Por semanas fiquei esperando algum contato de Nilo e seus amigos, porém isso não aconteceu e diante dessa situação vi meu tesão crescer de uma maneira alarmante, causando tanto alvoroço que algumas vezes tive vontade de sair em busca de machos para saborear, mas controlei meu ímpeto ainda dominado pelo temor e pelo receio das consequências desse desvario. Eu já estava subindo pelas paredes quando um novo contato proveniente do meu anúncio chamou a atenção; o sujeito disse se chamar Luciano, dono de uma oficina de funilaria e pintura sediada em um bairro próximo e afirmou que ficou muito interessado no meu anúncio; respondi a mensagem informando meu número de celular e na manhã seguinte ele me adicionou; trocamos algumas mensagens, mas Luciano não demorou em saber se eu aceitaria ir ao seu encontro na oficina; assim que respondi afirmativamente ele me enviou o endereço frisando que a preferência seria de um encontro bem cedo no dia seguinte. Combinamos que eu chegaria lá um pouco antes das sete horas e nos despedimos com emojis.
Não tive dificuldade em localizar a tal oficina e ao chegar lá vi que o portão principal estava fechado; enquanto digitava uma mensagem avisando de minha chegada o portão se abriu e eu embiquei dentro do galpão de pé direito alto onde se viam alguns veículos e muitas ferramentas e aparatos destinados ao reparo; enquanto o portão se fechava, desci do carro examinando o lugar e logo descobrindo uma espécie de escritório situado em um mezanino onde Luciano acenava para que eu subisse; chegando lá nos cumprimentamos com aperto de mão e ele me convidou a entrar no escritório modesto composto por uma velha mesa, cadeiras giratórias, estantes de aço, uma mesinha onde estavam cafeteira, garrafa térmica e alguns copos, e por fim, um sofá antigo de tecido colorido.
Luciano pediu que eu me sentasse no sofá e me ofereceu café vindo a se sentar ao meu lado; de início ele quis saber mais sobre mim e sobre como me descobri bissexual ao que respondi guardando certa cautela e afirmando que ele seria minha primeira experiência, preferindo ocultar o que acontecera entre mim e Nilo. Luciano era um sujeito simpático, um pouco mais alto que eu, com corpo de formas típicas, cabeça raspada, sorriso fácil e bom de conversa parecendo que ficara realmente interessado em mim. "Gostei de você! Será que topa ficar pelado antes de mamar?", perguntou ele com um tom seguro; olhei ao redor apenas me certificando que estávamos sozinhos e em vez de responder me levantei e comecei a tirar a roupa o que fui seguido por Luciano que revelou um pinguelo de dimensões medianas, porém dotado de uma rigidez que parecia ter vontade própria.
Depois de se despir ele tornou a se sentar no sofá sugerindo que eu me deitasse de bruços para facilitar nossa diversão; não só aceitei a sugestão como pousei minha cabeça sobre seu colo já tomando o bruto na mão dando apertões na base observando a glande quase dobrar de tamanho permitindo que eu a lambesse e chupasse como um sorvete chegando a espremê-la com os lábios ao mesmo tempo em que sentia a mão quente e áspera do sujeito apalpando e apertando minhas nádegas, passeando pelo rego e dedando meu cu com absoluta irreverência o que me levou a abocanhar o bruto obtendo êxito em tê-lo por inteiro; passei então a desfrutar da piroca dura mamando com a avidez de um esfomeado ouvindo os gemidos roucos de Luciano que insistia em balbuciar que demorava para gozar como se quisesse me desafiar.
Todavia, suas palavras não condiziam com o que eu observava, pois Luciano se contorcia num esforço desmedido de controlar seu gozo procurando prolongá-lo para além de sua própria resistência o que logo se mostrou insuficiente quando senti o bruto pulsar denunciando a proximidade inevitável do gozo que logo eclodiu em jatos de esperma sendo projetados para dentro de minha boca que ficou cheia me impelindo a engolir a carga saboreando seu gosto agridoce; com o gozo ainda fluindo, Luciano não desistiu de dedar meu selo numa tentativa de me provocar e que frutificou em mim uma ereção inesperada e surpreendente que logo se consumou em um gozo libertador.
Permanecemos naquela posição por algum tempo até Luciano pedir que eu me levantasse, pois estávamos próximos do início do expediente na oficina com a chegada de seus colaboradores; ele me apontou um pequeno lavabo oferecendo uma pequena toalha para que eu me limpasse da melhor forma possível; já recomposto agradeci pela oportunidade recebendo uma resposta instigante. “Quando você quiser dar uma mamada meu pau está ao seu dispor!”, disse ele com tom entre o gracejo e a safadeza. A caminho do trabalho pensei que a mamada valera a pena, porém não o suficiente para uma nova rodada.
Aquela aventura com Luciano serviu para me estimular ainda mais a seguir o conselho dado por Nilo em nosso último encontro: usufruir a vida em toda a sua intensidade ao mesmo tempo em que revelava uma faceta de insaciedade que me perseguiria por um bom tempo; por conta disso repeti o anúncio em alguns sites de classificados sempre esperando por uma nova chance de prazer. Todavia esse universo cuidou de mostrar sua face mais frustrante e as vezes repugnante com propostas que eu sequer respondia com receio de ser ofensivo a ponto de uma perigosa e indesejável exposição. Do lado de Nilo nada acontecia e a vontade de mamar uma pica me corroía por dentro. “Olha, sou macho, mas, de boa, queria saber como é ser mamado por outro homem …, será que você toparia?”, dizia a resposta a um de meus anúncios enviada por alguém que se identificava pelo nome de Audenir. Imediatamente, devolvi sua pergunta informando meu whatsapp para conversarmos melhor.
Após uma rápida troca de mensagens marcamos um encontro para um final de tarde no lava rápido que ele administrava situado em um bairro próximo; Audenir era um rapaz de uns vinte e poucos anos, magro, alto com o rosto liso e uma expressão juvenil e tranquila; assim que avancei para dentro do lugar ele cuidou de fechar a porta me convidando para tomar café em seu modesto escritório; conversamos um pouco e logo descobri que Adauto era casado e pai de um menino de cinco anos, que lutava pelo ganha pão e que curtia muito sua família. “A patroa não gosta muito de chupar minha pica e eu gosto muito disso, por isso andei vendo esses anúncios até encontrar o seu que achei legal!”, respondeu ele quando perguntei a razão de querer experimentar uma mamada de outro homem e sua sinceridade me cativou. Foi então que perguntei como faríamos isso se ali mesmo ou em outro lugar.
-Olha, vou te dar a real – respondeu ele com tom franco – por ser a primeira vez e eu não saber como isso acontece pensei que podia ser aqui mesmo e agora …
-Então faz o seguinte …, mostra o brinquedo pra mim! – devolvi como tom sugestivo.
Audenir se levantou e baixou a calça seguida da cueca exibindo um pinguelo fino e comprido que já se mostrava duro a espera da mamada; pedi que ele se sentasse enquanto eu me punha de joelhos tomando o bruto na mão aplicando uma punheta observando as expressões faciais do rapaz que já tinha uma respiração acentuada e um olhar inquieto. “Porra, mano! Adoro uma punheta e você conhece do riscado!”, comentou ele com tom exasperado e ansioso; eu sorri e baixei a cabeça até conseguir lamber a glande ouvindo Adauto gemer mais alto se segurando na cadeira e já implorando pela mamada. “Mama minha benga, mama, seu putinho! Ahhh! Isso! Mama!”, murmurou ele assim que eu abocanhei o bruto partindo para uma mamada eloquente, pouco me importando em que ele me chamasse de putinho, pois naquele momento era exatamente isso que eu era.
Audenir procurou se controlar, porém não deu certo; creio que a expectativa, a ansiedade e minha destreza anteciparam o clímax do rapaz que jorrou dentro de minha boca com ele entre gemidos e suspiros ofegantes; fiz questão de exibir a boca cheia de seu leite e depois engoli observando sua estupefação que quase me fez gargalhar. Assim que conseguiu ele correu até o banheiro e de lá retornou já recomposto, mas ainda um pouco esbaforido.
-Cara, foi bom demais – comentou ele com tom eufórico – só não sei o que aconteceu pra eu gozar tão rápido, normalmente demora bastante …., foi mal,, viu?
-Não esquenta …., afinal, foi sua primeira vez e isso pode acontecer – respondi com tom apaziguador.
-Beleza, cara …., mas vai rolar uma próxima vez? - emendou ele perguntando com tom inseguro.
-Depende apenas de você e desde que me avise com antecedência! - respondi com tom maroto – só tem um detalhe: na próxima vez vamos para um lugar mais tranquilo …., só nós dois …., e não se preocupe com despesas, você só precisa se organizar.
-Legal, cara! Depois de amanhã é minha folga então te aviso – emendou ele cheio de empolgação.
Nos despedimos com um aperto de mão e eu segui meu caminho sem criar expectativas quanto à possibilidade de rever Audenir; entretanto na tarde do dia seguinte ele me enviou mensagem firmando interesse em nosso reencontro; respondi combinando onde nos encontraríamos
No dia seguinte eu e Audenir rumávamos para um hotel discreto que eu conhecia e não deixava de perceber a inquietação do rapaz que parecia cheio de expectativas com relação ao nosso encontro; assim que entramos no quarto sugeri que ele tomasse uma ducha e logo depois fiz o mesmo; quando saí do banheiro vi Audenir pelado deitado sobre a cama zapeando a televisão fingindo despreocupação; imediatamente eu subi sobre ele em posição invertida oferecendo minha bunda ao mesmo tempo em que tomava o bruto na mão aplicando uma punheta antes de começar a lambê-lo a partir da glande até as bolas indo e voltando várias vezes me deliciando com os gemidos engasgados do rapaz.
-Cara, você tem um bundão gostoso de apertar! – comentou ele apalpando e apertando minhas nádegas – olha que minha patroa tem uma bunda bonita, mas, com certeza, você ganha dela! …, Ahhh! Isso! Mama teu macho bem gostoso!
Com a pistola quase inteira dentro de minha boca, dei a ele uma mamada para ser inesquecível usando não apenas a boca como também a língua aprisionando a glande entre os lábios e pressionando-a várias vezes fazendo o safado gemer ainda mais; vez por outra eu fingia mastigar a glande e Audenir reagia chegando aos gritos roucos e incontidos. Não demorei a perceber que ele estava mais seguro de si saboreando o momento e comprovando suas próprias palavras no tocante à sua resistência; isso exigiu que eu me dedicasse a extrair daquela mamada todo o prazer que eu merecia, mesmo que isso custasse algum esforço além do meu limite.
E assim foi, pois Audenir não parecia realizar qualquer esforço para conter seu orgasmo aproveitando a situação em seu favor; chegamos ao ponto em que meu maxilar já estava um pouco dolorido e a glande chegava a machucar a glote me levando a pensar que teria que capitular diante do desafio, porém adotei uma estratégia diferente segurando o membro pela base com uma das mãos usando a outra para amassar as bolas o que resultou em reações corporais por parte de Audenir que deixava claro estar próximo de seu limite. Ele rosnou em tom embrutecido tentando segurar minha cabeça ao mesmo tempo em que retesava os músculos culminando em um espasmo que fez o membro pulsar dentro da minha boca enquanto projetava jatos de esperma quente e espesso.
Foi uma carga generosa de leite de macho, mas eu aprendera a conter o risco de um engasgo recuando o bruto permitindo que minha boca se enchesse do creme viril; libertei o bruto ainda meia bomba com meu parceiro enchendo minhas nádegas de tapas vigorosos causando uma dorzinha gostosa e excitante. Depois de engolir o néctar agridoce saltei para o lado sobre a cama suado e ofegante me surpreendendo com minha ereção renascida e inesperada. “Irmão, se quiser finalizo você com uma mão amiga …, tá a fim?”, perguntou Audenir ensaiando gestos para tomar meu membro em sua mão. Eu aceitei e Audenir cingiu o membro e começou uma masturbação cadenciada.
Audenir agia com tanta naturalidade que tive vontade de perguntar como ele tinha tanta experiência com mão amiga, porém não segui em frente com temor de ofendê-lo sem necessidade. Não demorou para que eu gozasse com o sêmen escorrendo pelo membro lambuzando a mão dele e parte do meu ventre; e depois de tudo isso aproveitamos para um merecido descanso. Em dado momento, Audenir se pôs de joelhos sobre mim usando a mão para esfregar o pinguelo amolecido nos meus lábios e depois em meu rosto. “Eu não tinha ideia de que tinha homem que gostava tanto de pica de macho …, e nisso você é bom …, eu jamais faria isso …, sou macho! Mas sua boquinha é algo muito doido!”, comentou ele com tom franco e desinibido. Eu mirei seu rosto e agradeci torcendo para aquela pistola tornar a enrijecer o que demorou alguns minutos.
Naquela posição pedi a ele para enfiá-la na minha boca e fui atendido propiciando uma nova mamada na qual eu permitia que ele socasse com cadência e cuidado para não me machucar; novamente, Audenir ostentou seu desempenho acima da média e quando pensei que não conseguiria finalizar ele atingiu o clímax ejaculando uma carga rala em minha boca. “Nossa, cara! Como isso é bom …, vem cá será que tem jeito de você mamar dois machos? Eu e meu primo Juca?”, perguntou ele enquanto se deitava ao meu lado. Pensei na proposta com certo receio, porém a memória de Nilo e Nélio me oferecendo suas ferramentas para desfrute tive vontade de repetir a experiência e acabei respondendo que aceitaria a proposta
-Legal, cara …, e será que poderia ser hoje? – emendou ele com uma pergunta que me deixou surpreso – De boa se você não topar …, é que ele é meu parça e sempre teve a vontade de ser mamado …, se você aceitar mando um whats pra ele que chega rapidinho …, e aí?
Não demorou mais que quinze minutos para que o tal Juca fosse recebido no quarto depois que eu liguei para a recepção negociando seu acesso; Juca era um pouco mais jovem que Audenir, possuindo a mesma compleição física e até fisionômica, embora parecesse um pouco mais encabulado. Todavia, quando o primo pediu que ele se despisse vi diante dos meus olhos estupefatos uma piroca de uns dezenove centímetros dota de um calibre intimidador; depois de respirar fundo expliquei a eles que não conseguiria mamar aquele monstro por conta de suas dimensões, mas ambos me acalmaram. “Na boa, faz o que der porque o Juca sabe bem disso …, teve até namorada que recusou trepar com ele por conta dessa benga de mula!”, comentou Audenir com tom jocoso deixando seu primo ainda mais desconfortável. Pedi então que ambos se deitassem de barriga para cima e tomei posição de costas, ajoelhado entre eles permitindo que pudessem apreciar minha bunda ao mesmo tempo em que tomava os membros nas mãos aplicando uma punheta lenta descobrindo e comparando as dimensões.
Após algum tempo, apertei-os um pouco acima da base a fim de limitar o alcance de minha boca e me inclinei passando a lamber e chupar as glandes inchadas alternando-as em minha boca já ouvindo os gemidos e sentido as mãos apalpando e apertando minhas nádegas; prossegui lambendo e chegando a aprisionar as glandes entre os lábios, uma de cada vez, fingindo mastigá-las; em retribuição, Audenir não perdeu a chance de dedar meu cu cujo desconforto era superado pelo tesão; Juca limitou-se a dar apertões nas minhas nádegas não escondendo sua ansiedade com minhas linguadas no seu pinguelo. Não me demorei muito nessas preliminares e logo eu estava alternando os brutos em minha boca mamando avidamente com pequenos intervalos onde eu os masturbava com vigor. Permanecemos nessa brincadeira gostosa em que eu saboreava duas pistolas duras como pedra em minha boca experimentando a sensação de controlar dois machos ao mesmo tempo. E para minha surpresa Juca foi o primeiro a atingir o clímax ejaculando profusamente impedindo que eu contivesse a carga que escorreu pelo membro lambuzando seu ventre.
Deste modo com um macho derrotado me concentrei em Audenir que mais uma vez exibia uma resistência impressionante exigindo de mim mais um esforço além do limite …, finalmente, o sujeito não se conteve ejaculando entre gemidos enquanto enterrava seu dedo no meu cu tornando tudo mais alucinante; minutos depois estávamos deitados comigo ladeado pelos machos que procuravam se recuperar de toda a nossa peripécia enquanto eu rememorava os momentos anteriores degustando cada um deles o que logo resultou em uma ereção; repentinamente senti duas mãos cingindo meu pinguelo e não demorei a descobrir que tanto Juca como Audenir pareciam dispostos a me conceder uma mão amiga.
Confesso que foi uma experiência única a sensação de dois machos me manipulando com uma destreza delirante; vez por outra Juca brincava com minhas bolas e Audenir prosseguia me masturbando; muito embora eu não pudesse negar o êxtase que eles me propiciavam podia sentir que faltava algo …, algo que eu não compreendia e que operava uma certa frustração inexplicável …, de qualquer maneira procurei usufruir da manipulação e algum tempo depois acabei por atingir o clímax numa ejaculação parca e rala decorrente dos medicamentos que eu tomava para controle da próstata, mas que ainda assim me fez gemer de satisfação. “Caralho! Que doideira isso! Três machos gozados dentro de um quarto de hotel!”, comentou Audenir com tom quase hilário.
-Pois é, mano …, imagina se sua mulher fica sabendo disso – emendou Juca com tom irônico – ela arranca teu couro!
Eu os ouvia, porém ainda estava imerso no êxtase pensando em como eu estava aproveitando a vida mesmo que por via oblíqua; nesse momento fiz questão de cobrar deles o necessário sigilo e ambos aquiesceram. “A gente não é traíra, cara! Ademais o que for ruim pra você também será pra nós!”, arrematou Audenir com tom enfático. Depois de tomarmos uma ducha em separado nos vestimos e Audenir sugeriu sair a pé do hotel no que foi acompanhado pelo primo. Certifiquei a eles que a despesa seria por minha conta, o que eles agradeceram com um tom sincero. “O negócio é o seguinte: conheço um cara que ficaria a fim de você, mas o problema que o negócio dele é dar uma enrabada …, pensa no assunto e se interessar, avisa, OK?”, comentou Audenir com uma expressão enigmática; respondi que pensaria no assunto, mas dentro de mim essa nova etapa ainda parecia distante e muito arriscada. Nos despedimos com apertos de mão, sendo que Juca não escondeu sua alegria em encontrar alguém que lhe desse algum prazer …, me senti recompensado por isso e nos dias que se seguiram fiquei matutando sobre a proposta de Audenir que continha um risco envolvente.
