Parte 12 – O Fim da Loucura (e a Ressaca)

Um conto erótico de Pervy
Categoria: Grupal
Contém 966 palavras
Data: 18/01/2026 04:31:33

Mal notamos quando Vanessa se levantou e foi para trás de Ninah, sua mão melada com mais lubrificante acariciando o cuzinho vermelho entre meus dedos.

- Vingancinha por antes – disse sorrindo maliciosa. – Não me deixem de fora, seus putos.

E pressionou a mão inteira no buraco aberto de Ninah. Ninah urrou rouco de prazer, corpo convulsionando em cima de mim – meu pau ainda enterrado fundo na bucetinha encharcada dela, sentindo cada vibração do punho da Vanessa entrando no seu cu. O calor apertado sugava meu pau mais forte, creme espumando nas bordas, pregas arrebentadas esticando ao redor da mão pequena da amiga.

- Caralho… vocês dois... me enchendo… ahhn… tá rasgando tudo… gozando de novo!

Vanessa bombava firme mas com carinho, girando o punho devagar dentro do cuzinho de Ninah, olhos vidrados no estrago que ela mesma causava. Eu sentia tudo – vibração insana passando pro meu pau, Ninah tremendo inteira, bucetinha jorrando quente ao meu redor. Acelerei as bombadas na buceta dela, mãos apertando as nádegas abertas pra Vanessa ter mais espaço. Ela balançava a cabeça, perdida no tesão do momento. Começou a forçar o cuzinho mais para trás, de encontro ao pulso da amiga.

- Espera Ninah, tá muito aberta, não quero te machucar. – Vanessa parou de bombar, preocupada - Vou te rasgar de vez assim.

Ela continuava rebolando com a mão da amiga e meu pau enterrados nela.

- Mais fundo... me abre mais... quero sentir tudo!

Vanessa me olhou de relance, acenei com a cabeça: Sabia que ela aguentava. Vanessa voltou a enfiar ritmadamente, afundando mais um pouco a cada bombada. Arregacei o máximo que pude sua bundinha para facilitar aquela loucura, senti o braço de Vanessa sendo engolido aos poucos naquela cratera gulosa. Entrava devagar, centímetro por centímetro, Ninah tremendo mais, orgasmo explodindo quando o cotovelo roça nos meus dedos. Com um som de sucção forte, pregas abrindo no limite, Ninah estava com o antebraço inteiro de Vanessa enterrado nela.

Ela me beijava sem fôlego, tremendo inteira num orgasmo avassalador.

- Goza pra gente, amor… sente o ela te arrombando enquanto eu te fodo…

Ninah gritou alto, orgasmo múltiplo sacudindo o corpo – buceta apertando meu pau como louca, cuzinho piscando ao redor do antebraço de Vanessa, jorro quente melando minha barriga. Eu não aguentei – gozei fundo dentro dela, pau pulsando, enchendo a bucetinha de porra quente enquanto sentia o punho da Vanessa mexer ali dentro. Vanessa riu rouca, tirando o punho devagar – sucção grossa ecoando, cratera máxima aberta e pulsante, creme e um pequeno filete de sangue misturados pingando. Ninah desabou ofegante em cima de mim, corpo mole, rindo entre lágrimas de prazer puro:

- Caralho… me destruíram dos dois lados… nunca senti isso…

- Gozou como uma putinha, tô orgulhosa! Vocês são foda... amo vocês!

Rimos cansados daquela loucura até desmaiarmos de sono.

A manhã chegou pesada – sol batendo na janela do quarto, cabeças latejando de ressaca, corpos nus e suados espalhados na cama grande. Eu acordei primeiro, cuzinho ardendo forte, cratera piscando aberta quando me mexi. Ninah do meu lado, gemendo baixo ao virar, bundinha branca marcada de mãos e creme seco.

- Tá latejando ainda amor?

- Uhum – Respondeu ainda de olhos fechados.

Vanessa do outro lado, minissaia preta embolada na cintura, bucetinha morena e cuzinho ainda inchados à mostra, gemendo rouca ao abrir os olhos.

- O meu também... nunca mais. – disse ela.

- Caralho… nunca mais bebo assim – Ninah murmurou, voz falhando, mas logo riu. – Foi loucura total, gente.

Vanessa se espreguiçou, pernas tremendo:

- Loucura foda… meu cuzinho tá pulsando ainda. Vocês me viciaram mesmo.

Risada coletiva, falsa culpa no ar, café fraco na cozinha depois. Vanessa pegando a bolsa pra ir embora, ainda de minissaia curta e top branco, sem calcinha (a dela tava jogada no chão do quarto, encharcada de mel da noite). Ninah, de camiseta larga, pegou o plug rosa médio da mesa de cabeceira – limpinho, base larga brilhando – e entregou pra ela com sorriso safado:

- Leva isso aqui, Van. Treina melhor esse cuzinho – apertou muito minha mão ontem.

Vanessa riu alto, corando, mas olhos brilhando:

- Sua safada… tá bom, vou treinar mesmo.

Empinou a bundinha morena ali na cozinha, minissaia subindo até a cintura, cuzinho ainda inchado e rosado à mostra, bucetinha babando um pouco de ressaca tesuda, rebolando. Ninah riu divertida, ajoelhando rápido atrás dela:

- Você não tem jeito mesmo, sua putinha.

Lambeu o plug devagar – língua circulando a base larga, melando de saliva quente – e colocou na amiga com carinho, mas firme, empurrando devagar até a base sumir no anel moreno. Vanessa gemeu baixo, pernas tremendo:

- Ahhn… tá ardendo…, mas… entra gostoso…

Ajustou a minissaia por cima, sem calcinha, plug latejando forte dentro. Deixou a calcinha molhada da noite na mesa como lembrança:

- Essa fica pra vocês… pra sentirem meu cheiro até a próxima.

Saiu cambaleando pra rua, minissaia curta balançando, bucetinha morena roçando no vento, plug mexendo a cada passo – ardor queimando, mas sorriso safado no rosto, pensando na próxima loucura.

Ninah e eu rimos abraçados na porta, falso arrependimento no ar:

- Nunca mais vamos beber assim… - Falei rindo.

- Até a próxima garrafa. – Sorriso felino que eu tanto amava.

Depois que Vanessa sai, Ninah e eu voltamos para cama, rindo abraçados, falso arrependimento no ar. Ela pegou a calcinha melada da Vanessa, cheirou de zoeira e jogou pro canto:

- Pra lembrar da morena… mas você é meu.

Virou de bruços ao meu lado, bundinha branca marcada, cratera máxima ainda aberta e latejando, creme e porra pingando devagar. Eu entrei nela de lado, pau deslizando fácil no cuzinho destruído – quente, guloso, sugando sem resistência. Bombadas lentas, carinhosas, ela gemendo baixinho no meu ouvido:

- Ahhn… assim… devagar, amor… relaxamento perfeito.

Gozei fundo de novo, abraçando ela forte, os dois tremendo de prazer residual. O vício mais fundo, o casal mais forte – e Vanessa sempre pronta pra uma próxima loucura ocasional.

Fim da noite louca.

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