Eduarda Romero - Capítulo 5 - Caso inesperado

Da série Eduarda Romero
Um conto erótico de Dudinha
Categoria: Heterossexual
Contém 3617 palavras
Data: 18/01/2026 16:56:42

A luz do luar penetra as cortinas pálidas no teto, os lençóis se emaranham, quentes enquanto o sono foge — a mente revive a névoa febril dos últimos dias: as estocadas de Elias expurgando o fogo, a torrente de sêmen se renovando, seu juramento ecoando "viva sua vida e eu estarei aqui pra te purificar".

Relâmpagos proibidos provocam o olhar intenso de Luciano, as mãos mecânicas, as de Kaio? Espera, quem?, a força firme de Fábio, padrasto proibido — pecados giram, sem vergonha agora, apenas um desejo pulsante de paz se instalando profundamente como um bálsamo, o corpo relaxando, a respiração diminuindo até se tornar uma promessa reconfortante à espera. A casa range suavemente, todos adormecidos, alheios a tudo.

Escapando dos lençóis, pés descalços e silenciosos percorrem o chão frio, a porta sussurra, o corredor escuro se abre, um silêncio interrompido por roncos fracos. O azulejo da cozinha gela os dedos sob a pia, a luz pisca, a geladeira zumbindo — encho o copo com água, o frio escorre pela garganta, refrescante, inclinando-me sobre a pia, olhando pela janela, as estrelas nítidas, o vasto céu noturno.

Liberdades imaginadas inundam, pecaminosas e doces: as mãos ásperas de Luciano reivindicando, a força paciente de Fábio subvertendo as regras, ainda mais selvagem, sem correntes de culpa — o pacto de Elias liberta, o pulso acelera, o calor sobe pela barriga, o copo vazio é pousado, sombras suaves se movem, a casa fica imóvel. Passos? Não, apenas a noite se acomodando.

O copo d'água tilinta na pia, suave como sussurros fantasmagóricos da sala de estar — um sussurro urgente, um emaranhado de gemidos baixos e ofegantes, masculinos e femininos.

Eu me esgueiro pela porta, uma sombra silenciosa abraçando a parede, espio pela esquina, o brilho fraco da lâmpada: Jenn está montada no sofá de Fábio, nua, a pele parda brilhando de suor, ondas escuras e selvagens balançando enquanto ela cavalga seu pau grosso, movimentos lentos e profundos dos quadris, as mãos dele agarrando sua cintura, guiando seu corpo bronzeado e tonificado, gemidos abafados.

Fábio - Shh, vai devagar.

A barba de Fábio, sombreada, a mandíbula cerrada de prazer. Visão impossível, pai e filha me congelaram, pulso invisível martelando, ouvidos zumbindo, choque, calor inundando.

As nádegas de Jenn batem suavemente nas coxas molhadas e escorregadias de Fábio, sons abafados preenchendo seus gemidos agudos.

Jenn - Pai mais fundo.

Seu pau grosso e com veias saltando, esticando suas dobras rosadas, um rastro de creme brilhante descendo pelo eixo, bolas pesadas e tensas.

Eu pairo no canto escuro, a respiração invisível pega fogo, flores baixas — a visão me troca, montada nele, a grossura do meu padrasto dividindo minhas curvas de violão, cabelo selvagem balançando, seus olhos fixos nos meus. “Dudinha vem cavalgar papai”, mãos amassam meus seios pesados, beliscam meus mamilos com força. Dedos mergulham no short, calor escorregadio, clitóris pulsando, círculo inchado, esfregando freneticamente, acompanhando seu ritmo, suspiros silenciosos construindo onda, coxas tremendo, estrelas embaçando a janela. Eles espiam perto dela, seu choro, lábio mordido, seu grunhido inundando sêmen profundo, inconsciente, minha borda oscilando.

Jenn rebola freneticamente os quadris, circulando fundo o pau de Fábio, enterrado até o fundo, seus lábios vaginais se apertando com força, os nós dos dedos brancos, a luz do abajur projetando um brilho de suor em suas curvas cobertas, seus seios pequenos balançando. Ela sibila baixo e sujo:

Jenn - Papai, sua rola é tão grossa, me fode como puta, enche tua filha de porra.

Unhas arranham seu peito, trilhas vermelhas, ele rosna, mãos batem em sua bunda, ecoando agudo:

Fábio - Isso filhinha cavalga o pau do teu pai vai mamar tudo ó.

Empurrando brutalmente, molhado, espremendo seus fluidos, respingando em suas coxas. Palavras queimam o ar, impossíveis de alcançar — meus dedos voam, clitóris liso e inchado circulando, visão furiosa de mim lá implorando, os mesmos apelos depravados, orgasmo quebra paredes silenciosas, dedos dos pés se contraem, vidro esquecido, pia. Eles estremecem, atingem o ápice, seu rugido abafado.

Jenn - Toma papai, goza dentro.

Seu lamento atinge o ápice, desaba sem ossos, inconsciente, minha sombra ofegante.

Fábio ejacula as últimas cordas, um sêmen grosso inundando a buceta de Jenn, transbordando cremoso e branco escorrendo por seu pau pulsante. Ela ordenha cada gota, esfregando-se.

Jenn - Enche mais papai sua putinha adora teu leite.

Os lábios se chocam, línguas famintas e desleixadas. Suas mãos percorrem sua bunda, abrindo as nádegas, dedos provocando o orifício traseiro.

Fábio - Vou te comer o cuzinho depois filha.

Meu clitóris pulsa sob dedos furiosos, as paredes se contraem, um segundo clímax rasgando silenciosamente — a respiração falha, inconsciente.

Uma sombra se aproxima. Um braço forte serpenteia pela cintura, um aperto firme puxa de volta para a escuridão do corredor, a palma áspera prende minha boca, a respiração quente, a pele morena do pescoço pressiona perto. A voz rouca do tio Luciano sussurra:

Luciano - Calma, Dudinha não faz barulho.

A outra mão prende o cós do short, empurra para baixo pelas coxas, o ar frio atinge os lábios da buceta encharcados, os dedos inchados e pingando, escorregadios, seu volume duro cutuca minha bunda através da calça. O coração dispara, os olhos se arregalam. Jenn, Fábio, alheia, perdida na rotina.

O olhar intenso de Luciano percorre a sala de estar, ignorando o frenesi de Jenn Fábio — seus gemidos abafados agora curvada sobre o sofá. Fábio a penetra com força, seu pau escorregadio de sêmen, batendo fundo.

Fábio - Toma no teu grelo filha do papai.

Bunda ondulando — antes de voltar a me encarar, faminto e escuro. Ele me gira contra a parede áspera, pressiona minhas costas contra o peito, pele morena quente, barba febril arranha meu ombro.

Luciano - Fica quietinha sobrinha.

Dedos puxam meu short, tornozelos se enroscam, libertando as pernas abertas. Seu zíper range, o pau salta livre, a cabeça grossa e venosa cutuca minha bunda, a fenda escorregadia de pré-gozo, a fenda apontando para um anel apertado — um pico de pânico, mas a mão dispara para trás, agarra o pau, o aço quente e aveludado pulsando, guia para baixo, fenda encharcada, entalhes, ponta gorda, lábios da vulva se separando, famintos. Luciano enrijece com um grunhido surpreso, a respiração quente na minha nuca.

Luciano - Puta merda Dudinha, pensei que era virgem…

Ele murmura baixo, a voz rouca de choque, mas ignora. Seus quadris se movem para frente impiedosamente, o pau penetrando fundo na minha buceta em uma estocada brutal, alargando as paredes enquanto ele chega ao fundo, os testículos batendo contra mim. Sua mão aperta meu pescoço com força, o suficiente para fazer meu pulso martelar nos meus ouvidos, a visão embaçando nas bordas enquanto ele começa a estocar forte e implacável, cada golpe sacudindo meu corpo contra a parede. No quarto, os gritos de Jenn voltam a ecoar sob as estocadas selvagens de Fábio, mas se perdem na névoa.

Jenn quica loucamente no pau do Fábio, de costas para ele, a buceta agarrando o pau, espuma cremosa nas coxas, a bunda batendo forte, ondas onduladas, pele parda, peitinhos arfando, mamilos escuros duros. Ele rosna, mãos sujas espalham as nádegas.

Fábio - Essa filhinha senta no pau do papai vai levar mais porra quente no teu miolo.

Empurrando para cima, sucos jorrando com força. Ao nosso lado, as sombras da parede se fundem.

Luciano martela minha buceta impiedosamente, quadris, pistão, pau fundo arrasta paredes, veias incham, nenhuma misericórdia, pescoço aperta forte, pulso acelerado, ouvidos zumbem, segura gemidos, dentes mordem lábio, sangue, gosto de cobre vaza.

Minutos se misturam, suor escorre pela pele, deles, nossos, misturam ar, almíscar espesso, sêmen, suor, gemidos mal abafados — seus grunhidos baixos, meus gemidos sufocados. Fábio ruge, constrói:

Fábio - Vou encher de novo tua buceta gulosa, Jenn papai vai gozar.

Jenn - Sim, enche tua filha, papai.

Nosso pico de colapsos sincroniza Luciano enterra até os testículos inundações cordas quentes pulso útero revestimento paredes espessas semente transbordamento gotejamento coxas seu estrangulamento aperta rosnado selvagem, tio gozando dentro da sobrinha.

O êxtase me invade enquanto o pau de Luciano pulsa fundo, jatos quentes inundando as paredes da minha vagina, contraindo e ordenhando cada pulsação, o transbordamento escorre pelas coxas — mas um gemido abafado escapou mesmo assim, os lábios mordidos até ficarem em carne viva, mas audível o suficiente para cortar o ar bruscamente.

Jenn congela no meio do movimento, a cabeça vira bruscamente em nossa direção, os olhos arregalados de terror.

Fábio, no meio da estocada, o pau ainda enterrado endurece, puxa-a para longe, derruba-a no sofá e se levanta.

Fábio - Que porra foi isso? Alguém aí?

Agarra o short, puxa-o e caminha pesadamente em direção ao corredor.

O pânico me invadiu, agarro o braço de Luciano, puxo-o para longe de mim, o pau coberto de sêmen escapa, jorra, espirra no chão, a tranca corre pelo corredor, os pés batem no azulejo, a porta do meu quarto se abre, a tranca gira, arrasto-o para trás da cama, as sombras, o coração martela, o peito, os pulmões queimam, a porta treme, a maçaneta gira, a voz de Fábio ressoa abafada:

Fábio - Duda? É você aí menina? Abre essa porta.

Luciano aperta as calças contra meu pescoço, a mão dele tapa minha boca, os olhos selvagens pressionam os corpos juntos, escondem a respiração, prendem a respiração, o pulso acelera.

O punho de Fábio bate na porta novamente a madeira vibra.

Fábio - Eduarda abre logo! Tava dormindo?

Voz de borda urgente. Empurro Luciano com força em direção à porta do banheiro, seu pau ainda meio duro escorregadio nossa bagunça ele tropeça Eu assobio.

Eduarda - Fica quieto escondido!

Bater trava, limpar rápido coxas puxar apressadamente roupão amarrar cabelos soltos despentear cabeça de cama falsa porta quebrada espiar olhos sonolentos esfregar.

Eduarda - Pai? O que foi? Acordei com barulho…

Ele franze a testa, a barba se contrai, os olhos examinam o quarto atrás de mim, gotas de suor suspeitas, sua testa, shorts tensos, fracos, o gemido de Jenn vaga pela sala de estar. Barulho? Tipo gemido? Tava vindo daqui... tava sozinho?

Passos mais perto ombro empurrão porta mais larga Eu bloqueio casual bocejo trecho.

Eduarda - Sozinho? Claro que sonhei esquisito acordei assustado deve ter sido isso. Vai ver foi a Jenn gemendo no sonho também.

Ele grunhe compra meio relaxa coça o pescoço.

Fábio - Tá bom então volta dormir mas se ouvir mais avisa.

Vira-se pesadamente, a porta do fundo fecha com um clique. Eu inspiro, me encosto na madeira do banheiro. Luciano espera, sem fôlego, com os olhos cansados ​​e famintos. A fechadura se abre.

A porta do banheiro se fecha atrás de mim, o coração ainda acelerado pelo susto. Os passos de Fábio se afastam pelo corredor e me viro para Luciano, meu corpo vibrando com o calor residual, minha vagina ainda formigando com o sêmen dele.

Seguro seu pulso, puxo-o para dentro do box do chuveiro — roupa e tudo — e abro a torneira. A água quente jorra do chuveiro, caindo sobre nós num rugido vaporoso que abafa tudo.

Encharca meu roupão transparente que se agarra às minhas curvas, sua camisa se molda ao seu peito, seu short pesado.

Caio de joelhos no azulejo liso, a água batendo nas minhas costas como um tambor. Seu pau está pesado, meio duro e brilhando com a nossa sujeira.

Com os olhos fixos em seu olhar intenso, envolvo meus lábios na ponta, a língua girando na glande salgada, sugando fundo.

Ele geme baixo, as mãos agarrando meu cabelo molhado, os quadris se movendo enquanto eu movo a cabeça para cima e para baixo — as bochechas afundando, a garganta se esticando para receber mais.

Luciano - Caralho, Dudinha... chupa gostoso pro tio.

Ele sussurra, a voz rouca por cima do spray. O mundo se resume ao seu almíscar, a pulsação na minha língua, rios de água escorrendo pelo meu rosto enquanto eu o estimulo sem parar.

O jato quente do chuveiro bate nas minhas costas como uma tempestade implacável, o vapor preenchendo o ar denso e pesado, deixando tudo escorregadio e embaçado.

Meus joelhos pressionam o azulejo molhado, doendo um pouco, mas o fogo entre minhas pernas supera tudo — minha vagina pulsando, ainda escorrendo o sêmen de Luciano pelas minhas coxas.

Tiro o pau dele com um estalo molhado, um fio de saliva se estendendo dos meus lábios até a ponta brilhante, seu membro pulsando grosso e com veias saltadas sob a água.

Minha mão envolve a base, firme e segura, bombeando devagar no início — girando ao longo do comprimento, passando o polegar sobre a glande para espalhar a gota fresca de líquido pré-ejaculatório.

Olho para cima através dos cílios úmidos, encontrando seu olhar intenso, e deixo as palavras sujas escaparem roucas e proibidas:

Eduarda - Tio... sua sobrinha gulosa adora mamar pau de ex-presidiário... encheu minha buceta de porra e agora quer gozar na boca de novo? Me fode como a cadela da família.

Meu punho acelera, sons suaves cortando o rugido da água enquanto seus quadris se movem para frente. Ele rosna profundamente, os dedos puxando meu cabelo molhado para inclinar minha cabeça para trás, expondo minha garganta.

Luciano - Puta safada... continua assim que eu te encho de leitinho.

Ele sussurra, a voz rouca de desejo. O calor se intensifica em meu centro, minha vagina se contraindo no vazio, ansiando por mais.

A água jorra quente e feroz, turvando a visão, o vapor gruda na pele como uma segunda pele.

O punho voa agora, rápido como um raio, o eixo escorregadio desliza, as veias turvam, pulsa quente sob a palma da mão, aperta a base, torce, a ponta implacável inflama, o líquido pré-ejaculatório vermelho e furioso espuma branca. Inclino para mais perto, imploro, rouca e desesperada:

Eduarda - Tio, por favor... goza na cara da Dudinha! Cobre sobrinha de porra quente... marca teu pau na minha pele! Me faz tua puta!

Os quadris se movem selvagemente, um rosnado rasga a garganta, a mão livre cobre os testículos, pesado, apertado, rola, massageia, incita-o ao limite. Os olhos suplicam, a água arde, implora mais rápido, bombeia, implorando mais alto:

Eduarda - Goza tio! Enche minha cara!

Os músculos se tensionam, o eixo incha, lateja em aviso.

Minha mão bombeia o pau de Luciano como um borrão sob o jato forte do chuveiro, a água caindo sobre nós em lençóis quentes, o vapor denso em meus pulmões.

Seu membro incha impossivelmente mais grosso em minha mão, as veias pulsando descontroladamente contra minha palma, os testículos se contraindo enquanto os rolo, incitando, implorando. Ele rosna baixo, os quadris primitivos se movem para frente.

Luciano - Toma porra sobrinha safada!

O primeiro jato irrompe em rajadas grossas e quentes pelo rosto — respingando na testa, bochecha, nariz, lábios, queixo, os jatos pesados ​​pintam a pele com uma mistura pegajosa e quente com a água que escorre pelo pescoço, seios.

Os olhos se fecham com força, o segundo, o terceiro pulso cobre os cílios, goteja um toque salgado que atinge a língua.

Ainda acariciando, ordenhando cada gota, bombeando mais devagar agora, gananciosamente, o dedo pega uma gota da bochecha, suga até limpar.

Inclino-me, envolvo os lábios, a cabeça macia, retomo a sucção, giro suavemente a língua, lambo os restos girando, o creme salgado saboreio, gemo, vibra o membro.

Ele geme, as mãos trêmulas acariciam os pelos macios agora, o pau se contrai, espasmos suaves na boca. A máscara facial e a água removem parte do produto, mas, no meu caso, bastante permanece.

O barulho ensurdecedor do chuveiro abafa tudo, exceto nossas respirações ofegantes. A água quente bate com força no meu rosto coberto de esperma, como se tentasse apagar as evidências — mas os grossos fios ainda grudam na minha pele, escorrendo lentamente do queixo aos seios.

Os olhos de Luciano escurecem, sua mão selvagem se ergue, estalando com força na bochecha. A ardência floresce, o calor se espalha pelas bochechas.

O segundo tapa atinge o outro lado, um estalo rápido e preciso sacode o corpo. Rosna sujo e áspero.

Luciano - Toma tapa porca incestuosa... sobrinha vadia que mama pau do tio e pede mais... tu é minha putinha agora!

O terceiro tapa, mais leve, mas firme, o sangue corre pelo rosto, a vagina se contrai, inunda com uma excitação fresca e escorregadia, as coxas tremem, doem profundamente.

Uma mão cai instintivamente entre as pernas, os dedos mergulham nas dobras encharcadas, circulam o clitóris, esfregam freneticamente, perseguem o ápice. Ele percebe o sorriso malicioso.

Luciano - Esqueci dessa buceta linda hein? Hora de foder direito.

Braços fortes me levantam sem esforço como uma boneca de pano, pernas me envolve pela cintura, costas instintivas batem contra o azulejo frio, contraste com a pele escaldante, me prendem, me dominam completamente.

Pênis grosso e rígido empurra a entrada, penetra brutalmente, estica profundamente as paredes, agarra o veludo, um vício, um estalo brutal, quadris, pistão, impulso, golpe implacável, respingo de água, tapa na pele, eco, ritmo sujo, grunhidos, mistura de gemidos. Seios balançam, rosto selvagem pressiona, tapas no ombro, ardência, prazer desaparece, ondas de choque.

O jato quente do chuveiro cai impiedosamente sobre nós, pressionando minhas costas contra o azulejo frio enquanto o pau grosso de Luciano penetra fundo em mim, esticando as paredes da minha buceta num aperto ardente de puro prazer.

Seus quadris se chocavam contra os meus como uma máquina, penetrando mais fundo e mais rápido a cada estocada brutal, a água espirrando por toda parte num ritmo obsceno que ecoa no ar abafado pelo vapor.

Minhas unhas arranhavam suas costas, cravando-se com força nos músculos tensos, deixando rastros vermelhos enquanto arranho descontroladamente. Eu gemo rouca e desesperada, implorando sem vergonha:

Eduarda - Tio... mais! Fode mais fundo... mais rápido! Arromba a buceta da Dudinha!

Meus quadris se movem para cima para encontrá-lo, buscando o êxtase, meu corpo arqueando enquanto o puxo para mais perto.

Eduarda - Assim, tio! Me fode! Mais!

Ele grunhe selvagemente, um braço apoiado na parede enquanto a outra mão agarra minha bunda, me puxando para cima para um ângulo ainda mais selvagem, seu pau penetrando tão fundo que roça meu colo do útero, enviando ondas de êxtase que explodem por todo o meu corpo como estrelas. Pulsa quente por dentro, prometendo me inundar.

Os olhos de Luciano brilham de desejo ao ouvir meus apelos desesperados, e seus quadris aceleram num ritmo brutal de britadeira, penetrando ainda mais fundo com estocadas selvagens que destroem minha vagina, fazendo minhas paredes vibrarem e se contraírem num aperto mortal ao redor dele.

Meus gemidos escapam da minha garganta, mais altos e roucos, crescendo até um clímax.

Eduarda - Ahhh, tio! Tão bom... vou gozar! Fode!

O prazer se contrai e explode, o orgasmo me atingiu como um tsunami, inundando minhas veias enquanto minha vagina se convulsiona, ordenhando seu pau em ondas ondulantes.

Meu corpo estremece, minhas unhas cravam em suas costas, minhas pernas se travam em sua cintura enquanto eu tremo e me desfaço em êxtase. Ele rosna, implacável.

Luciano - Toma porra de novo, sobrinha puta!

E não para, penetrando impiedosamente até chegar ao fundo pela última vez. Seu pênis incha e pulsa, irrompendo em jatos quentes que inundam meu útero, pulso após pulso me preenchendo até transbordar, sêmen cremoso escorrendo pelas minhas coxas para se misturar com a água do chuveiro.

Ele rosna durante a estocada final, penetrando fundo até ejacular, ofegando pesadamente enquanto sua testa se pressiona contra a minha, nossos peitos úmidos subindo e descendo no vapor rodopiante.

Ouço minha própria voz soar ofegante e grata enquanto agradeço a Luciano por me foder tão bem, meus lábios roçando os dele em um beijo profundo bem ali, sob o jato forte do chuveiro.

Eduarda - Obrigada, tio... você me fodeu tão bem.

Murmuro contra sua boca, sentindo gosto de sal e calor, antes de me afastar apenas o suficiente para encontrar seus olhos intensos.

Eduarda - Agora eu preciso descansar um pouco.

Suas mãos permanecem em meus quadris, me firmando enquanto a água quente corre sobre nossos corpos escorregadios e entrelaçados, o vapor girando espesso no ar.

Ele ri baixo, aquele olhar pensativo aguçado com uma pitada de preocupação, sua voz áspera e direta enquanto ele me lembra.

Luciano - Cuidado, Dudinha... com toda essa porra que eu joguei na sua buceta essa noite, você pode acabar grávida. Vou comprar uma pílula do dia seguinte pra você logo que amanhecer.

As palavras pairam no ar úmido do banheiro, seu polegar traçando minha cintura possessivamente enquanto minha boceta ainda lateja com a memória de seu esperma me enchendo, a casa em silêncio além da porta enquanto o resto da família permanece longe.

Sorrio suavemente ao ouvir as palavras de Luciano, sentindo uma onda calorosa de gratidão por sua preocupação enquanto murmuro:

Eduarda - Obrigada por se preocupar, tio... você é incrível.

Minhas mãos se movem com cuidado sob o vapor do chuveiro, ensaboando seus ombros largos e descendo por seu peito tonificado, os dedos traçando as linhas de sua pele morena enquanto o enxáguo — lavando delicadamente o suor e os resquícios da nossa paixão.

De vez em quando, me inclino para roubar alguns beijos ternos em sua boca, os lábios demorando-se suaves e afetuosos, saboreando a água e ele enquanto nossos corpos se roçam uma última vez.

Ele retribui com um murmúrio baixo, as mãos acariciando meus quadris curvilíneos antes de finalmente sairmos, o ar fresco do banheiro atingindo minha pele úmida como um arrepio.

Toalhas se enrolam em nós enquanto nos secamos no espaço silencioso e cheio de vapor, a casa ainda em silêncio. Luciano me lança um olhar demorado, aquela intensidade pensativa em seus olhos, antes de seguir para seu quarto no final do corredor, a porta se fechando suavemente atrás dele.

Eu me deito na minha cama, os lençóis frescos contra meu corpo nu, minha vagina ainda sensível e com a sensação de estar cheia da noite passada. O cansaço me vence rapidamente, mergulhando num sono profundo enquanto espero o amanhecer, sabendo que ele sairá para comprar a pílula do dia seguinte, como prometeu — o som fraco do relógio ticando ao longe me embalando para os sonhos.

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