Agora era vez de mamãe

Um conto erótico de TcheloKBruno
Categoria: Heterossexual
Contém 3715 palavras
Data: 01/01/2026 09:07:38
Última revisão: 01/01/2026 10:55:55

Minha intuição me guiou em direção a uma indireta que minha tia havia me feito. Eu e ela já havíamos mergulhado numa odisseia sexual que estava me levando à loucura, eu já estava praticamente apaixonado pela irmã mais nova de minha mãe, e não ia dar muito certo tentar entrar com ela de véu e grinalda numa igreja, nossa sociedade ainda não está pronta para esse tipo de ligação entre parentes.

Apesar de ter começado sendo um cuidador dela, num momento mais delicado que ela vivia, ela hoje não apenas parece totalmente recuperada, mas é também minha parceira de cama, que mal deixa tempo pra qualquer um de nós fazer outra coisa. No auge das minhas descobertas por seu corpo, ela insinua numa tarde que teria ciúmes se eu tentasse repetir essas mesmas descobertas com sua irmã.

E não é que aquela conversa rendeu boas reflexões do meu lado? Tanto minha tia como minha mãe já fizeram parte de toda a fantasia que eu criava na descoberta de minha sexualidade, eu bati muita punheta vendo a tia desfilar num jeans bem colado e seus mamilos quase furando a camiseta. Ela sempre foi muito gostosa e atraente, casou com meu tio por volta de seus 15 anos, assim como minha mãe. Ela viveu até os 37 com ele, que lhe deu dois filhos, e há cinco anos ela vinha tendo uma vida mais reclusa, chegando ao ponto de quase uma neurose. Por conta da minha disponibilidade, fui eleito pela família para dar uma atenção a ela no processo de recuperação, e ninguém fazia ideia do que acontecia entre quatro paredes conosco. Eu já peguei muita menininha deliciosa, nos meus 27 anos de vida eu posso dizer que meu pau já ralou uma quantidade bem respeitável de buceta por aí, mas devo confessar que, para minha surpresa, minha tia superava qualquer outra garota em seu desejo por sexo. A gente trepou muito, de todo o jeito que cabia, e eu me entregava perdidamente à sua libido, sem nenhuma reclamação.

Agora, depois dela confessar indiretamente o ciúme que sentiria em relação à minha mãe, decidi investigar o quanto ela estaria disposta a compartilhar lençóis com o próprio filho. Eu certamente não iria reclamar nada, minha mãe não fica devendo nada para minha tia em nenhum aspecto, e se esse um ano a mais de idade representar ainda mais desejo na cama, eu confesso que não sei nem por onde começar.

Linda e gostosa, é isso... minha mãe também é uma delicinha, não fica devendo nada pra minha tia. A única diferença talvez entre as duas seja que minha tia carrega mais traços de meu avô, enquanto minha mãe é uma escultura de minha vó, 14 anos mais nova. Por sinal, minha vó ainda parece dar um caldo bem interessante, nem seria má ideia depois conferir se aquela respeitável senhora ainda busca uma serpente pra invadir sua gruta, mas isso eu posso deixar para outra ocasião.

Não era difícil me aproximar mais de mamãe. Sendo filho único e ela divorciada há mais de 15 anos, foi bem natural que nós tivéssemos construído uma relação muito profunda. A gente conversava muito sobre tudo que acontecia conosco, ela assistiu todo o meu despertar sexual, me orientando sobre o que eu deveria e não deveria buscar nas meninas que eu pretendia comer. Algumas vezes ela falava sobre o que buscava em outros parceiros, um pouco no sentido físico, mas principalmente no emocional, ela nunca teve um namorado de maior duração, apenas alguns parceiros que ficavam bem por algumas semanas, mas logo chegava a hora seguir sua vida. Obviamente, eu não tinha sangue de barata, e escutar aquela gostosona dissertar sobre o que acontecia com ela, era inevitável meu pau estufar com frequência. Eu cuidadosamente tratava de disfarçar isso pra ela, e mais tarde eu aproveitava os banhos pra despejava tudo aquilo numa longa bronha.

O curioso é que apesar de descascar uma punheta respeitável à ambas as irmãs, eu nunca tive pretensões de levar aquilo mais adiante, eu era muito bem servido de buceta por onde quer que eu estivesse. Escola, trabalho, amigas, por onde eu andava, rapidamente surgia aquele brilho no olhar, e não demorava muito pra ente ver as roupas voando pra todo lado e a gente se acabar na cama.

Mas agora, depois de tanta fodelança com minha tia, talvez tenha chegado a hora de experimentar quais limites eu teria com minha mãe. A primeira e mais importante decisão foi moradia. Não foi difícil argumentar que meu apartamento ia precisar de uma reforma, e com isso negociei com ela se podia passar algum tempo em sua casa. O único senão nessa história seria ter de diminuir o número de trepadas que eu dava rotineiramente na minha tia, mas tanto ela quanto eu sabíamos que não faria mal algum eu dar esse passo, já que eu sempre arrumava um tempo para “cuidar” dessa titia que supostamente ainda precisava da minha atenção.

Novo endereço por algum tempo, hora de me instalar de volta no quarto onde vivi minha adolescência. Meu pai nunca esteve presente nesse meu processo, o divórcio aconteceu pouco antes do meu aniversário de 12 anos, e ele nunca esteve muito presente depois, apenas cuidava de dar a pensão que me garantia uma qualidade de vida, mas não houve um acompanhamento dele no meu amadurecimento.

Na solidão daquele quarto, muita bronha foi descascada, me lapidando pra tudo que eu faço hoje. Minha tia era dona uma cota bem razoável, ela era realmente uma boneca, mas devo confessar que na ponta do lápis, minha mãe ainda era a campeã absoluta das minhas punhetas ali. Seja pelo fato de convivermos juntos, seja por ela se interessar tanto por me fazer amadurecer, seja por ela não ter receio em dividir seus sentimentos comigo, ou seja pelo simples fato dela ser muito gostosa mesmo, eu já derramei por ela muita porra nas noites em que sonhava acordado com toda aquela carne.

Recém chegado agora de volta ao meu berço, era hora de explorar como eu poderia avançar. Roupas descontraídas eram bem naturais pra gente, nunca tivemos muito pudor sobre o que usar em casa, por vezes ela saía apenas de roupão sem nada por baixo, ou ainda uma camisola sempre bem reveladora, ou apenas de sutiã e calcinha, que de qualquer forma sempre mostrava que ela era a rainha incontestável da gostosura naquela família. Pra minha total sorte, nenhum paquera ou namorado, então nossa intimidade quase que retomava os níveis de quando eu ainda morava com ela.

Bastou uma ou duas noites de pizza, vinho e TV pra gente voltar a se sentir muito confortável em dividir nossos sentimentos. Ela estava curiosa sobre o que eu andava fazendo da vida, e fui bem discreto em dizer que tive uma sessão respeitável de sexo, mas sem dar nome aos bois. Não sei qual seria nesse momento a reação de mamãe se ela imaginasse que o filho estava carimbando sua própria irmã.

Terceira, quarta, quinta noite juntos na antessala, nossas mãos e dedos já eram bem íntimos novamente. Era muito gostoso poder conversar sobre todos esses sentimentos, tendo a mão junto de outra pessoa, parece que fica ainda mais íntimo. O carinho começa então a tomar cada vez mais forma... eu ficava ajeitando seus cabelos, um Chanel muito bem desenhado por seu cabelereiro, e era inevitável algumas comparações com sua irmã. O cabelo minha tia sempre fez parte da minha tara, eu gozei muito com o pau todo emaranhado nele, eu tinha muito tesão em como ela cuidava de seus cachos, mas agora a história era diferente. Minha mãe visivelmente gostava do cafuné que eu aplicava nela, sua expressão era de profundo relaxamento e prazer, e eu deliberadamente levava isso até onde dava. Com ela devidamente encaixada na minha frente, eu percorria com os dedos todo o seu cabelo, desde a nuca nua até o topo da cabeça, massageando sem pressa o crânio daquela mulher. Explorava toda a pele atrás de suas orelhas, arranhava seu pescoço e ia inclinando sua cabeça de um lado para o outro. Ficava conversando baixinho ao seu ouvido, enquanto mordiscava seu lóbulo e soprava seu pescoço, criando aquela atmosfera extremamente intima, que é uma delícia. Que mulher mais gostosa, eu já começava me sentia animado de ter ela assim tão próxima a mim.

Mamãe ainda tem alguma atividade em home-office que ocupa quase que totalmente seu horário de expediente, que em breve ela pretendia dar uma pausa pra curtir a vida, e eu não precisava de muito tempo pra fechar as planilhas do meu trabalho, então o tempo livre que eu tinha durante o dia, era quase sempre na cama com minha tia. E dá-lhe rola...

A semana foi repleta de magia, não era preciso muita imaginação para sentir que minha mãe não se opunha a nada do que estávamos realizando ali. Obviamente meu desejo de gozar dentro dela ainda não era tão evidente assim, mas nosso nível de carinho e cumplicidade já era bem maior do que tínhamos antes de eu me mudar.

No primeiro final de semana, depois de um bom sushi e muito vinho, estávamos ambos bem relaxados ouvindo alguma musica pelo streaming, meia-luz, pouca roupa e as conversas naturalmente iam descendo para níveis mais interessantes.

- Nossa, faz tempo que eu não sei o que é me sentir mulher! Sei que não sou de se jogar fora, mas esses tempos não tem sido fácil achar alguém pra eu devorar.

- Jogar fora, dona Rita?!? Só um louco iria descartar uma mulher como você. Você já se viu no espelho, por favor? Tá tudo certinho, não tem nada sobrando nem faltando, parece uma daquelas atrizes abençoadas que eu vejo por aí.

- Sobrando pode até não estar, mas confesso que faltando, está sim... de que adianta tudo isso aqui, mas ir dormir sozinha?

Ai, ai, ai... as portas começavam a se entreabrir, essa era a conversa que eu tanto ansiava em ver acontecer.

- Vem aqui... carinho não pode faltar pra essa mulher encantadora. Você merece o melhor que eu possa te proporcionar.

Mal sabia ela o tamanho da vontade que eu escondia dentro do calção.

- Ai, quero sim... ser tocada por suas mãos tem sido algo nos últimos dias que tem me trazido alento. Faz uma massagem, por favor.

Cuidadosamente eu desamarrei seu roupão e a rolei ela de barriga pra baixo no sofá. Com a maior paciência e tranquilidade do mundo, ia baixando pouco a pouco seu roupão, massageando pescoço e ombros, depois os braços, suas costas, toda a lateral quase chegando nos seios, depois sua cintura...

Quando tirei todo o roupão e arremessei ao chão, eu tinha à minha frente minha deusa, usando apenas uma calcinha mínima, e mais nada a não ser duas gotas de perfume. Respirei fundo admirando aquela bunda e fui para seus pés. Sempre tive um tesão doido em pés e dedinhos, minha tia conferia isso com frequência em nossas fodas, e agora eu cuidava, dedo por dedo, dos pés de mamãe. Por vezes, eu não resistia e aplicava leves beijos e mordicadas neles, que ela agradecia quase gemendo, mas ainda não era hora de avançar muito, apenas preparar.

Massageei seus pés e percorri sem pressa o caminho por suas pernas, subindo em direção de suas coxas. Amassando como eu estava fazendo, não precisava de muita imaginação para entrever o que aquela calcinha teimava em esconder. Fiquei um bom minuto massageando sua bunda sem receio algum. Sim... que bunda bem desenhada, não ficava devendo nada pra minha tia, e eu era simplesmente tarado pelas bundas de ambas as irmãs.

Com muita delicadeza, cuidei de tirar sua calcinha e depois vira-la para cima para dar continuidade, agora me olhando nos olhos. Sem o roupão, seus seios ficavam me admirando. Eu já tinha visto eles muitas outras vezes, ela nunca fez muito segredo sobre a arquitetura cuidadosa de seus peitos. Suas aréolas, bem rosadas como da minha tia, eram, no entanto, mais generosas, marcando bem mais os seios, que também eram um pouco mais cheios que da minha tia. Ambas as irmãs com seios naturais, sem silicone ou qualquer outro cuidado cirúrgico. Que genética abençoada tinha essa família, pelo amor de Deus!

Seus mamilos não eram tão impertinentes em público como os de titia, mas quando eretos eles eram visivelmente mais longos, que nesse caso marcava muito sua roupa. Minha mãe podia também ser facilmente apelidada de “farol aceso”, mas ela, sempre mais discreta, cuidava de se proteger embaixo de sutiãs e tops mais comportados, não evidenciando sua excitação tão facilmente para terceiros. Não seria nada mal perder meia hora de língua ali quando chegasse a hora certa. De qualquer forma, vê-la respirar calma e profundamente, acompanhando seus mamilos subindo e descendo, não era algo que eu estava disposto a dispensar. A música e iluminação estavam perfeitos, o nível de vinho estava exato, talvez um pouco menos e não teríamos esse clima, e talvez um pouco mais e poderíamos desperdiçar uma noite como aquela.

Comecei essa segunda etapa de massagem em sua fronte. Massagear os lados de sua cabeça parecia dar a ela o relaxamento que ela tanto precisava, e meus dedos escorriam por seus cabelos, orelha e pescoço. Era gostoso ficar monitorando pelos seus mamilos o quanto cada uma dessas experiencias mexiam ou não com algo dentro dela. Ela não era de ferro, que bom, e eu anotava mentalmente onde ela sinalizava mais tesão.

Palavras sussurradas em seu ouvido pareciam ajudar bastante, além das mordicadas e sopros leves. Ela mal abria os olhos, esboçava um sorriso leve e maroto, mas os mamilos denunciavam que eu estava conduzindo a orquestra como um maestro. Era hora agora de seus braços, massageei longamente ao longo de toda sua extensão, trabalhando depois suas mãos e todos dedos. Eu tinha com certeza um pouco de tesão nas mãos delas, mas os pés ainda eram meus favoritos. Fui abrindo então com calma seus braços e subi junto. Agora era hora de conferir seus seios...

Sentir a pele de seus seios nus era algo que realmente estufava minha cueca, essa era a primeira vez em que eu finalmente tocava aquela pele macia. Rocei os dedos pelo contorno inferior, replicando a curva natural que eles faziam, e tamborilava os dedos por seus peitos, como se estivesse tocando um piano. Obviamente seus mamilos retesaram, não precisei de muita confirmação para saber que ela estava gostando daquilo. Com o indicador e dedão, fique massageando então ambos os mamilos, puxando, esticando, rodopiando, torcendo, apertando, beliscando, espremendo, amassando... eu estava brincando com seus biquinhos, e ela literalmente curtindo aquilo tudo, em momento algum ela fez sinal para eu parar. Seu sorriso denunciava o que eu buscava... Usei então meus lábios então pra segurar um mamilo e puxa-lo, e senti ela respirar mais fundo... eu estava indo pelo caminho certo. Segurei o outro com os dentes e mordisquei, só pra completar seu arrepio, e logo minhas mãos deslizaram de volta pelo seu tronco. Minha intenção agora era indisfarçável, ela já tinha plena consciência das minhas intenções com ela. Era difícil para mim deixar aquelas tetas deliciosas ali, mas eu sabia que não devia demorar para recupera-las. E principalmente agora, nenhum de nós dois poderia alegar ingenuidade sobre as claras intenções do outro, era só questão de não errar os próximos passos.

Massageei suas costelas, cintura e apertei firme seu quadril. Puta que pariu, minha vontade ali era de cair matando nela, mas respirei e fui para os pés. Mais uma sessão gostosa com os dedinhos, e o tempo todo eu conferia sua excitação, ela visivelmente já estava mergulhando na frequência erótica, seus mamilos simplesmente não baixavam a cada novo avanço que eu fazia sobre sua pele e músculos.

Tornozelo, canela, joelho e coxas, fiz o que pude pra deixa-la no auge que eu achava que conseguiria. E em momento algum aquele mamilo ficou em repouso, ela estava curtindo aquilo tanto quanto ou até mais do que eu.

Mais uma vez eu tinha seus quadris nas mãos. Até massageei seu ventre mais um pouco, e deixei meus dedões chegarem até os pelos de seu monte de vênus. Não podia resistir a amassar um pouco aquele montinho maravilhoso, minhas mãos ainda se apoiavam sobre seu ventre, e meus dedos estavam bem próximos do meu objetivo.

Trinta segundos, quarenta, um minuto... eu não queria tirar os dedos dela, era bom demais sentir seus pelos entre meus dedos. Ela parecia entender o que eu queria, ela também queria, mas estávamos um aguardando o outro dar o próximo passo.

- Eu posso parar aqui ou posso ir mais adiante, mas você precisa antes me dizer o que gostaria.

Sem abrir os olhos, ela se espreguiça e entreabre levemente as penas, insinuando discretamente sua buceta. Não precisava de tradutor, ela queria conduzir o filho para suas entranhas, não tinha mais como voltar atrás.

Minhas mãos deslizaram até suas coxas e completaram a abertura de suas pernas. Agora sim, aquela vulva carnuda, seus lábios vaginais, seu clitóris, sua buceta encantadora estavam ali, descortinados e disponíveis para mim.

Em meio segundo meu calção voou longe, ela vislumbrou rapidamente o tamanho da cobra que ia cuidar dela daqui a pouco, e respirou fundo, segurando minhas mãos.

- Chegou a hora... sou toda sua!

Desnecessário detalhar o que fiz ali com ela. Caí de boca e chupei como um louco a caverna que um dia me trouxe à luz. Lambi, mordi, chupei, taquei o dedo, e antes que eu gozasse ali antecipadamente, subi em cima dela e soquei dentro com força. Meti muito, bombei até quase desmaiar, caí de boca naqueles peitos e mamei como se fosse um bebê com fome. Agarrei ela pelos quadris e beijei apaixonadamente, nossas línguas duelavam sem parar. Eu estocava com força enquanto chupava violentamente seu pescoço e orelha, arranhei com força suas costas, cravei a unha em sua nuca e agarrei seu cabelo. Sim... o cabelo dela era diferente da tia, mas nem por isso eu tinha menos tesão, ela era muito gostosa, inteirinha, era pra eu comer muito aquilo tudo.

Despejei tudo dentro dela, não dando tempo dela gozar junto comigo. Talvez tenha sido um pouco egoísta da minha parte, não fazia sentido apenas eu gozar, então logo vi que minha trolha não tinha exatamente adormecido e logo dei continuidade em nossa foda.

Agora sim, fiquei explorando todos os seus recantos pra faze-la também gozar, não queria sair invicto dessa luta. Mais alguns bons minutos e logo minha mãe gozou, mas eu ainda tinha fome para mais...

Sem ficar esperando como foi no caso da minha tia, levei meu dedo para o rego de sua bunda e fiquei dedilhando, indicando meu interesse. Ela consentiu silenciosamente com a cabeça, sem nenhuma palavra sobre o que ou como, então não hesitei, rolei ela de bruços, meti um travesseiro embaixo dela comecei imediatamente a devorar seu cu, com boca, língua, dedo e benga. Gozei alucinadamente, como tanto gostava de fazer... que noite deliciosa!

Ficamos alguns instantes em silêncio nos entreolhando, e surgiu a dúvida de quanto aquilo ia representar pra ela. Convenhamos que o incesto, apesar de extremamente estimulante e tentador, não é um conceito simples de assimilar, existe todo um contexto social que joga contra isso, e não necessariamente ambos estão tranquilos em relação a isso.

Sexo consensual entre adultos? Sem dúvida... Paixão, carinho e respeito? De sobra... Tesão? Quase infinito... restava agora saber quais seriam os próximos passos. Nós dois parecíamos novamente estar esperando o outro dar o próximo, nenhum de nós parecia querer ser o primeiro, mas tínhamos de alguma forma de lidar com isso.

- Acho que você conseguiu o que tanto queria, né?

- Sem dúvida, mãe... desde sempre eu sonhava com algo parecido, mas não tinha a menor ideia que a senhora ia foder assim tão gostoso!

- E o que passa pela sua cabeça, sabendo que passou a vara na própria mãe?

- Nada que ela também não quisesse...

- Isso você pode ter certeza, a gente vem silenciosamente construindo esse momento há muito tempo, nossa intimidade já denunciava há muito tempo o que nós dois queríamos, e já não é de hoje que eu também tenho pensado em consumar isso na cama com você.

- Eu também, mãe, só não sabia exatamente como fazer pra comer sua buceta.

- Você não tem vergonha de falar assim com sua própria mãe?

- Vergonha? Só se for do que eu ainda não fiz com a senhora. Mãe, a gente trepou muito gostoso, mas muito gostoso mesmo, eu gozei que nem um louco, tanto no seu útero quanto no seu intestino. Acho que presente igual a esse, não é todo filho que tem direito...

- Tá bom, eu concordo que foi muito bom mesmo... mas como a gente vai fazer daqui em diante?

- Mãe, não vou conseguir ser seu marido, a lei jamais vai permitir que você se vista de noiva e caminhe até o altar comigo, mas pode ter certeza que se você precisa de um amante pra cuidar de seu vazio interior, eu não me importo de enche-lo com muita carne e porra.

- Eheheh, não é má ideia mesmo. O duro é saber que tanto eu quanto você não vamos limitar nossa vida sexual aqui nessa cama. Nós dois vamos ter outras pessoas com quem queremos dividir nossa intimidade, de que forma você pretende lidar com isso?

- Mãe, se você precisa de um namorado para suprir seu lado emocional, não pretendo me opor a isso, muito embora o que a gente tem vivido aqui supera muito qualquer tipo de envolvimento que eu tive com outras garotas por aí, então não estou grilado com essa possibilidade de termos outros parceiros.

- Mas você não pretende procurar outras mulheres para conferir?

- Talvez sim, mas não agora.

- A agenda tá bem lotada agora, né?

- Como assim, mãe?

- Acredite você ou não, mas digamos que eu tenho muita cumplicidade com minha irmã, e a gente volta-e-meia troca confidencias....

Boa parte de tudo que aconteceu nos últimos dias havia então sido arquitetado pela tia Paula. Talvez até o suposto ciúme já seria uma forma de criar esse contexto que acabaria me levando pra cama com a irmã dela. Não sei exatamente quão longe eu consigo levar isso, mas não seria nada mal irmos os três juntos pra mesma cama. Eu certamente ia ficar alucinado!

Deveria eu agora apontar meus canhões para a mãe delas?

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