Os segredos da casa da vó - como comecei a me tornar menina pt.2

Um conto erótico de André
Categoria: Crossdresser
Contém 952 palavras
Data: 18/01/2026 23:47:14
Assuntos: Cdzinha, crossdresser

Chegar na casa da vó era sempre como entrar em outro mundo. A cidadezinha pequena, o cheiro de mato molhado, o galinheiro nos fundos, a comida no fogão a lenha. Mas o melhor mesmo era a Melissa. Minha prima tinha uns 13 anos, um ano a mais que eu, e era o tipo de menina que falava tudo na cara, sem filtro. Cabelo cacheado preso num rabo de cavalo bagunçado, sardas no nariz e um sorriso que já sabia mais do que devia.

A gente passava os dias inventando brincadeiras. Naquele verão, depois de um banho gelado no riacho, voltamos pra casa sujos de barro e cheios de energia. Estávamos no quartinho dos fundos, só nós dois, quando ela olhou pra mim com aquele olhar de desafio.

— Troca comigo? — ela disse, tirando a blusa molhada.

— Troca o quê?

— Sua cueca pela minha calcinha. E eu te empresto o sutiã também. Mas só por hoje. Segredo nosso.

Meu coração disparou. Eu já tinha usado calcinha da minha irmã antes, mas isso era diferente. Era com alguém vendo, alguém participando.

— Tá bom… mas se a tia descobrir a gente morre.

Ela riu e tirou a calcinha cor-de-rosa de algodão que estava usando. Eu tirei minha cueca boxer cinza e entreguei pra ela. Quando ela vestiu, fez careta.

— Poxa, não tem volume nenhum aqui na frente. Parece que eu não tenho nada.

Ela pegou uma meia dobrada do cesto de roupa suja e enfiou na cueca, ajustando.

— Pronto! Agora sou o menino da casa. — Ela deu uma reboladinha exagerada e caiu na gargalhada. — E você, menininha, como tá se sentindo?

Eu vesti a calcinha dela. O tecido era macio, justo nas coxas, e a parte de trás subia um pouco mais do que eu estava acostumado. Senti um arrepio gostoso quando o elástico encostou na pele ainda úmida do banho.

— Tá… gostoso. — admiti, vermelho.

O sutiã a gente nem tentou. Ia marcar demais na camiseta fina. Combinamos que eu ficava só de calcinha mesmo. Passei o resto do dia inteiro assim, escondido debaixo da bermuda larga. Toda hora eu mexia, sentindo o tecido roçar. Era como se eu tivesse um segredo vivo ali embaixo.

Uns dois dias depois, ela veio com outro desafio. Estávamos no quarto dela, porta fechada, ventilador barulhento no canto.

— Já usou absorvente?

— Absorvente? Pra quê?

— Imagina como é. Eu já uso faz um ano. — Ela abriu a gaveta da cômoda e pegou uma calcinha vermelha nova, daquelas de algodão com bordadinho. — Olha, vou colocar um aqui pra você experimentar.

Ela abriu o pacotinho do absorvente, ajustou direitinho na calcinha e me entregou.

— Coloca. Só hoje.

Eu obedeci. A calcinha vermelha era mais justa, o absorvente fazia um volume estranho na frente. Mas o pior (ou melhor) veio depois. Eu fiquei tão excitado com a sensação nova, com o proibido, que comecei a babar ali mesmo. O líquido pré-gozo molhou o absorvente. Não gozei, mas cheguei perto. Melissa viu e riu baixinho.

— Tá gostando mesmo, né, sua safadinha.

No fim da tarde, antes do banho, ela inventou mais uma.

— Vamos fazer xixi diferente hoje. Você senta, eu fico de pé.

Entrei no banheiro primeiro. Levantei a tampa, sentei no vaso frio. Foi estranho pra caramba. O jato saía diferente, mais baixo, mais controlado. Mas ao mesmo tempo… libertador. Como se meu corpo estivesse dizendo “é assim que devia ser”.

Quando foi a vez dela, ela tentou de pé, com minha cueca emprestada. Abriu as pernas, mirou… e se mijou toda. O xixi escorreu pelas pernas, molhou o chão.

— Droga! Tá vendo? Mulher tem que sentar mesmo! — ela gritou, rindo e xingando ao mesmo tempo.

A gente morreu de rir. Depois limpou tudo rapidinho e fomos pro banho.

No box, ainda rindo, vimos a tanga preta molhada da nossa tia pendurada no varão. Pingando água.

Melissa olhou pra mim, olhos brilhando.

— Desafio: coloca essa e toma banho com ela.

— Tá louca? E se a tia perceber?

— Ela tá na cozinha. Coloca logo.

Tirei a calcinha vermelha, pendurei. Peguei a tanga da tia. Era minúscula, fio bem fino, tecido acetinado. Quando vesti, a tira entrou fundo entre as nádegas. O tecido molhado colou na minha pele. Tomei banho inteiro sentindo aquilo me apertando, me marcando. Foi uma das sensações mais fortes que já tive até ali.

Outro dia, no fim da tarde, a gente invadiu a gaveta da tia de novo. Dessa vez pegamos duas calcinhas fio dental — uma preta, uma vermelha.

— Eu nunca usei fio dental — ela confessou. — Vamos os dois?

Colocamos. Ela fez careta com o fio subindo, eu quase gozei só de sentir o tecido fino dividindo tudo. Usamos uns 10 minutos, nervosos, depois guardamos de volta, com medo de serem descobertos.

A noite que mudou tudo foi alguns dias depois. Estávamos deitados na cama de casal do quartinho, debaixo do mesmo lençol, luz apagada. A casa quieta, só o barulho dos grilos lá fora.

— Coloca uma calcinha — ela sussurrou.

Levantei, vesti. Voltei pra cama. Ela se aproximou, mão já descendo.

— Relaxa… deixa eu te ajudar.

Ela começou devagar, por cima da calcinha. Depois enfiou a mão por dentro. Eu estava duro, latejando. Ela masturbava com calma, enquanto eu gemia baixinho no travesseiro.

— Quer mais? — perguntou.

— Mais o quê?

Sem responder, ela molhou o dedo na boca e deslizou devagarinho pra trás. Quando o dedo entrou no meu cuzinho, eu perdi o ar. Uma onda de prazer subiu pelas costas. Gozei forte, sujando a calcinha rosa inteira, tremendo.

Ela não parou. Continuou se tocando por baixo da camisola, gemendo no meu ouvido. Gozou também, ofegante, apertando a coxa na minha.

Dormimos assim. Gozados, sujos, cheirando a segredo e a adolescência. A calcinha rosa ainda no meu corpo, úmida de nós dois.

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