Eduarda Romero - Capítulo 3 - Visita da madrugada

Da série Eduarda Romero
Um conto erótico de Dudinha
Categoria: Heterossexual
Contém 3340 palavras
Data: 18/01/2026 14:50:50

O cansaço me atinge como um caminhão depois de tudo o que aconteceu com o tio Luciano — meu corpo, ainda não acostumado com a intensidade de tudo aquilo, me arrasta para um sono profundo e sem sonhos que se estende por muito tempo.

Perco o jantar completamente, a casa fica silenciosa ao meu redor enquanto a família se prepara para dormir, ninguém se preocupa em me acordar.

As horas passam voando até altas horas da madrugada, a noite densa e silenciosa, até que uma estranha pontada de consciência me atinge — uma presença próxima, quente e vigilante, me despertando do sono.

Meus olhos se abrem lentamente, grogues, para o brilho suave do meu abajur, aceso em baixa intensidade, projetando sombras pelo quarto. Lá, bem aos pés da minha cama, está Kaio — sua figura alta, com aquela pele morena clara e cabelo cacheado em silhueta, as roupas de estilo urbano amarrotadas como se ele estivesse andando de um lado para o outro.

Ele segura uma das minhas calcinhas com força, aquela preta de renda de antes, enfiada contra o nariz enquanto inspira profundamente.

A outra mão trabalha freneticamente dentro da calça jeans aberta, acariciando o pau duro com movimentos urgentes enquanto os olhos me devoram, fixos em mim, adormecida sob o lençol fino.

Eduarda - Kaio? O que é isso?

Sussurro, a voz rouca e sonolenta, piscando em choque enquanto a cena se torna nítida.

Ele congela como um cervo diante dos faróis, arrancando a calcinha e tentando enfiar o pau de volta, as bochechas corando intensamente sob a pele enquanto gagueja.

Kaio - Merda, Dudinha! Desculpa, mana... eu... eu ouvi você gemendo à tarde, tipo, alto pra caralho, e não consigo parar de pensar nisso. Me deixa louca... por favor, não conta pra ninguém.

Sua voz é baixa e suplicante, os cabelos cacheados estão despenteados, os olhos arregalados com uma mistura de vergonha e desejo desesperado, o volume ainda meio ereto visível em suas calças jeans enquanto ele se mexe desajeitadamente, sem conseguir se afastar completamente.

O ambiente parece carregado, o ar denso com sua excitação e aquele leve e familiar aroma almiscarado que pairava no ar mais cedo.

Eduarda - Tudo bem Kaio, não vou contar para ninguém.

Os ombros de Kaio caem um pouco, visivelmente aliviado com minhas palavras. Seus cabelos cacheados caem sobre os olhos enquanto ele esfrega a nuca, a pele morena-clara corando ainda mais de vergonha.

Ele olha para o volume evidente em sua calça jeans, mordendo o lábio antes de murmurar com uma voz rouca e tímida.

Kaio - Valeu, Dudinha... sério. Tá doendo pra caralho aqui, mana. Tá tão duro que não aguento mais... posso... posso terminar? Tipo, aqui mesmo? Por favor?

Seus olhos escuros encontraram os meus, suplicantes e intensos, a mão pairando perto do zíper como se estivesse louco para voltar a entrar.

O quarto ainda está impregnado com o cheiro de sua excitação, misturado ao leve aroma de lavanda dos meus lençóis.

Ele muda o peso de um pé para o outro, o corpo atlético tenso, claramente dividido entre a vergonha e a necessidade pura, esperando minha palavra enquanto meu coração dispara à luz do abajur.

Meus olhos se encontram com os de Kaio por aquele longo e intenso momento, minha mente girando — parte choque, parte curiosidade inundando tudo, quente e espontânea, a constatação me atingindo de que sim, eu realmente quero vê-lo fazer isso, observar meu irmãozinho se masturbando daquele jeito, perdido nisso por minha causa.

Uma hesitação agita meu peito, mas eu aceno lentamente com a cabeça e murmuro.

Eduarda - Tá bom, Kaio, continua... mas fica quietinho, né?

O rosto de Kaio se ilumina com uma mistura de gratidão e desejo, sua respiração falhando enquanto ele não perde tempo — abrindo o zíper da calça, ele retira seu pênis grosso e cheio de veias, já duro como pedra e pulsando, com gotas de líquido pré-ejaculatório na ponta.

Ele o envolve com força, usando minha calcinha para se masturbar devagar no início, os olhos fixos em mim sob o lençol, traçando o contorno do meu corpo curvilíneo enquanto grunhidos suaves e abafados escapam de seus lábios.

Kaio - Porra, Dudinha... você é tão gostosa... esses gemidos seus…

Ele sussurrou roucamente, acelerando o passo, os quadris se movendo levemente contra sua mão, o som úmido da pele roçando no tecido preenchendo o quarto silencioso enquanto a tensão se acumula em seu corpo, os cabelos cacheados úmidos de suor.

Sua mão livre se agarra à cabeceira da cama para se apoiar, a respiração irregular, mas obedientemente abafada, o ar eletrizado por sua crescente necessidade.

Sinto uma pontada de impaciência quando as estocadas de Kaio não o levam ao clímax, minha voz saiu firme, mas sussurrada.

Eduarda - Eu disse para ficar quieto, Kaio, e ser rápido.

Ele acena freneticamente com a cabeça, mordendo o lábio até sangrar, o punho desferindo um golpe rápido em seu pênis grosso e úmido, envolto em minha calcinha, os músculos tensos, a respiração ofegante — mas, após alguns segundos tensos, ele desaba com um gemido derrotado.

Kaio - Desculpe, Duda... Eu não consigo. Você pode me ajudar? Algo para ver?

Seus olhos imploram, o pênis pulsando intocado agora, as veias saltando. A hesitação me domina por um instante, o calor inundando minhas bochechas, antes que eu expire.

Eduarda - Isso é inapropriado, Kaio, mas eu te ajudo.

Murmuro, levantando-me da cama e me aproximando, envolvendo meus braços em torno de seu corpo alto e quente em um abraço apertado, minhas curvas macias pressionadas contra sua estrutura rígida, meus cabelos escuros e ondulados caindo sobre seu ombro. Meus lábios roçam sua orelha enquanto sussurro roucamente.

Eduarda - Vai, irmãozinho... goza pra mim.

O gemido de Kaio vibra em mim como um trovão, suas mãos agarrando minha cintura desesperadamente, uma delas deslizando para apertar minha bunda enquanto ele retoma as estocadas fortes e rápidas, a cabeça do pau deixando rastros úmidos na minha coxa através da camisola fina.

Kaio - Puta merda, Dudinha... me sentindo assim... estou quase lá…

Ele ofega contra meu pescoço, os quadris se movendo com urgência, o quarto impregnado com seu cheiro almiscarado e o som lascivo do seu frenesi crescente, o corpo tremendo à beira do clímax.

Minha mão desliza entre minhas coxas, os dedos pressionando o tecido úmido da minha calcinha, fazendo círculos lentos sobre meu clitóris inchado enquanto um calor intenso e insistente me invade, a respiração acelerando enquanto me agarro ao corpo trêmulo de Kaio.

Inclinando-me para mais perto, meus lábios roçam sua orelha com um sussurro sensual.

Eduarda - Imagina você me comendo nessa cama, maninho, rasgando minha buceta com seu pau grosso.

Kaio perde completamente o controle, um rugido gutural abafado em meu ombro enquanto seu punho se move como um pistão, a glande jorrando líquido pré-ejaculatório que encharca minha camisola e mancha minha pele — sua mão livre crava-se em minha bunda, pressionando-me com mais força contra ele, o corpo convulsionando.

Kaio - Caralho, Dudinha... sim, foder você... te encher…

Ele rosna entrecortadamente, os quadris se movendo descontroladamente, o ar eletrizado por seu desespero cru e a sinfonia úmida de nossas estocadas mútuas, sua ejaculação se intensifica a cada segundo na penumbra do abajur.

Eu me afasto o suficiente para observar, os olhos fixos no punho de Kaio deslizando sobre seu pau envolto na calcinha, lubrificado com o líquido pré-ejaculatório e pulsando violentamente — a excitação me invade como fogo, o pulso dispara, e sem pensar duas vezes, caio de joelhos, inclinando-me para a frente em silêncio, minha boca quente envolvendo sua glande inchada em um movimento suave, a língua girando avidamente ao redor da ponta que goteja enquanto eu chupo fundo e com fome.

O mundo de Kaio se despedaça — suas costas se arquearam para fora da cama com um grito estrangulado que ele mal consegue conter, as mãos voando para agarrar meus cabelos escuros e ondulados, os quadris se erguendo instintivamente para foder minha garganta.

Kaio - Fodeee, Dudinha... tua boca... tô gozando!

Ele geme roucamente, o pênis pulsando descontroladamente enquanto grossos jatos de sêmen quente irrompem, inundando minha boca em jorros pesados ​​que engulo avidamente em meio à torrente salgada e almiscarada, suas coxas tremendo sob meu aperto enquanto o quarto gira com seus gemidos roucos e os obscenos estalos úmidos ecoando pelas paredes.

Eu engulo cada jato grosso do esperma de Kaio, minha garganta trabalhando avidamente ao redor de seu pênis pulsante ainda enterrado em minha boca, recusando-me a soltá-lo — lábios selados firmemente, continuo sugando com puxões rítmicos, a língua lambendo a parte inferior sensível para extrair cada gota, seus gemidos de prazer preenchendo o quarto como música.

Minha mão livre mergulha dentro da minha calcinha encharcada, os dedos penetrando minha fenda úmida, fazendo círculos frenéticos sobre meu clitóris enquanto ondas de prazer me invadem, meus quadris se movendo instintivamente contra a palma da minha mão. Kaio se debate sob mim, a pele morena-clara brilhante de suor, o cabelo encaracolado grudado na testa, as mãos emaranhadas nos meus cachos.

Kaio - Dudinha... porra, continua... tá me matando de tão bom…

Ele ofega com dificuldade, o pau voltando a ficar duro na minha boca implacável apesar da ejaculação recente, o corpo tremendo novamente sob o ataque, o ar denso com nossos cheiros misturados e a sinfonia lasciva dos meus suspiros abafados e dedadas molhadas.

A respiração de Kaio vem em suspiros trêmulos enquanto a coragem brilha em seus olhos, suas mãos tremendo, mas se tornando mais ousadas — começando hesitante, ele desce, uma palma deslizando sobre a curva da minha bunda, apertando a carne firme através da minha calcinha com crescente necessidade, os dedos amassando inseguros como se estivesse testando águas proibidas, a outra mão se aventura para cima para envolver meu seio pesado, o polegar roçando meu mamilo endurecido através do tecido fino da camisola, tateando desajeitadamente, mas com fome, perdido no calor.

Kaio - Dudinha... você é tão gostosa... posso?

Ele murmurou roucamente, a voz falhando de incerteza e desejo, seu pau pulsando com mais força na minha boca sugando pela excitação, os quadris se movendo levemente enquanto seus toques se tornam mais firmes, explorando minhas curvas de violão com admiração de olhos arregalados, a cama rangendo sob seu peso enquanto seu cheiro — suado, masculino — me domina.

Dou uma pausa na sucção apenas o suficiente para prender meus polegares na minha calcinha, deslizando-a pelas minhas coxas e chutando-a para o lado, minha vagina agora lisa e exposta — virando meus quadris para apresentar minha bunda completamente à mão apalpadora de Kaio, seguro seu pulso com firmeza e guio seus dedos direto para meus lábios úmidos, pressionando-os contra meu clitóris inchado antes de mergulhar de volta, minha boca envolvendo seu pau pulsando novamente com fome renovada, chupando fundo e desordenadamente.

Os olhos de Kaio se arregalaram em choque e desejo selvagem, um grunhido gutural escapando enquanto seus dedos tateiam e mergulham ansiosamente na minha umidade, dois dedos deslizando dentro do meu calor apertado com estocadas desajeitadas, a palma da mão esfregando meu clitóris enquanto a outra belisca meu mamilo com mais força — seu pau incha impossivelmente na minha garganta, os quadris se movendo para cima para foder meu rosto enquanto ele perde toda a contenção, gemidos se tornando animalescos.

Kaio - Tua buceta... tão molhada pra mim, Dudinha... fode no teu maninho!

O quarto turvo com nosso frenesi crescente e os sons molhados de seus dedos combinando com minhas chupadas.

O ápice se contrai em meu âmago com seus dedos bombeando minha vagina, mas eu anseio por mais, negando a excitação — eu me afasto de seu pau com um suspiro molhado, saliva escorrendo de meus lábios até a ponta brilhante, então o puxo completamente para a cama, incentivando seu corpo esguio a se estender completamente sob mim.

Encarando seus olhos arregalados e tomados pela luxúria em um silêncio pesado, eu monto em seus quadris, agarrando seu membro liso e o direcionando para meu ânus apertado — lentamente, centímetro por centímetro agonizante, eu me abaixo sobre ele, a ardência me fazendo soltar um suspiro suave enquanto sua grossura me penetra, parando para me ajustar até que ele esteja enterrado até o fundo do meu cu, então começo a cavalgar com os quadris se movendo, rebolando com força enquanto o encaro profundamente nos olhos.

O rosto de Kaio se contorce em êxtase e descrença, suas mãos voando para meus quadris curvilíneos para apertá-los com força.

Kaio - Dudinha... no cu... porra, que delícia... vai, senta gostoso!

Ele geme roucamente, impulsionando-se para cima ao encontro dos meus movimentos, seu peito de cabelos cacheados arfando, a pele morena-clara coberta de suor batendo na minha, o pau pulsando descontroladamente dentro da minha bunda apertada enquanto a estrutura da cama bate ritmicamente contra a parede, sua admiração incerta se transformando em domínio puro.

Eu o monto com mais força por mais algumas estocadas intensas, seu pau grosso penetrando fundo no meu cu a cada investida até minhas coxas queimarem e o cansaço começar a me dominar — inclinando-me para a frente, meus cabelos escuros e ondulados caindo sobre nós, levo meus lábios até sua orelha e sussurro com fervor.

Eduarda - Me fode e fica quietinho.

Antes de me lançar em um beijo feroz e intenso, gemendo em sua boca enquanto nossos sabores se misturam. As mãos fortes de Kaio deslizam dos meus quadris para me envolverem possessivamente, mantendo-me firme no lugar — então ele assume o controle, impulsionando-se com força por baixo, fodendo meu cu com estocadas profundas e vigorosas que sacodem meu corpo inteiro, seus quadris se movendo incessantemente enquanto grunhidos abafados vibram contra minha língua, o som úmido da pele batendo ecoando mais alto, seus olhos queimando nos meus no meio do beijo com aquele mesmo fogo faminto e inseguro, agora temperado com uma confiança ousada, o suor escorrendo entre nós enquanto ele nos leva ao ápice.

Minha respiração fica ofegante e curta contra a boca de Kaio, intensificando-se em gemidos roucos e desesperados que se misturam aos nossos beijos vorazes — seu pau penetra ainda mais fundo no meu cu com aquelas estocadas poderosas para cima, me esticando até o limite, cada investida enviando choques elétricos pelo meu corpo enquanto seu aperto nos meus quadris deixa marcas deliciosas.

Kaio devora meus gemidos como combustível, seus próprios grunhidos ressoando em seu peito enquanto ele interrompe o beijo apenas o suficiente para sussurrar, sem fôlego.

Kaio - Tá gemendo tão gostoso... teu cu apertando meu pau, Dudinha... não para!

Antes de selar seus lábios sobre os meus com avidez, sua língua lutando com a minha enquanto suas estocadas se tornam erráticas e ferozes, seus testículos batendo na minha vagina a cada investida brutal, a cama rangendo violentamente sob nós, sua pele morena-clara corada e úmida contra minhas curvas, seus olhos fixos nos meus com intensidade selvagem em meio à névoa do nosso frenesi compartilhado.

O fogo cresce insuportavelmente dentro de mim, o clímax à beira do precipício — retomo o controle, arqueando-me para enfiar um seio pesado na boca ávida de Kaio, seus lábios se prendendo instantaneamente para sugar meu mamilo com força, a língua girando enquanto ele geme ao redor da carne.

Meus quadris se movem descontroladamente, cavalgando seu pau fundo no meu cu com movimentos urgentes, enquanto minha mão livre mergulha entre minhas coxas para fazer círculos frenéticos sobre meu clitóris inchado, buscando aquela liberação avassaladora.

Os minutos se confundem na névoa até que eu me inclino, ofegante contra seu ouvido para sussurrar roucamente.

Eduarda - Tô gozando, maninho... goza comigo, enche o cu da tua irmã.

Os olhos de Kaio se arregalaram em choque e luxúria selvagem com minhas palavras, ele sugou meu seio com ainda mais força — os dentes roçando, gemidos vibrando por todo o meu corpo — enquanto seus quadris se movem violentamente para cima, penetrando meu cu em contra-ataques frenéticos, uma mão apertando minha nádega enquanto a outra belisca meu mamilo livre, seu pau ficando incrivelmente mais grosso dentro de mim.

Kaio - Porra, Dudinha... teu cu... vou encher tudo!

Ele rosna abafado contra meu peito, o corpo tenso como uma mola comprimida, à beira do orgasmo comigo, o quarto impregnado com nosso suor e o som obsceno de seu pau penetrando.

Eu sussurro as palavras bem no ouvido dele.

Eduarda - Aproveita, maninho, eu já tô aproveitando!

Meus gemidos, cada vez mais altos e descontrolados, ecoam pelas paredes enquanto toda a cautela desaparece em meio ao êxtase — esquecendo completamente que não estamos sozinhos em casa, meu corpo estremece com o orgasmo iminente.

Kaio perde o controle com meu grito, sugando meu mamilo como um possuído enquanto seu pau explode em espasmos violentos dentro do meu cu, jatos quentes de esperma me inundando enquanto ele ruge abafado contra meu peito.

Kaio - Caralho, Dudinha... tô gozando! Teu cu... mil vezes!

Seus quadris se moviam erraticamente para bombear cada gota grossa dentro de mim, sua mão livre arranhava meu quadril com força suficiente para deixar uma marca, seus olhos reviraram em êxtase enquanto minhas próprias ondas de prazer se intensificaram com a sensação, seu orgasmo desencadeando o meu — passos repentinos rangiam levemente no corredor lá fora, uma maçaneta se mexia em algum lugar distante, mas inconfundível, vozes murmuravam baixo enquanto alguém — talvez Mãe ou Luciano — o risco intensificando ainda mais a intensidade em meio ao nosso ápice compartilhado e trêmulo.

Minha mão fecha firmemente a boca de Kaio, silenciando seus gemidos persistentes, enquanto a outra sela meus próprios lábios, ambos congelados em uma imobilidade tensa sobre a cama rangente — seu pau ainda tremendo fundo em meu cu cheio de esperma, nossos corpos cobertos de suor unidos enquanto nos esforçamos para ouvir, respirações curtas e abafadas entre meus dedos.

Os passos pararam no corredor, um murmúrio baixo filtrando-se pela porta — a voz rouca de Luciano ressoa indistintamente para alguém, talvez Mãe, algo sobre cheguei cedo... ouvi barulho?

Antes de passarem arrastando os pés em direção à cozinha, a maçaneta da nossa porta não girando, desaparecendo com o tilintar de pratos lá embaixo. Os olhos de Kaio se arregalam contra minha palma, uma mistura de pânico e excitação relampejando neles enquanto ele acena sutilmente com a cabeça, suas mãos ainda agarrando meus quadris possessivamente, o gotejamento quente de seu esperma escorrendo pela minha coxa no silêncio carregado.

A luz pálida da aurora filtra-se pelas cortinas enquanto olho pela janela, o céu riscado de rosa e cinza — o coração dispara ao perceber quanto tempo se foi, inclino-me para perto de Kaio e sussurro com urgência.

Eduarda - Já é de manhã, eles devem tá acordados... vou na porta ver se tem alguém. Se não, sai do meu quarto. Não pode rolar flagrante. A gente conversa depois.

Ele acena rapidamente com a cabeça, os olhos ainda turvos pelo êxtase, mas agora cautelosos, retirando-se de mim com um estalo seco que me faz conter um suspiro — seu sêmen escorre quente do meu ânus enquanto ele se move, pegando suas roupas espalhadas pelo chão enquanto eu saio da cama, com as pernas trêmulas.

Caminhando descalça até a porta, abro-a silenciosamente, espiando o corredor escuro — vazio e silencioso, exceto pelos sons fracos da cozinha lá embaixo, ninguém à vista.

Kaio paira atrás de mim, tenso e seminu, aguardando meu sinal, enquanto a casa começa a ganhar vida com vozes abafadas vindas de baixo.

Dou um aceno rápido para Kaio — claro — indicando que ele pode sair.

Ele desliza pela porta entreaberta como uma sombra, desaparecendo pelo corredor com um sussurro de

Kaio - Valeu, Dudinha... a gente se fala.

Por cima do ombro, antes que a porta do seu quarto se feche suavemente, dois cômodos adiante.

Com o coração ainda acelerado, corro pelo quarto, secando os lençóis amassados ​​com uma toalha para esconder as manchas de umidade e o cheiro almiscarado, juntando minhas roupas sujas em uma pilha escondida, borrifando aromatizador de ambientes para disfarçar o ar carregado de sexo — tudo voltando à normalidade inocente em minutos.

Satisfeita, caminho descalça até o banheiro, girando o registro do chuveiro quente, o vapor subindo enquanto a água cai sobre minha pele, lavando os rastros pegajosos de sêmen entre minhas nádegas e coxas, o sabonete ensaboando minhas curvas enquanto relembro a noite selvagem e confusa, a casa agora totalmente despertando com o barulho de panelas e Mãe gritando.

Luciana - Bom dia, galera!

Da cozinha lá embaixo, passos alheios ecoando por perto.

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