…”, mas chorava baixo.

Voltamos pra casa em silêncio, o sol queimando as costas, o cheiro de porra e galinha grudado na pele. A mãe e Luana ainda amarradas na sala, olhos arregalados ao nos verem.

E eu… eu só pensava no quanto meu pau ainda latejava, mesmo depois de tudo.

O dia mal tinha começado.

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