Enquanto eu beijava a sua boca, que estava gelada, mas com o calor da minha estava ficando mais quente, o meu pau, que já estava duro como pedra, encostava a ponta no portinha da sua boceta. Que diferente da sua boca, ardia de tesão. Quando ela sentiu o meu pau encostando em sua buceta, ela cruzou as pernas atrás de mim, inclinou seu quadril e, sem deixar cala sua boca desgrudar da minha, ela foi colocando meu pau pra dentro, sem nem colocar a mão, apenas conduzindo. Mas quando ia entrar, não sei, sei por quê, que a boceta era muito apertada ou o meu pau era muito grosso, não entrava direito e saía. Então ela foi lá e só colocou ele pra dentro e começou um movimento de vai e vem. Deixei esse início que ela comandasse, levei a mão por trás do seu quadril, apoiei a minha cabeça em seu pescoço e comecei a bombar no fundo. Eu socava forte, sem tirar 1 cm de dentro, escutando aquele barulho da nossa virilha molhada se chocando cada vez mais forte. A musculatura da sua boceta espremia o meu pau como se quisesse sugar tudo que ele pudesse entregar. E entre vários beijos chupões no pescoço, gemidos, eu comecei a acelerar, nem precisei falar, ela já entendeu o que eu iria gozar. Ele falou bem baixinho no meu ouvido goza gostoso na minha boceta.” E quando a gente escuta isso, não precisa falar duas vezes. Puxei pra fora e empurrei lá no fundo forte e, mais uma vez, joguei uns cinco jatos lá no fundo da sua boceta.
Enquanto curtíamos o que terminamos de fazer, o meu pau atolado dentro daquela boceta linda, eu não me cansava de olhar pra ela e cobria os olhos de vergonha e perguntava o que foi que a gente fez. Aí eu respondi: “Bom, até onde eu sei, a gente transou gostoso.” Ela soltou uma gargalhada e falou: “Eu sei, foi muito bom, mas é errado.” Foi o momento em que meu pau deu uma murchada, deixando toda a porra escorrer na cama. Então eu lhe respondi: “Me arrependo de não ter feito antes.” Ela só concordou e me deu um beijo um pouco sem jeito por causa da situação. Fomos levantando e pegamos as roupas, pegamos um pano pra limpar a nossa sujeira do sofá. Assim que organizamos tudo bem rapidinho, agarrei ela pela cintura, levei pro meu quarto, comecei a beijar na boca como se aquele fosse o último dia das nossas vidas, enquanto punhetava meu pau e passava na boceta dela quando ele já tava bem duro que eu ia colocar ela. Me segurou, ficou de quatro e falou: “Me come, gostoso.” Assim, dei uma pincelada no cuzinho rosa que piscava e na entrada da buceta fui empurrando devagar até entrar. Tudo ela arrebitou, a bunda se apoiou com o rosto na cama enquanto eu enfiava até o talo, puxava até quase sair e enfiava de novo, fazendo isso e massageando seus seios. A boceta dela engoliu meu pau, tudo passei, os braços no seu quadril e comecei a bombar enquanto batia lá no seu útero. Ela geme forte e, quando anunciou que iria gozar, eu já estava pronto. Quando sua boceta começou a espremer meu pau imediatamente, comecei a gozar junto com ela, só que a minha veio primeiro. Soltei só um pouquinho o que restava de porra e ela começou a apertar meu pau já gozando também do mesmo jeito que a gente gozou. Caímos na cama pegando uma toalha e secando nosso gozo enquanto ela se aninhou em meu peito e rapidamente adormecemos.
Esse foi o início de tudo que eu e Rose demos à nossa relação. Se quiser continuação, deixa nos comentários.
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