A casa suburbana em San Diego pulsava com o calor úmido de uma noite de verão, o ar carregado com o aroma de jasmim do jardim e o suor de corpos entrelaçados. Ethan Reyes, capitão da Marinha dos EUA, de 32 anos, com ombros largos forjados em academias militares e olhos azuis afiados e cintilantes, arrumava sua mala para a implantação no Mar do Caribe. O cerco ao regime de Nicolás Maturo e ao Cartel Los Soles o chamava, uma operação secreta para cortar as veias narcotraficantes que alimentavam a ditadura venezuelana. Mas antes de partir, sua namorada Sarah Thompson, uma enfermeira de 26 anos com cabelos loiros despenteados caindo sobre seios fartos e uma tatuagem de rosa na coxa interna, exigia uma despedida memorável.
"Você acha mesmo que vai me deixar aqui sozinha por meses, Ethan? Sem me foder até me deixar toda assada?", provocou ela, a voz rouca de desejo, empurrando-o contra a parede da sala. Seus lábios se colaram aos dele em um beijo faminto, as mãos dela descendo para abrir o zíper de sua calça jeans com urgência. Ethan grunhiu, erguendo-a pelo quadril, as pernas dela se enroscando em sua cintura enquanto ele a carregava para o sofá. "Sua safada... sempre querendo surra de pica antes de uma missão. Vou te deixar dolorida, pra você lembrar de mim toda vez que sentar."
Ele rasgou sua camisola fina, expondo os seios rosados com mamilos endurecidos como pedras preciosas. Seus dentes roçaram um deles, sugando com força enquanto os dedos grossos invadiam sua calcinha de renda, encontrando-a encharcada. "Porra, Sarah, você tá ensopada. Me diz como você quer que eu faça", murmurou ele, enfiando dois dedos em sua buceta febril e apertada, bombeando devagar para torturá-la. Ela arqueou as costas, cravando as unhas em seus ombros musculosos: "Me fode assim com os dedos primeiro, seu filho da puta! Estica meu buraco, me prepara pro teu pau grosso." Ethan acelerou, adicionando um terceiro dedo, curvando-os para acertar o ponto sensível dentro dela, sentindo os sucos escorrerem por sua mão.
Sarah gozou rápido, seu corpo convulsionando em espasmos, revirando os olhos, jorrando fluidos que molharam o sofá. "Agora me vira e me come de quatro toda empinada! Quero sentir teus ovos batendo no meu grelo." Ele obedeceu, virando-a de bruços e erguendo sua bunda redonda, posicionando a cabeça inchada de seu pau na entrada viscosa. "Toma, baby... sinta a minha pica te invadindo as entranhas." Ele penetrou devagar no início, centímetro por centímetro, o pau latejante esticando suas paredes e sumindo dentro da xoxota. Sarah gritou de prazer: "Quero bem bruto, caralho! Me fode como um animal esfomeado, me arromba toda!" Ethan estocou com fúria, os quadris batendo contra ela em um ritmo selvagem, o som molhado de pele contra pele ecoando pela casa. Ele puxou seus cabelos loiros como rédeas, inclinando sua cabeça para trás com vigor: "Goza de novo pra mim, sua puta safada. Aperta meu pau com essa xana gulosa."
Ela obedeceu, o orgasmo a fazendo tremer inteira, as contrações apertando seu pau até ele não aguentar mais. "Vou gozar dentro de você, te encher toda de porra quente", rosnou ele, explodindo em jatos espessos que transbordaram, escorrendo pelas coxas dela. Colapsaram juntos, ofegantes, o suor colando seus corpos. "Voltarei pra você, Sarah. Prometo", sussurrou ele, beijando sua nuca com uma ternura que contrastava com a brutalidade anterior. Mas no fundo, Ethan sentia o vazio da guerra se aproximando. Sarah o observou partir ao amanhecer, tocando o local sensível entre as pernas, já ansiando por seu retorno.
#### O Cerco e a Explosão Inicial
No vasto oceano do Mar do Caribe, o USS Theodore Roosevelt cortava as águas turquesas como uma fortaleza flutuante, o ar salgado misturado ao ronco constante de motores a jato. Ethan pilotava seu F/A-18 Super Hornet em patrulhas incansáveis, parte de uma coalizão para desmantelar o Cartel Los Soles, o império narcotraficante que sustentava Nicolás Maturo. Seu ala, o Tenente Marco Diaz, um porto-riquenho de 28 anos com tatuagens de asas de anjos e um sorriso irônico, o acompanhava nas missões. "Capitão, esses venezuelanos pensam que são invencíveis com suas lanchas rápidas cheias de pó branco. Vamos transformar isso em fogos de artifício hoje?", brincou Diaz pelo rádio, sua voz crepitando sobre o zumbido dos motores.
Ethan ajustou o capacete, os olhos fixos no radar: "Foco, Diaz. Maturo usa essa merda pra comprar armas e manter o poder. Cada barco que afundamos é um golpe no regime." Naquela manhã fatídica, avistaram o iate "El Dorado", um casco branco reluzente ziguezagueando pelas ondas, carregado com toneladas de cocaína pura escondida em compartimentos falsos. "Alvo adquirido. Armas no ponto", anunciou Ethan, seus dedos dançando nos controles. Dois mísseis AGM-84 Harpoon foram lançados, traçando arcos flamejantes no céu antes de impactar o iate com precisão letal.
A explosão foi um espetáculo dantesco: uma bola de fogo laranja irrompeu, lançando destroços metálicos em um raio de centenas de metros. O mar fervilhou com ondas de choque, e o iate partiu ao meio como um brinquedo, afundando em minutos em um vórtice de espuma e fumaça negra. "Bom trabalho, Capitão!", exclamou Diaz. Mas Ethan avistou algo nos escombros: uma figura solitária boiando, braços fracos se debatendo contra as correntes.
"Chamando resgate imediato. Helicóptero Sierra Hotel, coordenadas Alfa-7. Sobrevivente civil no mar – priorizem isso. Estou ordenando pessoalmente", comandou Ethan, sua voz firme apesar do pulso acelerado. Horas depois, o Seahawk içou a mulher para o convés, onde ela foi levada à enfermaria. Sob as luzes frias e estéreis, Isabella Vargas, de 28 anos, pele morena reluzente de suor salgado, cabelos negros colados ao rosto como algas, o fitava com olhos castanhos febris – uma mistura tóxica de ódio e fascínio que o deixou inquieto. Curvas voluptuosas mal cobertas por um cobertor improvisado, seios arfando com respirações rasas, ela era uma visão de perigo encarnado.
"Quem diabos é você?", exigiu Ethan, inclinando-se sobre a maca. "Isabella Vargas. Enfermeira em um barco de ajuda humanitária", respondeu ela, a voz rouca e trêmula, mas seus olhos desviando para o lado – uma mentira óbvia para um interrogador treinado como ele. "Humanitário? Com toneladas de cocaína a bordo? Tenta outra, senhorita. Você cheira a membro de cartel." Isabella sorriu fracamente, desafiadora: "E você, Capitão Reyes? Salvador de donzelas ou apenas um assassino com uniforme? Me salvou... por quê?"
#### Tensão na Enfermaria e Paixão Nascente
Nos dias seguintes, Ethan a visitava às escondidas na enfermaria, sob o pretexto oficial de "averiguar o estado da sobrevivente civil". A tripulação sussurrava, e Diaz o confrontou no corredor estreito do navio: "Capitão, você tá louco? Essa mulher é veneno puro – provavelmente espiã de Maturo. Por que arriscar sua carreira por ela?" Ethan o encarou friamente: "Ela pode ter informações valiosas sobre o Cartel Los Soles. Fica fora disso, Diaz. É uma ordem." Mas a verdade era mais visceral: a tensão entre eles crescia como uma tempestade iminente. Isabella o desafiava com olhares penetrantes, cruzando as pernas sob o lençol fino para revelar flashes de coxas bronzeadas e firmes. Suas perguntas soavam como confissões: "Por que me olha assim, Ethan? Como se quisesse me devorar... ou me algemar?"
Uma noite, com o porta aviões balançando suavemente nas ondas, a química explodiu. Ethan trancou a porta da enfermaria, aproximando-se da maca onde ela jazia, o corpo semi-nu sob o lençol. "Você me deve respostas, Isabella. E talvez mais que isso", murmurou ele, sua mão roçando o braço dela. Ela se ergueu, o lençol caindo para expor seios pesados com auréolas escuras e mamilos rijos. "Então tome o que quiser, gringo. Mas saiba que eu te mordo de volta." Seus lábios se encontraram em um beijo feroz, línguas dançando em uma batalha de domínio. As mãos de Ethan exploraram sua pele quente, apertando um seio enquanto os dedos da outra mão desciam para entre suas pernas, encontrando-a já molhada.
"Porra, você tá excitada. Quer isso tanto quanto eu", grunhiu ele, enfiando dois dedos em sua xoxota, bombeando devagar enquanto o polegar circulava o clitóris inchado. Isabella gemeu rebolando, mordendo seu ombro: "Assim, me fode com os dedos, seu safado! Me faz gozar antes de eu te chupar." Ele acelerou, sentindo as paredes vaginais se contraírem, e ela explodiu em um orgasmo silencioso, remexendo a anca, um muco viscoso escorrendo por sua mão. Depois, ela o empurrou para baixo, ajoelhando-se e abrindo sua braguilha: "Minha vez. Olha pro tamanho desse pau gringo – grosso como meu pulso." Sua boca envolveu a glande, chupando com voracidade, a língua rodopiando enquanto a saliva escorria pingando pelo queixo.
Ethan gemeu alto: "Chupa gostoso, sua putinha latina! Engole o meu caralho inteiro." Ela obedeceu, fez garganta profunda até os ovos, os olhos lacrimejando arregalados pelo esforço, mas cheios de luxúria. Ele a ergueu então, deitando-a na maca e abrindo suas pernas: "Agora vou te foder de verdade." Seu pau penetrou devagar, esticando-a, e ela gritou: "Mais fundo, carajo! Me arromba com essa pirocona enorme!" Ethan estocou ritmado, os corpos suados colidindo, puxando-a para beijá-la na boca enquanto a fodia, os gemidos ecoando na enfermaria. "Goza pra mim, Isabella. Deixa eu te foder mais fundo", ordenou ele, e ela gozou novamente, as unhas cravando em suas costas. Ele ejaculou dentro dela, a porra grossa transbordando pelas beiradas da vulva.
Após o clímax, eles jaziam entrelaçados, o romance florescendo em meio ao perigo. "Você me salvou da morte. Mas meu passado... é sombrio", confessou ela, lágrimas escorrendo. "Me conta tudo. Eu te protejo", prometeu ele, beijando sua testa com ternura inesperada.
#### Escapada para San Juan e Paixão Avassaladora
Quando o porta aviões atracou em San Juan para abastecimento de víveres, Ethan tomou uma decisão impulsiva: subornou um guarda com uma garrafa de Johnnie Walker e a tirou da custódia militar, vestindo-a com roupas civis – uma blusa justa que acentuava suas curvas e uma saia curta. "Você tá louco, Ethan? Se descobrirem, é corte marcial", sussurrou ela no cais lotado. "Por você, arrisco tudo. Vamos pra um lugar onde possamos ser só nós", respondeu ele, puxando-a para um táxi rumo ao Hotel El Convento, um refúgio colonial com pátios perfumados e quartos sombreados por palmeiras.
No quarto luxuoso, com vista para o Atlântico, o romance se inflamou. Ethan a prensou contra a parede: "Você é minha agora, Isabella. Me diz que quer isso." Ela riu, desafiadora: "Me prova que me merece, piloto. Me fode até os ossos com essa pica gostosa." Ele a despiu lentamente, admirando a pele morena, os seios fartos e duros balançando livres. Seus lábios desceram para mamar um deles, mordendo levemente o mamilo enquanto os dedos exploravam sua xoxota de pelos ralos. "Tá vazando de tesão de novo, sua puta. Gosta de ser tratada assim, como puta?" Ele a jogou na cama king-size, abrindo suas pernas e mergulhando a língua em seu calor úmido, lambendo e sugando o clitóris com fome enquanto enfiava dedos dois curvados para alcançar o ponto g.
Isabella arqueou: "Porra, Ethan! Me chupa carajo, me faz jorrar como uma safada em um puteiro!" Ela gozou em sua boca, fluidos acres escorrendo pelo queixo dele. Depois, montou no pau dele, guiando a pica para dentro: "Tá sentindo minha buceta te engolindo? Vou rebolar pra você." Ela cavalgava com ferocidade, quadris girando, seios balançando enquanto gemia: "Me enche de pica meu cavaleiro alado! Esguicha tudo dentro de mim!" Ethan estocava de baixo, dando tapas na sua bunda: "Toma pica, sua puta! Você é um tesão do caralho." Eles transaram por horas, alternando posições – de quatro, com ele socando no cu por trás; de lado, com carinhos lentos que viravam urgentes. O suor os unia, os diálogos explícitos misturando-se a declarações de amor: "Te quero pra vida, sua vadia latina... nunca te deixarei ir."
Mas o idílio era frágil. Isabella recebia mensagens secretas de Rafael, seu noivo, e lembranças de Maturo a assombravam.
#### Sombras do Passado: Maturo e os Amantes Sombrios
Flashback: Em Caracas, Isabella era prisioneira de um mundo sombrio. Filha de um dissidente executado por Maturo, ela se aliara ao Cartel Los Soles por sobrevivência, tornando-se noiva de Rafael Cortez, o comandante-em-chefe das forças leais ao ditador. Em uma mansão fortificada, Rafael a recebia com brutalidade. "Venga, mi amor. Nicolás me elogiou hoje – vamos celebrar minha promoção", grunhia ele, puxando-a para o quarto opulento. Ele a despia com mãos rudes, apertando seus seios: "Mostra pro teu macho o quão leal você é."
Rafael a prensava contra a cama, enfiando os dedos em sua xoxota com pouca gentileza: "Molhada pra mim, putinha? Ou tá pensando em outro pau?" Isabella fingia desejo: "Só em você, papi. Me fode como uma rainha." Ele a penetrava com força, estocando selvagemente, mordendo seu pescoço, maltratando-a com tapas na cara: "Toma carajo, vadia! Goza no pau do teu homem." Ela simulava orgasmos, o corpo respondendo mecanicamente, mas a mente distante. "Vou te encher de esperma, te marcar como propriedade do cartel, como uma vaca premiada", rosnava ele, esporrando dentro da buceta dela.
Mas Maturo exigia mais. O ditador, um homem fora de forma, um sexagenário com bigode grisalho e olhos frios como gelo, a convocava frequentemente ao Palácio de Miraflores. "Isabella, minha florcita do Caribe. Prove sua devoção ao regime", ordenava ele em uma sala adornada com retratos de Lugo Chávez. Ele se sentava em uma poltrona de couro, abrindo as calças: "Ajoelhe-se e chupe o pau do presidente da República Bolivariana. Deixe-o duro." Isabella obedecia, o nojo borbulhando em seu estômago, a boca envolvendo o membro flácido, lambendo e sugando até ele inchar o suficiente. "Boa garota... agora monta nele", grunhia Maduro, mãos gordas apertando sua bunda e peitos enquanto ela cavalgava lentamente, os seios balançando em seu rosto suado.
"Quica mais rápido, putita! Sinta o pau do poder absoluto te preenchendo", exigia ele, estocando de baixo com grunhidos suínos. Isabella gemia falsamente: "Sim, Excelência! Me arromba, usa essa bucetinha como quiser!" Ele gozava em espasmos, sêmen pegajoso sujando sua barriga: "Lembre-se, traidores como seu pai acabam virando comida de peixe. Sirva-me muito bem, e viverás." Essas noites a deixavam vazia, o corpo violado, a alma fragmentada – contrastando com a paixão genuína que encontraria sem saber com Ethan.
Maturo aparecia em sonhos de Isabella em San Juan, sua presença fantasmagórica misturando medo e ódio ao desejo por Ethan.
#### A Traição e a Caçada
Em San Juan, após uma noite de libertinagem sem limites – Ethan algemou Isabella à cabeceira e comia o seu cu enquanto ela implorava "Encha o meu rabo de pica, Ethan! Me faz gozar fodendo meu cuzinho!" – mas a traição veio. Isabella, dividida entre lealdade forçada ao ditador e o amor nascente, roubou documentos confidenciais de Ethan enquanto ele dormia. "Perdoe-me, mi amor", sussurrou ela, fugindo como clandestina em um navio de cruzeiro para se reunir a Rafael e Maturo em um novo navio carregado de drogas ancorado perto da Isla Margarita. Ethan, acordou sozinho, rastreou o nano geolocalizador na pulseira dela que implantara dias antes: "Você me traiu, Isabella. Agora vai pagar."
Semanas depois, como líder de uma nova missão, Ethan organizou a interceptação do alvo. Uma esquadrilha de Super Hornets atacou em formação delta, mísseis chovendo sobre as escoltas do cartel. Explosões iluminaram o mar noturno, barcos menores afundando em chamas como se fosse de papel, gritos ecoando pelo rádio: "Alvo destruído! Maturo está no iate – vamos pegá-lo!"
#### O Balé Mortal e o Drama Final
No iate "Simón Bolívar", com Rafael e Maturo a bordo, Ethan desceu para um sobrevoo lento, quase estolando o jato – as asas tremendo no limite, o motor rugindo como um predador ferido. O Super Hornet passou a metros do convés, o vento chicoteando as ondas e os cabelos de Isabella. Ela ergueu os olhos, reconhecendo o piloto no cockpit: "Ethan... não pode ser você", murmurou, o coração apertado. Maturo, ao lado, gritava ordens: "Atirem nesse ianque filho da puta! Protejam a carga!" Rafael a puxou: "Fique abaixada, mi amor. Ele não ousará."
Fluxo de consciência de Isabella: *Meu Deus, é ele – Ethan, o homem que comecei a amar de verdade, me fez gozar com toques gentis. Seus olhos azuis, que me devoravam no hotel, agora cheios de um ódio glacial. Por que traí esse homem? Por Rafael, que me fode como posse, e Nicolás, o porco que me usa como troféu, aquele pau murcho me violando quando quer? Ainda sinto o esperma de Ethan dentro de mim, quente e vivo, misturado aos nojos de Maturo. O fim me chama... eu merecia isso? Adeus, meu salvador – te amei entre sussurros, nos orgasmos compartilhados, mas o medo me fez te trair. Me perdoe para que não me odeie eternamente.*
Fluxo de consciência de Ethan: *Lá está ela, bela e traiçoeira, ao lado daqueles monstros. Isabella, que gemia meu nome enquanto eu a comia, "Me arregaça, amor!" Agora com Rafael e Nicolás – os caras que provavelmente a usam como objeto. Sarah me espera em casa, com sua bucetinha cheirosa, apertada e beijos doces, mas Isabella foi um soco na cara, me envenenou com desejo. Apertarei o gatilho, e o fogo limpará isso tudo – amor, traição, dor. A vingança é doce, mas é oca.*
Em uma nova passagem em baixa altitude, Ethan acenou lentamente, um gesto cruel e final. Isabella ergueu a mão, lágrimas escorrendo: "Ethan, eu te amo! Não faça isso!", gritou ela, a voz carregada de desespero, ecoando sobre o mar. Maturo riu histericamente: "Mate-nos, ianque! A revolução sobreviverá!" Rafael atirou inutilmente para o céu.
Ganhando altitude com graça letal e em alta velocidade, Ethan murmurou pelo rádio: "Pelo que poderia ter sido... e pelo que foi destruído." Os mísseis partiram, atingindo o casco em explosões sequenciais. O navio tremeu, chamas lambendo o convés como línguas infernais. Isabella abraçou Rafael em pânico: "Me perdoe, Ethan!", berrou ela, enquanto Maturo gritava ordens finais: "Lutem, covardes!" O "Simón Bolívar" partiu ao meio, afundando em um vórtice de fogo e água. Gritos se misturavam ao rugido das ondas – Rafael xingando o destino, Maturo implorando por misericórdia divina que nunca viria, Isabella chamando o nome de Ethan em um lamento final antes de submergir morta nas águas.
Ethan rumou de volta à base, o horizonte tingido de sangue e cinzas. No mar, só restavam destroços – um testamento ao preço da paixão e da vingança, e ao fim de uma ditadura que libertaria para sempre o povo Venezuelano de suas garras sanguinárias.
